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Postado por Lucas
Todos os candidatos foram tratados de igual para igual, a diferença é que alguns possuem menos falhas, outros mesmo possuindo muitos erros contam com uma inteligência capaz de reverter a situação, todavia, Dilma ficou em um mato sem cachorro porque seus equívocos não são poucos, a realidade os revela, e sua inteligência não é muito avançada a ponto de encontrar respostas coerentes.
Isto é claramente notável na entrevista que ela deu ao JN.
Observação:
Meu objetivo não é favoresser este ou aquele candidato por estar criticando a petista, apenas escrevo estas palavras a fim de deixar bem claro que todos foram tratados igualmente.
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Postado por Lucas
Ocorre que em meu último post, na intenção de novamente mostrar a todos a entrevista da candidata Dilma acabei cometendo um equívoco.
Somente depois de verificar detalhadamente percebi que a matéria colada foi a da eleição passada, mas, agora colo a matéria correta.
Peço à moderação que por favor, remova a postagem referida.
Para não perder a linha de pensamento, continuo minha postagem de onde antes havia começado:
Eu também fiquei muito feliz com a entrevista que Dilma deu no Jornal Nacional.
Não fiquei nem um pouco surpreso, pois, tudo aconteceu conforme já era presumido.
Ganhamos muito com a entrevista da presidenta, ela conseguiu mais uma vez naquela tranquila e agradável conversa demonstrar sua verdade, sua coerência e a transparência de seu governo.
Todos os brasileiros ficaram conhecendo um pouco mais da candidata e isto vale muito.
Concordo que a entrevista não foi nada fácil, pelo contrário, foi bastante problemática, mas o importante é que Dilma conseguiu responder claramente todas as perguntas.
Ela deixou nítido sua competência, coerência, rapidez nas respostas e conhecimento sobre tudo que acontece no Brasil.
É, muito me alegrei depois de ouvir tal entrevista.
Para quem não teve o prazer de ver ou ouvir este minidebate, deixo abaixo a matéria completa.
É longa, porém, vale a pena conferir.
Analise o conhecimento e coerência nas respostas de Dilma.
***
O Jornal Nacional está retomando hoje a série de entrevistas com os candidatos à Presidência da República, série esta que foi interrompida na semana passada pelo acidente trágico que matou o candidato Eduardo Campos, do PSB, e mais seis pessoas, em Santos.
Nós vamos fazer hoje o que temos feito sempre, vamos abordar os temas polêmicos das candidaturas e vamos confrontar a candidata com ações, com o desempenho dela à frente de um cargo público, como temos feito com todos os candidatos. Nas próximas semanas, os candidatos estarão também no Bom Dia Brasil e no Jornal da Globo.
O sorteio que foi realizado com a supervisão de assessores dos partidos políticos determinou que, depois de Aécio Neves e de Eduardo Campos, fosse a vez de a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, ser entrevistada. E é por isso que estamos aqui em Brasília, no Palácio do Alvorada, porque é aqui que nós fazemos as entrevistas com presidentes candidatos à reeleição.
William Bonner: Candidata, boa noite.
Dilma Rousseff: Boa noite, Bonner. Boa noite, Patrícia Poeta. Boa noite, telespectadores.
William Bonner: O tempo total da entrevista é de 15 minutos, como foi o dos demais candidatos. E a gente procura reservar um minuto e meio, um minuto no fim, para que o candidato possa expor aqueles projetos que ele considera prioritários para o governo no caso de ser eleito, ou no caso de ser reeleita, no caso de hoje. O tempo começa a contar a partir de agora. Candidata, no seu governo houve uma série de escândalos de corrupção e de desvios éticos. Houve escândalo de corrupção no Ministério da Agricultura, houve escândalo de corrupção no Ministério das Cidades, no Ministério dos Esportes, houve escândalo de corrupção no Ministério da Saúde, no Ministério dos Transportes, houve escândalo de corrupção no Ministério do Turismo, no Ministério do Trabalho. A Petrobras acabou se tornando objeto de duas CPIs no Congresso. A senhora sempre diz que todos esses escândalos foram revelados pela Polícia Federal e estão sendo investigados pela Polícia Federal, que é um órgão do governo federal. A questão que eu lhe faço é a seguinte: qual é a dificuldade de, desde o início, se cercar de pessoas honestas, que lhe permitam formar uma equipe de governo honesta e que evite esta situação que nós vimos de repetidos casos de corrupção? Não há uma sensação, não pode haver uma sensação no ar de que o PT descuida da questão ética ou da questão da corrupção?
Dilma Rousseff: Bonner, não pode, não. Sabe por quê? Porque nós, justamente, fomos aquele governo que mais estruturou os mecanismos de combate à corrupção, à irregularidade e maus feitos. Por exemplo, a Polícia Federal, no meu governo e no do presidente Lula, ganhou imensa autonomia. Para investigar, para descobrir, para prender. Além disso, nós tivemos uma relação muito respeitosa com o Ministério Público. Nenhum procurador-geral da República foi chamado, no meu governo ou no do presidente Lula, de engavetador-geral da República. Por quê? Porque também escolhemos, com absoluta isenção, os procuradores. Outra coisa: fomos nós que criamos a Controladoria-Geral da União, que se transformou num órgão forte e também que investigou e descobriu muitos casos. Terceiro, aliás, eu já estou no quarto. Nós criamos a Lei de Acesso à Informação. Criamos, no governo, um portal da transparência. Mas eu quero te dizer uma coisa: nem todas as denúncias de escândalo, Bonner, resultaram em, realmente, a constatação que a pessoa tinha de ser punida e seria condenada. Pelo contrário. Muitos daqueles que foram identificados como tendo, pela mídia, como tendo praticado atos indevidos, foram posteriormente inocentados. Eu quero te dizer o seguinte, eu nunca...
William Bonner: Correto. Mas, candidata, eu deveria só dizer à senhora o seguinte: a senhora listou aqui uma série de medidas que foram providenciadas depois de ocorridos os escândalos.
Dilma Rousseff: Não. Isso tudo foi antes.
William Bonner: Bom, entre as medidas que a senhora providenciou depois dos escândalos esteve o afastamento de alguns ministros. Em quatro casos, a senhora trocou um ministro por alguém que era do mesmo partido dele e do mesmo grupo político dele. E que frequentava o mesmo círculo. Essa situação, a senhora considera que não foi trocar seis por meia dúzia? A senhora considera que foi uma atitude prudente, como presidente, substituir nessas circunstâncias? Foi uma medida eficaz da sua parte, candidata?
Dilma Rousseff: Eu, continuando o que eu estava dizendo, Bonner, nem todos as pessoas denunciadas foram punidas pelo Judiciário e tiveram comprovadamente culpa. Muitas pessoas, inclusive, se afastaram porque é muito difícil resistir à pressão da família ou à apresentação da pessoa como tendo praticado um crime.
William Bonner: Mas a senhora manteve gente do mesmo grupo político nos casos.
Dilma Rousseff: Agora, na segunda, respondendo a segunda pergunta, por exemplo, recentemente eu fui muito criticada por ter substituído o César Borges pelo Paulo Sérgio. Ora, o Paulo Sérgio foi meu ministro e foi ministro do presidente Lula. Quando saiu do governo, ele ficou dentro do governo no cargo importante, que é da Empresa de Planejamento Logístico. O Cesar Borges o substituiu. Posteriormente, eu troquei o César Borges novamente aí pelo Paulo Sérgio. Fiz a troca ao contrário. O César Borges também ficou dentro do governo, na Secretaria de Portos. Os dois são pessoas que eu escolhi, nas quais eu confio, acho que são pessoas bastante...
William Bonner: Mas não foi exigência do partido, candidata?
Dilma Rousseff: Os partidos podem fazer exigências. Agora, eu só aceito quando eu considero que ambos, e é isso que eu queria concluir, ambos são pessoas íntegras, e não só íntegras, são competentes, têm tradição na área. E são pessoas da minha confiança. Então, eu troquei porque eu tinha confiança nessas pessoas.
William Bonner: Então, me deixa agora perguntar à senhora. E em relação a seu partido? O seu partido teve um grupo de elite de pessoas corruptas, comprovadamente corruptas, eu digo isso porque foram julgadas, condenadas e mandadas para a prisão pela mais alta corte do Judiciário brasileiro. Eram corruptos. E o seu partido tratou esses condenados por corrupção como guerreiros, como vítimas, como pessoas que não mereciam esse tratamento, vítimas de injustiça. A pergunta que eu lhe faço: isso não é ser condescendente com a corrupção, candidata?
Dilma Rousseff: Eu vou te falar uma coisa, Bonner, eu sou presidente da República. Eu não faço nenhuma observação sobre julgamentos realizados pelo Supremo Tribunal, por um motivo muito simples: sabe por que, Bonner? Porque a Constituição ela exige que o presidente da República, como exige dos demais chefes de Poder, que nós respeitemos e consideremos a importância da autonomia dos outros órgãos.
William Bonner: Então a senhora condena a postura do PT nesse caso?
Dilma Rousseff: Eu não julgo ações do Supremo. Eu tenho as minhas opiniões pessoais.
William Bonner: Mas e a ação do seu partido, a senhora condena essa ação?
Dilma Rousseff: Enquanto eu for presidente, eu não externo opinião a respeito de julgamento do Supremo. E vou te dizer, Bonner, não é a primeira vez que eu respondo isso. Eu, durante o processo inteiro, não manifestei nenhuma opinião sobre o julgamento. Até porque respeito o julgamento.
William Bonner: Mas candidata, a pergunta que eu lhe fiz foi sobre a postura do seu partido. Qual sua posição a respeito da postura do seu partido?
Dilma Rousseff: Eu não vou tomar nenhuma posição que me coloque em confronto, conflito, ou aceitando ou não. Eu respeito a decisão da Suprema Corte brasileira. Isso não é uma questão subjetiva. Para mim exercer o cargo de presidência, eu tenho de fazer isso.
Patrícia Poeta: Corrupção não é o único problema. O seu governo diz que sempre investiu muito na área de saúde. E essa continua sendo exatamente a maior preocupação dos brasileiros, segundo uma pesquisa do Instituto Datafolha. Isso depois de 12 anos de governos do PT, ou seja, mais de uma década, candidata. Não foi tempo suficiente para colocar esses problemas nos trilhos, não?
Dilma Rousseff: Olha, Patrícia, nós tivemos, e ainda temos muitos problemas a enfrentar e desafios a enfrentar na Saúde. Eu acredito que nós enfrentamos um dos mais graves desafios que há na Saúde. Porque na Saúde você precisa de ter médicos. Pode ter tudo, se não tiver médicos, não tem atendimento à saúde. Também é possível a gente olhar a população e ver nas pesquisas que ela reclama, sempre reclamou, da falta de médicos. Nós tivemos uma atitude muito corajosa. O Brasil tem uma das menores taxas de médicos por mil habitantes, 1,8. E isso levou a uma carência imensa de médicos da atenção básica – são os postos de saúde. É sabido que 80% dos problemas de saúde da população você consegue resolver na atenção básica. Então qual foi a providência que nós tomamos, com muita resistência, mas muita resistência? Nós, primeiro, chamamos médicos brasileiros para atender. O número? Precisávamos em torno de 14 mil médicos. O número veio insuficiente, não tinha médicos suficientes formados no Brasil com condições de atender. Depois, chamamos médicos, brasileiros ou não, formados no interior individualmente. Na sequência, também não chegou a um número suficiente. Na sequência, chamamos médicos cubanos, através da OPAS, e aí conseguimos chegar a 14.462 médicos, que, pelos dados da OMS, correspondem a uma capacidade de atendimento de 50 milhões de brasileiros.
Patrícia Poeta: Deixa eu fazer só um adendo aqui.
Dilma Rousseff: Cinquenta milhões de brasileiros não tinham atendimento médico, hoje têm. Agora nós estamos em uma segunda etapa.
Patrícia Poeta: Deixa eu só fazer um adendo que eu acho que é importante para os nossos telespectadores.
Dilma Rousseff: Perfeitamente, Patrícia.
Patrícia Poeta: A senhora diria que, então, diante dos nossos telespectadores, que hoje enfrentam filas e filas nos hospitais, muitas vezes são atendidos em macas, que muitas vezes não conseguem fazer um exame de diagnóstico, que a situação da Saúde no nosso país hoje é minimamente razoável, depois de 12 anos?
Dilma Rousseff: Não. Não acho, não acho, até porque, Patrícia, o Brasil precisa também de uma reforma federativa, porque há responsabilidades federais, estaduais e municipais. Nós assumimos, no caso dos Mais Médicos, o atendimento aos postos de saúde como uma responsabilidade basicamente, nós assumimos como federal. Ela é uma responsabilidade compartilhada. Mas assumimos como federal porque temos mais recursos. Agora veja o resto do raciocínio, Patrícia.
William Bonner: Nós vamos falar de economia.
Dilma Rousseff: Não. Vou falar de economia, tenho o maior prazer, Bonner. Veja só qual é a sequência disso. Agora nós consideramos que é muito importante duas coisas: primeira, tratar das especialidades; criar as condições para o Brasil dar atendimento de especialidades, que são aquelas que nós sabemos – o ortopedista, o ginecologista, o cardiologista –, com exames mais rápidos. Assim como nós enfrentamos...
William Bonner: Candidata, desculpe a senhora disse...
Dilma Rousseff: E resolvemos o problema dos 14 milhões, aliás dos 50 milhões de brasileiros e dos 14 mil médicos, hoje nós temos já condição de resolver isso, porque diminuímos a pressão, porque todo mundo que não era atendido num posto de saúde ia para uma UPA ou para um hospital.
William Bonner: Nós entendemos. Entendemos. Vamos à economia.
Patrícia Poeta: É que a colocação, candidata, era 12 anos, 12 anos de governos, três mandatos. Mas o Bonner quer falar sobre economia.
William Bonner: Vamos falar de economia porque é um tema importantíssimo.
Dilma Rousseff: Nestes três mandatos, a gente teve, não vamos esquecer, teve o Samu, que atende 149 milhões de brasileiros, e que não existia.
William Bonner: A senhora já respondeu à Patrícia que não, não é minimamente razoável. A senhora disse isso. Então, vamos em frente.
Dilma Rousseff: Eu acho que nós temos que melhorar a saúde, não tenho dúvida disso. Nenhuma.
William Bonner: Vamos em frente: economia. A inflação, neste momento, a inflação anual está no teto daquela meta estabelecida pelo governo, está em 6,5%. A economia encolheu 1,2% no segundo trimestre desse ano e tem uma projeção de crescimento baixíssima para esse ano, menor do que 1%. O superávit do primeiro semestre desse ano foi o pior dos últimos 14 anos. Quando a senhora é confrontada com estes números ruins, a senhora diz que eles são produto, são resultado de uma crise internacional, aliás, a senhora diz até que eles nem são tão ruins assim, porque a senhora lembra o caso das demissões de milhões na Europa e o fato de o Brasil ter hoje uma situação, praticamente, de pleno emprego. Aí quando os analistas dizem que 2015, ano que vem, vai ser um ano difícil, um ano de acertos de casa, que é preciso arrumar a economia brasileira e portanto isso vai impor algum sacrifício, vai ser um ano duro, a senhora diz que isso é pessimismo. E aí eu lhe pergunto: a senhora considera justo ora, olhando para os números da economia, ora culpar o pessimismo, ora culpar a crise internacional pelos problemas? O seu governo não tem nenhum papel, nenhuma responsabilidade nos resultados que estão aí?
Dilma Rousseff: Bonner, primeiro, nós enfrentamos a crise, pela primeira vez no Brasil, não desempregando, não arrochando os salários, não aumentando os tributos, pelo contrário, diminuímos, reduzimos e desoneramos a folha. Reduzimos a incidência de tributos sobre a cesta básica. Nós enfrentamos a crise, também, sem demitir. Qual era o padrão anterior...
William Bonner: Mas o resultado, no momento, é muito ruim, candidata.
Dilma Rousseff: Não, o resultado no momento, veja bem...
William Bonner: Inflação alta, indústrias com estoques elevados, ameaça de desemprego ali na frente.
Dilma Rousseff: Veja bem, Bonner. Eu não sei, eu não sei da onde que estão seus dados, mas nós estamos...
William Bonner: Da indústria, candidata.
Dilma Rousseff: Só um pouquinho. Nós temos duas coisas acontecendo. Nós temos uma melhoria prevista no segundo semestre. Vou te dizer por quê. Primeiro.
William Bonner: Isso não é ser otimista em contrapartida ao pessimismo que a senhora critica?
Dilma Rousseff: Não. Não. Você sabe, Bonner, tem uma coisa em economia que chama os índices antecedentes e os índices que evidenciam como é que é a situação atual. O que que são os índices antecedentes, por exemplo? A quantidade de papelão que é comprada, a quantidade de energia elétrica consumida, a quantidade de carros que são vendidos. Todos esses índices indicam uma recuperação no segundo semestre, vis-à-vis ao primeiro. Além disso, a inflação, Bonner, cai desde abril, e agora, ela atinge, hoje, se você não olhar pelo retrovisor e olhar pelo que está acontecendo hoje, ela atinge 0%. Zero. O último dado do IPC-S que saiu, se não me engano hoje ou ontem, chegou a 0,08%. O que eu estou dizendo, é o seguinte, o Brasil...
William Bonner: Candidata, nosso tempo...
Patrícia Poeta: O tempo está acabando, candidata.
Dilma Rousseff: Acabou?
William Bonner: É.
Dilma Rousseff: Desculpa.
William Bonner: É que nós temos... Eu quero garantir a senhora o seu tempo de 1 minuto e meio.
Dilma Rousseff: O meu 1 minuto?
William Bonner: Exato.
Patrícia Poeta: Que agora já diminuiu.
William Bonner: Os seus projetos prioritários.
Dilma Rousseff: Eu só estou querendo dizer que, pra mim, nós estamos superando a dificuldade de enfrentar uma crise sem demitir, gerando emprego e renda.
William Bonner: Seus projetos prioritários.
Dilma Rousseff: Olha, Bonner, eu fui eleita para dar continuidade aos avanços do governo Lula. Ao mesmo tempo nós preparamos o Brasil para um novo ciclo de crescimento. O Brasil moderno, mais inclusivo, mais produtivo, mais competitivo. Nós criamos as condições para o país dar um salto, colocando a educação no centro de tudo. E isso significa, Bonner, que nós queremos continuar a ser um país de classe média. Cada vez maior a participação da classe média, mais oportunidades para todos.
William Bonner: O tempo, 15 minutos e meio.
Patrícia Poeta: Para concluir candidata, nosso tempo já esgotou.
Dilma Rousseff: Queria concluir dizendo o seguinte: eu acredito no Brasil. Acho que, mais do que nunca, todos nós precisamos acreditar no Brasil e diminuir o pessimismo. E...
Patrícia Poeta: OK, obrigada candidata.
Dilma Rousseff: E peço o voto dos telespectadores e...
William Bonner: E nós agradecemos a compreensão. A compreensão por ter que interromper.
Dilma Rousseff: Peço o voto para o Brasil continuar avançando. Também compreendo e suspendo a minha fala.
Patrícia Poeta: Nós temos que encerrar.
Dilma Rousseff: Muito obrigado.
William Bonner: Eu que agradeço a sua presença no Jornal Nacional.
***
Lastimo que a brilhante candidata não tenha conseguido terminar o discurso sobre seus projetos prioritários.
Depois disso, cabe ao eleitor escolher.
Cumprimentos.
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Postado por Paulo Henrique - Serrinha/Bahia
Gente olha só, prometi a um amigo que não falaria mais sobre religião no mural e vou tentar cumprir, apesar de esse ser um dos meus assuntos prediletos; por tanto, página virada! Ou quem sabe por enquanto.
A revista veja dessa semana publicou uma matéria onde revela a criação de caixa 2 com verbas públicas de uma ONG criada por militantes petistas em campanhas eleitorais do partido na Bahia.
Não consegui encontrar a matéria original, mas achei uma que fora publicada ontem ainda sobre o caso.
***
Oposição pede que PGR apure caixa 2 do PT baiano
VEJA desta semana revelou que uma ONG usou verbas do Fundo de Combate à Pobreza para repassar dinheiro a políticos do PT na Bahia
Os partidos de oposição solicitaram nesta terça-feira que a Procuradoria Geral da República investigue os desvios milionários de uma ONG ligada a petistas da Bahia. Conforme VEJA revelou, a ex-presidente do Instituto Brasil, Dalva Sele, admitiu que recursos recebidos do governo baiano por meio do Fundo de Combate à Pobreza eram repassado a políticos do PT. Segundo ela, o esquema movimentou 50 milhões de reais. Além de procurar o Ministério Público, os partidos pediram investigações da Controladoria-Geral da União, da Polícia Federal e do Tribunal de Contas da União (TCU).
Na lista de beneficiados estão o senador Walter Pinheiro, o atual candidato do PT ao governo da Bahia, Rui Costa, os deputados federais Afonso Florence e Nelson Pelegrino, e o presidente da Embratur, Vicente José de Lima Neto. A entidade recebia recursos por meio de um convênio com o governo de Jaques Wagner (PT), mas parte do dinheiro era desviada.
Os recursos desviados por meio do esquema deveriam ser aplicados na construção de casas populares. O Ministério Público da Bahia iniciou nesta segunda-feira uma força-tarefa para investigar o caso.
PSDB, DEM, PPS e Solidariedade assinam os documentos pedindo a apuração do caso. "É inacreditável que o PT tenha utilizado o fundo de combate à pobreza para fazer campanha eleitoral. Isso é uma coisa que causa asco", diz o líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA).
O presidente do DEM, senador José Agripino Maia, disse acreditar que o esquema possa ter se repetido em outras partes do Brasil. "Diante da evidência das denúncias, está na cara que o fato tem uma profunda consistência de verdade e impõe-se a investigação para colocar os culpados na cadeia", afirmou.
***
Um dos senhores citados na reportagem, Rui Costa, é candidato a suceder o então governador da Bahia Jaques Wagner, também citado na matéria, ambos do PT, líder nas pesquisas, acompanhado de Paulo Solto, um dos asseclas dos ACM's.
Pobre de minha Bahia.
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Postado por Ronaldo Pires
Acredito que tudo está bem com todos vocês e se não está vai ficar isso é fato!
Hum!
Vejo que todos notaram a minha falta e fico muito satisfeito por isso!
Pois bem, o assunto era sobre a entrevista de nossa presidênte Dilma Rousseff dada e feita pela Rede Globo de Televisão, e por isso gerou grande alegria aos poucos telespectadores denominados como minoria nestas eleições.
Digo minoria porque a grande maioria que acistil essa entrevista e outras dada pela nossa presidênta,compreendeu perfeitamente e acistil não uma entrevista mas, uma grande falta de respeito e agressividade a um chefe da nação brasileira o que é lamentavel e que ninguém gostou do que fizeram com a nossa presidenta pois com o candidato Aécio Neves foi feita uma entrevista normal e não um debate que qualquer pessoa mais simploria notou que com nossa presidênte foi feito um desonesto e desrespeitoso debate!
Acredito que todos os proficionais devem ser imparcial em suas profições e os entrevistadores foram totalmente amadores e mal educados pois a eles competia apenas fazer uma entrevista e não um debate o qual achei a entrevista de um amadorismo sem limites rs, a sorte nisso tudo é que Dilma Rousseff foi onesta e falou apenas as verdades que o nosso país atravessa no momento e acredito que ela se saiu muitíssimo bem e os entrevistadores concordaram com ela no fim das contas ou seja da entrevista!
Agora trago aqui um pequenino trecho de reportagem feita pela revista Isto É que deve abrir os olhos dos desavisados nestas eleições a respeito da candidata Marina Silva a qual não vejo nenhuma chance de vitória nesta eleição por observar as lambanças que ela anda falando e fazendo para ganhar o votinho de alguns desavisados kkk: Marina, por sua vez, se embolou nos argumentos, indo e vindo em propostas com baixa consistência que lhe tiraram crédito e reforçaram a sua ambiguidade. Ficou difícil para ela combinar a plataforma do PSB com as convicções pessoais. A hesitação evidente ao hastear e depois recolher várias bandeiras gerou desconfiança. Tudo junto e misturado no mesmo caldeirão eleitoral vai mudando o clima, e o voto, a favor do pt!
Olha só pessoal se alguns de nós por aqui está colocando a fé em Marina Silva para ajudar as ongs podem começar a botar suas barbas de molho desde já e enquanto é cedo pois ela não sabe o que afirma ou desafirma rsrsrs kkk!
Agora trago um texto para relaxar a todos que curtem um bom texto reflexivo:
O PARADOXO DE NOSSO TEMPO
O paradoxo de nosso tempo na história é que temos edifícios mais altos,
mas pavios mais curtos; auto-estradas mais largas, mas pontos de vista
mais estreitos; gastamos mais, mas temos menos; nós compramos mais, mas
desfrutamos menos.
Temos casas maiores e famílias menores; mais conveniências, mas menos
tempo; temos mais graus acadêmicos, mas menos senso; mais conhecimento e
menos poder de julgamento; mais proficiência, porém mais problemas; mais
medicina, mas menos saúde.
Bebemos demais, fumamos demais, gastamos de forma perdulária, rimos de
menos, dirigimos rápido demais, nos irritamos muito facilmente, ficamos
acordados até tarde, acordamos cansados demais, raramente paramos para
ler um livro, ficamos tempo demais diante da TV e raramente oramos.
Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores.
Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita freqüência.
Aprendemos como ganhar a vida, mas não vivemos essa vida.
Adicionamos anos à extensão de nossas vidas, mas não vida à extensão de
nossos anos.
Já fomos à Lua e dela voltamos, mas temos dificuldade em atravessar a
rua e nos encontrarmos com nosso novo vizinho.
Conquistamos o espaço exterior, mas não nosso espaço interior.
Fizemos coisas maiores, mas não coisas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma.
Dividimos o átomo, mas não nossos preconceitos.
Escrevemos mais, mas aprendemos menos.
Planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência.
Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral.
Temos mais comida, mas menos apaziguamento.
Construímos mais computadores para armazenar mais informações para
produzir mais cópias do que nunca, mas temos menos comunicação.
Tivemos avanços na quantidade, mas não em qualidade.
Estes são tempos de refeições rápidas e digestão lenta; de homens altos
e caráter baixo; lucros expressivos, mas relacionamentos rasos.
Estes são tempos em que se almeja paz mundial, mas perdura a guerra no
lares; temos mais lazer, mas menos diversão; maior variedade de tipos de
comida, mas menos nutrição.
São dias de duas fontes de renda, mas de mais divórcios; de residências
mais belas, mas lares quebrados.
São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis, moralidade também
descartável, ficadas de uma só noite, corpos acima do peso, e pílulas
que fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar.
É um tempo em que há muito na vitrine e nada no estoque; um tempo em que
a tecnologia pode levar-lhe estas palavras e você pode escolher entre
fazer alguma diferença, ou simplesmente apertar a tecla Delet.
Fora Marina Silva antes que os bancos nos acabem de vez e antes que os aposentados sejam prejudicados!
Quero terminar este meus escritos declarando que não tenho ninguém como inimigo por falarem o que querem para mim pois trato as criticas como um tijolinho para construir meu castelo!
Grandes abraços e beijos nas garotas e um alô para os brow!
Voei voei voei!
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Postado por Gisele Cristina
Você precisa ter um objetivo e ter a certeza de que muitas coisas acontecerão para te desviar do seu caminho.
Problemas aparecerão cada vez mais e mais...
Haverá momentos que você perderá o chão.
Não se preocupe. Você achará outra rota totalmente desconhecida e cheia de obstáculos.
Em um determinado momento, você terá que parar e ver se continua com sua jornada ou se para de acreditar em seus sonhos.
Se decidir por parar, você não enfrentará seus medos.... Mas também não alcançará os seus sonhos.
E aí, vai desistir?
Você está no controle da sua vida,
Você é capaz e merece vencer na vida.
Conheça um mundo de possibilidades. Encare os desafios, permita-se e permita-se AGORA, HOJE! Faça de hoje, o melhor dia de sua vida!
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Postado por Dorcival
Moçada, mais uma delação premiada promete pôr fogo na gangue petralha.
Sabe o que acho, ou o povo brasileiro é surdo, ou lá no fundo uma grande parte do povo é corrupto.
Vejam a matéria abaixo!
23/09/2014 às 21:46
Muita gente em pânico: Alberto Youssef aceita acordo de delação premiada
Por Gabriel Castro, na VEJA.com:
O doleiro Alberto Youssef, pivô da Operação Lava Jato da Polícia Federal, aceitou acordo de delação premiada proposto pelo Ministério Público e se comprometeu a entregar tudo o que sabe sobre a engrenagem bilionária que envolvia desvio de recursos públicos, inclusive da Petrobras, e lavagem de dinheiro. O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, foi informado da decisão na tarde desta terça-feira. Como é contra a delação, ele está deixando a defesa de Youssef.
O doleiro, que foi preso em março, é peça-chave do esquema que também contava com a participação de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras. Como mostrou VEJA, Costa também aceitou a delação premiada e já entregou aos investigadores nomes de políticos que receberam dinheiro sujo. Kakay havia se comprometido a defender Youssef no Superior Tribunal de Justiça (STJ) desde que o réu não topasse a delação premiada. O advogado é contra o instituto: “Acho que há uma inversão do papel do Estado, que prende a pessoa e a submete a uma pressão desumana”, disse. Segundo Kakay, o pedido de familiares foi decisivo para que Youssef aceitasse o acordo.
Na semana passada, o doleiro foi condenado a quatro anos de prisão por seu envolvimento no caso Banestado, na década de 1990. Com os crimes descobertos pela Polícia Federal na investigação da operação Lava Jato, a pena somada pode chegar a muitas décadas. O acordo de delação pode reduzir o tempo de prisão.
***
Sabem este advogado, Kakay!
Ele já defendeu mensaleiros, e é amigo de nada mais, nada menos que... José Dirceu!
Como deve ser bom liderar uma nação em que grande parte do povo é ignorante!
Até mais!
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Postado por Danilo Loques
Conforme o assunto, já residi em Santos/SP, e afirmo que é a pura realidade.
Abaixo segue matéria:
Burocracia atrapalha uso de transporte a deficientes
O Diário do Litoral inicia nesta semana uma série especial sobre as dificuldades enfrentadas dia a dia pelos deficientes na Baixada Santista.
Muita burocracia. Essa é a reclamação de Marcelo Fernandes dos Santos, de 49 anos, em relação aos documentos necessários para um deficiente físico poder utilizar o transporte público gratuito na Baixada Santista.
Ele teve a perna esquerda amputada aos 14 anos, quando sofreu um acidente de trem, em Santos. Morador de São Vicente, o homem precisa pegar entre dois e quatro ônibus para chegar ao trabalho. Para isso, precisa carregar duas carteirinhas: a da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), para o transporte intermunicipal, e o da CET-Santos, para se locomover no município vizinho.
Marcelo questiona a obrigatoriedade em renovar os documentos todo ano. “A dificuldade maior é ter que ficar renovando as carteirinhas todo ano. Perde-se tempo e, dependendo do horário que os exames são agendados, você chega até a faltar ao trabalho. No meu caso, como o de cadeirantes, para que eu tenho que, todo ano, renovar a carteirinha? Eles pensam que eu sou lagartixa? Porque a lagartixa você corta o rabo e ele volta a crescer. Minha perna não vai nascer de novo. São coisas desnecessárias. Uma burocracia, um tempo que poderia ser utilizado para outras necessidades, e está sendo gasto com quem não tem necessidade de renovar todo ano para isso”, disse.
Além disso, ele também critica a necessidade de uma documentação para cada município, além da utilizada em transportes intermunicipais. “Uma carteirinha para cada município? Eu sou deficiente físico em qualquer lugar do Brasil. Não vai mudar isso. Acho um absurdo. Complica a vida de um monte de gente. Tem vários deficientes físicos na região. Tem que fazer um cadastro único, um documento para todos que possuem algum dano irreversível.”, falou Marcelo, que já foi impedido de andar de ônibus porque estava sem a documentação, mesmo mostrando a prótese utilizada na perna esquerda.
Projeto de lei emperra
Na Assembleia Legislativa de São Paulo tramita um projeto de lei para a unificação da identidade para deficientes. De autoria da deputada Telma de Souza, a medida foi aprovada por unanimidade dentro da casa, mas vetada por Geraldo Alckmin. O governador alegou que o projeto é inconstitucional, tendo em vista que o documento é regrado pela legislação federal. Agora, a deputada tenta derrubar o veto de Alckmin para tentar levar a iniciativa para sanção.
Agem busca solução
A Agência Metropolitana da Baixada Santista (Agem) também discute uma solução para diminuir a burocracia. Em nota, a entidade explica que o tema foi pautado e discutido durante as reuniões da Câmara Temática da Pessoa com Deficiência do Condesb (Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista) no ano de 2013 e encaminhada posteriormente para a Câmara de Equalização das Leis Municipais com Caráter Metropolitano.
A Agem diz que o processo de unificação da documentação é difícil porque cada município tem um contrato que rege o transporte público municipal. Diante disso, a EMTU se disponibilizou em formalizar um convênio e conversar com os municípios da região metropolitana da Baixada Santista para formalização.
A empresa realizou visitas a todas as cidades no sentido de expor às prefeituras que cada uma teria de se adequar aos critérios da legislação estadual.
Fonte: Diário do Litoral
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Postado por vagner pereira
Neurónios, polinómios, polímeros.
Cérebro, cálculos, elementos químicos...
Ação, reação, relação, ímpetos.
Vivemos em sociedade e temos que sempre organizar nossas ideias. Do contrario, seremos alcateias.
Regadas ao despreparo e a pequenez. Fomos feitos pra aprender, pra crescer. Embora muitos não se preocupam com isso, em virtude das licitudes e deleites de uma vida cheia de vícios...
Tenho convicção de que tudo se transforma. Tal como a energia e os elementos, o ser humano por tendência melhora...
Tal como a poesia vira música. A letra vira som. O que está ruim sempre melhora, pode ficar bom...
Esses são pensamentos soltos de um poeta, que viaja nas letras e desperta com o desejo de ouvir um novo som. Compartilhando de sucessos que nos levem a evolução...
Vagner pereira...
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Postado por j c dias
este abaixo é o texto.
boa noite turma do bem! uma linda noite cheia de paz e esperança. vou acordar amanhã cheio de esperança e fé.
minha vida é simpris já esta resouvida,
hoje o que desejo e reacender a esperança de ter um pais diguino para os meus netos...
posso estar iludido em pençar que o povo vai enchergar que como está não dá pra ficar.
ou estou iludido em acreditar que o povo já entendeu que a ilusão p.t lula chegou au fim que as pessouas de bem que fumdarão e apoiarão o partido já não estão lá mais...
e que o ggoverno do p.t lula diuma e sua base de apoio é só robo mintiras uma imcompetencia total.
i que a base aliada do p.t é uma quadrilia do p.m.d.b, e pp, p.r e outros. e só assim se espricca as duas presidencias da camara e do senado esta nas mãos do PMDB? é o já conhecido toma lá da ca.
veja mais essa mais uma quadrilha do bando do lula, diuma, P.t e seus aliados o robo anunciado é de dez bilhões novamente a vitima é a petrobraz fico a pençar se o marcos valerio se encorajar e seguir o exemplo do paulo roberto i abrir o bico vira heroi e o brasil agradece...
e ele se escrever um livro contano tudo o que sabe do mençalão fica rico, garante a familia e minimisa a decepição sofrida...
dessa vez são 35 bandidos do primeiro escalão do governo: ministro,
governadoris, senadoris, deputados, secretarios e o enteressante é que o tesorero é novamente do p.t...
envouvidos 35 até agora.eu arrisco um palpite vaai passar de 40...
novamente o alibaba ataca...
acorda brasil fora p.t fora diuma. bom dia!
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Postado por Lucas
Alguém aceita café?
Se desejar também, bolachas e a companhia de um solitário pensador da madrugada.
Rsrs
Boenas pessoal, nosso colega Ronaldo retornou.
Ronaldo, sinta-se bem vindo meu caro, foi muito triste o tempo que passamos sem você aqui querido.
Lembro-me de que o amigo sumiu subitamente, aaa, sim, isto mesmo, foi quando Dilma Rousseff participou de uma precária entrevista no Jornal Nacional.
E falando nisso, já que o amigo não conseguiu falar disso conosco devido sua ausência, ainda poderemos comentar sobre, o que acha?
Assistiu a supracitada entrevista que sua presidenta participou?
Acredito que sim, quando se admira um político, um músico, um autor, não se costuma perder as participações dele na mídia.
Ronaldo, se quiser comentar sinta-se em casa.
Aqui como diz nossa ilustre Cida Silva, somos uma família.
Você não deixa de fazer parte.
O pessoal ficou pedindo por você quando todos perceberam que havia ficado sumido, mas como não conseguiu postar no momento, fale agora para nós sobre aquilo que todos esperaram que o amigo falasse, sua opinião sobre a entrevista de Dilma.
Desde já peço que todos entendam o Ronaldo, independentemente de sua opinião.
Vivemos em um país democrático.
Cumprimentos a todos.
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