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Recado 35816: discussão sobre o sistema braille e as novas tecnologias 09 de September de 2014, 20:13

Postado por Richard

Boa noite, pessoal!

Com relação a esse novo tópico, entendo que não se pode minimizar a importância do sistema Braille frente às novas tecnologias.

O Braille ainda é imprescindível no processo de alfabetização e muito útil em algumas situações bem específicas. Por exemplo, esses dias eu estive em um hotel, cujo elevador possuía inscrições em Braille. E isso foi extremamente válido, visto que me permitiu deslocar-me pelo hotel sem o menor risco de parar no andar errado.

Algumas pessoas também fazem uso do Braille para identificar CDs, DVDs, frascos em que se guardam alimentos etc. Isso sem mencionar os restaurantes que têm cardápios em Braille. São poucos, eu sei. Mas existem.

Por outro lado, no que se refere ao quesito praticidade, a tecnologia só traz vantagens. Os trabalhos de escola ou faculdade, se redigidos no computador, basta imprimi-los ou enviá-los para o email do professor. Facilidade que não existe quando são escritos em Braille.

Dentro de um laptop, pode-se armazenar milhares de livros, os quais você leva consigo para onde quiser. Se um único livro, quando impresso em Braille, passa a ter vários volumes, seria impossível para nós transportar 4, 6, 10 livros, como as pessoas que enxergam costumam fazer.

Em síntese, ambas as formas são importantes e vantajosas, dependendo da sua necessidade e do contexto em que são utilizadas.

Ariana, obrigado pelas boas-vindas! Fazia muito tempo que eu não aparecia por aqui. Você é nova no mural? Não lembro de ter te visto na época em que eu frequentava o site.
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Recado 35815: Braille, uma questão de equilíbrio 09 de September de 2014, 18:17

Postado por Lucas

Prezados(as), muito proveitosa a troca de opiniões referente ao sistema braille.

Como ficou nítido, alguns utilizam tal sistema, outros não, alguns o julgam extremamente importante, outros nem tanto.
Trata-se de opiniões particulares, cada uma de acordo com a realidade e precisão do indivíduo.

Eu particularmente concordo com o caro colega William Felix.
Nem atrevo-me a escrever muito sobre braile, pois, não seria difícil repetir as explicações do colega.

Concordo que é impossível substituir braille por tecnologia, ambos nos beneficiam em atividades diferentes, entretanto, percebo que a tecnologia vem ganhando mais a atenção dos cegos.

Aparelhos celulares, computadores e outros equipamentos eletrônicos são mais usados que a reglete.
Isto se deve ao fato de que tais equipamentos proporcionam uma maior interação, facilidade em muitas tarefas, etc.
Não significa que os deficientes visuais abandonaram a reglete, pelo contrário, alguns a utilizam diariamente, porém, os eletrônicos estão mais presentes na vida da comunidade cegal.
Não somente os cegos, mas os videntes também, já não usam a caneta quando podem bater teclas para executar um determinado trabalho.

Finalizo dizendo que:

Não sejamos retrógrados ao ponto de usar o braille e não o computador quando o segundo nos proporciona praticidade em tantas atividades, mas, não sejamos moldados pela tecnologia usando somente o computador, correndo assim o risco de esquecer o braille quando o mesmo já é dominado por nós.


Lucas Barfknecht.
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Recado 35814: maquiagem 09 de September de 2014, 18:03

Postado por talita

ola...meninas soube de uma leitora que tem interesse em aprender a se maquiar, sou deficiente visual total ja enxerguei um dia mas hoje me maqueiio e fiz um video ensinando como confiram no www.tudoencontra.com e cliquem no universo pink e confiram todas as dicas mas prometo fazer um video dando dicas pra que consigam partindo de um principio mas ja vou dar uma dica...tem que treinar, enquanto o video nao fica pronto, toquem seu rosto e vao conhecendo cada traço e se familiarizando pra quando forem se maquiar ja estejam afiadinhas e fiquem ainda mais lindasmeninas me mandem sugestoes do que querem que eu fale nas pautas de beleza no email talita@tudoencontra.comla tem dicas de unhas, pele, cabelo e tudo o que envolve o mundo da belezaaguardo voces e suas sugestoes um pinkbeijo
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Recado 35813: contatos. 09 de September de 2014, 12:52

Postado por alexandre

Olá,boa tarde amigos!bem,hoje gostaria de deixar meus contatos para futuras amizades,são eles:email ale.magnomarques@gmail.com;skype verbo.bsb;telvivo
015 61 9608 80 76,desde já agradeço os futuros novos amigos.Alexandre Magno
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Recado 35812: Voltei 09 de September de 2014, 11:27

Postado por Dorcival

Olá turma, como estão todos?
Pessoal, nos últimos dias recebi cumprimentos de vários de vocês. Mal educadamente, não agradeci! Peço-lhes desculpas.
Vou tentar recompor de cabeça os nomes. Se esquecer alguém Dê-me um chute na canela, normalmente funciona como um bom tônico para a memória.
Bom deixe-me ver! Luzia, Lucas, Vagner, Cida, Paulo Henrique, Pedro Jr., Ariana, Danilo, J. C. Dias, Daniel, Vilson, Sábio e o Celso que me ligou outro dia. Gente, sou meio pancada e mal-educado, mas não costumo esquecer! Grato pelos elogios!
Moçada, o Jairo Marques fez um post que talvez mereça comentários. Eu ia deixar um link de compartilhamento no facebook, mas preferi fazer uma colagem aqui.

***
Rio paraolímpico: faltam 2 anos
POR JAIRO MARQUES
08/09/14 09:30
Meu povo, daqui a dois anos, os Jogos Paraolímpicos (a Folha não adota o paralímpico) vão estar bombando no Brasil. Certamente, a organização irá conseguir dar conta das demandas logísticas para milhares de atletas com as mais diversas “malacabações”, mas deixo algumas reflexões para o futuro:
1 A competição, segundo seus próprios idealizadores, não é apenas um evento esportivo, ela tem um forte apelo social. O que está (ou será feito) para ampliar conceitos de inclusão, acessibilidade e respeito à diversidade?
Lembro que, em Londres 2014, foram quatro anos de trabalhos contínuos em escolas, organizações, instituições e empresas para ampliar conceitos e valores relacionados ao universo dos ‘zimininos’ com deficiência.
2 Os ganhos inclusivos do Rio, sede das competições, vão ser restringir aos locais de provas ou a cidade, uma das mais visitadas do mundo, vai dar condições para que todos curtam seus atrativos, que não é apenas uma questão de turismo e negócios, mas de direitos humanos?
Imagem com a inscrição "Faltam dois anos", o símbolo dos jogos paraolímpicos, com o visual do cristo redendor
Imagem com a inscrição “Faltam dois anos”, o símbolo dos jogos paraolímpicos, com o visual do cristo redendor
Até nos aeroportos da “Cidade Maravilhosa” um cadeirante, um cego, um surdo terá dificuldades diversas: faltam tradutores de libras, faltam elevadores eficientes, faltam profissionais treinados para atuar com a diversidade. No centro e nos bairros mais badalados (só para exemplificar), as rampas que existem são péssimas. Em Copacabana, as famosas calçadas com mosaicos (tombadas) são assassinas.
3 O brasileiro sabe o que é esporte paraolímpico? Conhece a bocha, o futebol de cegos? Conhece algo sobre vôlei sentado? Já ouviu falar que somos uma potencia na natação dos ‘estropiados’?
Continua-se, aqui no país, analisando as modalidades envolvendo pessoas com deficiência como “gincanas” para botar “essas pessoas” para fazerem algo. O Brasil tem para-atletas de altíssimo rendimento, mas ainda não temos nenhum programa de TV, espaço em grandes mídias ou mesmo mídias especializadas com vulto e apoio para ensinar, incentivar e ampliar os espaços destes esportes.

Em volta de uma quadra com a inscrição 'dois anos paraolimpíadas', dezenas de pessoas concentradas
Em volta de uma quadra com a inscrição ‘dois anos paraolimpíadas’, dezenas de pessoas concentradas
4 Como serão recebidos os turistas com deficiência que virão assistir aos jogos, fazer turismo e conhecer mais da realidade brasileira?
Embora haja um esforço para ampliação do conceito de ‘turismo acessível’, o país está ainda saindo do período das cavernas nesse quesito se comparado a nações que movimentam muitos visitantes. Falo da carência de serviços básicos como hotéis, transportes e atrativos principais que sejam “malacabados friendly”
5 Qual legado paraolímpico se quer? Faremos “os melhores jogos da história”? Já começou o salto rumo a um país mais plural?
Não adianta passar o mesmo melzinho na boca que foi passado na Copa do mundo de que tudo dá certo no final, vai ser bacana e ‘vamo que vamo’. Espera-se com os jogos uma aceleração da mentalidade de inclusão, mas os debates mais amplos no Brasil, envolvendo a pessoa com deficiência, ainda são primários: o respeito à vaga reservada, a escola inclusiva, o cumprimento da Lei de Cotas, condições de ir, vir e ficar.
E aí, vai dar ou o Rio será apenas mais um local que reuniu, por duas semanas, um montão de gente “diferente” numa festa bonita e feliz?

***
O que vocês acham a respeito do que o cara escreveu?
Me parece que estamos deixando passar mais uma bela chance!

Até mais!
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Recado 35811: Crianças escutam pela 1ª vez com aparelho e têm reações emocionantes 09 de September de 2014, 08:56

Postado por Danilo Loques

Vídeo mostra a primeira vez que um bebê australiano, então com 2 meses, ouviu a voz dos pais. No Brasil, o Fantástico encontrou casos parecidos.

O Fantástico destaca o momento exato em que crianças que nasceram surdas escutam pela primeira vez. E assim, elas descobrem como é maravilhoso o show da vida. Primeiro, era um silêncio. Que virou incômodo. Espanto. Felicidade.

Um vídeo mostra a primeira vez que o bebê australiano Lachlan, então com 2 meses de vida, ouviu a voz dos pais. Ele nasceu surdo e com a ajuda de um aparelho auditivo começou a escutar.

A história, registrada em julho de 2012, ficou conhecida só essa semana depois que a família dele divulgou o vídeo que mostra o momento da ativação do aparelho. A gravação foi vista mais de seis milhões de vezes na internet. O menino hoje tem 2 anos de idade. Ouve e fala bem.

No Brasil, o Fantástico encontrou casos parecidos, como o da Manu, uma menina de Taubaté, interior de São Paulo. Hoje, ela tem 11 anos, mas fez um implante coclear quando tinha pouco mais de 1 ano de idade. A emoção no momento da ativação do aparelho também foi grande.

Cristiane Malheiros, mãe de Manuela: Ela nasceu para o mundo sonoro aquele dia. Aquele dia ela pôde ouvir minha voz. Com 1 mês de idade, a gente começou a desconfiar que algo não estava bem.

Fantástico: Por quê?

Cristiane Malheiros: Porque ela não se assustava, ela era uma criança muito quieta. E a gente estava com alguns móveis montando, batia martelo, fazia barulho de furadeira, ferramenta e ela quietinha na dela.
A família procurou ajuda médica.

“E aí, em três dias, deram o diagnóstico que ela tinha perda auditiva bilateral neurosensorial profunda. E aí, o chão sumiu”, contou Cristiane Malheiros.

“Foi feito o diagnóstico de surdez profunda e foi realizado o implante coclear. É uma cirurgia de alta complexidade, é uma cirurgia minuciosa, onde nós fazemos uma incisão retroauricular atrás da orelha e inserimos o dispositivo interno”, explicou Eduardo Boaventura Oliveira, otorrinolaringologista.

“Aí, houve esse período de ensinar para Manuela o sentido do som”, lembrou Cristiane Malheiros.

Nesse processo, a Manu se apaixonou por música.

“Para mim, quase todos os sons são música, então, não dá mais para diferenciar”, destacou Manuela Malheiros Silva, estudante.

Depois, vieram as aulas de teatro.

Fantástico: O que sonha pro seu futuro?

Manu: Sonho em ser atriz.

Para o Pedrinho, de 1 ano e 5 meses, a descoberta dos sons do mundo começou essa semana.

Sandro Maurício Lemos, pai de Pedrinho: É um momento fantástico, é muito bonito ver ele ouvindo pela primeira vez. Acho que essa imagem fica gravada na gente pro resto da vida. A gente percebeu no segundo dia de vida dele, na triagem auditiva neonatal, que é teste da orelhinha, ele já não teve resposta.

Aos 5 meses de idade, ele passou a usar um aparelho auditivo convencional, como o do menino australiano. Mas, como não teve resultados, fez uma cirurgia igual à da Manuela.

Ricardo Bento, professor de otorrinolaringologia da USP: O implante coclear é indicado em pessoas que praticamente não escutam nada e que não se beneficiem com o aparelho de audição convencional.

Fantástico: O que muda na vida do Pedro?

Rosalia Ouriques Lemos, mãe de Pedrinho: Tudo, muda tudo.

Uma mudança que a Manu já conhece bem.

Fantástico: Você é feliz, Manu?

Manu: graças a Deus, sim.


Veja o vídeo da matéria aqui:

http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/

Fonte: G1
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Recado 35810: braille , pena, e add 09 de September de 2014, 08:39

Postado por vagner pereira

Olá postadores. Parabenizo a todos pelo debate sadio e pela ótima troca de experiências.
Concordo com o amigo dorcival. Não tem como separarmos o braile da tecnologia, ainda mais se estamos falando de alfabetização de pessoas cegas e de orientações sobre física. Os gráficos são realmente um temor na vida da pessoa com deficiência e só de forma tátil conseguimos ter total autonomia sobre eles. Nos dias de hoje temos muita tecnologia ao dispor do bolço provido do cego, entretanto nem todos os bolsos são providos!
Só coloco um adendo que acho importante: é claro que pra darmos os primeiros passos no aprendizado se somos desprovidos do fator sensorial “visão”, temos que saber o braile para sermos iniciados de maneira correta a grafia e gramática, por outro lado se quisermos dar paços iguais aos videntes temos de usufruir das tecnologias presentes atualmente. Afinal por ironia, ninguém está utilizando o braile pra se posicionar aqui;
Mudando de assunto...
Gostaria de deixar claro que não sou a favor da pena de morte, é que ontem encontrei algo que não sabia a respeito do CPM. Código penal militar e apenas postei para conhecimento dos amigos. Quem leu até o fim, viu que há bibliografia!
Deixo abraços a todos. E os que quiserem fiquem a vontade pra add no face.
Nome Vagner pereira Alves. E-mail o citado no post
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Recado 35809: Para Marcelo roberto ramos! 08 de September de 2014, 23:53

Postado por Cida Silva

Boa noite amigos! Muito me alegro pela participação de todos! É muito bonito essa troca, essa interação e amizade!Cada um com seu ponto de vista, sem perder o respeito.
Marcelo, além de professora de braille, sou também psicóloga. E quero te dizer, que o importante para você é se reabilitar, se aceitar e se apegar as oportunidades. O braille para você só será importante, se esse for seu desejo! Quanto aprender, saiba que não tem idade. desde que tenha lucidez e condições físicas. Não se sinta diminuido e inferiorizado por ainda não saber esse sistema. Só para te animar, saiba que comecei ensinar o braille uma senhora de 70 anos em 16 de junho deste ano. A mesma já escreve na reglete, já consegue ler os números, ler caixas de embalagens e até jogar baralho normalmente com os videntes. Tem dez anos que ela perdeu a visão, e tem uma imensa satisfação em usar o braille, fita métrica, balança, etc. É como ela estivesse retomando sua vida. É um atendimento particular, acontecendo uma vez na semana. Embora eu tenha muitas outras atividades além de ser professora, abri essa exceção para atendê-la, sensibilizada pelo seu interesse e desejo, que é algo muito especial. Portanto Marcelo, vá em frente na busca do seu sucesso enquanto ser humano que merece e tem o direito de ser feliz.
No mais, fiquem com Deus e tenham uma ótima noite!
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Recado 35808: Agradecimento, comentário e Texto 08 de September de 2014, 23:11

Postado por Luzia

Colegas, boa noite!
Primeiramente, agradeço e retribuo todos os abraços, aqui recebidos.
Em segundo lugar, parabenizo a todos que escreveram, brilhantemente, em defesa da importância do Braille.
J C Dias, gostei do seu depoimento, verdadeira lição de humildade.
Não se pode negar que, antes da moderna tecnologia, o Braille, sem sombra de dúvida, tirou-nos da escuridão. Foi por intermédio desse sistema, e de sua difusão pelo mundo, que nós mudamos o curso da história dos cegos.
Lamento profundamente que, na atualidade, sejam tão poucas as oportunidades de ensinarmos o Braille.
Por fim, deixo um texto de que gostei, mas, sem onome do autor, porque estou em dúvida.
Esclareço que o texto não tem nenhuma ligação com o tema em questão.

"A Voz Do Silêncio -

Pior do que a voz que cala,
é um silêncio que fala.

Simples, rápido! E quanta força!

Imediatamente me veio à cabeça situações
em que o silêncio me disse verdades terríveis,
pois você sabe, o silêncio não é dado a amenidades.
Um telefone mudo. Um e-mail que não chega.
Um encontro onde nenhum dos dois abre a boca.

Silêncios que falam sobre desinteresse,
esquecimento, recusas.

Quantas coisas são ditas na quietude,
depois de uma discussão.
O perdão não vem, nem um beijo,
nem uma gargalhada
para acabar com o clima de tensão.

Só ele permanece imutável,
o silêncio, a ante-sala do fim.

É mil vezes preferível uma voz que diga coisas
que a gente não quer ouvir,
pois ao menos as palavras que são ditas
indicam uma tentativa de entendimento.

Cordas vocais em funcionamento
articulam argumentos,
expõem suas queixas, jogam limpo.
Já o silêncio arquiteta planos
que não são compartilhados.
Quando nada é dito, nada fica combinado.

Quantas vezes, numa discussão histérica,
ouvimos um dos dois gritar:
"Diz alguma coisa, mas não fica
aí parado me olhando!"

É o silêncio de um, mandando más notícias
para o desespero do outro.

É claro que há muitas situações
em que o silêncio é bem-vindo.
Para um cara que trabalha
com uma britadeira na rua,
o silêncio é um bálsamo.
Para a professora de uma creche,
o silêncio é um presente.
Para os seguranças de um show de rock,
o silêncio é um sonho.

Mesmo no amor,
quando a relação é sólida e madura,
o silêncio a dois não incomoda,
pois é o silêncio da paz.

O único silêncio que perturba,
é aquele que fala.

E fala alto.

É quando ninguém bate à nossa porta,
não há emails na caixa de entrada
não há recados na secretária eletrônica
e mesmo assim, você entende a mensagem".
Imagem do Usuário
Recado 35807: comentando 08 de September de 2014, 22:31

Postado por Ariana Arthuso

Oi gente!
Boa noite!

Como está movimentado aqui hoje!
Adoro!

Marcelo,nunca é tarde para aprendermos,basta ter vontade,um pouquinho de paciência e boa memória quando se trata do braile,bom,pelo menos assim foi no meu caso.
Fui alfabetizada da maneira normal,mas quando perdi a visão por curiosidade queria conhecer o tal do braile RS RS.
Não tive dificuldade de decorar os pontos,e hoje redijo facilmente um texto na máquina ou até mesmo na reglete,apesar que não é minha favorita porque dói bastante meu pulso.
Mas se tratando da leitura,ai sim,o trem fica feio,ainda tenho muita dificuldade em relação ao tato,consigo ler tranquilamente enquanto estão espaçadas as letras,mas quando junta,loucura,acho que tenho dedo demais para pouco espaço RS RS.
Mas eu tento,tento,e tento até desmanchar os pontinhos praticamente,ai que entra a paciência,eu stresso com isso as vezes e deixo pra lá.
Mas não desista não,se tem vontade,faz um esforcinho que com certeza vai conseguir.

Aproveitando o espaço,realmente a tecnologia facilita muito a vida da gente,no meu caso por exemplo,talvez o braile não fosse importante para mim,mas eu tinha a curiosidade de saber como seria se não fosse alfabetizada,pegando as crianças que já nascem cegas,como outro exemplo,acho super importante terem uma base do alfabeto,de poder sentir o que está escrito,para não ficar preso somente na escrita do que se escuta,tendo assim conhecimento para escrever e interpretar bem,fora diversas situações que já foram citadas aqui,por isso alem de contar com a tecnologia ao meu favor quis apreender o braile.
Acredito que ambos tem seu espaço,o braile conforme falei acima,e a tecnologia,que senão fosse ela também seria difícil resolver muitas situações,porque ela está presente o tempo todo no nosso dia a dia.

Estava decidida a não dar pitaco nenhuum no assunto Pena de morte,ele tinha tomado proporções que não me atraiam muito,mas só queria comentar que Dorcival falou muito bem sobre o mesmo e colocou as palavras na medida certa.
Fez gol bonito!
Richard gostei também do que escreveu,e só para completar seja bem vindo ao mural novamente.

Um grande abraço a todos e boa semana,Ariana
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