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Postado por Dorcival
Assumo, não aguentei. É a quinta ou sexta notícia que encontro hoje sobre o mesmo assunto.
Então leiam e tirem suas próprias conclusões.
***
Oposição vai ao MP contra senadores e dirigentes da Petrobras por fraude na CPI
Por Laryssa Borges e Marcela Mattos, na VEJA.com:
O PSDB e o DEM anunciaram nesta segunda-feira que vão recorrer à Procuradoria-Geral da República para que investigue os senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e José Pimentel (PT-CE) por participação na farsa montada pelo governo e pelo PT na CPI da Petrobras no Senado. Reportagem de VEJA desta semana revela que governistas engendraram esquema para treinar os principais depoentes à comissão de inquérito, repassando a eles previamente as perguntas que seriam feitas pelos senadores e indicando as respostas que deveriam ser dadas. De acordo com o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), há indícios de que os dois parlamentares praticaram os crimes de advocacia administrativa, falso testemunho e violação de sigilo funcional. Os dois senadores serão alvo também de representação no Conselho de Ética por quebra de decoro nesta terça-feira.
Para a oposição, o teatro encenado na CPI exige que seja aberta investigação para que se apure também se os parlamentares e servidores do Senado e do governo praticaram crime de improbidade administrativa por violação do dever de honestidade e de lealdade para com a administração. A oposição já começou a colher informações sobre o advogado Leonan Calderaro Filho, chefe do departamento jurídico da Petrobras, que, segundo o jornal O Estado de S. Paulo, é o terceiro personagem do vídeo que revela a extensão da fraude.
Obtida por VEJA, a gravação mostra uma reunião entre o chefe do escritório da Petrobras em Brasília, José Eduardo Sobral Barrocas, o advogado da empresa Bruno Ferreira e Calderaro Filho para tramar a fraude no Congresso. Barrocas revela no vídeo que um gabarito foi distribuído aos depoentes mais importantes para que não entrassem em contradição. Paulo Argenta, assessor especial da Secretaria de Relações Institucionais, Marcos Rogério de Souza, assessor da liderança do governo no Senado, e Carlos Hetzel, secretário parlamentar do PT na Casa, são citados como autores das perguntas que acabariam sendo apresentadas ao ex-diretor Nestor Cerveró, apontado como o autor do “parecer falho” que levou a estatal do petróleo a aprovar a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, um negócio que impôs prejuízo de pelo menos 792 milhões de dólares à empresa. Segundo conta Barrocas, Delcídio Amaral (PT-MS), ex-presidente da CPI dos Correios, encarregou-se da aproximação com Cerveró. Relator da comissão, José Pimentel (PT-CE), a quem respondem Marcos Rogério e Carlos Hetzel, formulou 138 das 157 perguntas feitas a Cerveró na CPI e cuidou para que o gabarito chegasse ao ex-presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli.
“Altos funcionários da Petrobras foram gravados em um conluio para fraudar a CPI do Senado e se referem inclusive a funcionários do governo. Esse fato deixa claro que o governo tem pavor da verdade em relação às falcatruas que foram cometidas na Petrobras nos governos Lula e Dilma. Eu não sei mais o que essa CPI vai fazer. As denúncias são tão graves que qualquer decisão a que se chegue será motivo de suspensão. O mais correto seria suspender o trabalho da CPI até esses fatos serem apurados”, afirmou o líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes (PSDB-SP). Nesta segunda-feira, a presidente Dilma Rousseff, em agenda disfarçada de campanha, desdenhou das medidas anunciadas pela oposição e tentou se descolar das acusações.
“Fica claro que houve um combinado para desmoralizar o Congresso Nacional e blindar a presidente Dilma. Houve um adestramento de ponto de vista, para que os três depoentes ficassem bem e a presidente fosse liberada da responsabilidade”, disse o senador José Agripino (DEM-RN).
Entre as medidas anunciadas pelos partidos de oposição também estão representações contra o ex-presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, contra a atual presidente, Graça Foster, contra os servidores Paulo Argenta, Marcos Rogério de Souza e Carlos Hetzel e contra o ex-diretor da estatal Nestor Cerveró, além de recursos para que órgãos disciplinares da Secretaria de Relações Institucionais, da Petrobrás e do Senado apurem a responsabilidade dos servidores públicos na farsa da Petrobras.
Da tribuna, o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) cobrou do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a “profunda apuração” da farsa da CPI. “Esse fato é da maior gravidade porque acaba com o equilíbrio dos poderes e desmoraliza o Congresso Nacional, porque o Congresso abre mão de uma de suas principais prerrogativas, a de fiscalizar o Poder Executivo. Isso exige por parte da Mesa do Senado uma profunda apuração, e não uma apuração nos moldes da encenação que parece ter sido feita na CPI”, disse.
Também nesta segunda, o DEM protocolou requerimento na Comissão de Fiscalização e Controle e no plenário da Câmara pedindo a convocação do ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, além de convite ao assessor especial do órgão, Paulo Argenta, e de funcionários do Senado que também atuaram na fraude. Para que a ida de Berzoini seja obrigatória, o documento ainda precisa ser aprovado. No caso dos assessores, como foi um convite, eles podem se recusar a prestar depoimento.
***
E ainda há gente que tenta me convencer que eles são vítimas! Puts! Fala sério!
Até mais!
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Postado por Ronaldo Pires
Tomara que tudo esteja bem com todos vocês!
Trouxe uma história para compartilhar com todos:
AQUI VAI UMA HISTÓRIA VERÍDICA, LINDA E MUITO COMOVENTE.
O que é o destino... A garota da maçã
Agosto de 1942 - Piotrkow, Polônia.
Naquela manhã, o céu estava sombrio,
enquanto esperávamos ansiosamente.
Todos os homens, mulheres e crianças do
gueto judeu de Piotrkow tinham sido levados até uma praça.
Espalhou-se a notícia de que estávamos sendo
removidos.
Meu pai havia falecido recentemente de tifo,
que se alastrara através do gueto abarrotado.
Meu maior medo era de que nossa família
fosse separada.
"O que quer que aconteça," Isidore, meu
irmão mais velho, murmurou para mim,
"não lhes diga a sua idade. Diga que tem
dezesseis anos".
bem alto, para um menino de 11 anos, e assim
poderia ser confundido como tal.
Desse jeito eu poderia ser considerado
valioso como um trabalhador.
Um homem da SS aproximou-se, botas estalando
nas pedras grosseiras do piso.
Olhou-me de cima a baixo, e, então,
perguntou minha idade.
"Dezesseis", eu disse.
Ele mandou-me ir à esquerda, onde já estavam
meus três irmãos e outros jovens saudáveis.
Minha mãe foi encaminhada para a direita com
outras mulheres, crianças, doentes e velhos.
Murmurei para Isidore, "Por quê?"
Ele não respondeu.
Corri para o lado da mãe e disse que queria
ficar com ela.
"Não," ela disse com firmeza. "Vá embora.
Não aborreça. Vá com seus irmãos".
Ela nunca havia falado tão asperamente
antes.
Mas eu entendi: ela estava me protegendo.
Ela me amava tanto que, apenas esta única
vez, ela fingiu não fazê-lo.
Foi a última vez que a vi.
Meus irmãos e eu fomos transportados em um
vagão de gado até a Alemanha.
Chegamos ao campo de concentração de
Buchenwald em uma noite, semanas após, e fomos conduzidos a uma barraca
lotada.
No dia seguinte, recebemos uniformes e
números de identificação.
"Não me chamem mais de Herman", eu disse aos
meus irmãos. "Chamem-me 94938".
Colocaram-me para trabalhar no crematório do
campo, carregando os mortos em um elevador manual.
Eu, também, me sentia como morto.
Insensibilizado, eu me tornara um número.
Logo, meus irmãos e eu fomos mandados para
Schlieben, um dos sub-campos de Buchenwald, perto de Berlim.
Em uma manhã, eu pensei ter ouvido a voz de
minha mãe.
"Filho" ela disse suave, mas claramente,
"Vou mandar-lhe um anjo".
Então eu acordei. Apenas um sonho. Um lindo
sonho.
Mas nesse lugar não poderia haver anjos.
Havia apenas trabalho. E fome. E medo.
Poucos dias depois, estava caminhando pelo
campo, pelas barracas, perto da cerca de arame farpado, onde os guardas não
podiam enxergar
facilmente.
Estava sozinho.
Do outro lado da cerca,
eu observei alguém: uma pequena menina com
suaves, quase luminosos cachinhos.
Ela estava meio escondida atrás de uma
bétula. Dei uma olhada em volta, para certificar-me de que ninguém estava me
vendo.
Chamei-a
suavemente em Alemão. "Você tem algo para comer?"
Ela não entendeu.
Aproximei-me mais da cerca e repeti a
pergunta em Polonês.
Ela se aproximou.
Eu estava magro e raquítico, com farrapos
envolvendo meus pés,
mas a menina parecia não ter medo. Em seus
olhos eu vi vida.
Ela sacou uma maçã do seu casaco de lã e a
jogou pela cerca.
Agarrei a fruta e, assim que comecei a
fugir, ouvi-a dizer debilmente, "Virei vê-lo amanhã".
Voltei para o mesmo local, na cerca, na
mesma hora, todos os dias.
Ela estava sempre lá, com algo para eu
comer - um naco de pão ou, melhor ainda, uma maçã.
Nós não ousávamos falar ou demorarmos.
Sermos pegos significaria morte para nós dois.
Não sabia nada sobre ela.
Apenas um tipo de menina de fazenda, e que
entendia Polonês.
Qual era o seu nome? Por que ela estava
arriscando sua vida por mim?
A esperança estava naquele pequeno
suprimento, e essa menina, do outro lado da cerca,
trouxe-me um pouco, como que me nutrindo
dessa forma, tal como o pão e as maçãs.
Cerca de sete meses depois, meus irmãos e eu
fomos colocados em um abarrotado vagão de carvão e enviados para o campo de
Theresiensatdt,
na Tchecoeslováquia.
"Não volte", eu disse para a menina naquele
dia. "Estamos partindo".
Voltei-me em direção às barracas e não olhei
para trás, nem mesmo disse adeus para a pequena menina, cujo nome eu nunca
aprendi -
menina das maçãs.
Permanecemos em Theresienstadt por três
meses.
A guerra estava diminuindo e as forças
aliadas se aproximando, muito embora meu destino parecesse estar selado.
No dia 10 de maio de 1945, eu estava
escalado para morrer na câmara de gás, às 10:00 horas.
No silencioso crepúsculo, tentei me
preparar. Tantas vezes a morte pareceu pronta para me achar, mas de alguma
forma eu havia sobrevivido.
Agora, tudo estava acabado.
Pensei nos meus pais.
Ao menos, nós estaremos nos reunindo.
Mas, às 08:00 horas ocorreu uma comoção.
Ouvi gritos, e vi pessoas correndo em todas
as direções através do campo.
Juntei-me aos meus irmãos.
Tropas russas haviam liberado o campo! Os
portões foram abertos.
Todos estavam correndo, então eu corri
também.
Surpreendentemente, todos os meus irmãos
haviam sobrevivido.
Não tenho certeza como, mas sabia que aquela
menina com as maçãs tinha sido a chave da minha sobrevivência. Quando o mal
parecia
triunfante, a bondade de uma pessoa salvara a minha vida,
me dera esperança em um lugar onde ela não
existia.
Minha mãe havia prometido enviar-me um anjo,
e o anjo apareceu.
Eventualmente, encaminhei-me à Inglaterra,
onde fui assistido pela Caridade Judaica.
Fui colocado em um abrigo com outros meninos
que sobreviveram ao Holocausto e treinado em Eletrônica. Depois fui para os
Estados
Unidos, para onde meu irmão Sam já havia se mudado.
Servi no Exército durante a Guerra da
Coréia, e retornei a Nova Iorque, após dois anos.
Por volta de agosto de 1957, abri minha
própria loja de consertos eletrônicos.
Estava começando a estabelecer-me.
Um dia, meu amigo Sid, que eu conhecia da
Inglaterra, me telefonou.
"Tenho um encontro. Ela tem uma amiga
polonesa. Vamos sair juntos!".
Um encontro às cegas? Não, isso não era para
mim!
Mas Sid continuou insistindo e, poucos dias
depois, nos dirigimos ao Bronx para buscar a pessoa
com quem marcara encontro e a sua amiga
Roma.
Tenho que admitir: para um encontro às
cegas, não foi tão ruim. Roma era enfermeira em um hospital do Bronx. Era
gentil e
esperta.
Bonita, também, com cabelos castanhos cacheados e olhos verdes amendoados
que faiscavam com vida.
Nós quatro fomos até Coney Island. Roma era
uma pessoa com quem era fácil falar e ótima companhia.
Descobri que ela era igualmente cautelosa
com encontros às cegas.
Nós dois estávamos apenas fazendo um favor
aos nossos amigos.
Demos um passeio na beira da praia, gozando
a brisa salgada do Atlântico e depois jantamos perto da margem. Não poderia
me lembrar
de ter tido momentos melhores.
Voltamos ao carro do Sid, com Roma e eu
dividindo o assento trazeiro.
Como judeus europeus que haviam sobrevivido
à guerra, sabíamos que muita coisa deixou de ser dita entre nós. Ela puxou o
assunto,
perguntando delicadamente:
"Onde você estava durante a guerra?"
"Nos campos de concentração", eu disse.
As terríveis memórias ainda vívidas, a
irreparável perda.
Tentei esquecer.
Mas jamais se pode esquecer.
Ela concordou, dizendo: "Minha família se
escondeu em uma fazenda na Alemanha, não longe de Berlim . Meu pai conhecia
um padre,
e ele nos deu papéis arianos."
Imaginei como ela deve ter sofrido também,
tendo o medo como constante companhia.
Mesmo assim, aqui estávamos, ambos
sobreviventes, em um mundo novo.
"Havia um campo perto da fazenda", Roma
continuou.
"Eu via um menino lá e lhe jogava maçãs
todos os dias."
Que extraordinária coincidência, que ela
tivesse ajudado algum outro menino.
"Como ele era?", perguntei.
"Ele era alto, magro e faminto. Devo tê-lo
visto todos os dias, durante seis meses."
Meu coração estava aos pulos!
Não podia acreditar! Isso não podia ser!
"Ele lhe disse, um dia, para você não
voltar, por que ele estava indo embora de Schlieben?".
Roma me olhou estupefata. "Sim!".
"Era eu!".
Eu estava para explodir de alegria e susto,
inundado de emoções.
Não podia acreditar! Meu anjo!
"Não vou deixar você partir", disse a Roma.
E, na trazeira do carro, nesse encontro às
cegas, pedi-a em casamento.
Não queria esperar.
"Você está louco!", ela disse.
Mas convidou-me para conhecer seus pais no
jantar do Shabbat da semana seguinte.
Havia tanto que eu ansiava descobrir sobre
Roma, mas as coisas mais importantes eu sempre soube: sua firmeza, sua
bondade. Por muitos
meses, nas piores circunstâncias, ela veio até a cerca
e me trouxe esperança.
Não que eu a tivesse encontrado de novo, eu
jamais a havia deixado partir.
Naquele dia, ela disse sim. E eu mantive a
minha palavra.
Após quase 50 anos de casamento, dois filhos
e três netos, eu jamais a deixara partir."
Herman Rosenblat - Miami Beach, Florida
***
Esta é uma história verdadeira e você pode
descobrir mais sobre ele no Google.
Ele fez Bar-Mitzvah com a idade de 75 anos.
Esta história está sendo transformada em
filme, chamado "A cerca".
Opaaa! Espero que a história tenha agradado a todos!
Abraços a todos e saio agora voando pra frente e pra cima.
Voei voei voei!
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Postado por Vanessa
Cida fico feliz por tua volta aqui no mural fez muita falta. Deixo abraçsos a todos os amigos e amigas desse espaço
AMIGA DE TODAS AS HORAS
Quando choro,
Você vem me consolar…
Quando sorrio,
Você vem compartilhar…
Quando pergunto,
Vem me ajudar a responder…
Quando mereço,
Faz por merecer…
Quando quero,
Vem me ajudar…
Quando grito,
Vem me acalmar…
Quando estou triste,
Vem me alegrar…
Quando estou em prantos,
Vem me enxugar…
Quando penso estar só,
Vem sentar ao meu lado…
Quando faço besteira,
Puxa minha orelha…
Quando imagino não mais amar,
Vem me reconquistar um sorriso
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Postado por lucas
hoje eu estou muito feliz por que estou ao seu lado obrigado por tudo você
e o grande amor da mina vida mio beijos nessa boca gostosa e muitos abraços
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Postado por Yasmim Ferreira
Se não estivesse tão fora de moda... iria falar de
Amor.
Daquele amor sincero, olhos nos olhos, frio no coração, aquela dorzinha gostosa de ter muito medo de perder tudo...
Daqueles momentos que só quem já amou um dia conhece bem...
Daquela vontade de repartir, de conquistar todas as coisas, mas não para retê-las no egoísmo material da posse, mas para doá-las no sentimento nobre de amar.
Se não estivesse tão fora de moda... Eu iria falar de
Sinceridade.
Sabe, aquele negócio antigo de Fidelidade... Respeito mútuo...
e aquelas outras coisas que
deixaram de ter valor...
Aquela sensação que embriaga mais que a bebida; que é ter, numa pessoa só, a soma de tudo que às vezes procuramos em muitas...
A admiração pelas virtudes e a aceitação dos defeitos, mas, sobretudo, o respeito pela individualidade, que até julgamos nos pertencer, mas que cada um tem o direito de possuir...
Se não estivesse tão fora de moda... Eu iria falar em
Amizade.
Na amizade que deve existir entre duas pessoas que se querem bem...
O apoio, o interesse, a solidariedade
de um pelas coisas do outro e vice-versa.
A união além dos sentimentos, a dedicação de compreender para depois gostar...
Se não estivesse tão fora de moda... Eu iria falar em
Família.
Sim...Família!
Essa instituição que ultimamente vive a beira da falência, sofrendo contínuas e violentas agressões.
Pai, Mãe, Irmãos, Irmãs, Filhos, Lar...
Aquele bem maior de ter uma comunidade unida, pelos laços sangüíneos e protegidas pelas bênçãos divinas.
Um canto de paz no mundo, o aconchego da morada, a fonte de descanso e a renovação das energias...
E depois, eu iria até, quem sabe, falar sobre algo como... a
Felicidade.
Mas é uma pena que a felicidade, como tudo mais, há muito tempo já esteja tão fora de moda e tenha dado seu lugar aos modismos da civilização...
Ainda assim, gostaria que a sua vida fosse repleta dessas questões tão fora de moda e que, sem dúvida, fazem a diferença!
Afinal, que mal faz ser um pouquinho “careta.”
(Desconheço o Autor)
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Postado por Luzia
Quero agradecer e retribuir o carinho da querida Dayana. Logo nos encontraremos de novo, para um bom bate papo.
Deixo também um abraço para Cida, Edinalva, Karen, Alexandre Magno, Maury Campos, Sidinei Camargo, Celso, Lucas, Lucimara, Dorcival, bem como a todos os meus amigos do skype, e a todos os que se correspondem comigo por e-mail.
Por fim, gostaria de saber, caso alguém possa me informar, quais são as marcas de aparelhos de telefonia fixa, que possuem bina com voz, e para quais operadoras eles podem ser utilizados.
Abraços a todos!
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Postado por Dorcival
Cida! Filha prodígio de volta à casa! Seja bem-vinda! Não se rendeu, isto é muito bom!
Agora onde estão o Celso e o Lucas!
Alexandre, o nosso Flamengo está dando nos nervos! Mas uma vez Flamengo, Flamengo até morrer.
Quanto a torcer pelos Gambás. Moro em SP e torço muito para o timão... Perder!!! Kkkk Toda vez que eles perdem posso tirar o sarro de muitos amigos!!!
Claro que existe a contrapartida. Com o Mengo na lanterna... quem tem sofrido sou eu!
Entretanto, não podemos reclamar! Houve um dia que o Mengo jogou bem... Metemos 7/1 na Seleção brasileira! Kkkk!!!
A Seleção alemã estava com uma camiseta idêntica a do Flamengo, e era em homenagem ao... Flamengo!
Já ouvi até que o menor circo do mundo é a camisa do Mengo!
Só cabe um palhaço!
Mas vamos lá!
Alguém já disse " A única constante no mundo é que tudo muda".
Não me recordo de quem é a citação... Mas, ela é a mais pura verdade.
Abraços para todos!
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Postado por Carine
“Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia, sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar. Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia, então, pediu para a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
- Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo e ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão!
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações. Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo, todo branquinho, e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.
Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro.
Depois ficava mais fácil limpar. Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão. Logo depois alguém tocou a campainha. Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:- Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado.
Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa.
Nunca tome qualquer atitude com raiva. A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.
Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta diante de uma situação difícil.”
autor desconhecido
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Postado por alexandre
se o mengão jogasse todos os dias!acho que eu iria morrer!kkkkkkrs,sim!dayanna qualquer dia desses vamos trocar um dedinho de proza,mais de ante mão
nem tente me convencer a torcer para seu corinthians!pois tenho alergia a gambás kkkkkrs,brincadeirinha sim,meu contato no skype é verbo.bsb.abraços a
todos Alexandre Magno.
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Postado por zézinho
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