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Recado 35986: Marcas do coração 23 de September de 2014, 21:42

Postado por Yasmim Ferreira

MARCAS DO CORAÇÃO



Onde quer que nossas mãos toquem,
Lá deixamos nossas
Impressões digitais.
Em paredes, em móveis,  em Maçanetas, em pratos, em livros...
Marcas, mostrando que lá Estivemos!

Peço Senhor, pelo Vosso Amor,
Onde quer que hoje eu vá...
Ajude-me a deixar apenas marcas
Do coração.
Marcas de compaixão,
Compreensão e amor.
Marcas de bondade e interesse genuíno.

Sairei hoje... para deixar marcas do coração... E se alguém disser...
"Eu senti seu toque!"
Na verdade terá sentido o Vosso toque Amável, através de mim!

Tomara, Senhor, que meu coração,
Hoje, deixe marcas em:
Meu vizinho solitário, com um sorriso;
Uma mãe preocupada, com paz;
Uma criança desamparada,
com segurança;
Uma pessoa desabrigada, com calor;
E meus amigos, com muito amor.

( Desconheço o Autor)
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Recado 35985: Boooa noite! 23 de September de 2014, 21:04

Postado por Vanessa

Boaa noite pessoal!

Como estão todos?
espero que bem!

passando para deixar o link das minhas montagens. Quem se entereçar!:
https://www.dropbox.com/sh/xiud8y79chijrbh/AADw6Y0jbBCcIGfiHnq0WIGba?dl=0

Booaa noite!
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Recado 35984: Uma cutucada 23 de September de 2014, 21:00

Postado por Dorcival

Olá turma, todos em paz?
Moçada, eu resolvi desenterrar uma crônica de 2012, isto é, das eleições passadas.
Como ela diz umas verdades incômodas, talvez alguns não gostem. Entretanto, quem sabe pode alertar outros!
Estava esquecendo; lugar de símbolos religiosos é nos respectivos templos e nas casas de seus devotos. Em repartições públicas de um País laico, ou põe todos, ou não põe nenhum. Quanto à cruz no STF, ela não foi tirada por pressão de ministros ligados à Opus dei. Isto sei pela melhor fonte possível. Só não seria ético de minha parte revelar minha fonte. Esta é uma igreja quase desconhecida, mas de poder real, imenso.
Agora vamos a crônica!
***
Palhaço, eu?
por Matheus Pichonelli
A política nas redes sociais
O tempo é de indignação. No Facebook, incitações ao “vote nulo” vêm acompanhadas por animações bem sacadas de uma nova forma de consciência e juventude.
Num deles, uma mulher armada de escopeta aponta o revide em direção ao dublê de candidato: “Não me vê há quatro anos e agora vem pedir meu voto, é?”
Noves fora a brincadeira, o engajamento virtual possibilitado pelas redes sociais é sintomático ao escancarar o descontentamento com o atual modelo de representação o. É uma espécie de ativismo da má vontade: a indignação, sempre seletiva, é compartilhada aos pares e seguida por um alívio quase imediato de dever cívico cumprido. Um dever que vê na obrigação do voto um estorvo bianual.
Para entender esse engajamento às avessas é necessário ao menos conjecturar sobre a lógica desse eleitor a se manifestar. Uma primeira pergunta seria: os candidatos e futuros políticos são ruins porque o eleitor é preguiçoso ou o eleitor é preguiçoso porque os candidatos e futuros políticos são ruins?
Antes é preciso definir: ruim por que e para quem?
A resposta parece óbvia. Ruim porque as propostas e bandeiras se repetem. Os jingles são medonhos. Os sorrisos forçados afrontam. O debate infantiliza a própria campanha. Exemplo disso é que tudo o que de pior surge na música nas vésperas da votação aterrissa aos montes na campanha eleitoral. Assim os “tchu e tchás” e “tchê tcherere tchê tchês” da rádio transformam candidatos, sérios ou não, em meros postulantes de Teletubbies.
Na eleição proporcional, a situação é ainda pior: o candidato entra num ringue com outros milhares de postulantes e tem cinco segundos pra explicar sua mensagem definitiva para a salvação da humanidade. “saúde-educação-moradia-e-combate-a-corrupção-para-todos-vote-em-mim-eu-sou-trabalhador-e-honesto”.
Tem como fugir disso?
(...)
Em outras palavras: a idiotização do debate é um caminho de duas mãos. “Ah, mas eles passam mais tempo se atacando do que discutindo propostas”. De fato. Mas basta assistir aos debates na tevê para perceber quem pauta essa postura.
“E sua aliança com o Maluf?”; “Se o senhor fosse gay, sairia do armário?”; “O senhor é a favor do aborto?”; “É casado? Tem filhos?”.
Desde a redemocratização, o País teve cinco presidentes, centenas de senadores e milhares de deputados e vereadores se revezando nas cadeiras parlamentares. Mas a essência das perguntas ainda parece a mesma.
Em 2012, a apatia dos tempos eleitorais, agora plastificada por um falso senso de indignação virtual, é muitas vezes explicada pela suposta ausência de mecanismos participativos, como se o único elo de interesse entre eleitor e candidato fosse o voto. Mas basta inverter a pergunta para perceber que nada é tão simples assim.
Em quatro anos, quantas vezes o eleitor se deu ao trabalho de fuçar no site da Câmara, do Senado ou dos Legislativos estaduais e municipais para saber se aquela velha promessa foi proposta em forma de projeto de lei?
Quantas vezes o cidadão participou de reuniões de associações de classes para encaminhar propostas para a melhoria de um conjunto? Quantas vezes o professor de matemática reuniu a turma para explicar como funciona um Orçamento e como acompanhar a sua execução?
As respostas podem ser insuficientes, mas o leitor não terá trabalho para se lembrar das tantas vezes que, reunido com familiares e amigos da velha infância, ouviu sentenças beligerantes como: “político é tudo igual”; “não existe mais direita e esquerda no Brasil”; “bom mesmo é na China, onde se mata o corrupto e manda a conta da munição para a família”.
O curioso é que esse ativista virtual que vê graça em chutar cavaletes é, muitas vezes, o mesmo cidadão que se indigna quando grupos organizados se manifestam em vias públicas para cobrar mais humanismo no trânsito, mais espaço aos ciclistas, mais direitos às minorias. O eleitor que diz não ver diferença entre esquerda e direita, para quem, portanto, todo político é igual, é geralmente o mesmo que vê direitos demais a grupos de menos; o mesmo que defende pena de morte para ladrões de galinha sem direito de defesa; o mesmo que diz ter saudade do tempo em que não votava – e confiava em generais para tomar por ele as decisões que hoje tem preguiça de avaliar.
Essa saudade de quando estava “livre” de participar de soluções está de alguma forma ligada à miopia histórica que leva o eleitor médio a alimentar hoje uma estranha aversão à política. Tem razão o filósofo Vladimir Safatle, colunista de CartaCapital, quando demonstra preocupação sobre o novo conservadorismo brasileiro: um conservadorismo alimentado pela confusão entre os exercícios de cidadania e de consumidor (...) É mais ou menos assim: o acesso a direitos e serviços básicos, no Brasil, se dá conforme a capacidade do cidadão de pagar por esses direitos e serviços. Ele grita, e é ouvido, quando o serviço é mal prestado. Pois ele paga por isso. Como este processo de inclusão não se dá por via de programas universais de educação, saúde ou transporte gratuitos e de qualidade, ele acaba pagando para ter seus filhos na escola, ter seu plano de saúde ou seu carro na garagem. E se o bairro não tem esgoto ou água tratada, melhor subir na vida e mudar de bairro. Ou para Miami, de onde se poderá maldizer o atraso do país de origem segurando taça de vinhos desconhecidos por esses lados.
Como está acostumado a pagar pelo conforto, o brasileiro que a cada dois anos é levado a exercer seu papel de eleitor acaba também por confundir esses papéis. Ele paga (por meio de impostos, tributos e força de trabalho supostamente honesta) para não ser importunado. Eis o maior sonho de consumo, com o perdão do trocadilho:
completar o trajeto casa-trabalho-escola-lazer e dormir crente de que alguém longe dele está zelando por seus direitos básicos, entre os quais não ter seus impostos jogados no ralo da malversação. No mundo ideal é até um desejo digno. Mas, banhado no caldo da alienação, soa como o mais preguiçoso dos exercícios de cidadania.
Se fosse o jogo da vida, esse eleitor a desferir as mesmas sentenças a cada campanha talvez visse como uma alternativa interessante esbarrar com um cavalete e voltar algumas casas do tabuleiro. “Está incomodado com a ‘sujeira’ na sua cidade: volte cinco décadas e permaneça em 64”. Ou em 68, ano da decretação do Ato Institucional Número 5, que suspendia o direito de habeas corpus para ativistas, dava ao presidente o poder de intervir e cassar direitos políticos e proibia manifestações populares de caráter político. Nessa época com certeza o eleitor estaria livre de cavaletes. E talvez se sentisse menos “palhaço” sentado na velha ordem.

***
Você se identificou no texto?
Eu identifiquei muita gente!

Abraços para todos!
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Recado 35983: duvida 23 de September de 2014, 18:23

Postado por edson

Por que com tantos temas emportantes para se debater vocês debatem sobri a retirada das cruzes dos departamentos blicos. isso não vai
adiantar em nada é como trocar ceis por meia dúzia!!
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Recado 35982: Eu voutei com saudades e quero ficar! 23 de September de 2014, 14:35

Postado por Ronaldo Pires

Caríssimos companheiros, tudo certo com vocês?
Quero muitíssimo que sim!
Estou imensamente feliz por falar com todos vocês novamente e digo que estive um tempo ausente mas, isso só me deixou com mais saudades de todos vocês amigos.
Agora venho trazer algumas noticias a todos vocês:

Mudança climática beneficia camada de ozônio


O aquecimento global tão criticado pode ter um lado positivo. Através da mudança climática, a camada de ozônio que nos protege dos raios ultravioleta vem se restaurando mais rapidamente. Segundo a Organização Meteorológica Mundial, após três décadas de queda acentuada, a camada teve uma recuperação de 3% na última década. De acordo com os cientistas, parte desta boa notícia se deve ao Protocolo de Montreal, em 1987, que obrigava a indústria a reduzir emissões de substâncias destruidoras do ozônio. A outra metade pode ser atribuída ao gás carbônico, que ao reter calor, as reações químicas que quebram a molécula de ozônio ficam mais lentas.

Vacinação antirraiva será em outubro


A campanha de vacinação contra raiva em cães e gatos será realizada entre os dias 11 e 24 de outubro. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, a imunização é gratuita e será ofertas em mais de 2 mil postos, sendo apenas vinte três com endereço fixo e o resto são postos volantes. Todos os cachorros e gatos com mais de três meses deverão ser vacinados, com exceção dos animais doentes. Serão oferecidas 1 milhão de does de vacina para São Paulo.



Em novo teste, vacina de dengue teve eficácia


A vacina experimental contra dengue conseguiu reduzir em 61% o número de casos da doença em estudo na América Latina e Caribe. Participaram da pesquisa vinte uma mil crianças e adolescentes. Com os resultados, um dossiê será apresentado à Anvisa e a vacina poderá ser comercializada no Brasil até o fim de 2015. Os testes foram feitos entre junho de 2011 e abril de 2013 em crianças e adolescentes de idade entre 9 e 16 anos. Participaram do estudo Brasil, México, Honduras, Colômbia e Porto Rico. Resultados mais detalhados da pesquisa devem ser anunciados em novembro, na reunião anual da Sociedade Americana de Medicina Tropical e Higiene, nos Estados Unidos.

Bem pessoal por enquanto é só e ainda quero muito que todos nós joguemos fora tudo que é preconceito e quero muito que a sociedade ajude-nos a sermos incluídos de verdade.

Grande abraços a todos sem distinção e até logo.

Voei voei voei!
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Recado 35981: comentando: 23 de September de 2014, 13:11

Postado por eve

olá caros, tudo bem com todos? Espero que sim. Bem, vou dar aqui minha humilde e franca opinião sobre a postagem do paulo henrique. Antes de mais nada, quero frisar que jesus não foi o único privilegiado a morrer em uma cruz, já que esta era a pena imposta na época. Imagino se cristo tivesse morrido em uma guilhotina. Seria estranho ter uma réplica de uma guilhotina pendurada no pescoço ou uma grande guilhotina nas igrejas. Essa só foi uma pequena observação. Agora vamos ao que importa. Hostentar símbolos religiosos em repartições públicas realmente não diminue a violência, mas almenta a sensação de democracia. Estado não pode ter religião e nem partido político. O estado tem que governar para todos, sem levar em conta crença ou qualquer outra coisa. que o brasil é um país católico, isso sabemos, porém que se restrinja as igrejas a preferência religiosa de cada um de nós. Outra coisa que não concordo é colocar nome de santos ou qualquer outra coisa ligada a religião em instituições com fins lucrativos. é fácil ver por aí hospitais particulares e nada filantrópicos hostentando nomes tais como são mateus, são judas, nossa senhora disso e daquilo e por aí vai. Sem falar das instituições de ensino que fazem exatamente a mesma coisa. creio que os tais homenagiados não ficariam nada contentes ao saberem que usam seus nomes em instituições pagas e quase sempre bem caras. Já vi uma clínica para tratamento do câncer que leva o nome do recente santificado brasileiro frei galvão. O que vocês pensam sobre isso? Um abraço a todos.
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Recado 35980: A ARTE DE VIVER BEM 23 de September de 2014, 11:22

Postado por isle Cristina

A arte de VIVER bem

*Não exija dos outros o que eles não podem lhe dar, mas cobre de cada um a
sua responsabilidade. Não deixe de usufruir o prazer, mas que não faça mal
a ninguém. Não pegue mais do que você precisa, mas lute pelos seus
direitos.*

*Não olhe as pessoas só com os seus olhos, mas olhe-se também com os olhos
delas. Não fique ensinando sempre, você pode aprender muito mais. Não
desanime perante o fracasso, supere-se o transformando em aprendizado.*

*Não se aproveite de quem se esforça tanto, ele pode estar fazendo o que
você deixou de fazer. Não estrague um programa diferente com seu mau humor,
descubra a alegria da novidade. Não deixe a vida se esvair pela torneira,
pode faltar aos outros...*

*O amor pode absorver muitos sofrimentos, menos a falta de respeito a si
mesmo! Se você quer o melhor das pessoas, dê o máximo de si, já que a vida
lhe deu tanto. Enfim, agradeça sempre, pois a gratidão abre as portas do
coração.*
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Recado 35979: Ferramenta empresarial de inclusão 23 de September de 2014, 05:30

Postado por Paulo Bueno

Bom dia amigos do moral.
Obrigado pelos comentários tecidos sobre a postagem anterior.
Estou passando por aqui para informar que estou me preparando para um workshop de inclusão que será realizado na empresa que eu trabalho.
Este tipo de evento tem dado certo, pois há representantes de inclusão em todas unidades da empresa, e praticamente duas vezes ao ano é realizado o workshop para multiplicadores na área de inclusão.Abri mão do serviço público em MG e sou muito feliz nesta empresa.
Deixo aqui meus abraços e aviso que estarei palestrando sobre este assunto para aturma de pos graduandos da faculdade estácio em SP amanhã.
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Recado 35978: Olha o teu jardim 22 de September de 2014, 22:42

Postado por Yasmim Ferreira

Olha o Teu Jardim...



OLHA no teu jardim as rosas entreabertas, e nunca as pétalas caídas...
OBSERVA em teu caminho a distância vencida e nunca o que falte ainda...
GUARDA do teu olhar os brilhos de alegria e nunca as névoas de tristezas...
RETÉM da tua voz risadas e canções e nunca os teus gemidos... 
CONSERVA em teus ouvidos as palavras de amor e nunca as de ódio...
GRAVA em tua pupila o nascer das auroras e nunca os teus poentes...
CONSERVA no teu rosto as linhas do sorriso e nunca os sulcos do teu pranto...
CONTA aos homens o azul das tuas primaveras e nunca as tempestades do verão... 
GUARDA da tua face apenas as carícias, esquece as bofetadas...
CONSERVA de teus pés os passos retos e puros, esquece os transviados...
GUARDA de tuas mãos as flores que ofertaram, esquece os espinhos que ficaram...
De teus lábios CONSERVA as mensagens bondosas, esquece as maldições... 
RELEMBRA com prazer as tuas escaladas, esquece o prazer fútil das descidas...
RELEMBRA os dias em que fostes água limpa, esquece as horas em que foi brejo...
CONTA e mostra as medalhas das tuas vitórias, esquece as cicatrizes das derrotas...
OLHA de frente o Sol que existe em tua vida, esquece a sombra que fica atrás...
A flor que desabrocha é bem mais importante do que mil pétalas caídas;
E só um olhar de amor pode levar consigo calor para aquecer muitos invernos...
A bondade é mais forte em nós
E dura muito mais do que o mal que nós mesmos praticamos... 
SÊ OTIMISTA, e não te esqueças
de que...
É no fundo das noites sem luar que brilham muito mais as estrelas!  
Que teu jardim seja o mais florido
do mundo!
(Desconheço o Autor)
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Recado 35977: comentando 22 de September de 2014, 21:17

Postado por Lucas

Edinalva, mais uma vez você forneceu a todos uma boa reflexão.

Costumo dizer que nesta vida aprendemos e ensinamos, ajudamos e somos ajudados, independente de diplomas, convicções, crenças, idade, cada qual aprende e ensina durante toda a vida.
Quando alguém não tiver mais nada que aprender, significa que tudo já foi vivido e portanto, não faz sentido continuar vivendo.

Muitos foram os professores que já aprenderam com os alunos, muitos foram os pais que aprenderam com seus filhos.
Assim é a vida.

Mais uma vez Edinalva, parabéns, aquele abraço.

Aproveito o post para registrar a ausência de Alexandre Magno, Celso, Pedro, Rodrigo e outros que no momento não tiveram seus nomes citados.
Sintam-se igualmente abraçados.

Fiquem todos com Deus.
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