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Postado por paulo bueno
Desejo que todos tenham uma ótima semana.
Solicito a quem souber que me informe como utilizar o rádio no nokia n 85, pois estou encontrando dificuldades para este controle do aparelho.
obrigado
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Postado por Danilo Loques
Conforme assunto, a notícia é triste, mas é a realidade.
Passaram-se 10 anos, e o transporte público continua empurrando o problema com a barriga.
E olha só, se vocês pensam que algo vai melhorar sem tomar ações imediatas, podem tirar o cavalinho da chuva!
Enquanto todos(as) não arregaçarem as mangas e exigirem seus direitos, podem ter certeza que nada melhorará, não só no transporte e na acessibilidade, mas em tudo que temos por direito.
Abaixo segue notícia:
Lei obriga empresas a adaptarem ônibus a deficientes
Apesar dos dez anos de prazo dado para as empresas se adequarem à lei, poucas cumpriram a determinação
Na quarta-feira, dia 3, terminou o prazo de dez anos para que as empresas de ônibus, em todo o Brasil, tornem a frota totalmente acessível aos deficientes físicos. Mas a realidade em muitas cidades ainda está longe do que determina a lei.
De acordo com a Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT), pouco mais da metade das linhas interestaduais e internacionais está dentro das regras. Até o fim de janeiro do ano que vem os ônibus que não foram adaptados serão proibidos de rodar.
A Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos não tem números sobre acessibilidade urbana no país.
Em Canoinhas, tanto a Reunidas, que explora o transporte intermunicipal, quanto o Coletivo Santa Cruz, que explora o transporte urbano, não se adequaram totalmente à lei.
O advogado da Reunidas, Vinícius Marins, diz que a empresa cumpriu todas as regras determinadas pela lei. “Quando se fala em acessibilidade, logo se imagina que é preciso ter a rampa de acesso nos ônibus, mas a lei não obriga a rampa. Todas as demais determinações foram cumpridas pela Reunidas”, afirma.
A lei, no entanto, é clara quando cita que é necessário que a empresa ofereça “rampa móvel colocada entre o veículo e a plataforma.”
O Coletivo Santa Cruz enviou nota afirmando que vem participando das reuniões do Conselho Municipal de Trânsito, nas quais já foi levantada a questão. Afirma ainda que está tratando do assunto diretamente com a prefeitura, que, no processo licitatório de concessão do transporte coletivo a ser lançado em 2015, deve acrescentar as devidas exigências de acordo com as necessidades do município.
Ainda de acordo com a nota, o Coletivo Santa Cruz estuda fornecer ao município um serviço chamado ‘de porta em porta’. Por meio desse serviço, portadores de necessidades especiais farão um agendamento para que um veículo da empresa devidamente regularizado para o transporte possa ir buscar e levar a pessoa em casa.
MEDIDAS CLARAS
A lei elenca ainda outras obrigações da empresa que explora o serviço de transporte intermunicipal ou urbano por meio de concessão, como passagem em nível da plataforma de embarque e desembarque do terminal (ou ponto de parada) para o salão de passageiros; dispositivo de acesso instalado na plataforma de embarque, interligando-a ao veículo; plataforma elevatória ou cadeira de transbordo.
Os passageiros com deficiência poderão transportar, gratuitamente, os equipamentos que utilizam para sua locomoção, mesmo que extrapolem as dimensões e excedam os limites máximos de peso. Nesse caso, deverão informar à transportadora com antecedência mínima de 24 horas do horário de partida do ponto inicial. No caso de locomoção com cão-guia, o animal será transportado gratuitamente, no piso do veículo, próximo ao seu usuário.
De acordo com a resolução da ANTT, os ônibus interestaduais, com características urbanas, deverão ter 10% dos assentos disponíveis para o uso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, garantindo o mínimo de dois assentos, preferencialmente localizados próximos à porta de acesso.
As empresas que descumprirem a resolução da ANTT estarão sujeitas à multa e os veículos poderão ser descadastrados do Sistema Informatizado da agência. As companhias de ônibus devem oferecer meios de informação em braile, sinais e por som para deficientes audiovisuais, com dados como tarifas, linhas e horários.
Mas um item da lei pode adiar a adaptação de toda a frota. É que as concessionárias e permissionárias do transporte coletivo rodoviário podem trocar gradativamente os ônibus mais velhos por veículos adaptados, de acordo com o prazo previsto nos contratos de concessão e permissão.
Os motoristas devem ter preparo para atenderem a quem porta deficiências, inclusive, caso o passageiro precise utilizar o banheiro. A tripulação do ônibus deve ser avisada e parar no ponto de apoio mais próximo, mesmo que não seja parada obrigatória da linha.
Os deficientes físicos podem ainda requerer um acompanhante, que estará isento de pagamento de passagem. Esse acompanhante, no entanto, explica o advogado da Reunidas, precisa estar cadastrado no Ministério dos Transportes. “É responsabilidade da Reunidas verificar se esse acompanhante está devidamente cadastrado”, afirma.
CONJUNTO DE AÇÕES
A acessibilidade não garante melhores condições apenas para as pessoas com deficiência, mas para idosos ou pessoas com mobilidade reduzida temporariamente. É o que lembra o presidente da Associação Catarinense dos Deficientes (ACD), José Clever Pereira Gomes. “Mas não podemos criar ilhas de acessibilidade. Um prédio tem rampa de acesso, mas e a calçada? E o transporte? Não adianta ser apenas um local”, diz.
A exigência de um transporte público coletivo com adaptações para deficientes não é a única solução. Também não vai resolver todos os problemas enfrentados por eles. Os abrigos de ônibus – onde existem – precisam de adaptações e novos abrigos precisam ser construídos.
Para José Clever, o investimento no transporte é essencial, mesmo que não seja com as adaptações imediatas nos ônibus exigidas pela lei. “As pessoas não usam o transporte público por não ser adaptado.” E acrescenta: “Se o transporte de porta em porta já tivesse começado antes, teria ajudado muitas pessoas. Nesses dez anos da lei, era para as empresas renovarem a frota, com ônibus já adaptados. Mas, infelizmente, o movimento nas políticas públicas voltadas ao deficiente, principalmente, é lento. A lei é perfeita, mas o cumprimento é pequeno.”
ROTAS ACESSÍVEIS
José Clever comenta que o meio mais viável de inclusão na mobilidade urbana são as rotas acessíveis. “Se não consegue tornar a cidade 100% acessível, que tenhamos rotas acessíveis. Há um trabalho gigantesco de urbanismo que precisa começar, conectando, por exemplo, o terminal rodoviário à Prefeitura ou ao INSS.”
Mas a cobrança pelas melhorias na acessibilidade também não pode ser feita apenas pelas instituições. A sociedade deve discutir mais e exigir. “E aí fica a pergunta: qual o avanço real percebido pela sociedade quanto à acessibilidade? Porque nós realmente não estamos percebendo. As ações são pontuais, não coordenadas.”
Fonte: Correio do Norte
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Postado por alexandre
neves,luzia manzoli,alexandre tavares,alexandre quetrolink,janaina,kacia,vera lopes,vera fernandes,dayane,aparecida,etelvina,cacau,sayutuca,ramon,clay
ton,tadeu liberal,fabiano,dalison,sabrina,roque,paulo ouro,e aos outros que no momento esqueci,mais não importa,pois o que importa mesmo é o carinho
que sinto por cada um.alexandre magno
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Postado por Gisele Cristina
A LUZ DO NATAL
Um pobre sapateiro, que vivia numa pequena cidade, costumava deixar na janela de sua casa, uma vela acesa, todas as noites, pensando em ajudar aos viajantes que passavam por ali no meio da escuridão. Ele vivia sozinho, porém, se sentia a pessoa mais feliz daquele lugar.
Certo dia, veio uma grande guerra e os jovens tiveram que partir para o campo de luta. Sem mão-de-obra para o trabalho, a cidade foi ficando cada vez mais pobre. Mesmo assim, todas as noites lá estava acesa a vela do sapateiro.
Alguns moradores da cidade, sabendo que, mesmo muito pobre, o sapateiro era uma pessoa feliz, tinham curiosidade em descobrir o motivo de sua felicidade.
Eles diziam:
- Será que aquela pequena vela acesa é o segredo da felicidade desse homem?
Então resolveram imitá-lo.
Era véspera de Natal e todos acenderam naquela noite a sua vela. Em todas as casas, havia uma vela acesa na janela.
À meia-noite, os sinos das igrejas começaram a tocar, anunciando a boa notícia: a guerra havia terminado!
Todos saíram para a rua gritando:
- É um milagre! É o milagre das velas acesas!
Assim, todos os anos acendiam velas na véspera de Natal...e o costume se espalhou por todo o mundo.
LIÇÃO DE VIDA:
Jesus é a grande Luz que anuncia a verdadeira paz no Natal!
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Postado por Patrick
Sabedoria
Meu coração e minha língua fizeram um trato: quando meu coração estiver enfurecido, minha língua guardará silêncio.
As palavras respondem aos sentimentos, e os sentimentos às idéias. Por isso é impossível dominar nossas palavras se não somos senhores de nossos sentimentos; e estes sentimentos irão se acalmando segundo a força de nossas idéias.
A um coração que não se domina, responderão palavras violentas e ferinas; a um coração fechado em si, sucederão palavras e atitudes que depreciam os demais.
Por conseguinte, me calarei quando meu coração não estiver sossegado e em calma; não falarei, pois seguramente me arrependerei do que disser ou, pelo menos, do modo como o disser, ou do momento em que o disser.
Se em geral o coração não costuma ser bom conselheiro, menos o será quando não estiver em paz e não se sentir senhor de si mesmo.
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Postado por Zézinho
A mão que afaga também maltrata,
e deixa marcas com precisão,
quando desfere como uma faca,
que fere e mata toda ilusão.
A mão que ajuda e que socorre,
também arranca a flor da alma,
tem um veneno que mata e morre,
trazendo a dor na palma.
A flor da alma!
A mão que afaga também maltrata,
e deixa marcas com precisão,
quando desfere como uma faca,
que fere e mata toda ilusão.
A mão que ajuda e que socorre,
também arranca a flor da alma,
tem um veneno que mata e morre,
trazendo a dor na palma.
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Postado por Vanessa
Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem.
Nunca toque numa vida se não pretende romper um coração.
Nunca olhe nos olhos de alguém se não quiser vê-lo se derramar em lágrimas por causa de ti.
A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você quando você não pretende fazer o mesmo.
Mario Quintana
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Postado por Carine
Há mais de dois mil e quinhentos anos, um rico mercador grego tinha um escravo chamado Esopo. Ele era corcunda, feio mas com uma sabedoria única no mundo.
Certa vez, para provar as qualidades de seu escravo, o mercador ordenou:
-Toma Esopo. Aqui está uma sacola cheia de moedas de ouro, corra ao mercado e compra o que há de melhor no mundo para um banquete.
Pouco tempo depois, Esopo voltou do mercado e colocou sobre a mesa um prato coberto por um fino pano de linho. O mercador levantou o paninho e ficou surpreso: - ah, língua!
Mas por que você escolheu a língua como a melhor comida do mundo?
o escravo de olhos baixos, explicou a sua escolha: o que há de melhor do que a língua, senhor?
a língua é que nos une a todos, quando falamos. Sem a língua não poderíamos nos entender. A língua é o órgão do carinho, da ternura e da compreensão. Com a língua se ensina, com a língua dizemos "sim", com a língua dizemos "eu te amo!".
O que pode haver melhor do que a língua senhor?
O mercador levantou-se entusiasmado e falou: muito bem, Esopo. Realmente você me trouxe o que há de melhor. Tome agora esta outra sacola de moedas e traga o que há de pior, pois quero testar a sua sabedoria.
Depois de algum tempo, Esopo voltou do mercado trazendo um prato coberto pôr um pano. O mercador descobriu o prato e ficou indignado: - o quê? - língua? Outra vez? Você não disse que a língua era o que havia de melhor?
E Esopo respondeu ao mercador: a língua, senhor, é o que há de pior no mundo, é a fonte de todas as intrigas. É a língua que insulta, que corrompe. Com a língua dizemos "não" e "eu te odeio!". Aí está, senhor por que ela é a pior e a melhor de todas as coisas do mundo...
A língua pode ser ótima ou pode ser péssima. Cabe a nós mesmos decidir como vamos utilizá-la. Para o bem ou para o mal.
desconheço o autor
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Postado por aparecida
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Postado por Lucas
Jáison, deste modo não sei se é possível fazer com que o leitor anuncie os erros de ortografia.
Acredito que não.
Meus caros, ontem passou batido, mas, agradeço a todos que lembram sempre do meu nome.
Não citarei nomes a fim de evitar injustiças, mas, sintam-se todos abraçados por este que lhes escreve.
Cumprimentos.
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