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Postado por Roberto Bernardo
Estou precisando de uma dica, baixei a Biblivox pelo cegueta, agora para insirir na area de trabalho ou (disk top) terei que entrar pelo aplicativo, onde menciona enviar para: tenho que compactar. Além disso, como faço para insirir depois desse processo caso seja necessário,no menu iniciar, é que faz pouco tempo que estou usando o N.V.D.A, e existe alguns procedimentos que são diferentes entre Eles. Att. obrigado pela atenção!!!
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Postado por Diniz
A ONCB justifica a realização desse Seminário por entender que esse controle, exercido pela sociedade civil organizada, sobre as políticas governamentais é salutar num país democrático, como o Brasil, acreditando que é por meio do controle social que a sociedade é envolvida no exercício da reflexão e da discussão para politização de problemáticas que afetam a vida da coletividade.
Aentidade promotora considera, ainda, que esse modelo de gestão fomenta a cooperação e a participação da sociedade civil nos processos de planejamento, acompanhamento, monitoramento e avaliação das ações da gestão pública e na execução das políticas e programas públicos, pois se trata de uma ação conjunta entre o Estado e a sociedade em que o eixo central é o compartilhamento de responsabilidades com vistas a aumentar o nível da eficácia e efetividade das políticas e programas públicos.
Assim sendo, os objetivos desse Seminário, em espaço virtual, são disseminar conhecimentos, viabilizar troca de experiências, além de promover um debate sobre o assunto em tela, contribuindo para a formação de maior consciência acerca das possibilidades de contribuição do seguimento das pessoas com deficiência visual nos espaços de participação social, para que esses tenham condições de intervir com qualidade, apresentando defesas consistentes e sugestões viáveis para os programas e ações desenvolvidas pelo poder público, em especial, quando o alvo são as pessoas com deficiência, configurando-se, assim, o exercício da construção coletiva.
Para melhor otimização do tempo , será destinado a cada um dos quatro palestrantes convidados, 20 minutos para suas colocações, e ao final de todos os pronunciamentos, serão destinados, também, 20 minutos para perguntas dos participantes conectados à plenária on-line.
O evento contará, ainda, com a parceria do Mundo Cegal - www.mundocegal.com.br - que irá fornecer a estrutura técnica para a sua realização, bem como transmiti-lo na íntegra por meio de sua web rádio.
Por fim, informamos que tanto os palestrantes como coordenadores e participantes inscritos e conectados na plenária on-line, receberão certificado de participação cuja programação segue abaixo.
Inscrições
As inscrições poderão ser feitas de 08 de agosto de 2014 a 01 de setembro de 2014, exclusivamente pela rede mundial de computadores, no endereço http://www.oncb.org.br/inscricao
Todos os itens do formulário são obrigatórios. O formulário preenchido parcialmente ou com informações incompreensíveis não será considerado no processo de inscrição.
A Organização Nacional de Cegos do Brasil oferece 30 (trinta) vagas, que serão preenchidas de acordo com critérios a serem definidos pela organização do evento.
Os inscritos poderão interagir pessoalmente no debate ao final do seminário, que será transmitido integralmente online por meio da rádio Mundo Cegal e os ouvintes também poderão interagir por e-mail ou pelas redes sociais.
Programação
Data: 20 de setembro de 2014.
Horário: De 20h00 às 22h00
•20h00 - Abertura - Coordenação dos trabalhos - Clóvis Alberto Pereira - Secretário da Secretaria de Acessibilidade e Ajudas Técnicas da ONCB.
•20h20 - Conceituação e aplicação prática dos conselhos de controle social - Prof. Ms. Carlos Eduardo Ferrari, Secretário Geral da ONCB e conselheiro do Conselho Nacional de Saúde pela ONCB.
•20h40 – O Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência – Dr. Moisés Bauer Luiz, presidente da ONCB e conselheiro do CONADE.
•21h00 - O contexto das pessoas com deficiência no Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência de Santa Catarina - Leonardo Apolinário Inácio, conselheiro do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência de Santa Catarina e Secretário da Federação das Entidades de Cegos de Santa Catarina.
•21h20 – O Conselho Nacional da Assistência Social: Sua relevância no contexto das pessoas com deficiência - Alceu Kuhn, conselheiro do CNAS.
•21h40 - Espaço para perguntas.
•22h00 - Encerramento.
Coordenação Técnica: Leondeniz Candido de Freitas – Secretário de Comunicação da ONCB
Inscreva-se gratuitamente!
Aproveito para deixar um grande abraço a todos, em especial à grande amiga Cida Silva, que tem se mostrado uma exímia militante dos direitos das pessoas com deficiência visual. Ótimo fim de semana a todos!
Diniz
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Postado por Edinalva
Enfim, deixo um carinhoso e fraterno abraço a todos os postadores, e todos que apreciam este mural, e valorizam uma boa amizade, bem como uma convivência alegre e saudável. Boa tarde, e tenham todos um ótimo final de semana! ***
Tenho um coração que pulsa forte; Intenso, ele insiste em bater. E me diz que viver só por viver não basta; é preciso ter coragem pra crescer.
Na labuta diária da vida; o sucesso é um caminho a percorrer. Aprendi que sou dona do meu destino; e minha história só eu posso escrever.
Tenho um coração que as vezes chora; aflito, anseia por um instante de paz. Ferido, hora pensa em desistir de tudo; valente, ele sempre volta atrás.
Aprendi que o sol brilha para todos; cada um, um dia encontra seu lugar. Entendi que ninguém precisa ser como eu acho certo; e que a virtude, está na arte de amar.
Tenho um coração que diz o que sente; sem máscaras, assim vive a cada dia. É do tipo que ama ser gentil; mas detesta falsidade e hipocrisia.
Aprendi que ser feliz é uma escolha; que cada lágrima é um novo aprendizado. Que orgulho demais também machuca; e que amar, vale tanto quanto ser amado.
Tenho um coração inquieto; teimoso, parece querer voar. Não admite ficar preso ao comodismo; pois sabe muito bem onde quer chegar.
Quando por fim as minhas forças se esgotarem; e no futuro, o presente por mim passar. Quero ser grata por cada segundo vivido; e desta vida, só coisas boas quero levar.
EDINALVA COSTA.
07/07/2014.
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Postado por Paul Henrique - Serrinha/Bahia
Alexandre, esse é o tipo de coisa que tenho pensado muito ultimamente. A questão é: Pensar e apenas pensar, ou pensar e agir?
Então deixemos de lado os pensamentos e as falácias para os intelectuais rs. Bom seria se agíssemos sempre de acordo com o que pensamos e falamos e nos preocupássemos igualmente com os problemas internos ou até muito mais do que com os esternos, seguindo sempre a linha de raciocínio de que preocupações, pensamentos e falatórios não possuem eficácia nenhuma no combate aos mesmos, que as soluções para tal se da através de ações.
Devo reconhecer que tal vez esse seja o meu problema em se tratando muitas vezes de agir, não por ser baiano como brincamos em nossas postagens anteriores rsrsrs. Tal vez esse seja um mal característico da maioria de nós brasileiros. Acho que por ser um amante de história me preocupe também com questões externas um pouco mais do que o que deveria ou gostaria.
Abraços a todos.
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Postado por Ronaldo Pires
Espero quê tudo esteja bem com todos.
Caros colegas, eu ainda não acredito que alguns entre nós acredite de verdade quê os tucanos vão realmente fazer alguma coisa para o nosso país? kkk!
Quero ainda dizer quê todos os sonhos quê cada brasileiro tem, para ver o nosso país funcionando corretamente e com tudo aquilo quê desejamos acontecendo as mil maravilhas? Nem um de nós vamos vernesta vida presente caros amigos pois as promessas dos tucanos eu já sei muito bem no quê vai resultar rsrsrs. E vou de antemão lhes dizer o quê vai acontecer antes quê a desgraça toda estiver instalada e para quê nós não façamos a bobagem de votar nesta droga de partido político quê até aqui em minha cidade nada está fazendo e dando mil desculpas por nosso município estar com grandes dificuldades e o mesmo poderá acontecer no nosso país por causa da inocência e ilusão de alguns quê acreditarem nestes candidatos tucanos e então digo quê depois eles vão dar varias desculpas para as coisas quê estiverem problemáticas e por fim vão dar as costas para todos os quê insistirem em combrar algo quê eles estão e vão prometer kkkk.
Por isso amigos cuidado com esses políticos tucanos quê vão aparecer aos montes para ganhar seu votão e depois vão andar se escondendo das responsabilidades quê prometeram a todos.
Agora vamos a um texto da nossa literatura brasileira quê eu gosto muito de ler:
I-JUCA-PIRAMA
Antônio Gonçalves Dias
I
No meio das tabas de amenos verdores,
Cercadas de troncos - cobertos de flores,
Alteiam-se os tetos d'altiva nação;
São muitos seus filhos, nos ânimos fortes,
Temíveis na guerra, que em densas coortes
Assombram das matas a imensa extensão.
São rudes, severos, sedentos de glória,
Já prélios incitam, já cantam vitória,
Já meigos atendem à voz do cantor:
São todos Timbiras, guerreiros valentes!
Seu nome lá voa na boca das gentes,
Condão de prodígios, de glória e terror!
As tribos vizinhas, sem forças, sem brio,
As armas quebrando, lançando-as ao rio,
O incenso aspiraram dos seus maracás:
Medrosos das guerras que os fortes acendem,
Custosos tributos ignavos lá rendem,
Aos duros guerreiros sujeitos na paz.
No centro da taba se estende um terreiro,
Onde ora se aduna o concílio guerreiro
Da tribo senhora, das tribos servis:
Os velhos sentados praticam d'outrora,
E os moços inquietos, que a festa enamora,
Derramam-se em torno d'um índio infeliz.
Quem é? - ninguém sabe: seu nome é ignoto,
Sua tribo não diz: - de um povo remoto
Descende por certo - d'um povo gentil;
Assim lá na Grécia ao escravo insulano
Tornavam distinto do vil muçulmano
As linhas corretas do nobre perfil.
Por casos de guerra caiu prisioneiro
Nas mãos dos Timbiras: - no extenso terreiro
Assola-se o teto, que o teve em prisão;
Convidam-se as tribos dos seus arredores,
Cuidosos se incumbem do vaso das cores,
Dos vários aprestos da honrosa função.
Acerva-se a lenha da vasta fogueira,
Entesa-se a corda de embira ligeira,
Adorna-se a maça com penas gentis:
A custo, entre as vagas do povo da aldeia
Caminha o Timbira, que a turba rodeia,
Garboso nas plumas de vário matiz.
Entanto as mulheres com leda trigança,
Afeitas ao rito da bárbara usança,
O índio já querem cativo acabar:
A coma lhe cortam, os membros lhe tingem,
Brilhante enduápe no corpo lhe cingem,
Sombreia-lhe a fronte gentil canitar.
II
Em fundos vasos d'alvacenta argila
Ferve o cauim;
Enchem-se as copas, o prazer começa,
Reina o festim.
O prisioneiro, cuja morte anseiam,
Sentado está,
O prisioneiro, que outro sol no ocaso
Jamais verá!
A dura corda, que lhe enlaça o colo,
Mostra-lhe o fim
Da vida escura, que será mais breve
Do que o festim!
Contudo os olhos d'ignóbil pranto
Secos estão;
Mudos os lábios não descerram queixas
Do coração.
Mas um martírio, que encobrir não pode,
Em rugas faz
A mentirosa placidez do rosto
Na fronte audaz!
Que tens, guerreiro? Que temor te assalta
No passo horrendo?
Honra das tabas que nascer te viram,
Folga morrendo.
Folga morrendo; porque além dos Andes
Revive o forte,
Que soube ufano contrastar os medos
Da fria morte.
Rasteira grama, exposta ao sol, à chuva,
Lá murcha e pende:
Somente ao tronco, que devassa os ares,
O raio ofende!
Que foi? Tupã mandou que ele caísse,
Como viveu;
E o caçador que o avistou prostrado
Esmoreceu!
Que temes, ó guerreiro? Além dos Andes
Revive o forte,
Que soube ufano contrastar os medos
Da fria morte.
III
Em larga roda de novéis guerreiros
Ledo caminha o festival Timbira,
A quem do sacrifício cabe as honras.
Na fronte o canitar sacode em ondas,
O enduape na cinta se embalança,
Na destra mão sopesa a iverapeme,
Orgulhoso e pujante. - Ao menor passo
Colar d'alvo marfim, insígnia d'honra,
Que lhe orna o colo e o peito, ruge e freme,
Como que por feitiço não sabido
Encantadas ali as almas grandes
Dos vencidos Tapuias, inda chorem
Serem glória e brasão d'imigos feros.
"Eis-me aqui, diz ao índio prisioneiro;
"Pois que fraco, e sem tribo, e sem família,
"As nossas matas devassaste ousado,
"Morrerás morte vil da mão de um forte."
Vem a terreiro o mísero contrário;
Do colo à cinta a muçurana desce:
"Dize-me quem és, teus feitos canta,
"Ou se mais te apraz, defende-te." Começa
O índio, que ao redor derrama os olhos,
Com triste voz que os ânimos comove.
IV
Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi:
Sou filho das selvas,
Nas selvas cresci;
Guerreiros, descendo
Da tribo Tupi.
Da tribo pujante,
Que agora anda errante
Por fado inconstante,
Guerreiros, nasci:
Sou bravo, sou forte,
Sou filho do Norte;
Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi.
Já vi cruas brigas,
De tribos imigas,
E as duras fadigas
Da guerra provei;
Nas ondas mendaces
Senti pelas faces
Os silvos fugaces
Dos ventos que amei.
Andei longes terras,
Lidei cruas guerras,
Vaguei pelas serras
Dos vis Aimorés;
Vi lutas de bravos,
Vi fortes - escravos!
De estranhos ignavos
Calcados aos pés.
E os campos talados,
E os arcos quebrados,
E os piagas coitados
Sem seus maracás;
E os meigos cantores,
Servindo a senhores,
Que vinham traidores,
Com mostras de paz.
Aos golpes do imigo
Meu último amigo,
Sem lar, sem abrigo
Caiu junto a mi!
Com plácido rosto,
Sereno e composto,
O acerbo desgosto
Comigo sofri.
Meu pai a meu lado
Já cego e quebrado,
De penas ralado,
Firmava-se em mi:
Nós ambos, mesquinhos,
Por ínvios caminhos,
Cobertos d'espinhos
Chegamos aqui!
O velho no entanto
Sofrendo já tanto
De fome e quebranto,
Só queria morrer!
Não mais me contenho,
Nas matas me embrenho,
Das frechas que tenho
Me quero valer.
Então, forasteiro,
Caí prisioneiro
De um troço guerreiro
Com que me encontrei:
O cru dessossego
Do pai fraco e cego,
Enquanto não chego,
Qual seja - dizei!
Eu era o seu guia
Na noite sombria,
A só alegria
Que Deus lhe deixou:
Em mim se apoiava,
Em mim se firmava,
Em mim descansava,
Que filho lhe sou.
Ao velho coitado
De penas ralado,
Já cego e quebrado,
Que resta? - Morrer.
Enquanto descreve
O giro tão breve
Da vida que teve,
Deixa-me viver!
Não vil, não ignavo,
Mas forte, mas bravo,
Serei vosso escravo:
Aqui virei ter.
Guerreiros, não coro
Do pranto que choro;
Se a vida deploro,
Também sei morrer.
V
Soltai-o! - diz o chefe. - Pasma a turba;
Os guerreiros murmuram: mal ouviram,
Nem pôde nunca um chefe dar tal ordem!
Brada segunda vez com voz mais alta,
Afrouxam-se as prisões, a embira cede,
A custo, sim; mas cede: o estranho é salvo.
- Timbira, diz o índio enternecido,
Solto apenas dos nós que o seguravam:
És um guerreiro ilustre, um grande chefe,
Tu que assim do meu mal te comoveste,
Nem sofres que, transposta a natureza,
Com olhos onde a luz já não cintila,
Chore a morte do filho o pai cansado,
Que somente por seu na voz conhece.
- És livre; parte.
- E voltarei.
- Debalde.
- Sim, voltarei, morto meu pai.
- Não voltes!
É bem feliz, se existe, em que não veja,
Que filho tem, qual chora: és livre; parte!
- Acaso tu supões que me acobardo,
Que receio morrer!
- És livre; parte!
- Ora não partirei; quero provar-te
Que um filho dos Tupis vive com honra,
E com honra maior, se acaso o vencem,
Da morte o passo glorioso afronta.
- Mentiste, que um Tupi não chora nunca,
E tu choraste!... parte; não queremos
Com carne vil enfraquecer os fortes.
Sobresteve o Tupi: - arfando em ondas
O rebater do coração se ouvia
Precipite. - Do rosto afogueado
Gélidas bagas de suor corriam:
Talvez que o assaltava um pensamento...
Já não... que na enlutada fantasia,
Um pesar, um martírio ao mesmo tempo,
Do velho pai a moribunda imagem
Quase bradar-lhe ouvia: - Ingrato! ingrato!
Curvado o colo, taciturno e frio,
Espectro d'homem, penetrou no bosque!
VI
- Filho meu, onde estás?
- Ao vosso lado;
Aqui vos trago provisões: tomai-as,
As vossas forças restaurai perdidas,
E a caminho, e já!
- Tardaste muito!
Não era nado o sol, quando partiste,
E frouxo o seu calor já sinto agora!
- Sim, demorei-me a divagar sem rumo,
Perdi-me nestas matas intrincadas,
Reaviei-me e tornei; mas urge o tempo;
Convém partir, e já!
- Que novos males
Nos resta de sofrer? - que novas dores,
No outro fado pior Tupã nos guarda?
- As setas da aflição já se esgotaram,
Nem para novo golpe espaço intacto
Em nossos corpos resta.
- Mas tu tremes!
- Talvez do afã da caça...
- Oh filho caro!
Um quê misterioso aqui me fala,
Aqui no coração; piedosa fraude
Será por certo, que não mentes nunca!
Não conheces temor, e agora temes?
Vejo e sei: é Tupã que nos aflige,
E contra o seu querer não valem brios.
Partamos!... -
E com mão trêmula, incerta
Procura o filho, tateando as trevas
Da sua noite lúgubre e medonha.
Sentindo o acre odor das frescas tintas,
Uma idéia fatal correu-lhe à mente...
Do filho os membros gélidos apalpa,
E a dolorosa maciez das plumas
Conhece estremecendo: - foge, volta,
Encontra sob as mãos o duro crânio,
Despido então do natural ornato!...
Recua aflito e pávido, cobrindo
Às mãos ambas os olhos fulminados,
Como que teme ainda o triste velho
De ver, não mais cruel, porém mais clara,
Daquele exício grande a imagem viva
Ante os olhos do corpo afigurada.
Não era que a verdade conhecesse
Inteira e tão cruel qual tinha sido;
Mas que funesto azar correra o filho,
Ele o via; ele o tinha ali presente;
E era de repetir-se a cada instante.
A dor passada, a previsão futura
E o presente tão negro, ali os tinha;
Ali no coração se concentrava,
Era num ponto só, mas era a morte!
- Tu prisioneiro, tu?
- Vós o dissestes.
- Dos índios?
- Sim.
- De que nação?
- Timbiras.
- E a muçurana funeral rompeste,
Dos falsos manitôs quebraste a maça...
- Nada fiz... aqui estou.
- Nada! -
Emudecem;
Curto instante depois prossegue o velho:
- Tu és valente, bem o sei; confessa,
Fizeste-o, certo, ou já não foras vivo!
- Nada fiz; mas souberam da existência
De um pobre velho, que em mim só vivia...
- E depois?...
-Eis-me aqui.
-Fica essa taba?
- Na direção do sol, quando transmonta.
- Longe?
- Não muito.
- Tens razão: partamos.
- E quereis ir?...
- Na direção do ocaso.
VII
"Por amor de um triste velho,
Que ao termo fatal já chega,
Vós, guerreiros, concedestes
A vida a um prisioneiro.
Ação tão nobre vos honra,
Nem tão alta cortesia
Vi eu jamais praticada
Entre os Tupis, - e mas foram
Senhores em gentileza.
"Eu porém nunca vencido,
Nem os combates por armas,
Nem por nobreza nos atos;
Aqui venho, e o filho trago.
Vós o dizeis prisioneiro,
Seja assim como dizeis;
Mandai vir a lenha, o fogo,
A maça do sacrifício
E a muçurana ligeira:
Em tudo o rito se cumpra!
E quando eu for só na terra,
Certo acharei entre os vossos,
Que tão gentis se revelam,
Alguém que meus passos guie;
Alguém, que vendo o meu peito
Coberto de cicatrizes,
Tomando a vez de meu filho,
De haver-me por pai se ufane!"
Mas o chefe dos Timbiras,
Os sobrolhos encrespando,
Ao velho Tupi guerreiro
Responde com torvo acento:
- Nada farei do que dizes:
É teu filho imbele e fraco!
Aviltaria o triunfo
Da mais guerreira das tribos
Derramar seu ignóbil sangue:
Ele chorou de cobarde;
Nós outros, fortes Timbiras,
Só de heróis fazemos pasto. -
Do velho Tupi guerreiro
A surda voz na garganta
Faz ouvir uns sons confusos,
Como os rugidos de um tigre,
Que pouco a pouco se assanha!
VIII
"Tu choraste em presença da morte?
Na presença de estranhos choraste?
Não descende o cobarde do forte;
Pois choraste, meu filho não és!
Possas tu, descendente maldito
De uma tribo de nobres guerreiros,
Implorando cruéis forasteiros,
Seres presa de vis Aimorés.
"Possas tu, isolado na terra,
Sem arrimo e sem pátria vagando,
Rejeitado da morte na guerra,
Rejeitado dos homens na paz,
Ser das gentes o espectro execrado;
Não encontres amor nas mulheres,
Teus amigos, se amigos tiveres,
Tenham alma inconstante e falaz!
"Não encontres doçura no dia,
Nem as cores da aurora te ameiguem,
E entre as larvas da noite sombria
Nunca possas descanso gozar:
Não encontres um tronco, uma pedra,
Posta ao sol, posta às chuvas e aos ventos,
Padecendo os maiores tormentos,
Onde possas a fronte pousar.
"Que a teus passos a relva se torre;
Murchem prados, a flor desfaleça,
E o regato que límpido corre,
Mais te acenda o vesano furor;
Suas águas depressa se tornem,
Ao contacto dos lábios sedentos,
Lago impuro de vermes nojentos,
Donde fujas como asco e terror!
"Sempre o céu, como um teto incendido,
Creste e punja teus membros malditos
E o oceano de pó denegrido
Seja a terra ao ignavo tupi!
Miserável, faminto, sedento,
Manitôs lhe não falem nos sonhos,
E do horror os espectros medonhos
Traga sempre o cobarde após si.
"Um amigo não tenhas piedoso
Que o teu corpo na terra embalsame,
Pondo em vaso d'argila cuidoso
Arco e frecha e tacape a teus pés!
Sê maldito, e sozinho na terra;
Pois que a tanta vileza chegaste,
Que em presença da morte choraste,
Tu, cobarde, meu filho não és."
IX
Isto dizendo, o miserando velho
A quem Tupã tamanha dor, tal fado
Já nos confins da vida reservara,
Vai com trêmulo pé, com as mãos já frias
Da sua noite escura as densas trevas
Palpando. - Alarma! alarma! - O velho pára!
O grito que escutou é voz do filho,
Voz de guerra que ouviu já tantas vezes
Noutra quadra melhor. - Alarma! alarma!
- Esse momento só vale apagar-lhe
Os tão compridos trances, as angústias,
Que o frio coração lhe atormentaram
De guerreiro e de pai: - vale, e de sobra.
Ele que em tanta dor se contivera,
Tomado pelo súbito contraste,
Desfaz-se agora em pranto copioso,
Que o exaurido coração remoça.
A taba se alborota, os golpes descem,
Gritos, imprecações profundas soam,
Emaranhada a multidão braveja,
Revolve-se, enovela-se confusa,
E mais revolta em mor furor se acende.
E os sons dos golpes que incessantes fervem.
Vozes, gemidos, estertor de morte
Vão longe pelas ermas serranias
Da humana tempestade propagando
Quantas vagas de povo enfurecido
Contra um rochedo vivo se quebravam.
Era ele, o Tupi; nem fora justo
Que a fama dos Tupis - o nome, a glória,
Aturado labor de tantos anos,
Derradeiro brasão da raça extinta,
De um jacto e por um só se aniquilasse.
- Basta! clama o chefe dos Timbiras,
- Basta, guerreiro ilustre! assaz lutaste,
E para o sacrifício é mister forças. -
O guerreiro parou, caiu nos braços
Do velho pai, que o cinge contra o peito,
Com lágrimas de júbilo bradando:
"Este, sim, que é meu filho muito amado!
"E pois que o acho enfim, qual sempre o tive,
"Corram livres as lágrimas que choro,
"Estas lágrimas, sim, que não desonram."
X
Um velho Timbira, coberto de glória,
Guardou a memória
Do moço guerreiro, do velho Tupi!
E à noite, nas tabas, se alguém duvidava
Do que ele contava,
Dizia prudente: - "Meninos, eu vi!
"Eu vi o brioso no largo terreiro
Cantar prisioneiro
Seu canto de morte, que nunca esqueci:
Valente, como era, chorou sem ter pejo;
Parece que o vejo,
Que o tenho nest'hora diante de mi.
"Eu disse comigo: Que infâmia d'escravo!
Pois não, era um bravo;
Valente e brioso, como ele, não vi!
E à fé que vos digo: parece-me encanto
Que quem chorou tanto,
Tivesse a coragem que tinha o Tupi!"
Assim o Timbira, coberto de glória,
Guardava a memória
Do moço guerreiro, do velho Tupi.
E à noite nas tabas, se alguém duvidava
Do que ele contava,
Tornava prudente: "Meninos, eu vi!"
E então pessoal gostaram deste texto maravilhoso?
Acredito quê vocês gostaram tanto como eu!
Mas, acho quê já falei de mais e vou sartar de bamda para fazer algumas coisas rsrsrs!
Voei voei voei!
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Postado por alexandre
necessários adversários políticos para combatelos,sim!algumas mazelas deste país foram corrigidas pelo pt,mais muito pouco para quem sempre pregava
tantas promessas para a classe trabalhadora deste país;lembro-me que o pt dizia que:o maior problema do país seria a corrupção!kkkkrs,quantos petistas
estão presos?é amigos vamos votar neste ano não por partidos!mais sim,por pessoas que querem uma renovação,vamos continuar acreditando em um país bem
melhor.ah!alguns cânceres da política:roriz,arruda,paulo otávio,agnelo,magela,luiz estevão etc..,pois se eu fosse citar todos!ficaria um ano todo aqui
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Postado por Rogério
Mais um áudio manual no
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Ouçam e aproveitem!
como criar uma conta no skaype
Só lembrando que no site em cursos temos ótimos cursos pra você com preços muito acessíveis!
Caso necessite outras informações entre em contato:
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abração a ao lucas a cida em fim a todos que entram de uma forma ou de outra neste mural e um bom final de semana!
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Postado por Dorcival
Gente, tenho a impressão que alguns dentre vocês me tomaram por um anti-PT. Então, vou tentar explicar qual a minha posição.
Eu defendo um Estado democrático com eficiência dos administradores. Defendo a transparência das contas públicas e não gosto desta história de termos um Estado paternalista.
Defendo a independência dos três poderes, e a livre expressão do quarto poder (imprensa livre). Também gosto da ideia de um Banco Central independente.
Infelizmente o PT tem atentado, sistematicamente, contra estas instituições/valores.
Eu não terei nenhum problema em fazer campanha, mostrar notícias, demonstrar falhas; seja qual for o partido ou pessoa que atentar contra estas, que ao que me parece, são as bases para um País melhor.
Há alguns dias postei aqui uma notícia, a qual falava, da alteração do perfil do candidato do PT, ao governo de SP, na Wikipédia.
Além da alteração conter inverdades, para melhorar o perfil do candidato, isto foi feito através de um computador do Palácio do Planalto.
Agora, hoje, no g1, está a notícia que o mesmo foi feito para tentar denegrir a imagem de jornalistas. Vejam só!
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Planalto altera perfil de jornalistas na Wikipédia com críticas e mentiras
Mudanças em textos da enciclopédia virtual foram feitas do palácio da Presidência
POR PAULO CELSO PEREIRA
08/08/2014 6:00 / ATUALIZADO 08/08/2014 8:25
Texto sobre a jornalista Míriam Leitão foi alterado a partir de IP de computador da Presidência da República - Arte O Globo
BRASÍLIA — A rede de internet do Palácio do Planalto foi usada para fazer alterações nos perfis dos jornalistas Míriam Leitão, colunista do GLOBO, e Carlos Alberto Sardenberg, da CBN e Rede Globo, na Wikipédia, com o objetivo de criticá-los. O IP 200.181.15.10, da Presidência da República, foi usado na enciclopédia colaborativa virtual para fazer alterações em maio do ano passado. O IP é uma espécie de identidade digital que permite saber de onde partiram as modificações. No entanto, apenas os administradores da rede do Planalto têm como saber exatamente qual equipamento do local foi usado.
As mudanças ocorreram em uma sexta e uma segunda-feira, dias 10 e 13 de maio. A primeira alteração no perfil de Míriam Leitão, feita dia 10, às 16h43m, foi para qualificar análises suas como “desastrosas”. Três dias depois, às 18h32m, a rede da Presidência voltou a ser usada para incluir trechos contra a jornalista, desta vez associando-a ao banqueiro Daniel Dantas: “Míriam Leitão fez a mais corajosa e apaixonada defesa de Daniel Dantas, ex-banqueiro condenado por corrupção entre outros crimes contra o patrimônio público. A forma como Míriam Leitão se envolveu na defesa de Dantas chamou a atenção de Carlos Alberto Sardenberg, seu companheiro na CBN, para quem a jornalista estava diferente naqueles dias. Para Míriam Leitão, apesar do vídeo que flagrava o suborno a um delegado da Polícia Federal, a prisão de Dantas não se justificava, posto que se tratava de coisas do passado”. Confira infográfico com detalhes das mudanças.
Por fim, às 18h50m, o mesmo IP fez uma última alteração no perfil da jornalista:
“Um dos maiores erros de previsão ocorreu durante a Crise Financeira Internacional. Em 29/06/2009, Míriam Leitão escreveu o seguinte sobre a previsão de crescimento do Ministro Guido Mantega de 4,5% do PIB de 2010: ‘Ele fez uma afirmação de que em 2010 o Brasil está preparado para crescer 4,5%. É temerário dizer isso’. Contrariando o pessimismo de Míriam Leitão, o Brasil cresceu 7,5% naquele ano”.
Procurada pela reportagem, Míriam mostrou-se surpresa com o uso da estrutura do Palácio e desmentiu as acusações:
— É mentira que eu tenha defendido Daniel Dantas. Acho que é espantoso que um órgão público, ainda mais o Palácio do Planalto, use recursos e funcionários públicos para fazer esse tipo de ataque a jornalistas, quando deveria estar dedicado às questões de Estado.
‘É IMORAL, É ANTIÉTICO’
Com Carlos Alberto Sardenberg, a disposição foi semelhante. No dia 10, às 12h51m, quatro horas antes das alterações no perfil de Míriam, o IP do Planalto começou a fazer mudanças no perfil do jornalista. O texto anteriormente publicado já dizia que o âncora da CBN e da Rede Globo era um forte crítico das políticas econômicas de Lula e Dilma, então o equipamento no Planalto adicionou: “... principalmente em relação aos cortes de juros promovidos nesses governos. É irmão de Rubens Sardenberg, economista-chefe da Febraban, instituição que tem grande interesse na manutenção de juros altos no Brasil, uma medida geralmente defendida também por Carlos Alberto Sardenberg em suas colunas. Já cometeu erros notáveis em suas previsões, como afirmar que ‘(...)a economia mundial segue em marcha de sólido crescimento. Sólido porque não é nenhuma bolha financeira (...)’ um ano antes de estourar a crise mundial de 2008”.
Três dias depois, às 14h31m, o IP do Planalto foi então usado para criticá-lo explicitamente: “A relação familiar denota um conflito de interesse em sua posição como colunista econômico”.
Procurado, Sardenberg reagiu:
— Minhas opiniões são sempre muito claras. A política do Banco Central tem sido muito errática e sem uma lógica, tanto é que fizeram uma redução de juros forte e, depois, tiveram que subir, então, é óbvio que está errado. É evidente que minha posição é claramente crítica a esse governo. Esse é um debate de ideias, agora dizer que, porque meu irmão trabalha na Febraban, sou lacaio dos bancos é uma canalhice, uma baixaria. É imoral, é antiético, porque você coloca no perfil uma ilação. Usando um equipamento do governo, se faz uma ilação que não pode ser feita — afirmou.
Ao longo dos três anos e meio do governo Dilma, o IP da Presidência foi usado para realizar cerca de 170 alterações na Wikipédia. Muitas modificaram verbetes relativos a órgãos ligados à Presidência e de ministros e ex-ministros como Moreira Franco, Antonio Palocci, Thomas Traumann, Ideli Salvatti e Alexandre Padilha, além do assessor especial da presidente, Marco Aurélio Garcia, e do vice-presidente, Michel Temer.
O Palácio do Planalto afirmou que “o número do protocolo de internet (IP) citado pela reportagem é o endereço geral do servidor da rede sem fio do Palácio do Planalto. Isso significa que qualquer pessoa que utilizou essa rede via internet móvel terá como endereço de saída este número geral de IP. Por isso, não é possível apontar com segurança a identidade de quem alterou os textos citados pela reportagem a partir deste número de IP em maio de 2013”.
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Desculpem minha franqueza! Estes caras são capazes de qualquer coisa para se manter no poder!
Não têm compromisso com a verdade, com a realidade, com a ética; não tem qualquer pudor! E para os que gostam de defender uma ditadura, eles já demonstraram que se deixarmos, é isto que vamos ter!
Abraços para todos!
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Postado por cida silva
Dayana, como está a senhorita? A dona asma deu uma trégoa? Celso e Edinalva, apareçam! Lucas e Luzia preciso falar com vocês!Sidinei Camargo, Alexandre Magno, Dorcival e Carlinha, obrigado pelo carinho!
Carmen e Etelvina, sejam bem vindas! Contem com minha amizade!
Gente, alguém tem notícia dos portugueses Rita e Tiago Alexandre? Saudade de vocês!
Bem no momento vou ficando por aqui. Abraço a todos sem distinção!
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Postado por Gisele Cristina
*É justamente quando as coisas vão mal que as suas habilidades podem fazer
a diferença. A melhor hora para tomar atitudes que manterão as coisas
fluindo a seu favor é *
* quando tudo está contra você.*
* A melhor cura para a falta de coragem é a ação. Não fique sentado
sentindo pena de si mesmo, faça algo! Você entrou nesta situação. Você pode
sair dela e seguir em *
* frente para uma vida de sucesso e conquistas. *
* Todas essas coisas acontecem quando você começa a tomar o controle do seu
próprio destino. Tenha consciência de que suas ações determinam seu futuro.*
* Algumas das maiores conquistas acontecem quando atitudes corajosas são
tomadas em meio à situações desencorajantes.*
* O que você pode fazer ainda hoje, agora mesmo, para chegar mais longe?
Vislumbre o futuro e comece a agir já.*
* Tenha fé em você mesmo e cresça!*
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