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Recado 35866: comentando... 12 de September de 2014, 20:59

Postado por vilson

caros,
boa noite,

passando por aqui, verifiquei quão fantástico e extrutivo foi o texto postado pelo Dorcival acerca do professor...

Quando li, me encontrei, não tive dúvida que inclusão vai bem no sentido que havia comentado numa postagem anterior. De modo que, não importa a quantidade de pessoas boas ou ruins, o que importa é termos muita vondade de percorrer nossos caminhos indepedentimente de encontrarmos obstáculos.

muitos podem dizer,, é muito fácil falar. mas, quero dizer que já infrentei muitas dificuldades e estou certo de que ainda poderei infrentar tantas outras. e se isso acontecer, só me restará pedi muita força para Deus...

Referente a questão da empregabilidade, é fato que a lei ainda em muitas cidades não é cumprida. Todavia, é fundamental que saibamos que temos um papel indireto no que toca a um melhor cumprimento da lei, isto é, temos de ser mais um fiscal. digo isso, porque o ministério do trabalho e emprego têm fiscais exatamente responsáveis por apurar questões relativas ao bom cumprimento da lei de cota.

claro que se faz necessário antes de ir ao ministério efetuar uma reclamação fazer uma análise. tal análise deve se paltar no seguinte sentido: verificar a quantidade de empregados que a determinada empresa tem; verificar se a lei de cota pode ser utilizada nessa empresa; verificar se lá já há pessoas com deficiência, daí pode surgir uma pergunta, como saber a quantidade de deficiente, o fiscal do ministério tem de ter todos os laudos que demonstre a deficiência de cada um que estiver trabalhando.

A proveitando o relato da Ariana, seria importante que o centro de referência ou mesmo uma associação fosse investigar quantos empregados a empresa tem, quantos deficientes, e verificar no ministério se batem com os laudos que lá estão.

Isso muda o jogo. o que não muda o jogo é entendermos que a lei é falha e não correr em busca dos objetivos.

A propósito, já observei aqui várias vezes comentários acerca das leis, ou seja, que elas são falhas. o interessante é que em nenhum momento vi um apontamento de um determinado artigo ou de um parágrafo. e sei bem por que isso não ocorre, porque preferimos fazer o mais fácil, a lei não presta...

grande abraço e ótimo final de semana!
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Recado 35865: Sonhos! 12 de September de 2014, 20:02

Postado por Dorcival

Voltei!
Turma, o tema sonho já foi explorado aqui mais de uma vez. Entretanto, acho que é um tema que não tem fim. Logo quando vi esta matéria na revista Galileu, pensei em vocês!
Vejam o que acham!
***
Galileu
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PESSOAS QUE TÊM SONHOS LÚCIDOS CONSEGUEM RESOLVER MELHOR SEUS PROBLEMAS
Sonhos lúcidos podem ser uma boa na hora dos problemas (Foto: Reprodução)
SONHOS LÚCIDOS PODEM SER UMA BOA NA HORA DOS PROBLEMAS (FOTO: REPRODUÇÃO)
Você é daqueles que consegue perceber quando está sonhando? Então saiba que isso pode ser um bom sinal. Uma noovapesquisa sugere que além de não ficar só de cuecas durante todo o sonho, há a possibilidade de você resolver certos tipos de problemas com maior facilidade.
Segundo o estudo, existem alguns percalços na vida que exigem respostas rápidas que só essas pessoas conseguem dar. Baseando-se na tese de que sonhadores lúcidos eram capazes de realizar tarefas comuns com maior facilidade, a equipe da Universidade de Londres, liderada por Patrick Bourke, decidiu investigar mais a fundo o caso.

Com 68 participantes – dentre esses, 20 sonhadores lúcidos -, o teste procurou definir em que aspectos isso poderia ser positivo. A missão das pessoas era adivinhar a quarta palavra a partir de três outras sem ligação alguma. Como por exemplo: Idade; Milhas e Areia davam a palavra “Pedra”. Os pesquisadores afirmam que esse tipo de resposta não pode ser processada depois de uma análise, mas, sim, vindo de surpresa na cabeça da pessoa.

O resultado mostrou que aqueles que costumavam “controlar” seus sonhos se saíram melhor do que as outras pessoas. Para os cientistas, isso se dá pelo fato das atividades cognitivas desses participantes serem capazes de “dar um passo para trás, refletir, e aí avaliar as evidências”.

“O insight que nos leva à lucidez é reflexo de um processo muito parecido com a de se controlar em um sonho: esqueça as interpretações óbvias e dê força total às probabilidades não plausíveis”, afirma o autor do projeto.

E o melhor disso tudo é que há uma maneira de “aprender” a controlar seus sonhos. Especialistas afirmam que escrevê-los a procura de padrões; “ensaiar” sonhos antes de dormir; e procurar coisas que lembrem um mundo lúdico no seu dia a dia podem fazer com que algum dia você escolha não cair daquele maldito penhasco.
***
Controle sua mente. Se você não o fizer... Outros, estão loucos para fazê-lo!
Até mais turma!
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Recado 35864: pedido de ajuda 12 de September de 2014, 16:43

Postado por Luisa

Boa tarde pessoal! gostaria de uma ajudinha... comprei um computador com windows 8 e não estou conseguindo ler nenhum arquivo no word, pois para ler
eu tenho que ficar baixando linha por linha... alguém sabe como fazer ele ler direto? Se alguém puder me ajudar eu agradeço!
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Recado 35863: reflexão 12 de September de 2014, 16:09

Postado por vagner pereira

Olá senhores. Gostaria de publicar aqui um texto que ouvi a algum tempo, mas creio que seja bem atual...
Ouví no cd de ana carolina e seu Jorge, mas ao autora é: a Elisa Lucinda, chama-se Só de sacanagem.
Desejo a todos uma boa reflexão...
Meu coração está aos pulos! Quantas vezes minha esperança será posta a prova? Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro. Do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente pra educar os meninos mais pobres que nós, pra cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais. Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais. Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta a prova? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais? É certo que tempos difíceis existem pra aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz. Meu coração tá no escuro. A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e todos os justos que os precederam. 'Não roubarás!', 'Devolva o lápis do coleguinha', 'Esse apontador não é seu, minha filha'. Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar! Até habeas corpus preventiva, coisa da qual nunca tinha visto falar, sobre o qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará! Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear! Mais honesta ainda eu vou ficar! Só de sacanagem!
Dirão: 'Deixe de ser boba! Desde Cabral que aqui todo mundo rouba!
E eu vou dizer: 'Não importa! Será esse o meu carnaval! Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos.'
Vamo pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo, a gente consegue ser livre, ético e o escambal.
Dirão: 'É inútil! Todo mundo aqui é corrupto desde o primeiro homem que veio de Portugal!'
E eu direi: 'Não admito! Minha esperança é imortal, ouviram? Imortal!'
Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quizer, vai dar pra mudar o final!
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Recado 35862: Exemplo 12 de September de 2014, 09:52

Postado por Dorcival

Olá turma, todos na santa paz?
Moçada, para quem se acha incapaz, pensa que sua vida é o fiofó da cobra.
Olhem, com calma, este exemplo.

***
Ele só pode piscar os olhos e, ainda assim, dá aulas na UFJF
53
Rayder Bragon
Do UOL, em Belo Horizonte

Vanderlei Corradini Lima, 53, é portador da esclerose lateral amiotrófica (ELA)
Vanderlei Corradini Lima, 53, é portador da esclerose lateral amiotrófica (ELA)
O médico e professor Vanderlei Corradini Lima, 53 anos, é portador da esclerose lateral amiotrófica (ELA), com sintomas diagnosticados em 2010. Mesmo tendo que conviver com as extremas limitações físicas impostas pela enfermidade, ele reencontrou a felicidade de continuar na profissão ao ser convidado para ministrar aulas na UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), localizada na cidade de Juiz de Fora a 278 km de Belo Horizonte.
Nos últimos meses, pessoas famosas passaram a encarar o "desafio do balde de gelo" como maneira de atrair atenção para a enfermidade. Há também o mote de o desafiado fazer uma doação em dinheiro a uma instituição que trata pacientes com a ELA.
"A doença me tirou muita coisa, não falo, não ando, não como, não saio de cima de uma cama, mas não tirou minha capacidade de servir e enfim ser feliz", descreveu Lima ao UOL em entrevista concedida por e-mail.  Ele afirmou ter conseguido trabalhar até julho de 2011. Atualmente, ele vive com a mulher e dois filhos na cidade de São Sebastião do Paraíso, cidade no sul de Minas Gerais e distante 400 km da capital mineira.
Há três semestres, o profissional atua como professor convidado, no curso de medicina da universidade, e no qual interage a distância com alunos do 2º período na disciplina fisiologia médica, que aborda tópicos de neurofisiologia.
Ele dispõe de computador munido de um programa e um leitor infravermelho que captam os movimentos dos globos oculares, que não foram afetados pela doença. Por meio de um mouse e um teclado virtual ele consegue interagir com a máquina e utilizá-la normalmente.
"Há uma página específica no site da universidade com uma plataforma virtual de ensino a distância. Cada semana um novo caso clínico é discutido entre professores, monitores e alunos", disse referindo-se à plataforma utilizada para ensino a distância (Moodle). Segundo ele, o retorno dado pelos alunos foi considerado positivo.
"Meu intuito sempre foi de agregar à disciplina uma visão prática e humanista, gerando um ensino mais próximo da realidade que irão enfrentar. O retorno positivo foi confirmado pela participação dos alunos. Especificamente em relação ao caso clínico da ELA podemos aproveitar ao máximo, já que eles tinham a visão de um paciente e um médico na discussão", disse.
Ele participa dos fóruns de discussão online promovidos por meio da plataforma abordando aspectos práticos e psicobiossociais dos casos discutidos, além de responder a questionamentos feitos pelos universitários do curso.
Arquivo pessoal
Bem humorado, ele enviou esta foto para ilustrar a reportagem sobre sua experiência como professor no curso de medicina da UFJF
Experiência
Responsável pelo convite feito ao médico, a professora Carla Malaguti, que ministra aulas de fisiologia no curso de medicina da UFJF, disse ter visto que Lima postava mensagens nas redes sociais. Assim, ela vislumbrou uma maneira de trazer a experiência do médico para seus alunos.
"Como ministro aulas de neurofisiologia no curso de medicina, na qual são abordados o funcionamento do sistema nervoso, bem como as disfunções neurológicas como a ELA, imaginei que com a experiência do doutor Vanderlei, enquanto médico e sua vivência como paciente vítima dessa doença, seria muito oportuno e produtivo incorporá-lo nas discussões de casos clínicos", informou.
A professora afirmou ter tido o respaldo dos diretores do curso e disse que a interação entre os alunos e Lima é um "exemplo a ser seguido".
"Ele trouxe a riqueza das suas experiências profissionais, argumentando, apimentando e desafiando os acadêmicos a buscarem respostas muitas vezes não encontradas em livros ou artigos. Os alunos ficaram mais interessados, curiosos e motivados no saber ao lidar com um caso real de uma doença debilitante como a ELA através de uma nova tecnologia de comunicação", contou.
Carla Malguti confidenciou que há planos de utilizar o conhecimento de Lima nos cursos de fisioterapia e psicologia.
"A história do doutor Vanderlei mostra como pessoas limitadas por aspectos físicos podem romper fronteiras e se manterem produtivas, pois além de poderem contribuir com a sociedade, podem também manter parte da satisfação com a vida ao se sentirem úteis", salientou. Carla disse que a divulgação da doença é importante para mobilizar a sociedade com a arrecadação de fundos que permitam pesquisas para tentar encontrar a cura da doença ou minorar os efeitos dela nos portadores.
Escritor
"Minha história talvez seja diferente da maioria dos pacientes, pelo fato de ser médico, eu mesmo fiz o diagnóstico clínico, e, após a confirmação, preparei minha vida e minha família para tudo que iria enfrentar. Nessa situação é fundamental a aceitação", disse.
Recentemente, ele escreveu um livro, no qual aborda a doença, e se prepara para a confecção de outro. "Na verdade, o que deu origem ao livro EU E ELAS, foram as várias conversas pelas redes sociais, onde percebi que esperavam de mim um médico de almas. Assim pude servir e ser útil, minha verdadeira vocação, escrevendo crônicas", avaliou. O título faz referência a sua experiência com a medicina, a música e a doença. O próximo livro, segundo ele, terá o título de "O Médico de Pijamas e suas Estórias".

***

Volto a perguntar. Será que a inclusão não depende mais de nós que do sistema?
É quando vejo estes exemplos reais, que me animo e falo:
depende, e muito, de nós!

Abraços para todos!
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Recado 35861: Banda larga popular da Oi chega a mais 28 cidades do Brasil 12 de September de 2014, 08:52

Postado por Danilo Loques

Companhia totaliza 4.299 municípios atendidos pelo Plano Nacional de Banda Larga do governo

A Oi lançou ofertas de internet banda larga nos moldes do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) em mais 28 cidades no Brasil.
No país, a companhia alcançou 4.299 municípios, passando a oferecer o PNBL em 92% do total da sua área de atuação.

O PNBL oferece velocidade de 1 Mbps e custa R$ 35 (preço promocional com desconto de 5,48%) por mês.
A velocidade de acesso e tráfego na internet é a máxima nominal e pode sofrer variações decorrentes de fatores externos.

Nos estados em que for concedida isenção de ICMS, a oferta é feita a R$ 29,90 mensais.
Em ambos os casos, o cliente não precisa pagar pelo modem, cedido em regime de comodato.

Conforme previsto no termo de adesão ao PNBL, o cliente pode optar também por uma oferta de serviços que inclua, além do PNBL, o Oi Fixo.

Fonte: IDG Now
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Recado 35860: inclusão 12 de September de 2014, 05:50

Postado por vagner pereira

Olá, amigos mura listas, como vão?
Gostaria de esclarecer ao amigo Lucas, que quando disse que alguns não têm vontade de crescer, me coloquei no âmbito profissional, no mercado de trabalho... É que muitos realmente não querem trabalhar e só querem ficar as custas de bpc.é claro que há casos e casos. E por essas e outras que reafirmo. Há muitos deficientes que tem sim a oportunidade, mas não a aproveitam e estragam a vez do próximo.. Como foi exemplificado muito bem pelo amigo dorcival... É verdade amigo Lucas não podemos moldar as pessoas em momento algum... E é por isso que o bandido rouba, ora, deixa ele roubar é a característica dele! Quando um grupo por ventura prejudica outro ele tem que ser ao menos conscientizado disso...
Fico por aqui e desejo a todos um ótimo fim de semana...
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Recado 35859: comentando 12 de September de 2014, 01:53

Postado por ariana arthuso

Ei gente,
Boa noite!

Vilson,fico feliz por pensar de uma maneira positiva a meu respeito,minha intenção em momento algum aqui é me expor,e sim poder participar dessa troca de experiência com os outros muralistas.

Essa tal de inclusão,sou do time que acredita que ela vem muito mais do incluir,do que ser incluído,não adianta uma pessoa ficar trancafiada em casa de costas para o mundo achando que tudo vai chegar a ela,é muito mais fácil correr atrás e dar a cara a tapa,eu pelo menos sou assim.

Quando perdi a visão,não conhecia sequer um deficiente visual,tive todo o apoio da família e amigos para me recuperar e voltar a ter minha vida normal,só que chegou um momento que eu queria conhecer,conviver e ver outra realidade que não era a minha.

Descobri que na minha cidade havia um centro de referencia para cegos e surdos que nunca sequer havia ouvido falar,e dei um jeito de estar lá.

A principio todo mundo estranhou eu querer estar tão rápido por lá,porque dizem que depois que a pessoa perde a visão tem aquele tempo para se aceitar da nova maneira,de passar pela depressão,e que isso normalmente levaria cerca de 3 anos.

Povo louco ou eu que sou meio louca RS RS,3 anos é muito tempo,da para fazer muita coisa,assim que descobri lá,com menos de 1 ano,eu tinha me incluído em um novo grupo de pessoas.

E sinceramente?
Foi a melhor coisa que fiz,aprendi e aprendo muito com eles,não só com os cegos,mas também com os surdos que se desdobram,para fazer a libra tátil para que eu possa comunicar com eles.
Fora em diversas outras situações que devemos mostrar mesmo para que viemos,e que não estamos aqui só a passeio ou para ficar dentro de casa.
A questão empregabilidade pega bastante também,pelo o que pude observar nos comentários,em cada região ela está de uma maneira.

Aqui na minha cidade e região é uma tristeza,eu hoje sou afastada do meu emprego e infelizmente não tenho como voltar a exercer a minha função no mesmo,tenho procurado oportunidades por aqui,e só para vocês terem uma ideia,as duas maiores empresas da região,me deram a seguinte resposta quando perguntei sobre oportunidade de emprego nelas:
*Não temos estrutura para receber um deficiente visual,nossas linhas de trem que cortam a empresa não possuem sinal sonoro por exemplo.
*Aqui só temos deficientes trabalhando no operacional,mesmo assim,eles possuem deficiência leve.

É minha gente,fala se não é frustrante?
Eu até concordo que muita gente prefere receber seus benefícios do que trabalhar,mas que também tem muita gente boa que não está sendo aproveitada por falta de oportunidade também tem.

Bom,vou ficando por aqui,vou ficar sumida esses dias,mas semana que vem estou de volta perturbando vocês RS RS.

Um abraço a todos,bom final de semana,Ariana
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Recado 35858: AGRADECIMENTOS 11 de September de 2014, 21:29

Postado por MARCELO ROBERTO RAMOS

AGRADEÇO AQUI PELAS PALAVRAS DE APOIO E INCENTIVO .POIS AS VEZES NOS DEIXAMOS LEVAR PELOS OUTROS .MAS COMO AQUI É O LUGAR AONDE SE PODE CONFIAR .POIS SOMOS TODOS IGUAIS MA DEFICIENCIA .É CLARO UNS MAIS HUMILDES OUTROS MAIS IMPONENTES ,MAS NO FUNDO TODOS CAPAZES DE OUVIR E ACOLHER AO PRÓXIMO .AGRADEÇO PELO INCINTIVO PARA APRENDER O BRAILE .OBRIGADO A CIDA E AOS OUTROS .
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Recado 35857: A lei de cotas para trabalho é lastimável. 11 de September de 2014, 21:01

Postado por alexandre

A lei de cotas para trabalho em empresas é uma lastima,o problema não é só a fiscalização!mais sim,a forma que a lei foi elaborada,espero que um depu-
tado voltado realmente a causa dos dvs,coloque uma alteração na forma obrigatória das empresas ao contratarem,que fique assegurado a presença parcial
de dvs totais,mais que sejam ou estejam qualificados para os cargos em questão;só assim teremos cegos trabalhando em empresas neste país.Alexandre
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