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Postado por vilson
boa tarde,
passando por aqui, percebi o pertinente comentário da colega Lusia acerca de inclusão, inclusive, nem estava mais pensando em postar sobre essa temática. visto que infraquesse ainda mais o espírito mental, de um e outro, graças a deus a maioria prevalece aqui. porque não existe pobreza pior no ser humano do que a mental, da falta de vontade de ser capaz e a inveja sobretudo.
agora, comentando especificamente o que a Lusia postou, Lusia, infelizmente nunca tivemos um modelo em nenhum dos governos que favorecesse as pessoas com deficiência. o que temos hoje é muito mais por vontade individual de alguns do que mesmo por uma extrutura criada. No entanto, nem por isso devemos baixar a guarda, temos de incarar as dificuldades e buscar valer nossos sonhos e desejo de conquistar...
No tocante a empregabilidade, penso que ela torna-se um fardo se você fizer por uma obrigação, seja por que associedade te cobra, seja por que você tenha de assumi uma responsabilidade que não queria. entretanto, quando você trabalha por que tem um objetivo, tem sonhos patrimoniais e materiais ou mesmo era um desejo de se alto afirmar, penso que o trabalho passa a ser uma satisfação. Lembro-me que em 2007, tive uma fratura de joelho, fiquei por conta disso, dois meses afastado do trabalho. sem contar outras vezes que me afastei por dores no olho, é ruim demais querer e muitas vezes não poder trabalhar.
o fato é que não é fácil viver como deficiente, quer seja no aspecto educacional, quer seja no empregatício.
apropósito, seu texto é bastante sugestivo para nós. porque de dentro de casa, ouvimos muitos impondo que é difícil arrumar um emprego, estudar e tantas outras coisas. daí, por comodismo se quer vamos verificar a veracidade do que estão dizendo.
É isso aí, um grande final de semana a todos!
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Postado por Luzia
Passo para agradecer e deixar abraços, em especial para os que estão me deixando os seus: Edinalva, Dayana, Celso, cida, Maury Campos, Alexandre Magno e Lucas.
E para Karen, recebi sim o seu novo número, vamos nos falar em breve. Um abraço grande a você também.
Quanto aos debates, quando se tratou aqui do tema Inclusão, eu bem que pensei em postar. Todavia, como estava vivendo um conflito pessoal, exatamente relacionado ao assunto, considerei melhor o momento.
Agora, refletindo mais friamente sobre a questão, eu me questiono sobre alguns aspectos: que a inclusão é necessária, disso creio que ninguém discorda; porém, será que estamos no caminho certo? Será que as pessoas com deficiência que estão nas escolas comuns, sentem-se pertencer ao grupo em que estão inseridas?
Será que o enfraquecimento das escolas especiais não está também nos enfraquecendo para os embates da vida em sociedade?
E o trabalho: tem sido uma fonte de satisfação pessoal, ou um fardo difícil de suportar?
Ninguém precisa responder, apenas deixo como pontos de reflexão.
Quanto à questão que foi colocada hoje, gostaria de ter lido todo o texto sobre o ateísmo, pena que, de fato, era muito extenso, e eu me encontrava muito cansada. Pontos de vista diferentes são importantes para o nosso crescimento pessoal.
Deixo aqui um texto que considerei muito bom.
No primeiro dia de aula, o professor trouxe um vidro enorme:
Isto está cheio de perfume. — Disse aos alunos.
Quero medir a percepção de cada um de vocês. Na medida em que sintam o cheiro, levantem a mão.
E abriu o frasco. Num instante, havia duas mãos levantadas. E logo cinco, dez, trinta, todas as mãos levantadas.
Posso abrir a janela, professor? — Suplicou uma aluna, enjoada de tanto perfume. Outras vozes fizeram eco.
O forte aroma, que pesava no ar, tinha se tornado insuportável para todos.
Então, o professor mostrou o frasco aos alunos, um por um: estava cheio de água. Eles não podiam acreditar no que acabara de acontecer...
* * *
Até quando vamos comprar verdades com tanta facilidade assim?
Isso já nos levou a tantos desastres...
Ao invés de encontrar as nossas próprias verdades, o nosso próprio entendimento a respeito das coisas, preferimos, por ignorância ou comodismo, acreditar nas verdades dos outros.
Dessa forma, tornamo-nos uma massa facilmente sugestionável, manipulável, facilmente fascinável por essa ou aquela ideia, por mais absurda que possa ser.
Divulgamos boatos apenas por ouvir dizer e condenamos pessoas, após ter escutado apenas um lado, destruindo vidas inconsequentemente, pelo descuido com o verbo.
Desenvolvemos um prazer tolo pela fofoca que, em muitos casos, se torna um vício deveras perigoso, para quem a divulga e para quem é alvo dos comentários jocosos.
Somos capazes de construir nossas próprias verdades, nosso próprio entendimento sobre as coisas da Terra e do céu.
Mesmo no campo religioso precisamos aprender a associar a fé à razão, para que ela não seja construída em bases frágeis – a fé cega.
Fé raciocinada é sinônimo de segurança. Somente crer depois que compreendermos, depois que fizer sentido dentro de nós, e não porque Fulano ou Beltrano falou, ou porque está escrito aqui ou ali.
Quando ouvimos falar sobre fundamentalismo religioso nos assustamos, mas, muitas vezes, esse tipo de prática está mais próxima do que imaginamos e, em outras esferas de nossa vida, quando fazemos as coisas sem refletir sobre elas, apenas porque sempre foi assim.
Por isso, prestemos muita atenção em nossas existências, se não estamos comprando verdades prontas dos outros, sem que elas façam sentido em nós.
Se não estamos acreditando nisso ou naquilo apenas por dizer, ou apenas por acreditar, por ser cômodo, ou por não ter nada melhor para crer.
Não podemos mais agir como uma massa sem cérebro, que é facilmente seduzida por novidades, por ideias esdrúxulas ou por promessas fantásticas.
Se desejamos mudar nossos líderes, mudemos a nós mesmos primeiro e nos tornemos capazes de escolher melhor os que nos representam nessa ou naquela posição.
Finalmente, tenhamos cuidado com nosso verbo, para que nossa verdade não seja também imposta ao outro com violência. Todos têm o direito de pensar, de escolher, de raciocinar.
Cada um tem o direito e o dever de ter a sua verdade. Respeitemo-nos. Respeitemos a verdade de cada um.
Redação do Momento Espírita, com base no cap.
Celebração da desconfiança, de O livro dos abraços,
de Eduardo Gaelano, ed. LPM.
Abraços a todos, e bom fim de semana!
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Postado por Paulo Henrique -Serrinha/Bahia
Bom, Paulo Fernando, você não citou meu nome, mas visto que o recado referido por si em tua postagem foi o meu, então aceito a cara pulsa.
Falo de ateísmo da mesma forma que se fala aqui de Religião; claro, ninguém é obrigado a concordar e eu nunca quis empurrar goela a baixo minhas convicções. Quando posto geralmente é algum pensamento meu que gosto de compartilhar, muitas vezes com o intuito até mesmo de gerar debates, (gosto de saber como pensam as pessoas), se são inúteis ou não isso vai de cada um, independentemente da moderação os classificarem ou não como tal, ou que muitos considerem sem fundamento, da mesma maneira que você assim considera falar de política, e da mesma maneira que me divirto com tuas postagens.
Bom fim de semana para todos e vamo movimentar essa bagaça!
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Postado por Antonio Wilson Ribeiro Da Silva
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Postado por Roseane Rosália
Conta-se que o conquistador mongol Genghis-Khan tinha como animal de
estimação um falcão. Com ele saía a caçar. Era seu amigo inseparável.
Certo dia, em uma das suas jornadas, com o falcão como companhia, sentiu
muita sede. Aproximou-se de um rochedo de onde um filete de água límpida
brotava.
Tomou da sua taça, encheu até a borda e levou aos lábios. No mesmo
instante, o falcão se jogou contra a taça e o líquido precioso caiu ao
chão.
Genghis-Khan ficou muito irritado. Levou a taça novamente até o filete
de água e tornou a encher. De novo, antes que ele pudesse beber uma gota
sequer,
o falcão investiu contra sua mão, fazendo com que caísse ao chão a taça
e se perdesse a água.
Desta vez o impiedoso conquistador olhou para a ave e falou:
Vou tornar a encher a taça. Se você a derrubar outra vez, impedindo que
eu beba, você perderá a vida.
Na mão direita segurando a espada mongol, com a esquerda ele tornou a
colocar a taça debaixo do filete de água e a encheu.
No exato momento que a levava aos lábios, o falcão voou rápido e a
derrubou.
Ágil como ele só, Genghis-Khan utilizou a espada e, em pleno ar, decepou
a cabeça do falcão, que lhe caiu morto aos pés.
Ainda com raiva, ele chutou longe o corpo do animal.
E porque a taça se tivesse quebrado na terceira queda, ele subiu pelas
pedras para beber do ponto mais alto do rochedo, no que imaginou fosse a
nascente
da fonte.
Para sua surpresa, descobriu presa entre as pedras, bem no meio da
nascente, uma enorme cobra venenosa. O animal estava morto há tempo, com
certeza, porque
mostrava sinais de decomposição. O cheiro era insuportável.
Nesse instante, e somente então, o grande conquistador se deu conta de
que o que o falcão fizera, por três vezes, fora lhe salvar a vida, pois
se bebesse
daquela água contaminada, poderia adoecer e morrer.
Tardiamente, lamentou o gesto impensado que o levara a matar o animal,
seu amigo.
* * *
Assim muitas vezes somos nós. A Providência Divina estabelece formas de
auxílio para nós e não as entendemos. Pelo contrário, nos rebelamos.
Por vezes, a presença de Deus em nossas vidas se faz através dos sábios
conselhos de amigos. Contudo, quando eles vêm nos falar de como seria
mais prudente
agirmos nessa ou naquela circunstância, nos irritamos. E podemos chegar
a romper velhas amizades.
De outras vezes, Deus estabelece que algo que desejamos intensamente,
não se concretize. Algo que almejamos: um concurso, uma viagem, um
prêmio, uma festa,
um determinado emprego. É o suficiente para que gritemos contra o Pai,
nos dizendo abandonados, esquecidos do Seu apoio.
Raras vezes paramos para pensar e analisar sobre o que nos está
acontecendo. Quase nunca paramos para nos perguntar: Não será a mão de
Deus agindo, para
me dizer que este não é o melhor caminho para mim?
Nada ocorre ao acaso. Tudo tem uma razão de ser. Você nunca se deu conta
que um engarrafamento que o detém no trânsito por alguns preciosos
minutos, pode
lhe impedir de ser participante de um acidente mais adiante?
Um contratempo à saída de casa, que lhe retarde a tomada do ônibus no
momento que você planejava, pode ser a mão de Deus interferindo para que
você não
se sirva daquela condução, para não estar presente no acidente que logo
acontece.
Providência Divina. Esteja atento. Busque entender as pequenas mensagens
que Deus lhe envia todas as horas.
E não se irrite. Não se altere. Agradeça. A mão de Deus está agindo em
seu favor, em todos os momentos, todos os dias.
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Postado por Paulo Fernando
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Postado por Ivã José de Pádua
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Postado por Dorcival
Celso, volta pra casa mais vezes. Você faz falta!
Vanessa, Ariana, J. C. Dias retornem! Vamos movimentar o espaço.
Cida, que chato isto! É uma baita amolação.
Chikungunya, este nome esdrúxulo é mais uma doença viral, para nos encher!
Vejam abaixo.
***
19/09/2014 11h57 - Atualizado em 19/09/2014 14h34
Secretaria confirma cinco casos do vírus chikungunya na Bahia
Sesab aponta que exames detectaram doença em Feira de Santana.
Sintomas parecem com dengue: febre, dor de cabeça e nas articulações.
Do G1 BA
Vírus chikungunya é transmitido por mosquitos Aedes aegypty (no alto) e Aedes albopictus (Foto: Douglas Aby Saber/Fotoarena-AFP Photo/EID Mediterranee)
Vírus chikungunya é transmitido por mosquitos
Aedes aegypty (no alto) e Aedes albopictus
(Foto: Douglas Aby Saber/Fotoarena-AFP
Photo/EID Mediterranee)
Cinco casos do vírus Chikungunya foram confirmados em moradores da cidade de Feira de Santana, cidade a cerca de 100 km de Salvador. As informações foram divulgadas na manhã desta sexta-feira (19), em uma coletiva de urgência realizada pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), no Centro Administrativo (CAB), em Salvador.
De acordo com o órgão, as pessoas infectadas contraíram a doença no estado, sendo considerados casos autóctones.
As confirmações da ocorrência de Chikungunya na Bahia foram feitas depois que 16 amostras de pacientes, colhidas em Feira de Santana, foram encaminhadas para análise do Instituto Evandro Chagas, no estado do Pará.
"Lá são feitos os testes para confirmação ou não. Nós recolhemos as amostras e enviamos. Hoje o secretário nacional da Saúde, Jarbas Barbosa, nos confirmou", informou Washington Couto, secretário da saúde do estado da Bahia.
Ainda de acordo com o secretário, foram encaminhadas amostras de Salvador e Feira de Santana. "Duas amostras de Salvador analisadas foram dadas como negativas. Uma não foi possível identificar a amostra porque não foi encaminhada no período correto. Nós estamos refazendo os testes. Vamos fazer uma nova coleta, mas os casos de Salvador não foram confirmados", afirma Couto.
Segundo Alcina Andrade, superintendente de Vigilância e Proteção à Saúde, as pessoas infectadas com a doença em Feira de Santana "estão sendo acompanhadas em nível laboratorial e não precisam ficar internadas". Ainda segundo a superintendente, a forma de manifestação do vírus é domiciliar e autóctone. "São transmitidos pelo mosquito aedes aegypti, que transmite a dengue, é o mesmo que transmite o vírus do Chikungunya. O criadouro do aedes está dentro das casas ou no peridomicílio", esclarece. A taxa de mortalidade do vírus é de 0,2% a cada 1000 pessoas. Nenhum caso de morte foi registrado no Brasil.
A superintendente alerta as pessoas para a participação no reconhecimento e eliminação desses criadouros do foco. Também sobre a importância de que não tenham contato com a água. E acrescenta, "os casos suspeitos devem ser comunicados em até 24h, a partir da suspeita inicial,
Os sintomas da doença são parecidos com os da dengue: febre, dor de cabeça e nas articulações. Uma professora do Amapá contraiu a doença e relatou ter ficado sem andar durante uma semana. A funcionária pública foi o primeiro caso confirmado de infecção da doença no Brasil, segundo o Ministério da Saúde (MS).
saiba mais
'Fiquei sem andar', diz primeira infectada por chikungunya no Brasil
Febre chikungunya tem sinais que lembram dengue; conheça doença
Sintomas
Entre quatro e oito dias após a picada do mosquito infectado, o paciente apresenta febre repentina acompanhada de dores nas articulações. Outros sintomas, como dor de cabeça, dor muscular, náusea e manchas avermelhadas na pele, fazem com que o quadro seja parecido com o da dengue. A principal diferença são as intensas dores articulares.
Tratamento
Não há um tratamento capaz de curar a infecção, nem vacinas voltadas para preveni-la. O tratamento é paliativo, com o uso de antipiréticos e analgésicos para aliviar os sintomas. Se as dores articulares permanecerem por muito tempo e forem dolorosas demais, uma opção terapêutica é o uso de corticoides.
Medidas
Após o anúncio dos casos confirmados no Amapá, o Ministério da Saúde afirmou que prepara uma série de medidas de conscientização para evitar a disseminação da doença e adiantou a expansão do Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), aumentanto de 1,8 mil municípios para 2 mil cidades o mapeamento da presença do mosquito transmissor da dengue e chikungunya.
Chikungunya
O vírus chikungunya foi identificado pela primeira vez entre 1952 e 1953, durante uma epidemia na Tanzânia. Mas casos parecidos com essa infecção – com febres e dores nas articulações – haviam sido relatados em 1770. O agente transmissor é o mosquito aedes aegypti, mesmo causador da dengue, e aedes albopictus. O nome chikungunya quer dizer, "andar encurvado", por causa dos sintomas da doença.
***
Segundo outras notícias que já vi, as dores são tão feias quanto o nome.
E de nome esquisito eu entendo... Reparem no meu!
Abraços para todos!
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Postado por Celso
Leio regularmente todos os recados aqui colocados, embora, por preguiça, comodismo ou falta de inspiração, a vários dias não escrevo nada,
porém, sei que devemos participar mais, pois não podemos deixar que um espaço abençoado como este vá se esvaziando.
Agradeço a lembrança e retribuo os abraços, Cida, Luzia, Edinalva, Karen, Dayana, Ariana, Lucas, Dorcibval, Alexandre, William, Rita, que voltou,
Danilo e Sábio, Roziane, Gisele e Iasmin, que tiraram umas férias, e a todos que enriquecem este espaço.
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Postado por sábio
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