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Postado por nitrox
procuro amisades de vitoria espirito santo.
para reunir amigos e trocar ideias.
meu contato skype é o seguinte.
nitroxobisteam
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Postado por João Batista
Caros, ao postar o enereço no meu jornal de uma música que recebi há cerca de um ano da Vanessa, iniciei uma série de agradecimentos para amigos generosos e com muito talento com os quais aprendo sobre minha inclusão no mundo dos cegos guerreiros.
Os links não são direcionados nesta página, portanto caso queiram ouvir a vanessa, deixo o meu Facebook para vocês, onde fiz a mesma postagem.
Facebook:
jbexterna
Obs. O próximo talentoso será um "Precioso"
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Postado por Vanessa
Já estamos na primeira quarta-feira do ano!.
Como passam os dias! rs.
João, obrigada nem imaginei que ainda tinha aquela música!. Chorei bastante ao ouvila.... obrigada meu amigo pelo carinho que Deus o abençoe e te mantenha essa pessoa que só você sabe ser!.
Cida melhoras pra ti. dayana abraços! ei amigos abraços a todos e abaixo textinho pra vocês!.
Aprendemos desde crianças que não podemos excluir aquele que de nós se difere, seja na cor, na crença, na etnia etc. O fato de alguém ser diferente de nós não significa que este seja inferior naquilo que estabelecemos como padrão.
A beleza do masculino e feminino está na desigualdade que atrai o seu oposto, não no sentido de torná-lo inferior por aquele que julga ser o sexo forte. Melhor será se, dentro de nossos relacionamentos, as pessoas se comportassem como aprendizes daquilo que o outro tem a contribuir e que se percebe não ser próprio da sua natureza.
Homem e mulher são diferentes. As diferenças vão muito além do aspecto anatômico. Algumas características são muito próprias da personalidade masculina, percebidas facilmente no dia a dia das relações, na maneira de pensar, de agir e reagir. Trazemos prioridades distintas, temos identidades próprias. Para os homens a importância das coisas está no cumprimento de uma tarefa. Se há algo a ser feito, mentalmente ele projeta o tempo estimado para realizar o trabalho, enquanto a mulher, além de considerar o trabalho a ser executado, também considera os efeitos gerados por aquela ação.
Na mudança de uma mobília, por exemplo, elas querem que, além do espaço obtido, haja também a harmonia dos objetos. Se for preciso levar o filho ao dentista, o pai foca na ação de levar a criança ao consultório, enquanto a mãe está preocupada nas sensações que essa visita ao profissional pode gerar no(a) filho (a) – seus medos, inseguranças – e procura assim confortá-lo (a) tanto na ida quanto na volta da sua consulta, querendo saber da criança como foi a experiência.
A sensação comum é de que a mulher tem uma visão periférica tão eficaz capaz de “enxergar” até mesmo os sentimentos. Sem mencionar aqui a sua capacidade de trazer à memoria acontecimentos de anos atrás. Dessa forma, dentro das diferenças entre o masculino e feminino não podemos estabelecer um padrão, assumindo aquilo que somos como o modelo da perfeição. Tampouco cabe ao outro lutar para conquistar uma posição de igualdade para algo de que, na sua essência, não foi constituído.
Ninguém gostaria de se relacionar com uma mulher que pensa e age como se fosse um homem. A feminilidade, a suavidade nos toques, a sensibilidade delas é aquilo que um homem espera. Da mesma maneira, a mulher espera do homem atitudes que se traduzam em segurança, conforto, força, energia. Imaginemos a decepção de uma esposa que, ao ver uma barata, chama o marido e este, ao invés de matar o inseto, subisse também na cadeira e ambos começassem a gritar?
Lançando mão da nossa capacidade de aprendizado podemos aproveitar a convivência com o sexo oposto e aprender a olhar o mundo não somente com os próprios olhos, mas com os olhos da outra pessoa. Da mesma maneira, podemos aprender a considerar importante aquilo que para o outro é sua riqueza. Talvez seja necessário aprender a rir e a chorar com os nossos, a abraçar e nos permitir ser abraçados… E em outras ocasiões, deixar de competir entre nós.
Que em nosso mundo particular ninguém precise lutar com as discriminações ou estereótipos pregados pelo universo exterior; tampouco se percam o respeito e o amor que se complementam, entre homem e mulher, dentro da relação.
Autor: Dado Moura
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Postado por alexandre
muitas vezes nus tratam como bichinhos enjaulados ou até mesmo como atrações circensse,é!a ignorância dos videntes é latente!mesmo que muitos deles fa
çam isso involutariamente,uma parcela deles é provída de maldade,até mesmo dentro dos nossos lares,onde pais,mães,filhos,maridos e esposas sempre nus
julgam como coitadinhos ou até mesmo como inocentes,pois acabam pensando que pelo fato de não enchergarmos,podem nus subjulgar!patético!mais vida que
segue!então dvs!lutem!lutem!sempre continuem lutando por seus direitos. alexandre magno;contatos:skype verbo.bsb,cel claro:021 61 95 61 61 43.
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Postado por Paulo bueno
Desejo que todos tenham um ano repleto de paz e alegria, pois são requisitos importantes para nossa caminhada na face da terra.
Por favor forneçam informações importantes para ultilização do NVDA no mundo empresarial, pois terei uma reunião na empresa que trabalho para falar do NVDA.
Eu tenho tido bons resultados na utilização desta ferramenta, mas gostaria de ouvir comentários de outros colegas.
Abraços
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Postado por João Batista
www.nnh.com.br/Brasil/audio/1/Vanessa-Silva---Sobrenatural
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Postado por bahiana
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Postado por João Batista
Como forma de agradecimento aos que sempre me motivam nesta luta contra a indiferençae a busca de inclusão, deixo abaixo uma lembrança da amiga Vanessa Silva para que possam conhecer um pouco mais do talento da jovem paulista. Obrigado Vanessa! Você é SOBRENATURAL
www.nnh.com.br/Brasil/audio/1/Vanessa-Silva---Sobrenatural.
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Postado por vagner pereira
Como vão?
Vamos agora a todo vapor desbravar mais este ano...
Caro amigo danilo. Esperamos que a acessibilidade seja incutida também no sifrões desta tecnologia . alias, acho que sou muito mau informado. Pois sou aqui de são carlos e nem fiquei sabendo do desenvolvimento deste dispositivo... adoraria testalo.
Abração irmão
Caro amigo dorcival. é comum. E muito comum que as pessoas queiram tomar decisões por nós “os deficientes”, tão comum quanto uma pessoa fazer uma pergunta sobre agente para uma pessoa que está ao nosso lado... exemplo.” Ele não enxerga? Ele estuda?”. Segue o mesmo patamar de raciocínio de algumas associações ditas engajadas na luta do deficiente por inclusão e ETC.
Se não nos impormos, mostrando que não somos desprovidos de consciência e dircernirmento seremos fadados ao cunho impositivo de alguns que se favorecem alienando decisões
As vezes estamos de saco cheio e nos mostramos revoltados com as pessoas que julgam saber mais do que nós oque nos desrespeito a mobilidade, segurança ou o que quer que seja, mas também não podemos ser rúdes com elas,pois isto é uma questão cultural “criada por o ser humano”. E se agirmos com elevada rispidez. Poderemos afastar as pessoas de nós.
Fator que ao meu ver dificultaria nossa acenssão em âmbito preconseiltual.
Toda via essa é uma prática muito comum por parte dos videntes que irrita muito ... “principalmente essa de encinar a utilizar a bengala” ...
Abração brother e nem preciso comentar mais sua postagem já disse tudo....
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Postado por Dorcival
Gente nova no pedaço, seja bem vindo!
Danilo, bem lembrado. Os fabricantes e revendedores esquecem que acessibilidade... Também depende do preço!
Moçada, vamos começar a abrir o verbo?
Vejam o post abaixo e me digam se nunca se encontraram em uma situação destas.
***
Eu sei o que é melhor para você
POR JAIRO MARQUES
06/01/15 09:30
Meu povo, agora vai! Tô pronto para o Carnaval 2015! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Feliz ano para todos e vamo que vamo!
Uma das minhas missões pessoais mais importantes nessa vida “malacabada” é ampliar na consciência das pessoas que o fato de eu ter uma deficiência não me tira a autonomia de decisões.
Uma falta de tato social ainda é muito forte quando se discute o autopoder de um cego, de um surdo, de um paralisado cerebral de um cadeirante.
É comum demaaaais eu ouvir aqui ou acola, da boca de gente que nunca vi nem comi :grin: a seguinte expressão: “Olha, eu sei o que é melhor para você, viu? Fique aqui neste cantinho”.
Vou dar um exemplo prático e fresco (ui), aconteceu ontem: Catei a mulher e os meus “trem tudo” e nos mudamos de casa. Vamos ficar num apezinho temporário até que um novo fique pronto.
Por questões práticas, resolvemos morar no centro de São Paulo. Visitamos o prédio, tudo belezinha, mas com pequenas questões de acessibilidade a serem resolvidas, sem grandes obras ou grandes transtornos para eu esperar.
Em acordo com o zelador, que avisou a síndica, escolhi uma vaga na parte térrea do estacionamento, mas ampla que as outras e sem eu correr o risco de ser “fechado” por um vizinho desavisado.
Tudo funcionava bem, até que “trombei” com a síndica…
“Precisamos conversar sobre a vaga do senhor. Não está bom aqui no térreo. Temos um espaço no subsolo que será melhor para o senhor”…
Oi? Como assim, uma pessoa que não sabe nada da minha realidade, que não entende nada de inclusão considera saber o que é melhor para mim?
arrogante
E essa situação acontece com frequência. Quando estou em um lugar muito movimentado, logo alguém se manifesta: “fique ali naquele cantinho que é melhor para você”…. Quando na beira-mar olhando os foguetes da virada, logo alguém se manifesta: “Vai ali para a areia, do lado esquerdo, que é melhor para você”.
Claro que não quero passar uma visão de deselegância e de ingratidão nesses escritos, mas penso ser necessário ter mais cuidado com esse trato com as diferenças, mesmo que ele seja cheio das boas intenções.
Essa história do “eu sei o que é melhor para você” pode ganhar contornos autoritários, de ranço com aquilo que você não sabe lidar.
O melhor para mim é, em geral, aquilo que eu mesmo decido. Eu conheço minhas limitações e minhas capacidades. Eu conheço meus potenciais para fazer ou não fazer algo.
Muitas vezes, penso eu, que algumas pessoas se valem de uma impressão de retardo intelectual das pessoas com deficiência, o que, mesmo assim, não legitimaria uma ação de imposição de um estranho.
Em último grau, quem decide por uma pessoa com síndrome de down, por exemplo, em casos que ela não tenha comprovadamente capacidade de tomar uma atitude, são seus familiares.
É muito bacana analisar, antes de achar que se sabe o que é melhor para o outro se essa atitude não embute um desejo íntimo: de fazer o que é melhor para você, não para o outro.
Sugestões, ideias e palpites de acomodação, de melhores acessos, de maneiras de fazer algo são livres e bem-vindos para qualquer pessoa com deficiência, mas as imposições embutem em si um incômodo, uma perversidade e até um rastro de preconceito. É bom ter cuidado!
***
Olha, não sei quanto a vocês, mas se há algo que me tira do sério... É quando alguém me diz que ela sabe o que é melhor para mim.
E quando vem me ensinar à usar minha bengala!
Já fui malcriado algumas vezes e tenho certeza que ainda serei outras vezes!
Abraços para todos!
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