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Postado por eudney
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Postado por Dorcival
Cida, Karine, onde estão vocês! A Carlinha retorna e vocês desaparecem! Voltem!
Moçada, hoje vou mesclar seriedade com avacalhação.
Fazia muito tempo que não via alguém comparar o Brasil com a Belíndia. Então primeiro a parte séria, depois as macaquices!
***
Análise: Pesquisa do IBGE mostra que Brasil de fato se tornou uma 'Belíndia'
MARCELO LEITE
DE SÃO PAULO
18/09/2014 13h43
A Pnad 2013 mostra que o Brasil de fato se tornou uma Belíndia. E, também, que ficará atolado nessa mescla iníqua por duas gerações, se não mais.
Como na Bélgica, todo mundo tem telefone (92,7% das casas). Como na Índia, muita gente ainda sobrevive sem coleta e muito menos tratamento de esgotos, em 23 milhões de domicílios.
Famílias pobres têm algo como quatro pessoas por habitação, em média. Isso daria mais de 90 milhões de pessoas, quase metade da população do país.
O Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab 2013) fixou que a rede de esgotos deve alcançar a cobertura da telefonia (93%) em 20 anos. Além disso, até 2033 seria preciso tratar todo o esgoto coletado (hoje o índice é de menos de 40%).
A julgar pela Pnad, a meta soa irreal. De 2001 a 2013, a taxa de atendimento para coleta de dejetos avançou 10,6 pontos percentuais. Nesse ritmo de 0,88 ponto percentual ao ano, seriam necessárias mais de três décadas para chegar à cobertura de 93%, que nem chega a ser universalização.
Há mais razões para duvidar do cenário límpido desenhado pelo Plansab.
O plano estima em precisos R$ 508,4 bilhões os investimentos para cumprir os objetivos fixados. Desse valor, R$ 303 bilhões seriam só para água e esgotos.
Com o crescimento medíocre da economia, as crescentes restrições orçamentárias do governo federal (que responderia por 59% dos recursos) e os persistentes entraves à participação da iniciativa privada no setor, parece improvável que o dinheiro se materialize.
Além disso, continuam enormes as disparidades regionais. No Sudeste a universalização do esgotamento sanitário é até fácil, pois já parte de um índice de 88,6% de cobertura. Na região Norte, contudo, quase tudo ainda está por fazer, porque apenas 19,3% estão conectadas à rede.
No presente, 43,1% das moradias já contam com computadores e acesso à internet, comodidades típicas do século 21. Foram 2,9 pontos percentuais de avanço anual entre 2001 e 2013, mais que o triplo da taxa observada nas ligações de esgoto, uma infraestrutura que começou a ser instalada no século 19.
Ninguém duvida, a não ser talvez alguns "nerds", de que água e esgotos são serviços mais básicos e vitais que celulares e banda larga. Mas, no segundo caso, sua obtenção depende mais dos particulares e da iniciativa privada, e não tanto do setor público.
***
Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! Ereções 2014! Essa briga pelo pré-sal tá um pré no salco!
Dilma e Marina: duas pré-rerecas brigando pelo pré-sal. Precisamos de um pré-sal de frutas!
E o chargista Luscar aconselhou a Marina: "Quando a Dilma falar em pré-sal você rebate com o pré-salmo".
Isso. Pré-sal versus Pré-salmo! É uma pré-sepada! Rarará! Pré-sal de frutas urgente!
Outra briga bafo: Banco Central. Eu sei como resolver esse problema do Banco Central. Bota rodinhas no Banco Central. Como geladeira. Aí levam pra onde quiserem! Rarará!
E a Dilma Granda Chefa Toura Sentada disse que tirou o Paulo Roberto Costa da Petrobras por falta de afinidade. Não seria AFANIDADE? Rarará!
Futebol! E o Palmeiras? Até cone faz gol no Palmeiras. O Fred fez gol. O goleiro era um boneco de posto e aí o cone fez gol!
E o São Paulo, um time em que goleiro faz gol. E que gol! O Ceni teve um flashback e fez um golaço!
São Paulo fez dois gols: um gol de goleiro e um gol do além, Alan Kardec. Gol espírita!
E com Corinthians X Flamengo, o Brasileirão vira ROUBRASILEIRÃO!
E a manchete do Sensacionalista: "Marina chorou para atrair eleitores botafoguenses". O que dá uns 200 votos! Rarará!
E a Dilma tá parecendo a Cruela Cruel! Rarará!
E o Alckmin disse na Folha que toma água da torneira. Por isso que teve piriri e foi parar no Incor! Rarará!
E esse debate da CNBB em Aparecida? Mas o Estado não é laico? Aí teríamos que ter um debate no Templo de Salomão. Debate no Gantois. Debate na sinagoga. E um debate na The Week com show da Preta Gil! Rarará!
E eu quero um debate aos pés de Buda!
É mole? É mole, mas sobe!
O Brasil é Lúdico! Brasileiro escreve tudo errado, mas todo mundo se entende.
Olha essa placa: "Baieiro com defeito". Já sei, faltou o til no a! Bãieiro! Rarará!
E aí um cara falou: "É o banheiro do estádio do Corinthians". Não, é em Ipanema! Rarará!
Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! Socorro! Essa campanha tá mais comprida que o Carnaval na Bahia!
E aí apareceu um no hilário eleitoral: "Para deputado federal, MAMÁ!". Ah, não, mamá, não. Mais um? Chega de Mamá! Rarará!
E olha a que ponto chegou a revolta do eleitor. Um cara pendurou na janela uma toalha branca escrita: "Prefiro Satanás! Vote 666". E pelos três dígitos, o Satanás é candidato a senador. Pronto. Voto no Senador Satanás! Prefiro o inferno!
Aliás, eu prefiro o inferno do que ver a Dilma dançando funk! Mc Dilma! Dança funk, dança break. Virou mana. Dilmana!
Como disse um amigo do interior: "CaRcula se ela bebesse". Rarará! E de tanto dançar, vai acabar dançando. Rarará!
E um leitor me perguntou se o dedo da Marina acende como o dedo do ET. Acende e já queimou o Aécio! E periga queimar a Dilma.
E a manchete do Piauí Herald: "Marina quer acabar com a polarização entre o par e o ímpar". Rarará!
E diz que o Naldo se encontrou com a Marina e perguntou: "Vodca ou água de coco?".
E a Marina: "Chega dessa polarização". Rarará!
A Marina quer acabar com a polarização entre PT e PSDB, entre o par e o ímpar e entre a vodca e a água de coco!
E o Aécio passa tanto pancake que tá parecendo um fantasma, o Gasparzinho! O Aécio é o Gasparzinho!
E se der mais um minuto de TV pro Aécio, ele perde cinco pontos. Rarará!
E a falta de água em São Paulo tá tão grave que caminhão-pipa já anda com escolta armada!
E a Dilma Granda Chefa Toura Sentada disse numa entrevista pra Hebe que, quando menina, ela queria ser bailarina e dançar "A Morte do Cisne". Coitado do cisne! "Morre cisne! Pede pra sair." Ela ia dar uma voadora no cisne. Rarará!
É mole? É mole, mas sobe!
O Brasil é Lúdico! Brasileiro escreve tudo errado, mas todo mundo se entende! Olha esta placa em Bauru: "Não Desperdise Água". Dever ser um estagiário da Sabesp. Não pode desperdiçar água, português pode! Rarará!
***
Há quem diga que o Brasil é o País do futuro. Outros dizem que será o celeiro do mundo. E ainda há quem fale que nós não temos salvação.
Eu por enquanto só posso afirmar que temos muitas diferenças!
Até mais turma e abraços para todos!
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Postado por vagner pereira
Inspirado nisso escrevo agora um poema. Apaixonado que sou pela energia de tais, me sinto bem à vontade pra falar do céu e seus cristais...
Preciosos, cheios de energia. Vitais... Pra demonstrar saudades e motivar nostalgias.
Representa a lembrança de quem já se foi, encanta a todos como se fossemos crianças.
Brilha e não perde a forma, mas é difícil quem não perca as contas ao admirar um belo céu estrelado... Suas explosões pacificasocazionam brilho e se assemelham as explosões de paixão do ser humano...
A distancia são quietas, mas aos curiosos , cientistas e em especial aos músicos e poetas revela seu som. Que é inexplicável. Simplesmente é o tom que o universo segue. A magia que rege os mistérios da matéria, da criação...
Vagner Pereira...
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Postado por Paulo Henrique -Serrinha/Bahia
Dorsival, também sou fascinado pela astrologia; assim como Shakespeare, também acredito que “há muita coisa entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia” apesar de que em um contexto diferente. Rs. É dessa procura que vive a ciência.
Quanto a postagem do Daniel: Muitos músicos nacionais reclamam da existência de um grupo de artistas da Mpb que atua em benefícil próprio dificultando o trabalho dos colegas do seguimento quando gozam de prestígio dentro das gravadoras, da política e com figuras importantes no cenário musical, mas a ideia de uma sociedade secreta... Tá mais pra os adeptos da teoria da conspiração. Rs.
Abraços a todos
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Postado por Danilo Loques
Recebi esta matéria, e achei a mesma muito interessante.
Sendo assim, compartilho com todos vocês.
Apenas fiquei surpreso com o valor para adquirir um cão treinado.
Segue abaixo:
Cão de serviço - mais independência para cadeirantes
Por Adriana Lage
Hoje vou compartilhar com meus leitores um projeto muito legal sobre cães de serviço.
Da mesma forma que o cão guia ajuda pessoas cegas, os cães de serviço são ótimas companhias para cadeirantes.
Dentre outras atividades, eles abrem/fecham portas e gavetas além de pegar objetos no chão. Sem falar nas fofuras que são!
Sou suspeita, pois amo cachorros. Mas me digam: quem consegue resistir ao charme do Toddy e do Lollo? Difícil demais da conta!
Conversei com a Sara da Cão Inclusão e fiquei encantada com o trabalho que desenvolvem. Vamos conhecer um pouquinho sobre esse projeto inovador no Brasil e tão importante para cadeirantes:
Adriana: Fale um pouco sobre a Cão Inclusão. De onde surgiu a idéia do projeto? Qual o público de vocês?
Cão Inclusão: A Cão Inclusão nasceu do sonho de ajudar pessoas com deficiência oferecendo um parceiro fiel e companheiro e da experiência que temos no treinamento de cães. O Cão de Serviço se torna o melhor amigo da pessoa, tornando sua vida mais prática e prazerosa. No momento estamos treinando cães para cadeirantes.
Adriana: Antes de conhecer o Cão Inclusão, só tinha visto cães guia no Brasil. Desconhecia a existência de cães de assistência. Que tipo de trabalho esses cães realizam? Qual a diferença entre os três tipos de cão de assistência? Qual o público deles?
Cão Inclusão: Nos Estados Unidos e Europa, os cães de assistência já são bem comuns, mas aqui no Brasil, realmente muita gente desconhece os Cães de Serviço, que são uma categoria dos Cães de Assistência. Existem 3 tipos de Cães de Assistência: o cão guia, que ajuda pessoas com deficiência visual, o cão ouvinte que ajuda pessoas com deficiência auditiva e o Cão de Serviço, que ajuda pessoas que possuam qualquer outra necessidade que não seja visual ou auditiva. Como por exemplo crianças autistas, cadeirantes, pessoas que sofrem de estresse pós traumático, pessoas com diabetes, entre outros.
Adriana: O projeto tem como foco o cão de serviço, que auxilia pessoas com deficiências nas atividades do dia a dia. Falem um pouco sobre isso. Hoje, vocês estão treinando dois cães (lindos, por sinal!!!). Qualquer pessoa pode ter acesso a um cão desses? Quais os critérios para seleção do cadeirante? Quais as principais atividades realizadas pelo cão no auxílio ao cadeirante?
Cão Inclusão: Sim, nosso foco por enquanto é o treinamento de Cães de Serviço para cadeirantes, pois estamos desenvolvendo uma metodologia de treinamento especificamente para esses cães. No futuro, pode ser que a gente expanda nossa atuação para outras necessidades. No momento estamos treinando dois cães e estamos em busca de patrocinadores para que possamos aumentar o número de filhotes e assim começar a atender a uma maior demanda. Existe um processo de seleção do cadeirante e o cão é escolhido por compatibilidade, por exemplo nível de energia do cão, rotina da pessoa. Procuramos pessoas que estejam querendo aumentar ainda mais a sua independência, que sejam ativas e possam usufruir da ajuda do cão tanto dentro como fora de casa.
Os cães de serviço para cadeirantes ajudam a pessoa no seu dia a dia, proporcionando uma maior independência: pegam objetos que caem no chão, buscam coisas à distância, acendem e apagam a luz, seguram a porta para o cadeirante passar e até chamam pessoas que estão próximas pedindo ajuda em caso de acidente.
Adriana: Há uma seleção criteriosa na escolha dos candidatos a cão de serviço. Li que existem cerca de 30 características observadas no animal. Quais são as principais? Como descreveriam o perfil de um cão de serviço? Qualquer raça pode ser transformada em cão de serviço?
Cão Inclusão: Existem muitas características que buscamos no filhote na primeira fase de testes, ainda na ninhada. A primeira delas é o temperamento, como esse filhote encara as novidades, se é tímido, se é autoconfiante, se é explorador, se é ligado às pessoas. Ao final do treinamento específico, o cão passará pelo teste final, extremamente criterioso e que avalia em dezenas de situações, como esse cão se desenvolveu e se está apto para a função. Nesse momento o cão precisa, através das suas atitudes e linguagem corporal, nos provar que realmente deseja fazer o trabalho. Caso ele mostre reações de receio ou de falta de vontade de realizar as tarefas, ele não passa na seleção; é o cão quem decide!
O cão de serviço é acima de tudo um EXCELENTE cão de estimação, se comporta muito bem dentro e fora de casa, desenvolveu habilidades como uma excelente linguagem corporal, autocontrole diante dos mais variados estímulos, calma e tranquilidade e principalmente o amor irrestrito às pessoas. É um cão que precisa confiar muito nos humanos e por isso a metodologia que usamos no seu treinamento é totalmente positiva.
Nos Estados Unidos e Europa, muitas raças são usadas como Cães de Assistência, mas por enquanto, nós estamos trabalhando apenas com o Labrador e o Golden Retriever aqui no Brasil, por terem habilidades específicas trazendo objetos, o que faz parte de sua genética.
Adriana: Antes de se tornarem parceiros da pessoa com deficiência, esses cães passam por um longo treinamento. Quanto tempo dura o treinamento? Comente sobre as fases do treinamento.
Cão Inclusão: O filhote é escolhido ainda na ninhada, com pais geneticamente aptos para gerar filhotes com as características desejadas para a função de Cão de Serviço. Depois, durante o treinamento, quando o filhote vai para a Família Socializadora, durante 1 ano com nosso acompanhamento semanal, vamos ajudando a família a socializar o filhote muito bem, assim como educa-lo. Após esse primeiro ano, o cão volta para a Cão Inclusão onde irá aprender as habilidades específicas para a função; essa fase dura em média 8 meses. Após esse aprendizado e ele ter passado pelo teste final, existe a formação da dupla, que dura em média 2 meses. Só então o cão passa a morar com a pessoa com deficiência e nós acompanhamos esse cão a cada três meses até a sua aposentadoria, que é responsabilidade da Cão Inclusão.
Adriana: Quais características deve ter uma família socializadora? Como podem se inscrever?
Cão Inclusão: Os candidatos à família socializadora podem se inscrever através do site (www.caoinclusao.com.br) e precisam ter tempo disponível e muita vontade de ajudar. Por enquanto estamos selecionando apenas famílias que residam na cidade de São Paulo e arredores por conta do deslocamento, pois acompanhamos esse filhote 2 vezes na semana. São pessoas muito especiais que desejam ajudar a sociedade e que gostam muito de cães, estando dispostas a aprender como socializar e educar um filhote com paciência e amor.
Adriana: De onde vêm os cães de serviço? Como são escolhidos os pares cão/pessoa com deficiência?
Cão Inclusão: Existem registros de cães de serviço desde a idade média. A escola de cães-guia mais antiga, ainda em atividade, é a The Seeing Eye, que foi fundada em 1929. Não encontramos informações confiáveis sobre, especificamente, cães de serviço.
A dupla é escolhida por afinidade. Em primeiro lugar, é necessário conhecer muito bem o cão e suas características e o nível de atividades física, mental e social que ele precisa para ser um cão equilibrado. E, com isso em mente, buscamos a pessoa que possua um estilo de vida compatível com as suas necessidades. Ainda é levado em conta o porte do cão, a sensibilidade e outras características.
Adriana: Qual o custo de um cão desses? É possível estimar o custo de cada fase do processo? A quem cabe esse ônus? O cadeirante arca com algum custo?
Cão Inclusão: O custo do filhote envolve desde a seleção genética dos pais, aquisição do filhote, primeiro ano de vida com a família socializadora e todo o suporte da Cão Inclusão, treinamentos específicos durante 8 meses, formação da dupla, acompanhamento vitalício por todo o tempo de trabalho do cão (cerca de 10 anos) a cada três meses e se necessário novos treinos. Além de todo esse acompanhamento, a Cão Inclusão também é responsável pela aposentadoria do cão, oferecendo todo o suporte e qualidade de vida que ele merece. O valor total do cão é R$ 94.000,00.
O custo de todo o treinamento e acompanhamento é financiado por empresas que se identificam com a causa e percebem a importância das pessoas com deficiência na sociedade. A Cão inclusão está em busca de patrocinadores para que o cão seja entregue à pessoa com deficiência sem nenhum custo para ela!
Adriana: Li que vocês possuem vários patrocinadores. Poderiam citá-los? Como empresas e pessoas físicas podem contribuir com o projeto?
Cão Inclusão: Atualmente, os cães estão sendo patrocinados pela Tudo de Cão e pela UHELP - ONG que capta recursos online por meio de votação e doação para casos de pessoas com deficiência. A UHELP está captando recursos para que o Toddy, nosso primeiro cão de serviço, que já está em treinamento de dupla, possa ficar definitivamente com o Billy Saga, cadeirante e fundador do Movimento Superação, escolhido para receber o Toddy exatamente pela sua atuação em prol da qualidade de vida de pessoas com deficiência. O case do Toddy divulgado pela UHELP tem como objetivo também abrir a discussão sobre a ampliação da Lei de Cão Guia, que permite a esses cães circularem livremente com seus donos, enquanto os Cães de Serviço, pelo desconhecimento da sociedade, ainda são barrados. Qualquer pessoa pode doar para o case do Toddy pelo próprio site www.uhelp.com ou pode ajudar mesmo sem doar dinheiro, apenas votando no Toddy para receber os recursos captados e já disponibilizados no site.
Adriana: Qual o âmbito de atuação de vocês? O Brasil todo?
Cão Inclusão: No momento estamos atuando apenas em São Paulo.
Adriana: Sou fã do Toddy e do Lollo. Fico encantada com as fotos e as peripécias dos dois no facebook. Eles já possuem dono?
Cão Inclusão: Os cães são da Cão Inclusão por toda a vida. Eles nunca serão doados. Eles ficam em comodato com a pessoa com deficiência que ficará responsável por ele, sem custo algum. Os únicos gastos que ela terá são os gastos de qualquer cão de companhia (banho, veterinário, alimentação, ...).
Como já foi dito, o Toddy já está em processo de formação de dupla com o Billy Saga, rapper e fundador do Movimento Superação. Ele será entregue assim que o case atingir o valor determinado no site da UHELP (www.uhelp.com), que é de R mil. Nesse caso, a Cão Inclusão doou o treinamento anterior e a UHELP está captando o valor do treinamento específico, de dupla e o acompanhamento vitalício até a aposentadoria do Toddy.
O Lollo está iniciando os treinamentos específicos e ainda não possui uma dupla. A escolha da dupla acontecerá após este treinamento.
Adriana: O Cão Inclusão já formou algum cão de serviço? Se sim, como foi? Há quanto tempo? Se ainda não, o que falta?
Cão Inclusão: Não, o Toddy está sendo o primeiro cão.
Adriana: É possível uma convivência pacífica entre um cão de serviço e cachorros "comuns" na mesma casa? Quais os principais cuidados/regras devemos ter?
Cão Inclusão: Depende muito do outro cão. Se for um cão bem socializado não haverá problema algum. Os cães de serviço passam por um longo processo de socialização e convivem e se comunicam bem com outros cães bem socializados.
Adriana: Foi uma luta árdua até que os cães guia fossem aceitos pela sociedade e pudessem frequentar locais públicos com seus donos. Em relação aos cães de serviço, existem leis que garantam os mesmo direitos conquistados pelos cães guias? O que precisamos fazer para que isso ocorra?
Cão Inclusão: Ainda não existem leis que garantam. Acreditamos que com a popularização dos cães de serviço isso ocorrerá em pouco tempo. Certamente o processo será muito mais simples do que foi com o cão-guia.
Adriana: Para quem gosta de animais, é quase impossível ver um cão e não querer se aproximar dele. Ainda hoje, muitas pessoas desconhecem que o cão guia é um animal que se encontra em serviço e, portanto, que não deve ser acariciado, distraído, etc. Como devemos nos comportar frente um cão de serviço?
Cão Inclusão: A melhor maneira de se aproximar de qualquer cão, seja de um cão de serviço, cão-guia ou até mesmo de companhia, é pedindo a autorização do dono e respeitando o cão. Pouquíssimos cães gostam que um desconhecido chegue pulando e agarrando.
No caso de cães-guia e cães de serviço isso pode representar um risco enorme a vida da pessoa.
Adriana: O cão de serviço trabalha cerca de 10 anos. Como é feita sua aposentadoria? Quem fica com o cão?
Cão Inclusão: A maneira mais natural seria continuar com a pessoa com quem o cão trabalhou a vida inteira. No entanto, algumas vezes isso não é possível. Nesses casos pode ficar com a própria família dessa pessoa e, se também não for possível, ficará sob responsabilidade da Cão Inclusão.
Adriana: Qual mensagem deixariam aos leitores da Rede Saci?
Cão Inclusão: Se você se encantou com o projeto e acredita que mais e mais pessoas podem se beneficiar de um cão de serviço, você pode ajudar doando no site www.uhelp.com para a história específica do Toddy.
E no www.caoinclusao.com.br para o Lollo.
Contamos com você!
Agradeço à Sara pela entrevista e desejo todo sucesso do mundo para o projeto. Felicidades ao Billy e ao fofo do Toddy.
Particularmente, como cadeirante e tetraplégica, um cão de serviço é sinônimo de independência!
Sem falar que me sentiria muito mais segura acompanhada de um anijinho peludo do que sozinha.
Tomara que o Toddy seja o primeiro de muitos cães de serviço em nosso país. Para saber mais sobre, não deixem de passear pelo site da Cão Inclusão ( www.caoinclusao.com.br). O email de contato é contato@caoinclusao.com.br
Também recomendo a entrevista feita pelo Café com Jornal da Band
http://noticias.band.uol.com.br/cafe-com-jornal/video/15198767/primeiro-cao-de-servico-do-pais-e-treinado-para-tarefas-do-dia-a-dia.html
Muito interessante ver o Toddy em ação.
E você, leitor, já deu sua colaboração? "Vamos precisar de todo mundo, um mais um é sempre mais que dois".
Fonte: Rede Saci
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Postado por Dorcival
Moçada, talvez algum dentre vocês goste um pouco disto. A maioria não se interessa pelo céu. Mas sou fascinado pelo universo e pelo cérebro.
Vejo beleza nas suas estruturas e em seu funcionamento.
Olhem esta curiosidade sobre a via Láctea.
***
Um novo catálogo da Via Láctea
POR SALVADOR NOGUEIRA
17/09/14 05:52
Já experimentou contar estrelas numa noite sem nuvens? Pois um grupo europeu de astrônomos levou essa ideia às últimas consequências e acaba de concluir o maior catálogo de estrelas já produzido da Via Láctea, a galáxia onde estão localizados o Sol e seus planetas. Sabe quantas eles contaram? 219 milhões.
Imagem da nebulosa do Pelicano obtida pelo projeto que produziu o novo catálogo da Via Láctea.
Imagem da nebulosa do Pelicano obtida pelo projeto que produziu o novo catálogo da Via Láctea.
Tudo bem, não foi numa noite só. A equipe liderada por Janet Drew, da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, levou dez anos para produzir esse resultado.
Ainda assim, é um número impressionante. Compare-o às cerca de 6.000 estrelas visíveis no céu a olho nu, sob as melhores condições atmosféricas possíveis. O novo catálogo registra astros em luz visível, com até um milionésimo do brilho dos mais discretos objetos celestes observáveis à vista desarmada.
Para fazer o trabalho, os pesquisadores usaram o Telescópio Isaac Newton, instalado em La Palma, nas Ilhas Canárias (Espanha). Em razão da localização do observatório, o esforço se concentrou no mapeamento da porção da Via Láctea visível no hemisfério Norte.
Como se sabe, a nossa galáxia tem o formato de um disco espiral. Mas, como estamos dentro dela, inseridos no próprio disco, o que vemos é uma faixa nebulosa que cruza o céu de horizonte a horizonte.
LONGA HISTÓRIA
Quando Galileu apontou sua luneta para a Via Láctea, em 1609, constatou que ela não era apenas uma nuvem no espaço, como parecia a princípio, mas continha enorme quantidade de estrelas invisíveis a olho nu. De certa forma, o novo catálogo, chamado de IPHAS DR2, é uma continuação direta do trabalho do velho astrônomo italiano.
E uma senhora continuação. Um total de 500 noites de observação produziu vários resultados importantes, como a descoberta de 159 novas nebulosas planetárias. O nome desses objetos é enganoso. O astrônomo William Herschel as chamou assim, em 1784, por achar que elas se pareciam com o planeta que ele havia acabado de descobrir, Urano. Na verdade, elas são outra coisa bem diferente – o resultado da morte de uma estrela como o nosso Sol.
Uma das nebulosas planetárias recém-descobertas pelo IPHAS.
Uma das nebulosas planetárias recém-descobertas pelo IPHAS: o que sobrou de uma antiga estrela similar ao Sol.
Em 5 bilhões de anos, nosso astro-rei se expandirá como uma estrela gigante vermelha — um sinal claro de que o combustível que o alimenta no núcleo estelar está para terminar. Quando ele se esgotar de vez, a atmosfera inchada do astro será soprada para o espaço, e da estrela só restará o núcleo morto e ultracompactado. A esse objeto remanescente damos o nome de anã branca. É o que o Sol será, no futuro distante — um caroço denso, do tamanho da Terra, brilhando apenas pelo calor produzido num passado ativo, mas se resfriando paulatinamente. Já a atmosfera soprada no último suspiro do Sol moribundo se espalhará pelo espaço interestelar, produzindo mais uma nebulosa planetária, como as que foram encontradas pelo IPHAS.
Trata-se de um processo cósmico importante para nós, pois é dessa maneira que muitos elementos químicos essenciais à vida — como carbono e oxigênio — se espalham pelo espaço e semeam a produção de novas estrelas e planetas na galáxia. É bem possível que muitos dos átomos que estão em você hoje tenham sido parte de uma nebulosa planetária, bilhões de anos atrás.
O catálogo completo já está à disposição da comunidade astronômica e conta com 99 atributos medidos para cada um dos 219 milhões de objetos registrados nele. Um artigo relatando o trabalho foi publicado no periódico “Monthly Notices of the Royal Astronomical Society” e vem em boa hora. Afinal, entrou recentemente em operação o satélite europeu Gaia, que fará um censo de cerca de 1 bilhão de estrelas na Via Láctea — cinco vezes mais que o IPHAS DR2.
MAPAS E MODELOS
Esses projetos que lidam com grandes massas de dados não só nos ajudarão a conhecer melhor a nossa própria galáxia — difícil de estudar justamente por estarmos vendo-a do lado de dentro –, como permitirão colocar à prova os modelos que explicam como ela se formou e evoluiu nos últimos 13,8 bilhões de anos desde o Big Bang.
Não custa lembrar que, mesmo quando terminarmos de contar mais de 1 bilhão de estrelas, ainda teremos catalogado uma fração mínima do total existente na Via Láctea. Estima-se que nossa galáxia tenha entre 100 bilhões e 400 bilhões de estrelas. Se parar para imaginar que cada uma delas é basicamente um sol, e a imensa maioria tem planetas ao seu redor, então você começa a ter uma noção do tamanho da nossa pequenez diante do Universo.
E ainda assim me encanta o fato de que aqui estamos nós, desenvolvendo por meio da ciência instrumentos cada vez mais sofisticados para compreendê-lo e abarcá-lo. Uma encantadora valsa entre a grandeza física do cosmos e a estatura intelectual do ser humano.
***
Desculpe-me quem não gosta nem ver graça nisto.
EU ACHO FANTÁSTICO!
Até mais turma!
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Postado por rita
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Postado por daniel veiga
oi lucas eu peguei este artigo no blog revelaçãofinal não achei o nome do altor do têsto porisso não coloquei só limpei a página. para ter acéço a o material que ele tem acho que tem que postar no blog pedindo, falou
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Postado por Daniel
Venho por meio desse solicitar uma informação, quem souber e poder dar detalhes me ajudará e muito.
Moro no interior de SP e estou precisando fazer aquele bilhete ou cartão não sei o nome correto do metrô gratuito pra dvs em SP.
Gostaria d saber se alguém sabe qual o local onde fazer, q preciso levar, algo mais q não veio a mente, alguma informação d como conseguir esse bilhete gratuito do metrô.
Fico no aguardo e desde já obrigado.
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Postado por Danilo Loques
Conforme assunto, abaixo segue ótima oportunidade de prestigiar mais um espetáculo com áudio descrição.
Para quem reside na grande São Paulo e Baixada Santista, fica fácil chegar.
Abaixo seguem as informações:
Espetáculo de Dança Beco 22 faz releitura da Obra Macunaíma de Mario de Andrade com Audiodescrição.
Projeto foi contemplado pelo PROAC ICMS, e tem realização do Governo do Estado de São Paulo, USIMINAS e de Douglas Rebelo.
A Cia Fator Dança de Rua completa 13 anos e comemora com a estreia do espetáculo “Beco 22 – As Várias Faces de Macunaíma”.
O espetáculo tem direção e coreografias de Douglas Rebelo, produção da Upah Soluções Culturais e patrocínio da USIMINAS.
A estreia será em 25/09 às 20:00 horas no Teatro do Kaos, em Cubatão.
“Beco 22” é uma releitura da obra “Macunaíma” de Mario de Andrade em formato Street Dance, a linguagem corporal do século 20, que teve sua origem nos guetos americanos e foi exportada para todo o mundo.
"Beco 22" retrata o herói da nossa gente, escrito por Mario de Andrade, que nos dias atuais conhece a “Máquina Dança de Rua”.
Entre conflitos urbanos e lendas indígenas, Macunaíma permeia entre o real e o imaginário enfrentando lendas e problemas reais.
A Boiúna, cobra grande, não inspira tanto medo no nosso héroi como os homens da cidade grande e as luzes da cidade que por vezes parecem querem engolir Macunaíma.
No Beco 22 é onde as tribos, danças e histórias, urbanas e indígenas, se misturam e se renovam.
A antropofagia cultural no mundo do hip hop.
A Cia utiliza o Street Dance para apresentar ao público jovem a obra “Macunaíma” do importante romancista moderno Mario de Andrade.
Assim como Andrade, O “Beco 22” busca representar o multiculturalismo brasileiro, valorizando suas raizes e utilizando além do Street dance, elementos de danças circulares e afro.
É uma excelente oportunidade de abordar a diversidade cultural brasileira.
Outro ponto importante é a preocupação com a acessibilidade quando propõe a Audiodescrição do espetáculo.
Essa ação representa a materialização da inclusão social, uma vez que integra as pessoas com deficiência visual a uma expressão cultural que é normalmente inacessível a essas pessoas.
O projeto oferece ainda a Oficina de dança “Transformando texto em movimento”, que reconstrói o processo de montagem do espetáculo com o público.
A Oficina, voltada para alunos e educadores acontecerá nos dias 01, 02 e 03 de outubro em Cubatão e trabalhará a história do espetáculo Beco 22 com Interpretação de texto, construção coreográfica e a transposição de texto para movimento.
Direção e Coreografias- Douglas Rebelo.
Douglas Rebelo. Douglas é professor é coreógrafo desde 1995. Desenvolve e promove o estudo e a pesquisa coreográfica de outras linguagens que possa ser mesclada ao Street Dance.
Criou os espetáculos Os Navegantes, Agonia Vermelha, ambos ligados ao estudo da história, do cotidiano e da literatura brasileira.
Coreografou o maior espetáculo em areia de praia do mundo a, Encenação da Fundação da Vila de São Vicente, que envolve mais de 1500 atores e bailarinos da comunidade.
Em sua formação como profissional tem os mestres Marcelo Cirino, Ricardo Dias, no teatro cursou com o ator Hélio Cícero. Vivência em circo com o profissional Kiko Fratelli do grupo Acrobático Fratelli.
Além disso, também trabalhou ao lado do ilusionista Isso Imamura fazendo a direção artística de alguns shows.
Cia Fator
A Cia Fator Dança de Rua de São Vicente esta em atividade ha 13 anos e acumula em seu currículo cerca de 25 premios, diversas participações em festivais , eventos coorporativos e programas de TV como: Astros, Brothers, Gugu, Todo Seu, Qual e o seu talento entre outros.
Produção- Upah! Soluções Culturais
A Upah! Soluções Culturais é uma empresa, composta por profissionais de diversas áreas, e que se propõe a estar na vanguarda das questões artísticas trabalhando temas como acessibilidade, marketing e sustentabilidade em obras culturais, antecipando assim problemáticas que permeiam os tempos atuais e dando soluções criativas e eficazes para essas questões.
Local: Teatro do Kaos
Endereço: Praça Joaquim Montenegro, Cubatão - SP
Datas e horários: 25 e 26 de setembro às 20:00 horas
27 e 28 de setembro às 18:00 horas
Entrada: 1 kg de alimento não perecível.
Os ingressos podem ser retirados no local até uma hora antes da sessão.
Informações: producao@upahsolucoesculturais.com
Facebook.com/ciafator
É a áudio descrição fazendo inclusão! Compartilhem esta oportunidade!
Atenciosamente,
Danilo Loques
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