Vamos lá! Poste recados com quaisquer tipos de assuntos, notícias globais, declarações de amor, e muito mais!
Neste espaço, o objetivo é proporcionar uma grande interatividade entre todos postadores e visitantes. Sempre que possível, estaremos postando comunicados com informações úteis.
Antes de postar, clique aqui para ler Nosso Regulamento.
Regulamento atualizado em: 30 de Janeiro de 2016.
Para ir direto ler as mensagens aperte a tecla Alt + 5 ou Clique Aqui!
Temos ao total: 41689 recados postados.
Para buscar um recado, preencha o campo abaixo:
Cegueta.com - © 2026 - Todos os direitos reservados.
Postado por Dorcival
Moçada, vocês realmente acreditam em todas as suas memórias? Ou em tudo que lhe contam de memória?
Toda vez que alguém tenta me vender alguma verdade absoluta, na verdade o que ele consegue é instigar minhas dúvidas.
Olhem só este texto, bem escrito e retirado do site justificando...
***
Falsas memórias: como convencer alguém de um crime
Por Igor Leone
Um levantamento realizado nos Estados Unidos com 300 casos de presos que foram inocentados através de exames de DNA após anos na cadeia, revelou que em três quartos dos casos as acusações foram baseadas em falsas memórias dos envolvidos e falsas memórias das testemunhas oculares. Outra pesquisa publicada na Revista Psychological Science, feita com voluntários, comprovou que é possível convencer uma pessoa, ao longo de algumas horas, de que ela cometeu um crime na adolescência. Os cientistas foram capazes, inclusive, de fazer o voluntário internalizar as falsas memórias e contá-las novamente com descrições ricas de eventos que nunca ocorreram.
Hoje em dia sabemos que é relativamente fácil gerar memórias falsas e inclusive embutir nelas a mesma complexidade de detalhes de uma memória real. A maioria de nós acredita que a memória funciona como um gravador, quando na verdade elas são constantemente construídas e reconstruídas, como uma página do Wikipedia – você pode acessar sua memória e mudar alguns fatos, mas lembre-se, outras pessoas também podem.
Estamos aprendendo que a memória é mais como um streaming em tempo real do que uma gravação de vídeo, continuamente editada por nossas percepções, imaginação, experiências e uma infinidade de outros fatores. Ainda assim, não é um costume dos juízes e jurados questionarem a autenticidade das memórias e faltam peritos que diferenciem uma memória autêntica de uma falsa memória.
O resultado disso é que pessoas inocentes vão para a cadeia todos os anos com base em testemunhas que relatam eventos de forma completamente distorcida. Na verdade, o simples comentário de um policial quando uma testemunha descreve um suspeito, algo como “bom trabalho, sua descrição corresponde a pessoa que procurávamos” já pode criar um feedback de confirmação e fazer a pessoa acreditar excessivamente no que está relatando, ainda que não se lembre direito ou não tenha certeza.
Experimento 1: “Me engana que eu gosto”
colagens-martin-copertari-zupi-15-1
Um dos experimentos para comprovar a falsa memória ocorreu em escolas do Canadá, onde cientistas pediam aos professores para que preenchessem questionários a respeito de eventos específicos que os alunos poderiam ter experimentado entre os 11 e os 14 anos. Em seguida, os alunos passavam por três entrevistas de 40 minutos, com um intervalo de uma semana entre cada uma delas.
Durante a primeira entrevista, o pesquisador contava a respeito de dois eventos que o aluno havia experimentado quando era mais jovem; no entanto, apenas um desses eventos de fato ocorreu. Para alguns, o falso evento era um crime que acabou resultando em uma detenção (furto, porte de armas, por exemplo). Para outros, o falso evento envolvia algo mais emocional, como uma briga, perda de dinheiro ou até mesmo o ataque de um cão.
Os participantes eram convidados a contarem suas memórias, tanto no evento verdadeiro quanto no falso, e por mais que não se lembrassem (obviamente) eram encorajados a lembrar da história usando estratégias específicas de recordação de memórias. A segunda e terceira entrevistas consistiam em continuar descrevendo os dois eventos, falso e verdadeiro.
Por incrível que pareça, dos 30 participantes que foram informados que cometeram um crime quando eram adolescentes, 21 (71%) desenvolveram uma falsa memória e foram capazes de contar o evento de fora detalhada, incluindo questões processuais.
76% dos participantes também recordaram das falsas memórias emocionais. É interessante notar que a porcentagem de pessoas que recordou a participação em um crime é tão alta quanto as que recordaram um evento emocional. Os participantes, nos dois casos, tendem a fornecer o mesma quantidade de detalhes e relatam o mesmo nível de confiança e vivacidade das histórias.
Para os psicólogos que desenvolveram o estudo, alguns dados fornecidos pelos professores (como o nome do melhor amigo do participante) foram fatores decisivos para encorajar a criação da falsa memória e da familiaridade com um evento que possa ser plausível.
Os resultados têm implicações claras no que se refere aos interrogatórios policiais e outros procedimentos jurídicos.
Experimento 2: “Foi você, eu vi”
colagens-martin-copertari-zupi-5
Outras pesquisas revelaram dados semelhantes: a implementação de uma memória falsa tem mais probabilidades de ocorrer quando um amigo ou um familiar afirmam que o suposto evento aconteceu. A corroboração de outra pessoa é decisiva durante esse processo, onde a simples alegação de que ela viu você fazendo determinado ato já é suficiente para que você acredite e confesse.
Nesse experimento os cientistas estudaram a reação de pessoas ao serem acusadas de terem quebrado um computador pelo simples fato de digitarem a tecla errada. Os participantes a princípio negavam que o teriam quebrado, mas quando outro indivíduo (um ator) afirmava que viu a tecla sendo pressionada, o participante reconhecia o erro, assinava uma confissão, internalizava a culpa e relembrava o momento com detalhes.
Ficou comprovado que a falsa acusação pode induzir as pessoas a aceitarem a culpa sobre determinado ato e até mesmo desenvolverem falsas memórias sobre ele. A pesquisa mostrou como as falsas memórias são complexas, emotivas e podem ser construídas com sugestões de terceiros.
Exemplos reais
Nessa palestra, a psicóloga Elizabeth Loftus apresenta seus estudos sobre falsas memórias e casos reais em que acusados recordavam eventos que não ocorreram e testemunhas que relatavam histórias de forma completamente distorcida. Vale a pena conferir!
***
Nosso cérebro é provavelmente a coisa mais incrível que conheço.
O grande problema é que não dá para confiar quando nós estudamos nós mesmos. Autoconhecimento é uma palavra bela, muito usada nos dias atuais, mas sua execução é muuuuito difícil.
Estudar a mente é estudar nosso funcionamento. E aí é que a porca torce o rabo. Experimente dizer a alguém que ele está errado, ou pior, que suas memórias são inventadas... Você estará em uma puta encrenca!
Entretanto, formação de memórias falsas é uma das coisas mais comuns que existem. De impressões falsas, verdades falsas, sensações enganadoras, realidades ilusórias e um mundo de coisas deste tipo são comuns. A quantidade de experimentos demonstrando isto é gigantesco.
Abraços para todos!
0 curtiram
Postado por Gisele Cristina
A vida é o nosso bem mais precioso, é tão forte;
sendo capaz de mudar o mundo....
Mas ao mesmo tempo é tão frágil;
capaz de terminar num segundo...
Todos os momentos em nossas vidas são mágicos e cabe a cada um de nós,
deixá-los mais marcantes....
Seja feliz e faça alguém feliz também!
Estamos todos em busca de: amor, amizade, paz, esperança, afeto, sonhos,
etc....
Não importa, o que vale mesmo é sermos felizes....
0 curtiram
Postado por rita
1 curtiu
Postado por Roseane Rosália
Ela era uma velhinha que morava sozinha, em uma grande
casa. Não tinha amigos porque, ao longo dos anos, ela os vira morrer,
um a um.
Seu coração era um poço de saudade e de perdas. Por isso,
ela decidira que nunca mais se ligaria afetivamente a ninguém.
E, para se lembrar que um dia tivera amigos, passara a
chamar as coisas pelos nomes dos amigos que haviam morrido.
Sua cama se chamava Belinha. Era grande, sólida e
confortável. Mesmo depois que ela se fosse, Belinha continuaria a
existir.
A poltrona confortável da sala de visitas se chamava
Frida. Haveria de durar muitos anos mais.
A casa se chamava glória. Tinha sido construída hà¡ mais de
cem anos, mas não aparentava mais que vinte. Era feita de madeira
muito forte, vigorosa.
E o carro, grande, espaçoso se chamava Beto. "haveria de
servir", pensava a velhinha, "para alguém, depois de sua morte."
E assim vivia a velhinha solitária.
Certo dia, quando estava lavando a lama de Beto, um
cachorrinho chegou no portão. O portão não tinha nome, porque ela
achava que ele logo teria que ser substituído. Suas dobradiças estavam
enferrujadas e a madeira apodrecida.
O animalzinho parecia estar com fome e ela tirou um pedaço
de presunto da geladeira e o deu ao cão, mandando-o embora.
Porém, no dia seguinte, ele voltou. E no outro e no outro.
Todos os dias, ele vinha, abanava o rabo e ela o alimentava,
mandando-o embora.
Ela dizia que Belinha não comportava um adulto e um
cachorro, que Frida não gostava que cães sentassem nela e glà³ria não
tolerava pêlo de cachorro.
E Beto? Bom, esse fazia os cachorros passarem mal.
Um ano depois, o animal estava grande, bonito. E tudo
continuava do mesmo jeito. Até que um dia ele não apareceu.
Ela ficou sentada na escada, esperando. No dia seguinte,
também. Nada.
Resolveu telefonar para o canil da cidade e perguntar se
eles tinham visto um cachorro marrom. Descobriu que eles tinham
dezenas de cachorros marrons.
Quando perguntaram se ele estava usando coleira com o
nome, ela se deu conta que nunca dera um nome para ele.
Sentou-se e ficou pensando no cachorro marrom que não
tinha coleira com um nome. Onde quer que estivesse, ninguém saberia
que ele tinha de vir todos os dias até seu portão para que ela lhe
desse de comer.
Tomou uma decisão. Dirigiu Beto até o canil e falou para o
encarregado que queria procurar o seu cachorro.
Quando ele lhe perguntou o nome do cachorro, ela se
lembrou dos nomes de todos os amigos queridos aos quais havia
sobrevivido.
Viu seus rostos sorridentes, lembrou-se de seus nomes e
pensou em como fora abençoada por ter conhecido esses amigos.
"Sou uma velha sortuda", pensou.
"O nome do meu cachorro é Sortudo", disse.
E gritou, ao ver os cães no grande quintal: "aqui, Sortudo!"
Ao som da sua voz, o cachorro marrom veio correndo.
Daquele dia em diante, Sortudo morou com a velhinha.
Beto parece que gostou de transportar o cachorro. Frida
não se incomodou que ele sentasse nela. Glória não ligou para os pelos
do cachorro.
E todas as noites Belinha faz questão de se esticar bem
para que nela possam se acomodar um cachorro marrom Sortudo...e a
velhinha que lhe deu o nome.
***
Não temamos nos afeiçoar às pessoas. Ninguém consegue
viver sem amor, sem amigos, sem ninguém.
Não nos enclausuremos em solidão, nem percamos a
oportunidade extraordinária de amar.
Amemos a quem nos rodeia. Também à natureza e os animais,
recordando que tudo é obra do excelente pai que nos criou.
0 curtiram
Postado por Cida Silva
AS MÃOS PODEM...
Oferecer apoio no momento certo,
estender-se para consolar,
segurar firme para amparar.
Mas o que mais podem as mãos?
As mãos saúdam, as mãos sinalizam, as mãos envolvem, dão carinho, as mãos estabelecem limites, escrevem e abençoam.
As mãos desenham no ar o 'adeus', o 'até logo'.
As mãos agasalham e curam feridas.
Para o mudo a mão é o verbo.
Para o idoso é a segurança.
Para o irascível a mão erguida é ameaça.
Para o pedinte a mão estendida é súplica.
Para quem ama, a mão silenciosa,
que acolhe a do ser amado, é felicidade.
Para quem chora, a mão alheia é conforto.
Há mãos que agarram, perturbadas.
Há mãos que tocam, suaves.
Há mãos que ferem.
Há mãos que acariciam.
Há mãos que amaldiçoam.
Há mãos que abençoam.
Há mãos que destroem
e há mãos que edificam, trabalham, realizam.
Há pessoas que transmitem energias, através da imposição de mãos, entregando-se
a essa tarefa tão bela de amor.
Nossas mãos
podem exteriorizar o amor,
construindo templos, hospitais e escolas;
fabricando vacinas e equipamentos médicos;
alimentando famintos, medicando enfermos...
Podem concretizar a paz social assinando tratados de armistício, escrevendo livros, guiando carros, pilotando aviões, varrendo ruas, tocando instrumentos musicais, pintando telas, esculpindo, construindo móveis, prestando serviços...
Podem manifestar fraternidade, ao lembrarmos da essencialidade do humano, da sensibilidade, da empatia, estendendo-as a um irmão que, num dia difícil, põe-se a chorar.
Suas mãos são abençoadas ferramentas para construção de um mundo melhor.
Use-as sempre para edificar, elevar,
dignificar, apoiar, acenar com a esperança de dias melhores.
Bom dia! Iluminado dia para todos! Abraço fraternal!
0 curtiram
Postado por Lucas Cadmiel
http://m.facebook.com/lucascspr
Sou de Curitiba. fiquem na PAZ... DE JESUS...
0 curtiram
Postado por alberto
Desde ontem quando acabei de atender meu paciente, que aqui passarei a chamar Toulouse-Lautrec (em homenagem ao grande pintor francês), e aqui quero agradecer em particular a esse paciente pelas idéias aqui desenvolvidas, e a todos os meus queridos pacientes que trazem sua contribuição para meu crescimento e aprendizagem.
Desde ontem, quando terminei de atender Toulouse-Lautrec um tema me perseguiu a noite toda. Ser louco ou ser careta.
O que é ser louco! Bem a palavra loucura tem várias conotações: são considerados loucos aqueles que gastam seu patrimônio sem nenhuma coerência; aquele que sem motivo abandona um trabalho; aquele que pratica ações de vandalismo; os que usam drogas e “e aí ficam muito loucos!” os que tem realmente um distúrbio psíquico e aqueles que são considerados loucos por estar a frente do seu tempo, por não se encaixarem no sistema, por serem felizes, por incomodar a sociedade.
É desse tipo de louco que quero tentar tratar nesse texto.
Falando daqueles que ficam “muito loucos sob a ação de uma droga qualquer” quero definir dois grupos:
1 – aqueles que se reúnem em grupinhos e ficam: “é isso aí!” “só” to na boa!”“ só” “to muito loco!”e risos e mais risos. Mas eu diria que não são loucos, são caretas.
Porque o careta é aquele que se comporta exatamente como a sociedade espera que ele se comporte: Se preocupa com o seu bem-estar e no máximo de sua família, é correto e sabe dizer: ,”por favor; sim senhor; obrigado; não senhor.” Lembrei-me aqui de Oswaldo Montenegro na música o chato “todo chato é bonzinho como se faltasse sal.” Esse é o careta, não fuma, não bebe, não usa drogas, não gosta de arte, filme! Só se for de terror ou de ação, e se o sujeito em questão for uma careta vai amar as novelas e os filmes água-com-açúcar.
Mas entre os usuários de droga tenho percebido que outros “loucos” são pessoas extremamente interessantes. Essas pessoas se arriscam a entrar de cabeça no mar da vida, quando se reúnem em grupos o “papo”, é profundo, tem a preocupação com o ser humano e ainda o sonho de mudar o mundo.
Ótimo!
Então talvez, você me pergunte: O Dr. Então está defendendo a liberação das drogas!”Respondo “não!”Sou extremamente contra a liberação das drogas, mas sou totalmente a favor da liberação da loucura, defendo que podemos ser loucos sem usar qualquer tipo de substância, porque acredito que o que fazemos ou pensamos sob a ação de uma droga é algo que está dentro de nós.
Você “toma todas” chega a casa e bate na mulher e nos filhos, quando você para de beber então costuma dizer para seus amigos, ou então em reuniões de grupos de ajuda mutua: “gente, quando eu bebia, a cachaça me fez espancar minha mulher.” Mas não acredito nisso, o álcool no máximo ativou em você um conteúdo seu agressivo que talvez sem beber você pudesse sufocar ou expressar de outra forma, porque a agressividade não é ruim quando sabemos usá-la.
Mas também existem aqueles que quando usavam drogas, e esse é o meu caso e acredito ser o do nosso Tulouse, éramos pessoas inteiramente interessantes: “quantas vezes cantei em boteco de quinta categoria músicas da Ellis e do Chico! Quantas vezes ri feito doido porque estava feliz, quantos momentos me permiti chorar ao me emocionar ouvindo uma bela músicas, quantos se emocionam diante de um dia que está nascendo depois de ter passado uma noite inteirinha conversando com amigos falando “de filosofia e mundo bem melhor!”
DA mesma forma você deixa de usar a droga e do mesmo jeito diz: “ta vendo, quando eu bebia eu era o palhaço do bar cantava e falava poesia” e por aí vai. Mas da mesma forma que a agressividade, do exemplo acima, está dentro do ser, o “louco santo” está dentro de nós. E repararam que quando nos referíamos a nós como palhaços estamos dizendo “ser palhaço é ser louco, ser palhaço é ser inútil não produtivo fora dos padrões da sociedade”. Mas ser palhaço é levar alegria a milhões de corações, é levar luz alegria felicidade.
Então fico me questionando: “porque não continuar louco, mas agora tendo domínio de nós mesmos! Sentirmos que não precisamos de uma substância pra arriscar! Arriscar andar na chuva e se molhar muito, brincar com fogo sabendo que podemos nos queimar e assumindo o risco! Que não precisamos enfiar a gravata que vai nos enforcar! que não precisamos usar a velha aliança que nos prende como escravos! nos permitir uma vida diferente! Quantas coisas pra descobrir sobre nós mesmos! Descobrir que não há certo nem errado, que aquilo que a duzentos anos era o certo hoje achamos um absurdo total, que não existe apenas uma forma de amar e que como diz o velho “louco” Milton “toda maneira de amar vale a pena”.
Então fica aqui o meu manifesto contra os caretas.
“mas eu também sei ser careta, de perto ninguém é normal!” “CAETANO”
Vamos lá, vamos enlouquecer, não estamos sozinhos, posso lembrar alguns, o maior louco da história talvez tenha sido Jesus, depois Sócrates, Van Gogh, Leonardo da Vinci e eu você e tantos outros, e detalhe, nunca me conste que Jesus tenha usado droga pra ficar “muito louco”.
Espero que esse escrito não tenha ficado careta de mais. E que ninguém pense daí que sou a favor do uso das drogas, mas que fique claro que sou sim a favor da completa liberação da loucura humana.
Alberto Ferreira Morgado. São Paulo 8 de fevereiro de 2011. Ou será 3011.
0 curtiram
Postado por Luzia
Ei, Danilo, aprovar o projeto, talvez não seja tão difícil, mas, implementar a lei, tenho dúvidas.
Abraços a todos!
0 curtiram
Postado por Luiz Carlos do Pandeiro
Vamos ajudar na divulgação do grupo (SVPC) Só vendo pra crer
Somos um grupo de samba, todos aqui de SP.,
somos em 6 integrantes, todos com deficiência visual,
estamos juntos nesta batalha a 4 anos.
Somos nós mesmos q corremos por nós, ninguém por nós, talvez por não acreditarem no q fazemos, por isso o nome (Só vendo pra crer.
Ao longo desses nossos 4 anos de formação, temos algumas referências por onde passamos, como por exemplo:
Rádio Transamérica, rádio Super Tupí, rádio Z, TV NGT, além d bares, restaurantes e casas de shows.
Atendemos ao convite de festas de aniversários, casamentos, formaturas, ETC.
Se vc é empresário ou conhece alguém q seja, e queira nos dár este grande apoio, segue aí os nossos contatos:
(11) 9-9725-7223, (11) 4543-2404 (Zeca Mariano).
Contamos com a ajuda de todos vcs q lerem esta nossa postagem.
Atenciosamente:
Luiz Carlos do Pandeiro
0 curtiram
Postado por bahiana
0 curtiram