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Postado por dayana
boa chuva pra vocês.rsrs
bernardo:forte como um urso.
ludovico:glorioso guerreiro.ilustre combatente.
lorenço:natural de lorento.ou habitante de lorento.
quase não consigo postar.a oi me deu um belo chá de cadeira.rsrs.
antes que não consiga enviar a mensagem.tou indo.
tchaaaauu!
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Postado por eduardo
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Postado por Gisele Cristina
Veja em si a potencialidade e sabedoria que precisa para gloriar-se.
Não pense "isso eu não sei fazer", "tenho medo de errar", "não vai dar certo" e outras negatividades mais.
Pense "eu vou fazer", "eu vou acertar", "isso vai dar certo". Risque a palavra derrota da sua vida!
Ninguém nasce com habilidades para fazer obras complexas ou criar coisas de grande magnitude.
Mas todos podemos, todos somos capazes, pois todos temos dons.
E os desenvolvemos e os ampliamos com o tempo, com constante empenho e afinco.
Aprender é uma grandeza que não ocupa espaço.
Pense: "Eu sou capaz!", "Eu vou conseguir!" Veja somente pétalas e não espinhos pela estrada que seguir.
Mentalize que a luta é apenas um detalhe para atingir seu grande objetivo: a vitória!
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Postado por João Batista Marques
A vida, como nós a conhecemos, não existe sem água. Todos os organismos contêm água, que aparece como o constituinte químico mais abundante na célula, participando diretamente dos principais processos vitais. É so lembrar que na fotossíntese, processo básico da vida, o gás carbônico e a água são usados para a síntese de glicose, o principal alimento energético da célula.
A quantidade de água disponível
Uma das questões mais preocupantes para o mundo, na atualidade, é a quantidade de água disponível tanto para a vida humana, quanto para a economia. Tal preocupação, aparentemente contraditória, é real quando comparamos as quantidades de água existente e disponível. A contradição reside no fato de que 70% da superfície da Terra é coberta por água, atingindo um volume de 1,5 milhões de km2. Mas é preciso lembrar que 98% dessa água é salgada e imprópria para o uso, a menos que seja dessalinizada, processo oneroso demais para suprir grandes populações. Dos restantes 2% de água doce, boa parte aparece retida, na forma de gelo, em calotas polares ou então na forma de águas subterrâneas. Conclusão: apenas cerca de 0,44% da água do planeta Terra aparece em disponibilidade para os seres vivos.
A Falta de Água
O ciclo da água
Entre a atmosfera e a Terra, a água realiza, há milhões de anos, um trajeto conhecido como ciclo da água que pode ser dividido em curto e longo. No primeiro, a água existente na atmosfera ou neve. Com a precipitação a água pode cair diretamente no oceano ou cair na Terra e atingir o oceano através de rios e lençóis freáticos. Durante essas etapas parte da água é evaporada para a atmosfera e condensada na forma de nuvens, repetindo o ciclo. No ciclo longo, também conhecido como ciclo biogeoquímico, entre a atmosfera e a terra interpõem-se os seres vivos, obtendo e eliminando água. As plantas retiram água do solo, absorvendo-a através das raízes, enquanto que a maioria dos animais a ingere. Uma parte da água absorvida ou ingerida é incorporada à estrutura desses organismos e volta ao meio ambiente quando eles sofrem a decomposição.
Plantas e animais terrestres, continuamente, perdem água para a atmosfera: as plantas, através da transpiração, exercida principalmente pelas folhas; os animais, através da pele e pelos sistemas digestivo, respiratório e urinário.
Assim, toda a água incorporada por um ser vivo acaba voltando para a atmosfera.
A crise da água
O crescimento desordenado das cidades gera dois graves problemas: poluição e consumo. A poluição é determinada pelo lançamento e acúmulo, nas águas, de esgotos domésticos e despejos industriais. Uma vez poluída, a água não pode ser consumida, afetando a saúde humana, bem como as outras formas de vida. É evidente que a poluição hídrica é intensificada com o aumento da pobreza. Sabemos que em regiões pobres, normalmente situadas na periferia das grandes cidades, os esgotos sanitários e o lixo doméstico, sem qualquer tratamento, são diretamente lançados em águas. Estudos feitos pela UNESCO mostram que, desde o começo do século, o consumo d’água aumenta numa proporção de duas vezes o crescimento populacional.
A previsão é de que, nos próximos 50 anos, o consumo de água deverá superar a quantidade disponível para o uso.
Como prevenir a crise da água?
Existem inúmeras medidas que, se forem tomadas, reduzirão em muito o consumo de água; entre as principais podemos citar:
1. economizar água evitando o desperdício;
2. saneamento básico, ou seja, tratamento dos esgotos domésticos;
3. tratamento dos poluentes líquidos industriais para que possam ser reutilizados;
4. projetos de irrigação evitando o consumo exagerado;
5. proteção dos mananciais das regiões de nascentes dos rios.
Enfim, a falta de água é tão evidente que ela passou a ser considerada o ouro do século XXI.
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Postado por João Batista Marques
As diferenças registradas entre os países desenvolvidos e os em desenvolvimento chocam e evidenciam que a crise mundial dos recursos hídricos está diretamente ligada às desigualdades sociais.
Em regiões onde a situação de falta d’água já atinge índices críticos de disponibilidade, como nos países do Continente Africano, onde a média de consumo de água por pessoa é de dezenove metros cúbicos/dia, ou de dez a quinze litros/pessoa. Já em Nova York, há um consumo exagerado de água doce tratada e potável, onde um cidadão chega a gastar dois mil litros/dia.
Segundo a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), menos da metade da população mundial tem acesso à água potável. A irrigação corresponde a 73% do consumo de água, 21% vai para a indústria e apenas 6% destina-se ao consumo doméstico.
Um bilhão e 200 milhões de pessoas (35% da população mundial) não têm acesso a água tratada. Um bilhão e 800 milhões de pessoas (43% da população mundial) não contam com serviços adequados de saneamento básico. Diante desses dados, temos a triste constatação de que dez milhões de pessoas morrem anualmente em decorrência de doenças intestinais transmitidas pela água.
Vivemos num mundo em que a água se torna um desafio cada vez maior.
A cada ano, mais 80 milhões de pessoas clamam por seu direito aos recursos hídricos da Terra. Infelizmente, quase todos os 3 bilhões (ou mais) de habitantes que devem ser adicionados à população mundial no próximo meio século nascerão em países que já sofrem de escassez de água.
Já nos dias de hoje, muitas pessoas nesses países carecem do líquido para beber, satisfazer suas necessidades higiênicas e produzir alimentos.
Numa economia mundial cada vez mais integrada, a escassez de água cruza fronteiras, podendo ser citado com exemplo o comércio internacional de grãos, onde são necessárias 1.000 toneladas de água para produzir 1 tonelada de grãos, sendo a importação de grãos a maneira mais eficiente para os países com déficit hídrico importarem água.
Calcula-se a exaustão anual dos aqüíferos em 160 bilhões de metros cúbicos ou 160 bilhões de toneladas.
Tomando-se uma base empírica de mil toneladas de água para produzir 1 tonelada de grãos, esses 160 bilhões de toneladas de déficit hídrico equivalem a 160 milhões de toneladas de grãos, ou metade da colheita dos Estados Unidos.
Os lençóis freáticos estão hoje caindo nas principais regiões produtoras de alimentos:
• a planície norte da China;
• o Punjab na Índia e
• o sul das Great Plains dos Estados Unidos, que faz do país o maior exportador mundial de grãos.
A extração excessiva é um fenômeno novo, em geral restrito a última metade do século.
Só após o desenvolvimento de bombas poderosas a diesel ou elétricas, tivemos a capacidade de extrair água dos aqüíferos com uma rapidez maior do que sua recarga pela chuva.
Além do crescimento populacional, a urbanização e a industrialização também ampliam a demanda pelo produto. Conforme a população rural, tradicionalmente dependente do poço da aldeia, muda-se para prédios residenciais urbanos com água encanada, o consumo de água residencial pode facilmente triplicar.
A industrialização consome ainda mais água que a urbanização. A afluência (concentração populacional), também, gera demanda adicional, à medida que as pessoas ascendem na cadeia alimentícia e passam a consumir mais carne bovina, suína, aves, ovos e laticínios, consomem mais grãos.
Se os governos dos países carentes de água não adotarem medidas urgentes para estabilizar a população e elevar a produtividade hídrica, a escassez de água em pouco tempo se transformará em falta de alimentos.
Estes governos não podem mais separar a política populacional do abastecimento de água.
Da mesma forma que o mundo voltou-se à elevação da produtividade da terra há meio século, quando as fronteiras agrícolas desapareceram, agora também deve voltar-se à elevação da produtividade hídrica.
O primeiro passo em direção a esse objetivo é eliminar os subsídios da água que incentivam a ineficiência.
O segundo passo é aumentar o preço da água, para refletir seu custo. A mudança para tecnologias, lavouras e formas de proteína animal mais eficientes em termos de economia de água proporciona um imenso potencial para a elevação da produtividade hídrica. Estas mudanças serão mais rápidas se o preço da água for mais representativo que seu valor.
Com esta conscientização cada vez mais crescente, cada nação vem se preparando ao longo do tempo para a valorização e valoração de seus recursos naturais.
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Postado por Vagner Apraz
como vão?
Querem se aventurar na cozinha? Ou querem simplesmente saber como as pessoas cegas fazem para cozinhar?
Vou mostrar meu dia a dia e darei dicas de oque fazer e como fazer.
Segue o link do primeiro vídeo neste formato.
Como cego frita ovo? Assista e deixe sua opnião nos comentários!
E se inscreva no canal pra não perder nada! é de graça!
Agora chega de enrolação e bora lá assistir e compartilhar com todo mundo!
https://www.youtube.com/watch?v=C_baVwipDv0
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Postado por João Batista Marques
O G1 conversou com profissionais e famílias envolvidas atualmente no tratamento de crianças com essas malformações, e encontrou relatos de falhas, como problemas de deslocamento, falta de vagas e ausência de alguns dos atendimentos. Mas há também boas experiências, como a inauguração recente de uma unidade de atendimento especializado no interior de Pernambuco.
O que está previsto
Pela complexidade do atendimento aos bebês, o ministério formulou no ano passado uma série de políticas que previam que toda criança com síndrome congênita provocada pelo zika deveria ter o seu diagnóstico garantido e um adequado acompanhamento na atenção básica e nos ambulatórios de especialidades -- além da garantia de vagas em serviços de reabilitação.
Além de fisioterapia, consultas com neurologista, pediatra e terapia ocupacional, as medidas previam ainda possíveis visitas de especialistas ou profissionais de saúde em domícilio, ajuda psicossocial e acesso a serviços de estimulação precoce: a ideia era que, com o devido estímulo nos primeiros anos de vida, as consequências nefastas do zika ao sistema nervoso seriam amenizadas e essas crianças poderiam ter relativa autonomia no futuro -- com menos pressão, inclusive, aos serviços de saúde.
Um boletim do Ministério da Saúde apresentado em agosto, em comparação com os números de fevereiro, mostrava uma diminuição de 35,8% no atendimento com estimulação precoce e uma queda de 16% no atendimento especializado. Foi registrada ainda uma baixa de 9,4% em atendimento de puericultura para essas crianças -- tipo de serviço oferecido a todos os bebês brasileiros e que envolve, dentre várias abordagens, o acompanhamento do seu desenvolvimento, a cobertura vacinal e instruções sobre aleitamento.
Segundo o ministério, os números podem ser explicados porque crianças que iniciaram a estimulação precoce podem ter sido redirecionadas para serviços especializados ou vice-versa -- embora a queda tenha sido observada em todos as frentes de atendimento. A pasta diz ainda que houve uma mudança de metodologia na coleta de dados durante o período, e é possível que a notificação de atendimentos contemplasse crianças com anomalias não associadas ao zika.
Para o professor Expedito Luna, do Instituto de Medicinal Tropical, ligado à Universidade de São Paulo, os dados de notificação no Brasil devem ser sempre relativizados, mas também, em alguma medida, são uma faceta da realidade.
"Os dados sempre representam nuances porque nosso setor de saúde tem pouco apreço elas informações. Encaram o registro como uma burocracia", diz Expedito Luna, professor do Instituto de Medicinal Tropical, ligado à Universidade de São Paulo.
"Mas, sempre em alguma medida, representam a realidade, ainda mais se considerarmos que o cenário de hoje é favorável para pensarmos em uma queda na qualidade dos serviços", continua Luna.
Judaiane com a filha Aila, que tem microcefalia. Aila está há um ano sem fisioterapia (Foto: Arquivo Pessoal)
Judaiane com a filha Aila, que tem microcefalia. Aila está há um ano sem fisioterapia (Foto: Arquivo Pessoal)
Judaiane com a filha Aila, que tem microcefalia. Aila está há um ano sem fisioterapia (Foto: Arquivo Pessoal)
Dificuldades
Mães que buscam o Instituto Fernandes Figueira (IFF), centro de referência para o atendimento de zika, no Rio de Janeiro, relatam que o encaminhamento para serviços especializados não é tão simples e faltam vagas em centros mais próximos de casa.
"Quando a família vem aqui, a gente primeiro encaminha para uma instituição de reabilitação porque aqui não temos estrutura para atendimento”, diz Miriam Calheiros, fisioterapeuta motora do Instituto Fernandes Figueira, no Rio.
"Encaminhamos, mas as mães voltam dizendo que não há vaga e somos obrigados a absorver por aqui”, diz a fisioterapeuta.
Miriam conta que há muita dificuldade para que essas mães sejam absorvidas na rede asssistencial e, com isso, o deslocamento gera uma série de problemas que podem prejudicar, no limite, a assiduidade da família e a continuidade da terapia.
"Essa mãe muitas vezes mora em outro município, chega aqui com fome, pega o transporte cheio. Isso não poderia acontecer, e a fisioterapia é duas vezes por semana", diz.
Com a dificuldade de manter a assiduidade, as mães acabam perdendo a vaga. É o caso de Maria Eduarda Barbosa da Silva, 18, mãe de João Arthur, de 1 ano e dez meses.
Ela perdeu o encaminhamento que tinha para neurologista e fisioterapia na AACD do Recife (PE) porque João ficou muito doente. “Ele não chegou a ficar nem quatro meses”, diz Maria Eduarda.
“Ele fazia tratamento na piscina e não estava aguentando. Levei ao pediatra para ver o que estava acontecendo, mas, quando voltei, perdi a vaga.”
Maria conta que João Arthur está há um ano sem acompanhamento. “Ele desligou totalmente”, diz. “Não consegue apoiar a cabeça, nada. Antes, ele ficava acordado, mais esperto”. Segundo a mãe, ela voltou para o início da fila e até hoje não recebeu um comunicado da AACD – ela conta também que não conseguiu encaminhamento no posto de saúde. O G1 aguarda um retorno da AACD do Recife sobre o que ocorreu.
João Arthur, de Recife, que está há um ano sem tratamento (Foto: Arquivo Pessoal)
João Arthur, de Recife, que está há um ano sem tratamento (Foto: Arquivo Pessoal)
João Arthur, de Recife, que está há um ano sem tratamento (Foto: Arquivo Pessoal)
Também Judaiane da Silva Freitas, de 28 anos, conta que nunca conseguiu atendimento de fisioterapia pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Salvador. Nos primeiros meses da criança, ela custeou as consultas, mas agora não tem mais condições de pagar pelas sessões de fisioterapia. Aila que, segundo a mãe, deveria ter ao menos duas sessões de fisioterapia na semana, está há mais de um ano sem atendimento.
Além da fisioterapia, Judaiane conta que precisou "correr muito" em busca de outros atendimentos na capital baiana para o tratamento da microcefalia da criança, como consultas com neurologista, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, entre outros. Hoje, a filha só tem acesso a consultas com fonoaudiólogo e terapeuta ocupacional.
Ingrid Graciliano Cirne Guimarães, também de Salvador, relatou dificuldades em encontrar atendimento para Nicole, de um ano e oito meses, no Sistema Único de Saúde; e, por isso, dediciu apertar o orçamento e fazer um plano de saúde.
"Para piorar, eu levava ela na fisioterapia em um lugar, o neurologista em outro e fonoaudiólogo em outro, e passava a semana rodando a cidade."
Ingrid com a filha Nicole em Salvador. Dificuldades no tratamento fizeram com que a mãe apertasse o orçamento para contratar plano de saúde (Foto: Arquivo Pessoal)
Ingrid com a filha Nicole em Salvador. Dificuldades no tratamento fizeram com que a mãe apertasse o orçamento para contratar plano de saúde (Foto: Arquivo Pessoal)
Ingrid com a filha Nicole em Salvador. Dificuldades no tratamento fizeram com que a mãe apertasse o orçamento para contratar plano de saúde (Foto: Arquivo Pessoal)
Por meio de nota, a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) explicou que há 18 locais de atendimento para crianças com microcefalia no estado. Destes, sete estão em Salvador. A Sesab informou ainda que o Cepred (Centro de Prevenção e Reabilitação da Pessoa com Deficiência) atende com equipe multiprofissional 90 crianças e, além disso, é o maior centro acolhedor de crianças com microcefalia na Bahia.
Viagens e gastos
Somadas às dificuldades de atendimento, há os gastos com viagem e deslocamento das mães que buscam melhor atendimento em outras regiões. Para piorar, muitas dessas mães têm que deixar de trabalhar pela necessidade de cuidado integral com as crianças.
Essa é vida de Camilla Raquel, em João Pessoa (PB). Desde que Maria Lys nasceu, há 1 ano e 8 meses, Camilla Raquel não estuda e nem trabalha. Todo o tempo dela é dedicado à filha, que tem microcefalia. A situação é agravada porque a jovem de 23 anos arca com gastos de cerca de R$ 1 mil, a cada três meses, para ir a Fortaleza - distante 680 km da capital paraibana -, onde faz o acompanhamento da saúde da menina.
O tratamento de Maria Lys é feito gratuitamente pela Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação, que promete um “atendimento público de alta qualidade, com tecnologia de ponta e humanismo”. Por isso, Camilla explica que prefere viajar a esperar por consultas e exames feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em João Pessoa.
Camilla, 22, e a filha, Maria Lys, que tem microcefalia, em João Pessoa (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Camilla, 22, e a filha, Maria Lys, que tem microcefalia, em João Pessoa (Foto: Krystine Carneiro/G1)
Camilla, 22, e a filha, Maria Lys, que tem microcefalia, em João Pessoa (Foto: Krystine Carneiro/G1)
“Cheguei a fazer uma tomografia com ela aqui, mas demoramos quatro meses pra conseguir. Ela é muito agitada e eles não sedavam, ela tinha que estar dormindo. Tive que ir pra casa e voltar outro dia. Tem mães que estão esperando há oito meses e não conseguem marcar um exame”, afirma.
O Sarah informou que não oferece auxílio transporte, mas a assistente social da unidade orienta os pacientes como conseguirem o benefício por meio do Tratamento Fora do Domicílio (TFD), instituído pelo Ministério da Saúde para atender pacientes com casos como este.
O Ministério da Saúde esclareceu que o TFD é um benefício concedido a pacientes atendidos na rede pública ou conveniada do SUS que necessitam de assistência ambulatorial e hospitalar de média e alta complexidade fora do local onde reside. “O estado da Paraíba [...] conta com dois Centros Especializados em Reabilitação (CERs), que atendem casos de microcefalia”, justifica.
Nova clínica no sertão de Penambuco
Residente em Araripina, no sertão de Pernambuco, Camila Alves Barbosa, de 30 anos, assim como outras famílias da região do Araripe, não tinham acesso direto a profissionais que atendam as demandas de bebês com a síndrome causada pelo vírus da Zika. Mas, essa realidade começou a mudar em maio deste ano, quando a Unidade de Pronto Atendimento Especializado (UPAE) foi inaugurada em Ouricuri.
A implantação da unidade fez com que as famílias do Sertão do Araripe deixassem de fazer grandes deslocamentos em busca do tratamento adequado. Camila foi uma das mães beneficiadas com o serviço da unidade. “Comecei o tratamento dela [Maria Esther] com 6 meses na AME de Ouricuri, e, quando a UPA abriu, comecei a ir para lá. Hoje, vou duas vezes por semana”, afirmou Camila.
Camila encontrou atendimento ideal em Pernambuco para a filha após inauguração de unidade (Foto: Arquivo pessoal/Camila Alves)
Camila encontrou atendimento ideal em Pernambuco para a filha após inauguração de unidade (Foto: Arquivo pessoal/Camila Alves)
Camila encontrou atendimento ideal em Pernambuco para a filha após inauguração de unidade (Foto: Arquivo pessoal/Camila Alves)
No local, Maria Esther recebe o acompanhamento de um pediatra, uma fisioterapeuta, uma terapeuta ocupacional e uma fonoaudióloga. O atendimento com um psicólogo também é disponibilizado a Camila e às outras mães. Camila e a filha também recebem atendimento domiciliar uma vez por semana.
“É uma vida corrida, mas já me adaptei a isso. A cada dia que passa, amo muito ela [Maria Esther] e aprendi muito. Minha filha é muito forte”, conta Camila, ao lembrar das 18 convulsões já sofridas por sua bebê. “Ela está aqui ainda, graças a Deus”, ressaltou.
Rede assistencial capilarizada
Miriam Calheiros, do Instituto Fernandes Figueira, defende que a rede assistencial seja mais capilarizada e próximo da casa do paciente para garantir o acesso ao tratamento -- a exemplo da boa experiência pernambucana.
"A rede assistencial nunca foi a ideal. Hoje, diminuiu o número de crianças que chegam, mas a rede precisa melhorar e ter mais opções para que essas mães consigam tratamento e cheguem sempre até ele."
Outro ponto é o fortalecimento da rede de bem-estar social -- já que nem todas as mães, segundo Miriam, têm informações dos benefícios que possuem ou atendem os pré-requisitos. "As mães chegam aqui sem orientação alguma. Não sabem dos seus direitos", diz.
Depois da confirmação das consequências da zika, em 2016, o governo federal estendeu o Benefício de Prestação Continuada (BPC), já oferecido para deficientes e idosos que não contribuíram com a Previdência Social, a famílias com crianças acometidas pelo vírus.
O problema é que o benefício, equivalente a um salário mínimo, só é oferecido a quem tem renda inferior a R$ 220. Além disso, explica Miriam, como o benefício não é específico para crianças com zika, deve-se cumprir uma série de pré-requisitos que nem sempre as mães atendem.
Com o passar do tempo, a demanda dessas crianças por equipamentos e serviços tende a aumentar e pressionar todos os serviços públicos -- e talvez o protocolo atual do Ministério da Saúde não dê conta de todas as necessidades, opina a especialista.
“Essas crianças vão demandar uma série de equipamentos. Uma cadeira adaptada hoje custa entre três e quatro mil reais, quem vai fornecer essa cadeira?"
"E como será quando essa criança for para a escola?", questiona.
Colaboraram Beatriz Braga, do G1 Petrolina e região; Krystine Carneiro, do G1 Paraíba; e Maiana Belo, do G1 Bahia.
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Postado por João Batista Marques
Em situações de catástrofes naturais como essas, muitas pessoas se perguntam se existem tecnologias capazes de prever a tempo furacões, terremotos e outros fenômenos, de maneira que as pessoas em risco possam se proteger, evitar acidentes graves e a destruição de patrimônio pessoal e público.
Muita coisa pode ser feita com tecnologia para salvar as vidas de pessoas, mesmo sendo impossível impedir que um terremoto aconteça ou que um furacão se forme e percorra seu caminho de destruição. Seja como for, veja como é possível usar meios tecnológicos para tornar o mundo mais seguro no que diz respeito a algumas catástrofes naturais e remediar muito do estrago feito.
Um perto de uma cachoeira
O furacão Irma, no meio do Atlântico, dirige-se para o Caribe
De onde vêm os furacões?
"Enquanto a tempestade tropical cruza o Oceano Atlântico, ela assimila os vapores do mar e vai ganhando tamanho e força nesse percurso"
Assim como o furacão Irma, a enorme maioria dos ciclones tropicais formados no Oceano Atlântico possui a mesma origem: o Oeste África, na costa de países como Mauritânia, Senegal, Guiné, Guiné-Bissau, entre outros, sobre o arquipélago de Cabo Verde. A formação desse fenômeno acontece com a mistura de ventos secos vindos do deserto do Saara e do ar frio e úmido do oceano.
Isso forma ventos de grande altitude que são empurrados na direção Oeste e Noroeste, justamente a direção das ilhas do Caribe, da Flórida e do Golfo do México, as áreas que geralmente são mais afetadas pelos furacões. Enquanto a tempestade tropical cruza o Oceano Atlântico, ela assimila os vapores do mar e vai ganhando tamanho e força nesse percurso.
mapa mundi
Caminhos percorridos pelos furacões originados na costa da África
Quanto maior, pior
Para ser considerada um furacão, uma tempestade tropical deve ter vento máximo sustentado – ou seja, o vento contínuo em um intervalo de tempo – com uma velocidade de pelo menos 119 km/h. A partir daí, ela é categorizada como um furacão categoria 1 e pode chegar até a categoria 5, com ventos mais velozes que 252 km/h. O furacão Irma atingiu nível 5 no último dia 5 de setembro, chegando a ter ventos de 295 km/h e foi um dos ciclones tropicais que se manteve nesse tamanho por mais tempo em toda a história.
"Muito já foi tentado para impedir a formação de um furacão ou para neutralizar seus efeitos devastadores, pelo menos teoricamente"
Sempre que um furacão chega a um local com terra, ele para de se alimentar dos vapores do oceano e perde força. Foi o que aconteceu com o Irma ao atingir a ilha de Cuba: a tempestade tropical foi reduzida para categoria 3, mas voltou para 4 ao cruzar o estreito entre o país caribenho e a península da Flórida, nos Estados Unidos.
Muito já foi tentado para impedir a formação de um furacão ou para neutralizar seus efeitos devastadores, pelo menos teoricamente, incluindo voar contra eles com aviões de guerra (para que o estrondo sônico das aeronaves dissipasse a tempestade), entre outras coisas bizarras que incluem o disparo de bombas atômicas e até lasers. Nada disso foi colocado em prática por motivos óbvios – nenhum daria certo e a emenda sairia pior que o soneto.
Um perto de um mapa
Áreas de Porto Rico completamente destruídas pelo furacão Irma
De olhos bem abertos
Para ficar de olho nas formações de ciclones tropicais, as agências de controle de clima utilizam uma rede de satélites – muitas vezes com apoio das agências espaciais do mundo todo – para visualizar as formações dessas tempestades e monitorar suas formas iniciais. Outros sensores meteorológicos são usados em parceria com esses satélites para criar uma previsão de trajeto o o mais cedo possível e ter tempo suficiente para evacuar áreas ou tomar as precauções devidas.
Os satélites que registram imagens também são usados em larga escala para identificar regiões com potencial de alagamento – outro grande mal causado pelos furacões –, vulcões prestes a entrar em erupção, incêndios florestais e até terremotos, visto que algumas mudanças sutis na superfície da Terra podem ser verificadas antes de um desses tremores.
Um perto de uma onda
Imagem feita por satélite mostra o furacão Irma ganhando força sobre o Oceano Atlântico
Abalo nas fundações da Terra
"Com o uso de sismógrafos, é possível prever também tsunamis, visto que esses são o resultado de tremores submarinos que deslocam grandes quantidades de água"
Terremotos são manifestações naturais que podem causar grandes perdas – tanto de vidas quanto materiais – em muitas regiões da Terra. Causados pelos movimentos das placas tectônicas que revestem nosso planeta, os abalos sísmicos podem ser detectados por diversos tipos de sensores com até alguns dias de antecipação, o que permite um controle maior sobre suas consequências.
Com o uso de sismógrafos, é possível prever também tsunamis, visto que esses são o resultado de tremores submarinos que deslocam grandes quantidades de água. Esses dispositivos são capazes de sentir abalos mínimos, imperceptíveis para os humanos, que geralmente precedem terremotos em grande escala. O uso desses aparelhos permitiu que fossem criados mapas com os locais mais propensos a receber esses fenômenos.
predio terremoto pessoas
Terremoto destruiu casas na região central da Itália no último dia 25 de agos
Big Data contra a fúria da natureza
Uma pesquisa realizada pela Data-Pop Alliance em 2016 analisou o potencial de aplicações e implicações de Big Data no estudo das mudanças climáticas e na resistência contra desastres naturais. Diariamente, fenômenos naturais são testemunhados em todos os cantos do planeta e dados detalhados sobre eles são registrados por meio de dispositivos de monitoramento, como câmeras, sensores e muitos outros.
"As tecnologias que utilizam Big Data têm um papel importante no monitoramento de riscos e na determinação da exposição de sociedades humanas ao perigo de desastres"
O que fazer com toda essa informação? Tentar entender melhor como a natura funciona, como reage às ações do ser humano e como catástrofes – desde incêndios e enchentes até terremotos e furacões – podem ser evitadas.
As tecnologias que utilizam Big Data têm um papel importante no monitoramento de riscos, na determinação da exposição de sociedades humanas ao perigo de desastres, no acompanhamento dos impactos das catástrofes e dos esforços para a recuperação, na atenuação das vulnerabilidades e no fortalecimento da resistência das comunidades.
Um mapa da neve
A imagem mostra os locais onde ocorreram enchentes a cada ano no mundo inteiro
Dados coletados voluntariamente
A aplicação combinada de acelerômetros em smartphones e computadores ligados à nuvem pode ajudar a detectar mais rapidamente a ocorrência de terremotos. Um grupo de pesquisadores empregou essa abordagem para desenvolver a Quake-Catcher Network (QCN), uma rede sísmica que utiliza os dispositivos de voluntários para obter informações sobre um terremoto através da ligação de estações sísmicas tradicionais com fontes inovadoras de dados.
Em 2009, a equipe demonstrou que é possível detectar pequenos terremotos através de uma rede global de computadores conectados por meio da internet, destacando a capacidade que existe para desenvolver sistemas de alerta rápido sobre terremotos com custos relativamente baixos, graças aos dados distribuídos coletados na Web.
Um perto de um mapa
Os pontos pretos representam os epicentros de terremotos e tremores ocorridos entre 1963 e 1998
Amenizando os efeitos
Nos Estados Unidos, quem cuida de situações nas quais fenômenos naturais causam destruição é a Agência Federal de Gerenciamento de Emergência, ou FEMA (Federal Emergency Management Agency). Segundo ela, enchentes são o tipo de desastre mais comum nos EUA e a culpa disso são áreas impermeáveis cada vez mais amplas, além da alteração descontrolada dos cursos de rios e outros corpos aquáticos grandes.
"A missão do NEIC é determinar o local e o tamanho de um possível terremoto e disseminar imediatamente as informações para agências responsáveis"
A FEMA monitora o clima que afeta os EUA por meio da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional e o Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos. Com essa parceria, é possível minimizar os efeitos de grandes tempestades ou outros fenômenos desse tipo, orientando a população sobre quais providências tomar.
O mesmo acontece com os terremotos, mas dessa vez o órgão responsável é o Centro Nacional de Informação sobre Terremotos, ou NEIC (National Earthquake Information Center). Sua missão é determinar o local e o tamanho de um possível terremoto e disseminar imediatamente as informações para agências responsáveis, além de manter registros e realizar estudos sobre os abalos sísmicos.
Um perto de um mapa
Caminho percorrido pelo furacão Irma e suas intensidades durante o trajeto
O poder da tecnologia
Além de maneiras para prever ou evitar catástrofes naturais, a tecnologia traz meios de ajudar quem está em uma área de risco ou mesmo já foi afetado pelo fenômeno. Há menos de um mês, o furacão Harvey devastou regiões do estado do Texas, nos EUA, especialmente a cidade de Houston, e pode ser considerado o desastre mais caro da história dos Estados Unidos, com um custo estimado em US$ 190 bilhões, ou R$ 590 bilhões.
"Usuários do Facebook conseguiram arrecadar US$ 1 milhão em doações, cerca de R$ 3,1 milhões, em algumas poucas horas"
Isso é equivalente aos gastos somados causados por outros dois furacões catastróficos: o Katrina, que atingiu a região de Nova Orleans em 2005; e o Sandy, que fez muito estrago em Cuba, na Jamaica e chegou a atingir a região de Nova Jersey e Nova York em 2012. Segundo o site AccuWeather, esse valor representa 1% de todo o produto interno bruto dos Estados Unidos.
Sensibilizados com a situação de quem foi afetado pelo furacão Harvey, usuários do Facebook conseguiram arrecadar US$ 1 milhão em doações, cerca de R$ 3,1 milhões, em algumas poucas horas. A Google também conseguiu de seus clientes o mesmo valor, assim como a Amazon, tudo isso em menos de 24 horas. A Apple doou mais US$ 2 milhões, ou R$ 6,2 milhões, para a Cruz Vermelha aplicar nos trabalhos feitos na região.
grupo de pessoas em um carro
Doações de dinheiro ou mantimentos ajudam muito as vítimas desse tipo de desastre natural
Check-in de Segurança
Para ajudar as pessoas a se comunicarem e informar sobre sua situação a parentes e amigos durante e após a passagem do furacão Irma, o Facebook ativou o Check-in de Segurança, o recurso que permite que os usuários que estejam nas regiões afetadas pela tempestade tropical se marquem como “em segurança” ou avisem que precisam de algum tipo de ajuda.
Outra empresa de tecnologia que se prontificou a ajudar as pessoas com problemas na Flórida foi a Uber, que ofereceu caronas gratuitamente para pessoas que quisessem chegar até abrigos na cidade de Tampa após o furacão Irma ter mudado um pouco sua rota prevista e rumar mais para perto da área urbana. O serviço de transporte da empresa foi suspenso após o meio-dia (hora local) do domingo (10) por motivos de segurança.
facebook check in segurança
Página do Check-in de Segurança do Facebook em inglês
Infelizmente, como sempre, os esforços de ajuda acabaram se focando quase que apenas na população dos Estados Unidos, esquecendo-se de quem também sofreu – e muito – com os efeitos do furacão nas ilhas do Caribe.
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Postado por Gisele Cristina
A esperança, para ser bem desenvolvida,
precisa receber trato, boa visão
das coisas, aceitação, crença.
Analise bem a vida, o suceder dos dias e das noites,
a precariedade das coisas materiais e desenvolva
uma esperança como alma eterna que você é.
Um dia, todo o atual será passado.
Olhe-se agora com justiça, com
ausência de ideias negativas.
Passe por entre as sombras e as lutas, a caminho
de uma vida espiritual de luz e paz, contente
por estar entre os vencedores.
A esperança, quando é forte, dá benefícios
até mesmo após a morte.
Lourival Lopes
Extraído de "Esperança todo dia"
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Postado por Danilo
Um negócio milionário chamado “carne limpa” e dois empresários de peso: Bill Gates, fundador da Microsoft e Richard Branson, fundador do grupo Virgin.
De acordo com Business Insider os dois vão impulsionar financeiramente a startup Memphis Meat, baseada no Vale do Silício, que produz carne de laboratório, sem matar animais.
Na rodada série A, a empresa conseguiu levantar recentemente 17 milhões de dólares para fazer produtos como almôndegas, filé de frango e carne de pato sem usar bichinhos.
Historia
O negócio foi fundado em 2015 pelo cardiologista Uma Valeti, o pesquisador Nicholas Genovese e o engenheiro Will Clem, e atua num ponto importantíssimo para a economia e o ecossistema do planeta.
Se o consumo de carne da humanidade continuar como está, em 2050 será necessário produzir 259 toneladas de proteína animal por dia, segundo um relatório da ONU de 2012.
Pegue esse número e multiplique pela quantidade de água e terras necessárias para essa produção, some a isso as emissões de gases de efeito estufa envolvidas e você perceberá que o negócio da Memphis não é apenas uma aventura vegetariana.
“Nós amamos carne. No entanto, a forma como a carne convencional é produzida hoje cria um desafio para o meio ambiente, o bem-estar dos animais e a saúde humana”, diz o site do negócio.
Produção sustentável
O texto afirma que o processo da startup requer 90% menos terras, água e emissão de gases de efeito estufa do que o modelo tradicional de produção.
Diferente de outras iniciativas que usam vegetais, a proposta da startup é produzir carne em laboratório, a partir de células de animais.
Saboroso
Atualmente a empresa já conseguiu produzir almôndegas, filé de frango e carne de pato sem matar bichinhos. O produto é chamado de “carne limpa” pela empresa.
No vídeo divulgado pela startup, há o relato de pessoas que experimentaram o frango empanado da Memphis pela primeira vez.
“Tem gosto de frango. É um dos melhores frangos fritos que eu já comi”, diz um deles.
Se a proposta da startup der certo, ganham os animais, o planeta e Bill Gates que certamente ficará ainda mais rico.
Veja para crer:
Fonte: SNB
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