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Postado por Danilo Loques
Conforme assunto, segue maiores informações da notícia.
Quem souber de novidades sobre a liberação do Passe Livre para avião, favor postar aqui no mural.
Segue abaixo:
Pessoa com necessidades especiais tem direito a passe livre de avião
Não há razão jurídica ou econômica para que pessoas com necessidades especiais sem dinheiro não tenham transporte aéreo gratuito.
Assim decidiu o juiz da 25ª Vara Cível do Distrito Federal, ao determinar que a empresa aérea Avianca disponibilize uma vaga, em até dez dias, para que um homem faça seu tratamento médico em outro estado, sob pena de multa.
O autor ajuizou ação de obrigação com pedido de urgência, pois ele mora no Distrito Federal e tem uma doença cujo tratamento deve ser feito na Bahia, mas não possui condições financeiras.
O juiz reconheceu estarem presentes os requisitos para conceder a tutela de urgência, tendo o autor demonstrado ser deficiente, carente, e ter direito ao transporte gratuito (Passe Livre), benefício concedido pelo Governo Federal — o Ministério dos Transportes garante viagens gratuitas nos veículos e embarcações das empresas que operam serviços de transportes interestaduais coletivos de passageiros nas modalidades rodoviária, ferroviária e aquaviária.
Em sua decisão, o magistrado destacou que as normas que regulam o Passe Livre não trazem proibição expressa de seu uso em relação aos transportes aéreos e apontou que tal limitação seria ofensiva aos direitos fundamentais, bem como contraria as políticas públicas de integração das pessoas com deficiência.
“Saliente-se que o Decreto 3.691/00 atribuiu apenas ao Ministro de Estado dos Transportes a regulamentação do Passe Livre. Sobreleva o fato de que a norma legal não excluiu expressamente qualquer transporte e utilizou redação genérica designando tão-somente 'transporte coletivo interestadual'”, afirmou o juiz.
E concluiu: “A omissão do Poder Executivo não pode impedir o acesso das pessoas portadoras de necessidades especiais ao transporte coletivo gratuito, sob pena de contrariar a tutela eficaz dos direitos fundamentais. Há de se acentuar, ainda, que as políticas públicas voltam-se à plena integração da pessoa portadora de deficiência, a fim de assegurar o pleno exercício dos direitos individuais e sociais, inclusive no tocante ao acesso ao transporte”.
Cabe recurso contra a decisão.
Fonte: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios
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Postado por eliene
usar maquiagem. Pois, eu não entendi pois eu tenho um pouco de perda de
audição e no meu imail eu entendo
melho. abraços a todos tem um bom dia, fica todos com Deus.
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Postado por Dorcival
Moçada, hoje vou mesclar seriedade com brincadeiras. Só vou fazer isto porque, a matéria séria que vou postar, me deixou indignado e triste.
A indignação é de ver como um partido, (pessoas), podem jogar tão sujo. A tristeza é que o povo que eles pretendem representar apoiem isto.
***
24/09/2014 às 19:27
Depois de fazer terrorismo eleitoral na TV, PT agora se queixa de adversários
Por Marcela Mattos, na VEJA.com:
Autor de sucessivas peças de terrorismo eleitoral pregando o discurso do medo caso deixe o poder, o PT anunciou que fará uma ofensiva contra as campanhas de Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) na Justiça Eleitoral. O partido quer direito de resposta porque não gostou das críticas feitas pelos adversários à gestão da presidente-candidata Dilma Rousseff.
No programa eleitoral exibido nesta terça, a campanha de Marina afirmou que a Petrobras “virou caso de polícia” em referência à profusão de escândalos que cercam a empresa nos últimos anos. A propaganda mostrou uma reportagem na qual o Tribunal de Contas da União pede que Dilma responda pela compra da refinaria sob suspeita, em Pasadena, no Texas, cuja compra pela Petrobras deixou prejuízo de quase 1 bilhão de dólares. Na época do negócio, Dilma era presidente do Conselho de Administração da Petrobras.
No caso de Aécio, a queixa do PT é que a campanha tucana mentiu ao afirmar que o governo Dilma não entregou as obras que prometeu. Um levantamento da ONG Contas Abertas, por exemplo, mostrou que o número de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no papel é três vezes maior do que os empreendimentos em execução.
“A candidata do PSB excedeu todos os limites de desfaçatez ao atacar a presidente Dilma e o PT, igualando-se às práticas mais obscuras da velha política. A Marina diz que faz o debate, não o embate, mas partiu para a baixaria”, disse o presidente do PT, Rui Falcão, um dos coordenadores da campanha de Dilma. “Nós sempre falamos a verdade de cara limpa, rosto aberto, sem nos escondermos e exibindo fatos e argumentos. Marina que mentiu sobre dados do desmatamento, sobre o quanto recebe por suas palestras e ainda faz insinuações descabidas, como é o caso de atribuir responsabilidade a nossa presidente por nomeações de diretores que depois praticaram mal feitos”, continuou.
Para quem acompanha a escalada da propaganda petista no rádio e na televisão, a fala do presidente do PT deixou a dúvida: se era algum tipo de piada ou se ele não assistiu as peças eleitorais recentes produzidas pela própria campanha que coordena – uma delas, inclusive, barrada pela Justiça Eleitoral.
***
Isto me lembra as táticas nazifascistas. “uma mentira repetida mil vezes torna-se uma verdade”.
Ou ainda Lênin,que acho um cara genial, embora usasse isto só em seu próprio benefício.” acuse os outros de praticar aquilo que você pratica.”.
Desculpem meu mau jeito. Mas, não voto em um partido que faça um jogo sujo destes nem para líder de PUTEIRO. Imaginem, para liderar o País em que vivo.
Agora vamos espairecer!
***
Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! Socorro! Todos Para o Abrigo! Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos!
A rinha de galo continua: Dilma e Marina. "Sua crente chata com cara de ET." "Cala a boca, boneco do Chucky." "Meu macarrão com ovo é melhor que o seu." Rarará!
E o Piauí Herald: "Dilma acusa Marina de ter chulé".
E Marina acusa Dilma de ter gordura trans! Rarará!
E as duas brigando pela Amazônia?
A Dilma vai cimentar a Amazônia pra fazer um estacionamento. Todo brasileiro tem direito a estacionar! Patrocínio Petrobras!
E a Marina vai fazer 18 buracos e transformar a Amazônia num campo de golfe gospel! Patrocínio Itaú Cultural!
E o Aécio? Quem? O Aécio, aquele mineiro que queria ser presidente. Rarará!
E ontem eu vi na home do UOL uma eleitora do Aécio: uma cachorrinha spitz alemã!
Com o adesivo do tiozinho pendurado no pescoço!
E adorei a charge do Frank: "Pela margem de erro do Ibope, hoje tanto pode ser domingo como quinta-feira". Ou sábado, dia 27 de 2030! Rarará!
Eu estava no aeroporto de Salvador quando vi uma menina fazendo pesquisa: "O senhor ganha quanto por mês?".
E o cara: "R$ 1.920!". "Posso arredondar pra 2.000?" Rarará! Arredonda o Aécio pra 20%!
E como disse um leitor: "Se o Skaf fizer apenas 1% do prometido na campanha, ele vai precisar de 15 anos". O prometedor de promessas! (Aqui sou eu. Só na educação ele precisaria de uns 30 anos.)
E agora me ocorreu uma grande dúvida: quem vai fazer boca de urna pro Kid Bengala?
Tem que ter a boca do tamanho de uma gaveta! Rarará!
É mole? É mole, mas sobe!
Hilário Eleitoral! A Turma da Tarja Preta! E esse candidato: DOUTOR QUEDA!
E o adesivo dele é: "Doutor Queda! Fora, Dilma". Rarará!
E direto de Santa Catarina, Chico do Rabazedo!
E adorei essa de Pernambuco: Neneca do Piston.
Eles podiam se casar: o Rabazedo com o Neneca do Piston. Aí ficaria Neneca do Piston do Rabazedo. Rarará!
Nóis sofre, mas nóis goza.
Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República!
Diz que o mercado tá nervoso! Manda eles darem uma bimbada! É o que eu faço com o meu cachorro. Quando ele tá nervoso, levo pra dar uma bimbada! Rarará!
"Dilma é orientada a acalmar o mercado." Ela não tem que acalmar o mercado, tem que acalmar o supermercado.
O problema da Dilma não é o mercado, é o supermercado! Preços nervosos!
E essa: "Marina autoriza Alckmin em panfletos do PSB". Mudou de ideia de novo?
A Marina ia deixar o atendente do Spoleto doido. "Acompanhamento?" "Palmito, não, não, ervilha." "Ervilha?" "Não, não, pimentão." "Pimentão?" "Não, chuchu, Alckmin, picolé de chuchu!" Rarará!
E essa: "Aécio diz que o PT afugentou investimentos estrangeiros". E o Aécio afugentou os mineiros. Ops, até os mineiros! Rarará!
E adorei a charge do Samuca com a Dilma entrevistada: "Acabou o tempo, podem fazer as perguntas".
E adorei o embate Dilma Porcão X Miriam Leitão no Bundinha Brasil. Acabou em torresmo. Se a Dilma ganhar, a Miriam Leitão vai virar torresmo! Rarará! (Eu outra vez. Se vocês não viram esta entrevista, procurem no g1. Ela está em vídeo e em texto. A Miriam deixa a Dilma perdida, perdida!)
E já imaginou a Dilma acalmando o mercado? "Ou vocês ficam calmos ou viro essa porra da Bolsa em pochete, eu estatizo o shopping JK!" Rarará!
E o novo apelido do Garotinho é jacaré: fora do Rio não é nada.
E o novo apelido do Padilha é esteira: corre, corre, mas não vai a lugar algum.
E o apelido do assessor econômico do Aécio é: Arminio Naufraga!
E adorei esse cavalete no Rio: "Canella apoia Pezão". Mas não é o contrário? Eu falei que a eleição no Rio tá de cabeça pra baixo! Rarará!
E o Pudim apoia o Garotinho! Rarará! É mole? É mole, mas sobe!
Os Predestinados! Mais três para a minha série os Predestinados. É que aqui em São Paulo tem um proctologista chamado Alexandre SAKANO! E em Brasília tem o dentista RISOFINO.
E no hospital da PUCRS: cirurgia plástica, doutor LINDO Cristaldo. "Doutor, eu quero ficar lindo, eu quero ficar cristaldo, lindo como um cristaldo." Rarará!
***
Desculpem os parênteses no meio do texto. Mas achei pertinentes.
Abraços para todos!
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Postado por vilson
Bom dia,
Como é de costume, tenho o hábito de ler as postagens com certa rotina.
Assim sendo, abro minha mensagem dizendo que achei fantástico o texto trazido pelo Dorcival, várias palavras chaves são possíveis extraí dele. Tais como: pena de morte só serve para ladrão de galinhas, em última análise é bem isso mesmo; defesa do militarismo, para quem fica confinado dentro de casa, realmente é uma boa medida; preguiça do eleitor, isso também não é novidade, pois gostamos muito de fazer apontamentos, achar defeito em tudo, vejam, quantas vezes aqui falaram que as leis são falhas e que o ordenamento jurídico precisa de mudanças, contudo, os que fazem esses apontamentos nunca trouxeram um artigo ou mesmo um parágrafo que justificasse o comentário. É simples, pois apontar é mais fácil do que fazer...
No tocante a entender que esse espaço é democrático como algumas mensagens fazem querer crer. Eu não concordo que seja, salvo se houve mudança no conceito de democracia. Porque não posso crer que aqui há uma democracia como se fala, se quando minha mensagem é contrariada por outras mensagens fundamentadas, sejam pelo conhecimento, sejam por meio de pesquisas. Eu não aceito e logo faço ataques gratuito, desmerecendo o colega que postou a mensagem contrariando. Por exemplo, o colega Lucas é um dos que mais prega que esse espaço é democrático, porém eu o convido a fazer uma reflexão acerca de suas mensagens anteriores e verificar se elas são condizentes com um conceito simples de democracia...
Se eu entender que aqui há uma democracia, por mais que uma opinião postada por mim seja contrariada, não me dará o direito de ofender. A mim, cabe duas coisas, contra argumentar de maneira fundamentada ou de repente aprender com o que o colega estar trazendo. Dizemos muitas vezes que não sabemos tudo, porém temos imensas dificuldades de aceitar que o outro estar transmitindo conhecimento. De modo que fica mais fácil dizer que o conteúdo é barato, etc...
Dessa forma, foi exposta minha opinião, caso alguém se sinta a vontade para comentar, eu garanto que de minha parte trocaremos várias experiências acerca do proposto por mim. porque entendo que debates democráticos desprovidos de interesses é feito assim, ou seja, sem ofender quem quer que seja. Entendo que com esse comentário não ofendi ninguém, mesmo porque é simples de identificar.
No mais, fica um grande abraço!
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Postado por Yasmim Ferreira
ERA UMA VEZ um grande violinista chamado PAGANINI.
Alguns diziam que ele era muito estranho.
Outros, que era sobrenatural.
As notas mágicas que saiam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade
de ver seu espetáculo.
Numa certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores, estava
preparado para recebê-lo.
A orquestra entrou e foi aplaudida.
O maestro foi ovacionado.
Mas quando a figura de Paganini surgiu, triunfante, o público delirou.
Paganini coloca seu violino
no ombro e o que se assiste a seguir é indescritível.
Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias parecem ter asas
e voar com o toque
daqueles dedos encantados.
DE REPENTE, um som estranho interrompe
o devaneio da platéia.
Uma das cordas do violino de Paganini arrebenta.
O maestro parou.
A orquestra parou.
O público parou.
Mas Paganini não parou.
Olhando para sua partitura, ele
continua a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.
O maestro e a orquestra,
empolgados, voltam a tocar.
Mal o público se acalmou quando,
DE REPENTE,
um outro som perturbador derruba a atenção dos assistentes.
Uma outra corda do violino de Paganini
se rompe.
O maestro parou de novo.
A orquestra parou de novo
Paganini não parou.
Como se nada tivesse acontecido,
ele esqueceu as dificuldades
e avançou tirando sons do impossível.
O maestro e a orquestra, impressionados voltam a tocar.
Mas o público não poderia imaginar
o que iria acontecer a seguir.
Todas as pessoas, pasmas, gritaram OOHHH!
Que ecoou pela abobadilha daquele auditório.
Uma terceira corda do violino de Paganini se quebra.
O maestro pára.
A orquestra pára.
A respiração do público pára.
Mas Paganini não pára.
Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído.
Nenhuma nota foi esquecida.
O maestro empolgado se anima.
A orquestra se motiva.
O público parte do silêncio para a euforia,
da inércia para o delírio.
Paganini atinge a glória.
Seu nome corre através do tempo.
Ele não é apenas um violinista genial.
É o símbolo do profissional
que continua diante do impossível.
Moral da História
Nem tudo está perdido. Ainda existe uma corda e é tocando nela que você exercerá seu talento.
Tocando nela é que você irá vibrar.
Aprenda a aceitar que a vida sempre lhe deixará uma última corda.
Quando você estiver desanimada(o), nunca desista.
Ainda existirá a corda da persistência inteligente, do
"tentar mais uma vez "
(Desconheço o autor)
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Postado por eve
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Postado por aparecida
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Postado por Celso
como se no planalto não houvessem bandidos da mesma espécie, sendo motivo de gargalhadas pelo mundo afora, pois desde os sete a um da alemanha que não
riam tanto da gente, porém com sua viagem, quem deveria assumir a presidência seria o vice, mas como ele é candidato à releição, ficou impossibilitado
e viajou para o uruguai, deixando a vaga para o presidente da camara, que também é candidato e também abandonou o país, devendo assumir o presidente
do senado, que também é candidato e também fugiu, portanto estamos desgovernados, mas não tem importância, pois já estamos assim desde 2003, rsrsrsrs.
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Postado por Lucas
Percebo que o amigo se atrasou na tentativa de ganhar fama.
rsrs
Continue tentando que um dia chega lá!
Brincadeira, isto é para descontrair.
Aaa, e obrigado por me chamar de Luquinhas, Rsrs, até hoje somente algumas muchachas haviam me chamado assim.
rsrs
Percebo que o mural descontraído está voltando ao normal.
Até a próxima companheiros.
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Postado por Ronaldo Pires
Espero que muito bem!
Olha aí a entrevista que o Luquinhas queria omitir e da qual eu falava e pessoal tomem cuidado com alguns por aqui que gostam de confundir e não esplicar kkk que pena não é mesmo?
O sorteio que foi realizado com a supervisão de assessores dos partidos políticos determinou que, depois de Aécio Neves e de Eduardo Campos, fosse a vez de a candidata
do PT à reeleição, Dilma Rousseff, ser entrevistada. E é por isso que estamos aqui em Brasília, no Palácio do Alvorada, porque é aqui que nós fazemos as entrevistas
com presidentes candidatos à reeleição.
William Bonner: Candidata, boa noite.
Dilma Rousseff: Boa noite, Bonner. Boa noite, Patrícia Poeta. Boa noite, telespectadores.
William Bonner: O tempo total da entrevista é de 15 minutos, como foi o dos demais candidatos. E a gente procura reservar um minuto e meio, um minuto no fim, para
que o candidato possa expor aqueles projetos que ele considera prioritários para o governo no caso de ser eleito, ou no caso de ser reeleita, no caso de hoje. O
tempo começa a contar a partir de agora. Candidata, no seu governo houve uma série de escândalos de corrupção e de desvios éticos. Houve escândalo de corrupção
no Ministério da Agricultura, houve escândalo de corrupção no Ministério das Cidades, no Ministério dos Esportes, houve escândalo de corrupção no Ministério da
Saúde, no Ministério dos Transportes, houve escândalo de corrupção no Ministério do Turismo, no Ministério do Trabalho. A Petrobras acabou se tornando objeto de
duas CPIs no Congresso. A senhora sempre diz que todos esses escândalos foram revelados pela Polícia Federal e estão sendo investigados pela Polícia Federal, que
é um órgão do governo federal. A questão que eu lhe faço é a seguinte: qual é a dificuldade de, desde o início, se cercar de pessoas honestas, que lhe permitam
formar uma equipe de governo honesta e que evite esta situação que nós vimos de repetidos casos de corrupção? Não há uma sensação, não pode haver uma sensação no
ar de que o PT descuida da questão ética ou da questão da corrupção?
Dilma Rousseff: Bonner, não pode, não. Sabe por quê? Porque nós, justamente, fomos aquele governo que mais estruturou os mecanismos de combate à corrupção, à irregularidade
e maus feitos. Por exemplo, a Polícia Federal, no meu governo e no do presidente Lula, ganhou imensa autonomia. Para investigar, para descobrir, para prender. Além
disso, nós tivemos uma relação muito respeitosa com o Ministério Público. Nenhum procurador-geral da República foi chamado, no meu governo ou no do presidente Lula,
de engavetador-geral da República. Por quê? Porque também escolhemos, com absoluta isenção, os procuradores. Outra coisa: fomos nós que criamos a Controladoria-Geral
da União, que se transformou num órgão forte e também que investigou e descobriu muitos casos. Terceiro, aliás, eu já estou no quarto. Nós criamos a Lei de Acesso
à Informação. Criamos, no governo, um portal da transparência. Mas eu quero te dizer uma coisa: nem todas as denúncias de escândalo, Bonner, resultaram em, realmente,
a constatação que a pessoa tinha de ser punida e seria condenada. Pelo contrário. Muitos daqueles que foram identificados como tendo, pela mídia, como tendo praticado
atos indevidos, foram posteriormente inocentados. Eu quero te dizer o seguinte, eu nunca...
William Bonner: Correto. Mas, a candidata, eu deveria só dizer à senhora o seguinte: a senhora listou aqui uma série de medidas que foram providenciadas depois
de ocorridos os escândalos.
Dilma Rousseff: Não. Isso tudo foi antes.
William Bonner: Bom, entre as medidas que a senhora providenciou depois dos escândalos esteve o afastamento de alguns ministros. Em quatro casos, a senhora trocou
um ministro por alguém que era do mesmo partido dele e do mesmo grupo político dele. E que frequentava o mesmo círculo. Essa situação, a senhora considera que não
foi trocar seis por meia dúzia? A senhora considera que foi uma atitude prudente, como presidente, substituir nessas circunstâncias? Foi uma medida eficaz da sua
parte, candidata?
Dilma Rousseff: Eu, continuando o que eu estava dizendo, Bonner, nem todos as pessoas denunciadas foram punidas pelo Judiciário e tiveram comprovadamente culpa.
Muitas pessoas, inclusive, se afastaram porque é muito difícil resistir à pressão da família ou à apresentação da pessoa como tendo praticado um crime.
William Bonner: Mas a senhora manteve gente do mesmo grupo político nos casos.
Dilma Rousseff: Agora, na segunda, respondendo a segunda pergunta, por exemplo, recentemente eu fui muito criticada por ter substituído o César Borges pelo Paulo
Sérgio. Ora, o Paulo Sérgio foi meu ministro e foi ministro do presidente Lula. Quando saiu do governo, ele ficou dentro do governo no cargo importante, que é da
Empresa de Planejamento Logístico. O Cesar Borges o substituiu. Posteriormente, eu troquei o César Borges novamente aí pelo Paulo Sérgio. Fiz a troca ao contrário.
O César Borges também ficou dentro do governo, na Secretaria de Portos. Os dois são pessoas que eu escolhi, nas quais eu confio, acho que são pessoas bastante...
William Bonner: Mas não foi exigência do partido, candidata?
Dilma Rousseff: Os partidos podem fazer exigências. Agora, eu só aceito quando eu considero que ambos, e é isso que eu queria concluir, ambos são pessoas íntegras,
e não só íntegras, são competentes, têm tradição na área. E são pessoas da minha confiança. Então, eu troquei porque eu tinha confiança nessas pessoas.
William Bonner: Então, me deixa agora perguntar à senhora. E em relação a seu partido? O seu partido teve um grupo de elite de pessoas corruptas, comprovadamente
corruptas, eu digo isso porque foram julgadas, condenadas e mandadas para a prisão pela mais alta corte do Judiciário brasileiro. Eram corruptos. E o seu partido
tratou esses condenados por corrupção como guerreiros, como vítimas, como pessoas que não mereciam esse tratamento, vítimas de injustiça. A pergunta que eu lhe
faço: isso não é ser condescendente com a corrupção, candidata?
Dilma Rousseff: Eu vou te falar uma coisa, Bonner, eu sou presidente da República. Eu não faço nenhuma observação sobre julgamentos realizados pelo Supremo Tribunal,
por um motivo muito simples: sabe por que, Bonner? Porque a Constituição ela exige que o presidente da República, como exige dos demais chefes de Poder, que nós
respeitemos e consideremos a importância da autonomia dos outros órgãos.
William Bonner: Então a senhora condena a postura do PT nesse caso?
Dilma Rousseff: Eu não julgo ações do Supremo. Eu tenho as minhas opiniões pessoais.
William Bonner: Mas e a ação do seu partido, a senhora condena essa ação?
Dilma Rousseff: Enquanto eu for presidente, eu não externo opinião a respeito de julgamento do Supremo. E vou te dizer, Bonner, não é a primeira vez que eu respondo
isso. Eu, durante o processo inteiro, não manifestei nenhuma opinião sobre o julgamento. Até porque respeito o julgamento.
William Bonner: Mas candidata, a pergunta que eu lhe fiz foi sobre a postura do seu partido. Qual sua posição a respeito da postura do seu partido?
Dilma Rousseff: Eu não vou tomar nenhuma posição que me coloque em confronto, conflito, ou aceitando ou não. Eu respeito a decisão da Suprema Corte brasileira.
Isso não é uma questão subjetiva. Para mim exercer o cargo de presidência, eu tenho de fazer isso.
Patrícia Poeta: Corrupção não é o único problema. O seu governo diz que sempre investiu muito na área de saúde. E essa continua sendo exatamente a maior preocupação
dos brasileiros, segundo uma pesquisa do Instituto Datafolha. Isso depois de 12 anos de governos do PT, ou seja, mais de uma década, candidata. Não foi tempo suficiente
para colocar esses problemas nos trilhos, não?
Dilma Rousseff: Olha, Patrícia, nós tivemos, e ainda temos muitos problemas a enfrentar e desafios a enfrentar na Saúde. Eu acredito que nós enfrentamos um dos
mais graves desafios que há na Saúde. Porque na Saúde você precisa de ter médicos. Pode ter tudo, se não tiver médicos, não tem atendimento à saúde. Também é possível
a gente olhar a população e ver nas pesquisas que ela reclama, sempre reclamou, da falta de médicos. Nós tivemos uma atitude muito corajosa. O Brasil tem uma das
menores taxas de médicos por mil habitantes, 1,8. E isso levou a uma carência imensa de médicos da atenção básica – são os postos de saúde. É sabido que 80% dos
problemas de saúde da população você consegue resolver na atenção básica. Então qual foi a providência que nós tomamos, com muita resistência, mas muita resistência?
Nós, primeiro, chamamos médicos brasileiros para atender. O número? Precisávamos em torno de 14 mil médicos. O número veio insuficiente, não tinha médicos suficientes
formados no Brasil com condições de atender. Depois, chamamos médicos, brasileiros ou não, formados no interior individualmente. Na sequência, também não chegou
a um número suficiente. Na sequência, chamamos médicos cubanos, através da OPS, e aí conseguimos chegar a 14.462 médicos, que, pelos dados da OMS, correspondem
a uma capacidade de atendimento de 50 milhões de brasileiros.
Patrícia Poeta: Deixa eu fazer só um adendo aqui.
Dilma Rousseff: Cinquenta milhões de brasileiros não tinham atendimento médico, hoje têm. Agora nós estamos em uma segunda etapa.
Patrícia Poeta: Deixa eu só fazer um adendo que eu acho que é importante para os nossos telespectadores.
Dilma Rousseff: Perfeitamente, Patrícia.
Patrícia Poeta: A senhora diria que, então, diante dos nossos telespectadores, que hoje enfrentam filas e filas nos hospitais, muitas vezes são atendidos em macas,
que muitas vezes não conseguem fazer um exame de diagnóstico, que a situação da Saúde no nosso país hoje é minimamente razoável, depois de 12 anos?
Dilma Rousseff: Não. Não acho, não acho, até porque, Patrícia, o Brasil precisa também de uma reforma federativa, porque há responsabilidades federais, estaduais
e municipais. Nós assumimos, no caso dos Mais Médicos, o atendimento aos postos de saúde como uma responsabilidade basicamente, nós assumimos como federal. Ela
é uma responsabilidade compartilhada. Mas assumimos como federal porque temos mais recursos. Agora veja o resto do raciocínio, Patrícia.
William Bonner: Nós vamos falar de economia.
Dilma Rousseff: Não. Vou falar de economia, tenho o maior prazer, Bonner. Veja só qual é a sequência disso. Agora nós consideramos que é muito importante duas coisas:
primeira, tratar das especialidades; criar as condições para o Brasil dar atendimento de especialidades, que são aquelas que nós sabemos – o ortopedista, o ginecologista,
o cardiologista –, com exames mais rápidos. Assim como nós enfrentamos...
William Bonner: Candidata, desculpe a senhora disse...
Dilma Rousseff: E resolvemos o problema dos 14 milhões, aliás dos 50 milhões de brasileiros e dos 14 mil médicos, hoje nós temos já condição de resolver isso,
porque diminuímos a pressão, porque todo mundo que não era atendido num posto de saúde ia para uma UPA ou para um hospital.
William Bonner: Nós entendemos. Entendemos. Vamos à economia.
Patrícia Poeta: É que a colocação, candidata, era 12 anos, 12 anos de governos, três mandatos. Mas o Bonner quer falar sobre economia.
William Bonner: Vamos falar de economia porque é um tema importantíssimo.
Dilma Rousseff: Nestes três mandatos, a gente teve, não vamos esquecer, teve o Samu, que atende 149 milhões de brasileiros, e que não existia.
William Bonner: A senhora já respondeu à Patrícia que não, não é minimamente razoável. A senhora disse isso. Então, vamos em frente.
Dilma Rousseff: Eu acho que nós temos que melhorar a saúde, não tenho dúvida disso. Nenhuma.
William Bonner: Vamos em frente: economia. A inflação, neste momento, a inflação anual está no teto daquela meta estabelecida pelo governo, está em 6,5%. A economia
encolheu 1,2% no segundo trimestre desse ano e tem uma projeção de crescimento baixíssima para esse ano, menor do que 1%. O superávit do primeiro semestre desse
ano foi o pior dos últimos 14 anos. Quando a senhora é confrontada com estes números ruins, a senhora diz que eles são produto, são resultado de uma crise internacional,
aliás, a senhora diz até que eles nem são tão ruins assim, porque a senhora lembra o caso das demissões de milhões na Europa e o fato de o Brasil ter hoje uma situação,
praticamente, de pleno emprego. Aí quando os analistas dizem que 2015, ano que vem, vai se um ano difícil, um ano de acertos de casa, que é preciso arrumar a economia
brasileira e portanto isso vai impor algum sacrifício, vai ser um ano duro, a senhora diz que isso é pessimismo. E aí eu lhe pergunto: a senhora considera justo
ora, olhando para os números da economia, ora culpar o pessimismo, ora culpar a crise internacional pelos problemas? O seu governo não tem nenhum papel, nenhuma
responsabilidade nos resultados que estão aí?
Dilma Rousseff: Bonner, primeiro, nós enfrentamos a crise, pela primeira vez no Brasil, não desempregando, não arrochando os salários, não aumentando os tributos,
pelo contrário, diminuímos, reduzimos e desoneramos a folha. Reduzimos a incidência de tributos sobre a cesta básica. Nós enfrentamos a crise, também, sem demitir.
Qual era o padrão anterior...
William Bonner: Mas o resultado, no momento, é muito ruim, candidata.
Dilma Rousseff: Não, o resultado no momento, veja bem...
William Bonner: Inflação alta, indústrias com estoques elevados, ameaça de desemprego ali na frente.
Dilma Rousseff: Veja bem, Bonner. Eu não sei, eu não sei da onde que estão seus dados, mas nós estamos...
William Bonner: Da indústria, candidata.
Dilma Rousseff: Só um pouquinho. Nós temos duas coisas acontecendo. Nós temos uma melhoria prevista no segundo semestre. Vou te dizer por quê. Primeiro.
William Bonner: Isso não é ser otimista em contrapartida ao pessimismo que a senhora critica?
Dilma Rousseff: Não. Não. Você sabe, Bonner, tem uma coisa em economia que chama os índices antecedentes e os índices que evidenciam como é que é a situação atual.
O que que são os índices antecedentes, por exemplo? A quantidade de papelão que é comprada, a quantidade de energia elétrica consumida, a quantidade de carros que
são vendidos. Todos esses índices indicam uma recuperação no segundo semestre, vis-à-vis ao primeiro. Além disso, a inflação, Bonner, cai desde abril, e agora,
ela atinge, hoje, se você não olhar pelo retrovisor e olhar pelo que está acontecendo hoje, ela atinge 0%. Zero. O último dado do IPC-S que saiu, se não me engano
hoje ou ontem, chegou a 0,08%. O que eu estou dizendo, é o seguinte, o Brasil...
William Bonner: Candidata, nosso tempo...
Patrícia Poeta: O tempo está acabando, candidata.
Dilma Rousseff: Acabou?
William Bonner: É.
Dilma Rousseff: Desculpa.
William Bonner: É que nós temos... Eu quero garantir a senhora o seu tempo de 1 minuto e meio.
Dilma Rousseff: O meu 1 minuto?
William Bonner: Exato.
Patrícia Poeta: Que agora já diminuiu.
William Bonner: Os seus projetos prioritários.
Dilma Rousseff: Eu só estou querendo dizer que, pra mim, nós estamos superando a dificuldade de enfrentar uma crise sem demitir, gerando emprego e renda.
William Bonner: Seus projetos prioritários.
Dilma Rousseff: Olha, Bonner, eu fui eleita para dar continuidade aos avanços do governo Lula. Ao mesmo tempo nós preparamos o Brasil para um novo ciclo de crescimento.
O Brasil moderno, mais inclusivo, mais produtivo, mais competitivo. Nós criamos as condições para o país dar um salto, colocando a educação no centro de tudo. E
isso significa, Bonner, que nós queremos continuar a ser um país de classe média. Cada vez maior a participação da classe média, mais oportunidades para todos.
William Bonner: O tempo, 15 minutos e meio.
Patrícia Poeta: Para concluir candidata, nosso tempo já esgotou.
Dilma Rousseff: Queria concluir dizendo o seguinte: eu acredito no Brasil. Acho que, mais do que nunca, todos nós precisamos acreditar no Brasil e diminuir o pessimismo.
E...
Patrícia Poeta: OK, obrigada candidata.
Dilma Rousseff: E peço o voto dos telespectadores e...
William Bonner: E nós agradecemos a compreensão. A compreensão por ter que interromper.
Dilma Rousseff: Peço o voto para o Brasil continuar avançando. Também compreendo e suspendo a minha fala.
Patrícia Poeta: Nós temos que encerrar.
Dilma Rousseff: Muito obrigado.
William Bonner: Eu que agradeço a sua presença no Jornal Nacional.
E afirmo que ao assistir ao vivo essa entrevista dava-nos a grande impreção de que os entrevistadores queriam esnobar a nossa presidênta Dilma Rousseff e agora veja o que nos escreveu um dos muralista deste mural cegueta hum:
Postado por Paulo Henrique - Serrinha/Bahia paulo.newcity@gmail.com em 19 de Agosto de 2014 as 11:01
Bom dia mural!
Não sou petista, tão pouco quero com essa postagem defender o governo nem a presidenta... digo presidente. Mas sempre notei que a globo da uma puxadinha pra o lado de lá, mesmo estando no poder um outro partido. Tal vez o PSDB seja o partido que mais satisfaça os teus intereces, e aí, a imparcialidade jornalística que deveria existir principalmente em debates eleitorais se mostra um tanto quanto tímida.
E bota timida nisso!
Olha Lucas meu mimoso amiguinho, pare de ser desonestos com os participantes aqui do mural e seja verdadeiro e fale a verdade está certo?
Agora que disse a verdade a todos saio rápidamente para meus afazeres e tomem as minhas palavras como uma precaução contra alguns que por aqui passam querendo abocanhar uns votinhos para a Marina Silva kkk!
Quero por fim agradecer ao caro amigo Rarq, um dos muralistas que me entendeu e também disse as verdades que precisavam ser ditas para alguns aqui neste mural através de seu escrito que diz assim:
Caros postadores quero deixar a minha opinião, sobre os
últimos acontecimentos, neste concorrido, plural e não muito
democrático mural. É de impressionar qualquer um ao ver
tamanha arrogância, prepotencia e pricipalmente petulância
de muitos postadores que se catalogam como serem pessoas,
inteligentes, muito humildes, e nos deixando seu basto
conhecimento. E chamando a um postador de fanático, por
defender aquilo no que acredita. É certo que tem vezes que
exagera na sua defesa, mas isso não é motivo para
que os auto catalogados de humildes, e muito presunçosos
muralistas agridam verbalmente toda hora um outro colega,
só pelo fato de ele ter uma ideologia diferente. É muito
vergonhoso ver como estes postadores, agem com muito mais
fanatismo ao defender seu ponto de vista. Meus amigos se
vocês tem tanta certeza no que acreditam, por que?, tentam
ridicularizar quem pensa diferente. está na hora de serem
maduros, humildes e democráticos de verdade. posso ver que são
pessoas educadas. e não é necessário utilizar-se de palavras
rebuscadas para impressionar aos outros. lembrem se que
aqui participam pessoas, de diferentes graus de educação,
idade e cultura. sejam respeitosos com todos estes, que
com certeza terão o mesmo de volta..
Ps: Não sejam donos da verdade, porque ninguém é.
Uma singela homenagem a Ronaldo. voei! voei voei!
Abraços a todos (as)
Voei voei voei!
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