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Recado 36376: Olha que triste, voltei! kkk 10 de November de 2014, 13:25

Postado por Dorcival

Olá gente, todos em paz?
Pedro JR, Cá estou! Sempre na luta. E vamos juntos!
Moçada, encontrei uma matéria bem dura, porém real.
Trata de deficientes e empregabilidade. Merece mais uma de nossas discussões.
Aí vai a matéria:

***
10/11/2014 08h19 - Atualizado em 10/11/2014 08h19
81% contratam pessoas com deficiência só 'para cumprir lei'
Apenas 4% acreditam em potencial, segundo levantamento da ABRH.
Pós-graduado, profissional com deficiência acabou trabalhando em limpeza.
Cristiane Cardoso
Do G1, no Rio

Christian Guerrato, de 28 anos, tentou por três anos uma colocação profissional sem participar da lei de cotas. E só conseguiu um emprego quando fez uso da lei.
Apesar de possuir graduação e pós-graduação, Christian Guerrato, de 28 anos, tentou por três anos uma colocação profissional sem participar da lei de cotas. Ele só conseguiu um emprego quando fez uso da lei.

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) Nacional realizada com 2.949 profissionais do setor apontou que 81% dos recrutadores contratam pessoas com deficiência “para cumprir a lei”. Apenas 4% declararam fazê-lo por "acreditar no potencial" e 12% o fazem "independente de cota". Para Teresa Amaral, superintendente do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência, este é um dos principais problemas da inclusão desses profissionais no mercado de trabalho no país.
“Eu acho que a grande questão é o olhar da empresa para a pessoa com deficiência com obrigação e não a contratação de uma pessoa competente. No momento que a empresa pensa 'vou ter que contratar despesa', essa pessoa vira um fardo para os seus quadros e ela já começa desistindo. Então, a grande mudança que é preciso é esse olhar das empresas e da sociedade no geral sobre a competência de pessoas com deficiência”, declarou ao G1.

Christian Guerrato, de 28 anos, é um dos exemplos de profissional em busca de uma oportunidade de trabalho à altura de sua qualificação. Formado em administração, com duas pós-graduações em marketing, uma concluída e outra em curso, ele é fluente em espanhol, possui inglês avançado e estuda japonês. Mas já teve entre suas tarefas como assistente de merchandising – cargo que ocupou por três meses –, recolher latas de tinta e fazer limpeza.
“Fui contratado para uma função e quando cheguei, acabei tendo que fazer limpeza, tendo que dar de eletricista, pegar lata de tinta. Tudo que foi passado na entrevista não aconteceu. Quando fui ver, era algo de âmbito geral da organização. A maior dificuldade é a percepção das pessoas que vão contratar. A maioria vê o portador como se tivesse dificuldade, como se a pessoa fosse menos competente”, contou o jovem do Rio de Janeiro, que possui atrofia ocular.
Falta de informação e preconceito
De acordo com a pesquisa "Profissionais de RH: expectativas e percepções sobre a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho", cerca de 50% declararam já terem entrevistado pessoas com deficiência. No entanto, destes, 56% afirmaram não se sentir bem preparados para tal função, o que, para a ABRH, representa uma fragilidade do processo de inclusão.
“Esse dado é preocupante, visto que os gestores são fundamentais ao processo de inclusão. Afinal, são eles que decidem sobre a contratação dos profissionais com deficiência e que os gerenciam. Sem suporte adequado, o risco de má gestão é amplificado, ocasionando situações de exclusão dentro do próprio ambiente de trabalho, falta de assistência adequada ou diferenças de tratamento e oportunidades”, analisou a associação.
Marcia Costa trabalha há seis anos da Light. Nos corredores, há sinalizações em braille para que os funcionários deficientes visuais saibam onde estão localizadas suas mesas (Foto: Cristiane Cardoso / G1)
Marcia Costa trabalha há seis anos na Light. Nos
corredores da empresa, há sinalizações em braille
para que ela e outros funcionários deficientes
visuais saibam onde estão localizadas suas mesas

A pesquisa revelou ainda que 65% dos gestores possuem resistência em entrevistar e/ou contratar pessoas com deficiência. Para a ABRH, é “outro dado preocupante”. E 93% dos que responderam a análise afirmaram que gestores devem se informar mais para entrevistar e gerenciar este profissional, “revelando que ainda existem muitas barreiras a serem derrubadas e muito trabalho a ser feito com os gestores”.
“Acredito que ainda há muito a investir em termos de conhecimento e desenvolvimento de habilidades e atitudes de gestores, em todos os níveis nas organizações, e seus empregados em geral, pois o desconforto causado às PcD [pessoas com deficiência] é decorrente da evidência do preconceito e discriminação por essas pessoas – o público interno, somado ao público externo, os clientes dessas organizações”, afirmou Jorgete Lemos, diretora de Diversidade da ABRH Nacional.
Quantidade de empregos – pessoas com deficiência
Estado
Empregados
RR
1.742
AC
541
AM
4.996
RR
414
PA
5.374
AP
637
TO
1.019
MA
4.107
PI
2.626
CE
13.719
RN
4.895
PB
4.091
PE
12.608
AL
2.946
SE
2.324
BA
14.125
MG
37.266
ES
7.674
RJ
29.049
SP
111.295
PR
23.904
SC
18.796
RS
28.203
MS
3.132
MT
3.509
GO
8.770
DF
10.976
Total
358.738
Dados da Rais 2013 mais Caged 2014, até setembro
Para a assistente de compras Marcia Marisa Costa, de 45 anos, que trabalha há seis anos na Light – empresa privada de geração, comercialização e distribuição de energia do Rio de Janeiro –, a falta de convívio com pessoas com deficiência potencializa o preconceito de que há limitações do profissional para executar as atividades necessárias para o cargo pretendido.
“Não tem outro nome. O preconceito é fruto da falta de conhecimento. As pessoas não entendem como uma pessoa com deficiência visual pode desempenhar determinadas funções. Para você, é claro que a questão é o preconceito, mas isso não é dito, não é verbalizado. Você não tem como fazer nada. Você consegue observar que a pessoa está insegura com você. A gente observa em entrevistas, e depois nunca mais reencontra essa pessoa”, desabafou.
Para que esse distanciamento seja contornado, Marcia, que também já trabalhou em ONGs desenvolvendo livros para deficientes visuais como ela, acredita que “o contato é muito importante”. “Essas iniciativas que muitas empresas têm de pegar o deficiente que esteja bem posicionado profissionalmente e levar para dar palestras, eu tenho visto bons resultados. Isso tem ajudado”, garantiu. Junto à Marcia, há outros 192 funcionários na Light com algum tipo de necessidade especial.
“A gente não foi acostumado a conviver com pessoas com deficiência. Não estudou em escolas com elas. É raro. Você tem um cadeirante, uma pessoa deficiência auditiva, visual. Isso já tem desde muito tempo. E isso se reflete no universo das empresas. Ela não é produtiva? Ela vai atrapalha? É uma pessoa que não posso contar?”, ponderou Patrícia Pacheco, diretora de Responsabilidade Social da ABRH-RJ.
Buscando um universo corporativo em que essas dúvidas não existam, a diretora ressaltou a importância do RH em sensibilizar gestores e equipes para “essa nova relação”, uma vez que muitos nunca tiveram contatos com pessoas com limitação física, segundo Patrícia.
“Às vezes não é culpa das pessoas, é porque não aprenderam a lidar com aquela situação. Se quer saber como lidar com a deficiência, pergunte à pessoa como ela quer ser tratada. Pergunta a ela se ela precisa de ajuda para abrir a porta, porque o que a gente não pergunta, fica na suposição e isso parte mais de uma suposição do que de uma situação real”, concluiu.
Busca por profissionais
A pesquisa revelou ainda que cerca de 80% dos entrevistados consideram que a busca por profissionais com deficiência é mais difícil em comparação com aqueles sem deficiência. “A questão está situada no âmbito comportamental/atitudinal, e por isso, é um processo lento envolvendo realinhamento de valores”, completou Jorgete, que acrescentou ainda que a limitação da busca desses profissionais a ONGs também prejudica a inclusão das PcDs.
Christian exibe todos os diplomas e certificados que possui diferentes tipos de cursos que já realizou (Foto: Cristiane Cardoso / G1)
Christian exibe todos os diplomas e certificados
que possui diferentes tipos de cursos que
já realizou (Foto: Cristiane Cardoso / G1)
“A grande dependência das empresas pelas indicações denota falta de um banco de currículos qualificado. Já a elevada busca por PcDs nas ONGs demonstra que a deficiência ainda está muito institucionalizada. A percepção de que uma pessoa com deficiência está vinculada a uma associação é grande, o que é uma visão equivocada”, analisou a ABRH.
46 milhões de pessoas com deficiência
Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego, havia no Brasil 358.738 pessoas com deficiência contratadas até setembro de 2014. O Ano de 2013 registrou 357.797 profissionais. Segundo dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil há, no entanto, cerca de 46 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, 24% da população.
Reação do gestor ao ser apresentado a candidato PcD
Em % dos entrevistados
95635Apresenta resistência para entrevistarEntrevista mas têm resistência para contratarNão apresenta resistência e contrata0502575
Fonte: ABRH
De acordo com as Estatística de Gênero do instituto – análise dos resultados do Censo 2010, divulgados em outubro – a participação da população economicamente ativa mostra diferenças entre homens e mulheres, que possuem menor participação. Segundo o IBGE, homens e mulheres de 16 a 64 anos com deficiências no grau severo ou mental/intelectual participam menos do mercado de trabalho.
Entre os respondentes da pesquisa da ABRH, 59% é formado por mulheres, 45% possuem pós-graduaçao em curso ou completo. Serviços é o setor que se destaca entre as empresas dos respondentes e 49% são gerentes, coordenadores e diretores.
Lei 8213/91
A lei determina que empresas de 100 funcionários ou mais incluam de 2% a 5% dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiências habilitadas na seguinte proporção: até 200 empregados, 2%; de 201 a 500 empregados, 3%; de 501 a 1000 empregados, 4%; e de 1001 em diante, 5%.
Principais dificuldades recrutamento (Foto: Reprodução / ABRH)
Principais dificuldades no recrutamento e seleção de pessoas com deficiência segundo pesquisa
***

Desculpe aí gente.
Quem já está integrado ou tentando ser integrado ao mercado, sabe que estes dados são bem reais.
Aqueles que pretendem entrar nele saibam que não é fácil, entretanto é possível.
Também é bom saber que não basta um monte de diplomas.

Abraços para todos!
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Recado 36375: Oi pessoal todos estão bem? espero que sim, um grande abraço a todos, fiquem com deus! 10 de November de 2014, 13:16

Postado por Maury Campos.

quero desejar, uma excelente semana, a todos os amigos que passam por esse mural, e aproveitando,
deixarei, meu contato se vocês quiserem enviarem convite, meu email é maury_campos68@hotmail.com
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Recado 36374: Triplica número de deficientes auditivos inscritos no Enem 10 de November de 2014, 13:14

Postado por Danilo Loques

Opa! Voltei!

Compartilhando mais uma notícia!
Mas antes, peço que meu amigo Giovani Naves poste aqui, em breve, seu depoimento relatando suas experiências no Enem.
Segue notícia abaixo:


Triplica número de deicientes auditivos inscritos no Enem

Em 2014, foram 8.799 inscritos; eles são acompanhados por intérpretes, têm 1 hora a mais de prova e ficam em salas separadas.

O número de estudantes surdos ou com deficiência auditiva parcial que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) triplicou nos últimos quatro anos. Em 2014, foram 8.799 inscritos, ante 2.850 que haviam declarado ter a deficiência em 2010. Do ano passado – quando 4.660 se inscreveram – para cá, o aumento foi de 88,8%.

Para atender à demanda, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela prova, reduziu o número de alunos com surdez por sala. No ano passado, eles participaram da avaliação em um ambiente separado, divididos em grupos de oito estudantes; agora, haverá apenas seis. Os alunos continuarão sendo acompanhados por dois intérpretes, que podem ajudar, e terão uma hora a mais para realizar a prova.

Todos os tradutores devem ter certificação em Língua Brasileira de Sinais (Libras). De acordo com o Inep, eles passam por um processo de capacitação presencial sobre os procedimentos da aplicação do Enem. Neste ano, foram solicitados 4.775 apoiadores – 3.332 para Libras e 1.443 para leitura labial.

Curso
As adaptações são realizadas para atender à dificuldade que muitos têm na compreensão de algumas expressões e interpretações do enunciado dos exercícios. Pensando no obstáculo, um intérprete em Libras da rede estadual de São Paulo decidiu criar, neste ano, um projeto-piloto de cursinho pré-vestibular feito totalmente na linguagem dos surdos.

“É um modelo de prova que eles não compreendem, fora o conteúdo que precisa ser adaptado”, explicou Rafael Silva, que oferece a aula gratuitamente desde agosto. O curso é dado aos sábados na Escola Estadual Dom João Marina Ogno, como parte do programa Escola da Família, e tem duração de quatro horas. A equipe tem seis professores, todos sabem Libras. “O diferencial é que não precisa de tradução do português. Já é feito na linguagem deles.”
Silva, que tem uma empresa que capacita docentes em Libras, diz que falta preparação do aluno para encarar o vestibular. “Sempre vejo essa dificuldade nos alunos, que chegam ao processo sem entender bem como ele é.” A maior dificuldade, segundo ele, é com exercícios da Língua Portuguesa.

Além das disciplinas regulares, como Matemática e Física, o curso tem aula que ensina a análise de gráficos e tabelas. “O surdo, por natureza, é visual. Apresentamos vídeos, infográficos. Só lousa e giz não são muito funcionais neste caso.” Hoje, as aulas têm 12 alunos; todos farão o Enem pela primeira vez. A ideia do professor é que haja segunda edição do curso em 2015, que deverá começar em maio.

A estudante Katiele Ferreira, de 18 anos, está no 2.º ano do ensino médio e fará o Enem como treineira. Com auxílio do intérprete, ela contou que tem estudado quatro horas por dia. “Principalmente Biologia, Português e Física.” Katiele quis fazer o cursinho para se preparar melhor e até participou de simulado na última semana. “A maior dificuldade é com o significado das palavras. Também falta tempo para tirar dúvidas.”

Para compensar a dificuldade, a jovem tem focado os estudos em Português. “Vejo todas as regras gramaticais e, quando não entendo, paro e vou atrás.” O sonho dela é trabalhar com recursos humanos. “O cursinho tem sido essencial. Há muitas coisas que a gente não aprende nem acompanha na escola.”

Fonte: Jornal Agora MS
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Recado 36373: boa tarde!! 10 de November de 2014, 12:27

Postado por Carine

Limites

Resta saber o quanto feliz você realmente quer ser. Lembre-se: não há limites para sonhar, não se limite, vá à luta! O impossível é apenas algo que alguém ainda não realizou!


Qual o seu limite para sonhar e realizar objetivos em sua vida? Nenhum.
O limite é você quem impõe. Você é a única pessoa que pode colocar restrições nos seus desejos. Veja que as grandes realizações do nosso século, acontecerem quando alguém resolveu vencer o impossível.
Nas navegações, encontramos um Colombo determinado a seguir viagens pelo mar, mesmo estando cansado de ouvir que o mar acabava e estava cheio de monstros terríveis.


Santos Dummont, foi taxado de louco tantas vezes que nem mais ligava para os comentários até fazer subir seu 14 Bis.


Ford foi ignorado por banqueiros e poderosos que não acreditavam em carros em série. Desistir de nossos projetos ou aceitar palpites infelizes em nossas vidas é mais fácil do que lutar por eles.


Renunciar, chorar, aceitar a derrota é mais simples pelo simples fato de que não nos obriga ao trabalho e ser feliz, dá trabalho. Ser feliz é questão de persistência, de lutas diárias, de encantos e desencantos, quantas pessoas ainda passaram pela sua vida e te magoaram? Centenas.
Quantos passarão pela sua vida só para roubar tua energia? Centenas. Quantos estarão preocupados com você? Outras centenas.


A questão é como você vai encarar essas situações, como ficarão seus projetos. Eles resistirão? O objetivo você já tem: ser feliz! Como alcançar você já sabe: lutando! Resta saber o quanto feliz você realmente quer ser. Lembre-se: não há limites para sonhar, não se limite, vá à luta! O impossível é apenas algo que alguém ainda não realizou!


Texto de Paulo Roberto Gaefke.
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Recado 36372: Booom Diaa 10 de November de 2014, 11:48

Postado por Vanessa

Booom diia pessoal!

Como estão todos? espero que bem!!!!!!!!

João feliz por sua volta, obrigada pelo abraço!.
Deixo abraços em cada coração!

Para o coração feliz: Relicidade redobrada a cada dia; para o coração que encontra-se triste: Desejo que encontre a alegria, ela está bem pertinho de você, basta você abrir o coração e sentila, não prenda o teu sorriso, há muitas pessoas precisando de você!. A vida não acabou hei?, não se feche para a vida, você ainda irá conquistar todos os seus sonhos, sabe por quê? porque há alguém que acredita em você!.
VanessaSilva2014
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Recado 36371: bom diaaaa galera 10 de November de 2014, 09:55

Postado por leandro

um menino perguntou a seu pai, qual é o tamanho de deus. seu pai le mostrou um
avião no sél e dice aquele é o tamanho de deus e o menino se decepicionou por
deus ser tão pequeno, o pai então levou seu filho até um aeroporto e mostrou um
avião bem de perto e o menino ficou maravilhado com o tamanho do avião emtão o
pai le dice tavendo filho deus é do tamanho da distância que se está dele.
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Recado 36370: Tecnologia cria paisagem sonora para guiar deficientes visuais em Londres 10 de November de 2014, 08:50

Postado por Danilo Loques

Olá Muralistas!

Conforme assunto, achei muito interessante esta matéria e compartilho !
Literalmente, no exterior tudo é mais acessível aos deficientes em geral, fato.
Abaixo segue matéria:

Tecnologia cria paisagem sonora para guiar deficientes visuais em Londres

Recurso usa Wi-Fi e Bluetooth nas ruas para dar orientações em tempo real.
\\'Melhores tecnologias são invisíveis\\', diz pesquisador da Microsoft.

A Microsoft desenvolveu uma tecnologia que usa conexões Wi-Fi e Bluetooth para criar uma paisagem sonora e orientar pessoas com deficiência visual pelas ruas de uma cidade. Com um smartphone e um fone especial, que fica sobre os ossos da face, o usuário recebe mensagens de voz que informam rotas, dicas de pontos de interesse e até atualizações em tempo real com os horários de chegada de trens e ônibus.

A tecnologia ainda é um protótipo e foi testada em Londres, no Reino Unido. Mas seu objetivo é permitir que o deficiente visual ganhe confiança para se deslocar com autonomia por onde precisar. Para Bill Buxton, principal pesquisador, o projeto pode ser comparado a vestir um par de tênis. \\"As melhores tecnologias são invisíveis. Ela permite que eu apenas viva a minha vida\\".

Por meio do smartphone, a tecnologia de paisagem sonora conversa com sensores Wi-Fi e Bluetooth instalados internamente e externamente ao longo de um caminho. É daí que ele obtém as deixas para avisar se o usuário deve virar à esquerda ou à direita para chegar ao seu destino, se por ali aconteceu algum fato histórico ou até se existe uma farmácia do outro lado da rua. Um sinal sonoro também indica se a pessoa está andando muito próximo do meio-fio, por exemplo.

Vale notar que o fone utilizado pela Microsoft transmite as informações diretamente pela vibração dos ossos da face, deixando os ouvidos livres para as pessoas conversarem ou perceberem algum outro tipo de barulho ao seu redor.

Fonte: G1
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Recado 36369: PERGUNTE-SE 09 de November de 2014, 22:59

Postado por Gisele Cristina

Pergunte-se ...

Você, que reclama o que não recebe, já pensou no que não dá?
Você, que se lamenta porque sofre, já pensou no quanto faz sofrer?
Você, que acusa a ignorância, já avaliou seus conhecimentos?

Você, que condena o erro, já percebeu quanto erra?
Você, que se diz amigo sincero, já se analisou com sinceridade?
Você, que se queixa da penúria, já viu quanto possui mais que os outros?

Você, que critica o mundo, já fez algo para melhorá-lo?
Você, que sonha com o céu,quanto já fez para extinguir o inferno?
Você, que se diz modesto, não terá orgulho de parecer humilde?

Você, que condena o mal, tem procurado difundir o bem?
Você, que deplora a indiferença, tem semeado o amor?
Você, que se aflige com a pobreza, tem usado bem suas riquezas?

Você, que se dói com os espinhos, tem cultivado rosas?
Você, que tanto lamenta as trevas, tem espalhado luz?
Você, que se ocupa consigo mesmo, tem se preocupado com os outros?

Você, que se sente tão pequenino, tem procurado crescer?
Você, que se queixa da solidão, tem buscado companhia de um amigo? Você,
que se revolta contra a doença, que tem feito pela saúde?

Você, que almeja a concórdia, tem combatido a discórdia?
Você, que se diz servo de Deus, tem servido para alguma coisa?
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Recado 36367: Bom dia! 09 de November de 2014, 12:10

Postado por João Batista

Colegas, passando para desejar um bom domingo. Mauri Campos, obrigado pela lembrança. Vanessa, um grande Abraço.
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