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Postado por Dorcival
Daniel, para você e para outros que pensam assim.
O que vem abaixo fala de deficiência, não a nossa cegueira, mas o raciocínio é o mesmo.
Primeiro um artigo do Jairo Marques. Depois, selecionei dois dos comentários que foram feitos.
Gente é triste e duro, mas desta vez resolvi chocar!
***
Pressa para mudar o mundo
POR JAIRO MARQUES
03/12/14 03:30
Manuel é meu amigo de última hora. Pai solteiro de um filho autista, arrochamos o abraço quando descobrimos pensamentos semelhantes sobre a prática da inclusão e sobre tantos melindres que alguns insistem em botar sobre o universo de crianças com deficiência, ainda encaradas por muitos como bibelôs, como problemáticos ou como bichinhos especiais.
As minhas conversas com o Manu, embora com conteúdos sérios, sempre descambaram para piadas e para risadas compridas depois de nossas observações de comportamentos bizarros diante das diferenças. Mas, para minha surpresa, uma carta escrita por ele dias atrás me fez chorar.
Pais que têm filhos vulneráveis se afligem diante da possibilidade do abandono ao léu de suas crias depois de sua partida. Eles têm pressa, tem urgência para mudar o mundo. Eles trabalham dia e noite em busca de uma estrutura de apoio viável para a tranquilidade futura de seus meninos e para ensiná-los, de alguma maneira, a rachar o ovo para descobrirem a gema.
Em um trecho do desabafo, Manu faz uma revelação tão profunda de sentimento em torno dessa situação que não pude me conter. Copiei para botar aqui neste espaço onde “serumano” ainda tem vez:
“Quando cuidamos de alguém que achamos ser mais frágil, dependente, geralmente cuidamos de estabelecer uma rede de proteção, aumentando a percepção do que consideramos família. Abrimos mão de pequenos orgulhos e convicções para estabelecer afetos com pessoas que podem nos ajudar”.
Imediatamente me lembrei de minha mãe me ensinando a dar bom-dia até para o gato velho e sujo do porteiro da escola. Lembrei-me dela sorrindo para desconhecidos, mesmo cansada ao extremo ao final do dia por ter empurrado minha cadeira de rodas por horas em ruas esburacadas da cidade pequena do interior. Mamãe estava tentando mudar o mundo e eu nem sabia.
Pensando no porvir de filhos com impedimentos físicos ou intelectuais severos, pais perdoam e tentam minimizar o bullying na escola porque precisam da escola, pais aceitam ver os filhos carregados nos braços por estranhos como opção a não vê-los ausentes do que têm vontade de viver e experimentar.
Pais evitam contratempos com vizinhos devido ao receio contínuo de precisar deles em um momento de pânico para acudir seu garotão tetraplégico preso no elevador. Pais de filhos com deficiência engolem sapo e o bodoque junto para conseguirem vaga na clínica pública de reabilitação, na primeira fila do avião e na sala do patrão para pedir perdão por não ter ficado para o serão.
Pouco se fala no Brasil -e menos ainda se constrói- a respeito de moradias apoiadas ou com assistência, onde um adulto com down, por exemplo, poderia viver de maneira plena, com auxílio de profissionais que garantissem seu bem-estar e sua autonomia, sem a necessidade de uma doação ininterrupta da família ou de favores.
Torço firme para que a angústia do Manu por querer dar um turbo na consciência social a fim de que esse mundo mais solidário, mais plural e mais acolhedor com as diferenças aconteça depressa seja, no fundo, sentimento de todos aqueles que entendam o direito de viver e de amar incondicionalmente.
***
sergio felicissimo silva comentou em 03/12/14 at 10:05
Jairo, estou com 69 anos e meu filho Juninho com 39. Penso em acabar com a vida do meu filho e em seguida me suicidar. Temo que sem mim ele seja remetido a um frio “depósito de gente” pelas mãos do próprio irmão (33 anos), advogado/bancário, o qual nem liga para nós. A mãe é falecida e o resto dos poucos parentes fogem de nós como o diabo da cruz…É, a barra é pesada…Se souber quem queira vender uma arma fale comigo, um abraço, Sergio
***
João Carlos comentou em 03/12/14 at 11:36
Jairo
Esta situação aflige demais a mim e minha esposa.
Hoje vivemos integralmente em função de nosso filho, que têm mielomeningocele.
Não viajamos, não gastamos dinheiro com supérfluos, procuramos economizar o máximo possível, para juntar um “pé de meia”, para que ele possa viver dignamente após nossa morte.
Meu filho não apresenta condições para o trabalho. É totalmente dependente. Ele têm vinte anos, mas a cabeça é de uma criança de oito… Além disso, é cadeirante, têm complicações urinárias, ortopédicas, e tantas outras.
Não vejo na minha família ninguém interessado, ou em condições de cuidar dele adequadamente.
Obviamente, após nossa morte, “alguém” (quem?) da família, vai ser “obrigado” (mesmo que judicialmente) a ficar com ele.
Mas como ele será cuidado? Será que essa pessoas vai cuidar dele como nós? Será que essa pessoa vai entender suas necessidades? Será que essa pessoa vai gastar o dinheiro que deixarei, para o bem do meu filho? São tantas dúvidas, e nenhuma resposta.
No mundo de faz de conta da TV, as pessoas são caridosas, bondosas, compreensivas, e fazem de tudo para ajudar o próximo, principalmente as crianças, idosos e deficientes.
Mas no mundo real, cada um quer viver sua vida, e não se preocupam muito com os outros.
Meu desejo é que Deus, mantenha a mim e minha esposa vivos, pelo máximo tempo possível, para que possamos cuida de nosso filho.
Quanto ao futuro, não sei como vai ser…
***
Agora eu:Bom meu amigo acho que não exagerei ao escrever para largar a saia da mamãe.
Tirar o peso dos ombros dos nossos familiares mais próximos é um grande bem que fazemos para eles. É provar que nós os amamos.
Até mais!
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Postado por Yasmim Ferreira
Não é fácil fazer 40 anos, ter que olhar para trás e ver:
Que o tempo ficou curto
para executar sonhos...
Que a realidade corre
em sentido contrário a nós...
Que os filhos cresceram,
e ainda os chamamos de crianças...
Que queremos colo dos pais,
mas eles precisam mais que nós...
Que algumas comidas fazem mal,
e ficamos só na vontade...
Que temos experiência,
mas a juventude está se afastando...
Que já não escolhemos tanto,
mas ficamos na dúvida mesmo assim...
Que a inocência se foi,
e desconfiamos de tudo e de todos...
Que temos pressa em recuperar o tempo,
mas ele corre bem mais...
Que temos admiração em olhar a estrela,
mas a visão já não ajuda...
Que podemos perdoar bem mais facilmente,
sem rancor, sem raiva...
Que podemos deixar coisas sem importância,
e ver melhor a vida...
Que buscamos um amor com mais intensidade,
fugindo da solidão...
Que demos muito tempo ao tempo,
e agora o tempo veio cobrar...
E com certeza o tempo cobra sim...
Antes que ele cobre, vá logo mostrando as contas, assim pelo menos o impacto será menor...
Contabilize apenas os bons momentos,
debite todas as tristeza, dê crédito a todos os sonhos,
invista em todas as esperanças, enfim,
aplique vida sobre vida...
Somente viver e viver com qualidade é que
vale a pena...
(J. Carlos Santana Cardoso)
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Postado por Lucas
Conforme anteriormente coloquei, de nada adianta meia dúzia gritar nas ruas se quando todos podem fazer a diferença em busca de um mundo melhor nada é feito.
Isto me lembra os grupos que antes das eleições tomavam as ruas exigindo mudanças e quando chegou a hora de mudar, a mudança não aconteceu.
O que aconteceu?
Alguns se calaram, alguns seguiram com voz ativa, muitos mantiveram a cegueira mental, outros venderam sua voz.
Por isso eu lhe digo meu caro:
Melhorias podemos fazer, porém, certas mudanças para que aconteçam é necessário união.
Não me refiro à união do grupinho na rua, mas, a união geral, aquela que faz a diferença.
Observação:
Quem muda a nossa vida não é o governo, somos nós que podemos mudar. Escolhendo melhor, pessoas que melhor possam nos representar.
Temos muito para aprender.
É preciso tentar o novo, é necessário abandonar a velha tática de perpetuar aqueles que somente olham em torno do próprio umbigo.
Isto vale para o povo brasileiro no geral.
Não é preciso passar o chicote para os que já um dia estiveram com ele, querendo, é possível escolher novos nomes que se tiverem a chance, poderão mostrar algo diferente.
Para concluir:
Não tiro a tua razão Danilo, é preciso lutar.
Apenas penso que se todos lutassem juntos em prol de melhorias na saúde, na educação, transporte, acessibilidade, segurança entre outros itens, a vitória seria maior.
Cumprimentos!
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Postado por Dorcival
Turma, vou escrever um pouco mais sobre o que propus.
Antes porém um esclarecimento.
Por causa das dimensões da cidade de SP, as diferenças são enormes. E quanto mais formos para a periferia mais as dificuldades aumentam.
Então vamos por partes:
Locomoção:
As calçadas em sua imensa maioria são ruins, E nos últimos anos tem se intensificado a ocupação dos passeios pelas mesas de bares. Em vários pontos da região central encontra-se pessoas jogadas nas calçadas. E estes são desde pessoas que não tem onde morar a um grande número de drogados.
Por outro lado, aqui temos tanta gente que é quase impossível não encontrarmos ajuda. E não sei dizer se todas, mas a maioria das ruas e avenidas principais tem rampas de acesso.
Quanto ao transporte?
Grande parte da frota de ônibus já está adaptada para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. O metrô por sua vez, é o mais eficiente de todos.
Tem piso tátil, os funcionários são devidamente treinados; se existe algo aqui digno de nota de excelência, este é o metrô. Claro que há reclamações. Nos horários de pico as composições são lotadas. O termo lotado ainda é algo brando para descrever o quão cheio elas são.
Por força de lei, vez por outra encontro coisas as quais acho que são de pouca utilidade, são para Inglês ver.
Exemplo?
Aqui todos os elevadores tem numeração em Braille. Certamente alguém está dizendo: “Que besteira este cara tá dizendo!”
Ok, eu sei qual andar mandei ele parar. Entretanto, não sei em quantos outros ele vai parar! Em alguns elevadores as teclas foram substituídas por sensores. Quando passo a mão procurando o número em Braille, aciono vários outros botões. É aí, como sei em qual andar estou?
As pessoas que trabalham nestes prédios partem do princípio que não precisamos de ajuda, pois, a numeração está em Braille.
Solução bem mais eficiente foi adotada por alguns hotéis de SP. Os elevadores tem um aviso sonoro falando em qual andar você está e alguém pressiona o botão .
Há outras medidas que foram adotadas aqui e que são boas para quem idealiza o mundo. Algumas acho que só pode ter saído da cabeça de pessoas que passam toda a vida dentro de institutos.
Exemplo:
Na entrada de uma escada de uma empresa, indicado por um instituto, colado na parede tem uma faixa escrito em Braille, (corrimão).
E uma pessoa da dita cuja ainda me disse que isto era uma grande medida de inclusão. E é claro que o tal instituto vendeu este serviço para a empresa.
Não pude evitar uma gargalhada.
Há muitas outras histórias, mas por hora é isso.
Até mais!
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Postado por Daniel
Talvez todos q nesse espaço postam independência total talvez algum dia se encontraram numa situação depressiva pela perca da visão, por ter nascido cego (a) e em tudo depender dos outros.
Já dependi e muito no começo da minha cegueira e mesmo com incentivo, apoio de pessoas q não eram familiares em tentar seguir a vida, como dizem sempre, tentar se virar, cara e coragem bater bengala e blábláblá.
Complicado a mente do ser humano, hoje graças a Deus q me viro e muito bem sozinho fisicamente, sem Deus jamais, mas sei muito bem como é a fase negativa q todo cidadão com a perca da visão e desilusão da vida causa no psicológico na vida do ser humano.
O q fazer pra tentar ajudar os cegos (as) q infelizmente se encontram nessa situação q eu estive e q muitos q hoje são formados, independetes, advogados, psicólogos e tanta coisa boa são hoje mas q 1 dia estiveram na mesma situação?
Talvez irá escutar opiniões totalmente diversas, mas sei bem falar e mais ainda ouvir, isso q acho o interessante no ser humano.
Podem falar q sou contraditório em falar q pais não duram eternamente pelo q disse acima, mas e aí se os pais nos colocam ou as vezes mesmos até impõem essa situação d prisão psicológica em nós mesmos? Fragilizados pela situação, nossos pais sempre foram nossos super heróis, seguir o exemplo d quem então?
Se os super heróis as vezes não generalizando nos faz prisioneiros em determinadas situações por limitações, na hora iremos debater e falar q somos maiores q eles e seja o q Deus quiser?
Na minha opinião, aos psicólogos (as) presentes no mural creio na minha ignorância q isso é 1 assunto d estrema cautela em opiniões.
Quem sou eu pra afirmar algo?
O q eu sei?
O q digo é verdade mesmo sendo estudioso ou ignorante por ter minha opinião?
Sou verdadeiro ou hipócrita?
Amo Deus mas não ajudo a quem segundo a sociedade não tem vez.
Devo falar o q acredito ou me calar por temer o q escutar d contrário?
Tenhos momentos tristes d choros perante a todos ou serei medroso d demonstrar que sou homem (mulher) suficiente d chorar?
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Postado por Maury Campos.
não fiquem tristes comigo não. cida, lusia, lucimara, silvia carneiro, jucileide carneiro, alice dordenoni, edinalva costa, silvia afelina
gisele cristina, lucas, cidinei camargo, joão batista.
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Postado por Danilo Loques
Conforme assunto, não sei se já visitaram o tópico Busca CEP aqui no Cegueta.
O mesmo é bem útil!
Além de vc conseguir descobrir o nome de ruas pelo CEP, ou vice versa, agora vc pode rastrear suas encomendas.
Visitem e confiram:
www.cegueta.com/cep
Agora respondendo comentários ...
Lucas, não é implorar por melhorias, é agir meu caro!
As Leis estão aí para serem cobradas e cumpridas.
Independente de partidos ou de ladrões diferentes ...
Independente do povo votando certo ou errado ...
Eu prefiro morrer tentando, do que morrer parado!
Pois é Cida!
É incrível como apontar os erros e cruzar os braços é tão fácil ...
Agora dar a cara a tapa e tentar fazer algo ...
Difícil? Ou como disse o Dorcival, medo de largar a saia da mamãe?
Vagner, bom saber que o sistema tem estas falhas.
Digo isto, pois estamos lutando para implantar o BusAlert por aqui.
Ou quem sabe o DPS2000.
Enfim, o que vier para nos ajudar é lucro. rsrs
Daniel, o negócio por aí é andar de trator! kkk
Brincadeiras a parte ...
Faça a Lei valer.
Qualquer carro, caminhão, ou moto encima da calçada é multa.
Em Santos eu tirava fotos dos veículos encima das calçadas, inclusive da placa, e mandava no Twitter e no e-mail da Companhia de Engenharia e Tráfego (CET).
Não sei se os proprietários foram multados. Mas sei que nunca mais bati nos mesmos encima das mesmas calçadas.
Mas é isso aí! Continuem com os comentários!
Vamos lá Dorcival! Aguardo teus comentários!
Fogo ninguém dorme meu Deus!!!
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Postado por Cida Silva
Quero dizer para o Danilo e demais, que tenho sentido falta de mais emponderamento das pessoas com deficiência visual. Percebo que cada um se isola diante do seu problema sem maior luta pelo bem da coletividade. Me lembro que quando eu estudava no colégio interno, éramos preparados para enfrentar a sociedade perversa, e que tínhamos que conquistar nossos espaços. Nesssa época não tinha b p c, não tinha cotas, não tinha tantos privilégios. Mas nós íamos a luta e conseguíamos nossos objetivos. Hoje com tantos recursos, falta essa mobilização, e percebo muitos deficientes visuais acomodados em suas casas deixando que muitos decidam suas vidas. Existem muitas entidades que tem usado a pessoa com deficiência em sua própria promoção. Fazendo somente dos deficientes escadas para suas vaidades. Enquanto isso, cruzamos nossos braços e deixamos o tempo passar. Aqui na minha cidade os maiores problemas também são as calçadas inacessíveis e a falta de coesão entre a classe. No mais retribuo os abraços recebidos e fraternal abraço a todos sem distinção.
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Postado por Daniel
Na cidade onde moro, interior de São Paulo, cidade pequena e com uma população pequena, mas q em nada justifica certos fatos.
Primeiramente q deve ser o q todas cidades do país sofre, calçadas horríveis.
Obstáculos em calçadas q se for citar objeto por objeto não teria fim já q até bêbado caído as vezes é obrigatório desviar.
Mas na boa, ainda assim não acho esse o pior nessa cidade, o pior é... Falta d respeito, educação ou sei lá qual adjetivo usaria pra pessoas desse nível.
Quando no meu caso e na maioria dos frequentadores cegos (as), aqui o povo para pra olhar q percebemos, só pra ver se vamos tropeçar, cair, se vamos desviar etc...
Q q custa avisar se tem buraco? Se tem caminhão? Se tem algum obstáculo?
Não avisam q acho q é cômico ver cego (a) tropeçar, cair e blábláblá.
Uma vez dei mó testada na bunda d um caminhã sendo q pouco antes da cabeçada tinha senhoras falando, quando fui aproximando pararam d falar tipo observando e plaft!!!
Fiquei tão revoltado q na hora disse alto pra ouvir mesmo.
Ò raça nojenta essa q enxerga, tinham q ficar cegas pra ver como é bom e aprender q necessitamos d ajuda.
Se tive certo ou não, na hora nem se quer pensei, mas q revolta isso d pessoas bancarem mudas, surdas só pra ver cego se ferrar isso me revolta sim.
Me estendi um bom tanto mals aí kkk.
Mas calçadas é péssimo pra cá, mas a falta d educação e respeito goleia as calçadas por aqui.
Boa tarde.
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Postado por vagner Pereira
Respondendo meu amigo Danillo. O dito “busalerte”. Funcionara com certa eficiência, mas não está mais assim por uma questão politica... Problemas entre o prefeito que assumiu a prefeitura e a empresa de transportes coletivos, mas não era o sistema ideal, pois dependia em demasia da atuação do motorista para o navegador de bordo do ônibus, se ele não ver que o cego mandou o sinal questionando onde estava o ônibus que iria precisar não valia de nada... O ônibus passava do ponto e só depois é que o motorista se dava conta de que havia um sinal do busalert ali em seu painel... Toda via acredito muito que se estivesse funcionando bastaria uma conscientização dos motoristas para que fosse eficaz...
Bom sobre os problemas encontrados nas cidades em que vivemos: “tema proposto por ilustre amigo dorcival”.
O que vejo aqui em são Carlos. ”onde moro”. Interior de SP. É um descaso gritante com as construções de calçadas, não estão adequadas, sem falar na falta de respeito de alguns comerciantes que utilizam dela pra acomodar coisas que não cabem em seu estabelecimento, cansei de derrubar prateleiras com sapatos, roupas, brinquedos, ETC.
Há alguma coisa no centro da cidade, referente à acessibilidade nas calçadas, mas é só um piso tátil na pedra portuguesa.. Serve mais para o inglês ver de que para o dito cego utilizar!
Mas o que me deixa fulo da vida são as rampas que um cadeirante não irá conseguir utilizar sozinho nunca! Meu deus! Se for rampa não é pra ter quase 30graus de inclinação...
Converso com pessoas aqui pra tentar mudar esse aspecto e conseguir uma acessibilidade acessível, mas o pessoal da que “não generalizando”. Digo os deficientes são um tanto acomodados demais...
Bom fico por aqui, e espero que as pessoas que tem oportunidade de lutar pra tentar mudar alguma coisa sejam felizes em seus desejos.
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