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Recado 37326: pacote de modelos de documentos 20 de February de 2015, 05:53

Postado por abraão lincoln

caros amigos, gostaria de saber de vocês quem tem um pacote de modelos de documentos ai para me doar, pois preciso muito, desde já agrmuito obrigado.
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Recado 37325: Triste! 19 de February de 2015, 21:44

Postado por Dorcival

Turma, retornei só para deixar uma notícia triste.
Triste para mim e para todos que apreciam a ciência simples e objetiva. Oliver Sacks está com câncer terminal e dá uma lição... Oooops, mais uma lição!
Ok, você não sabe quem é este Senhor?
Bom, creio que a maioria de nós cegos já ouvimos a história de um filme em que o protagonista é cego, massagista, faz uma cirurgia e volta a enxergar; no fim do filme ele volta a ficar cego.
Alguém já se lembrou?
Ok, ele também não tem a visão tridimensional. Ou seja, não consegue distinguir entre uma foto e a figura real.
Certo, esta história é real... Foi um paciente do Dr. Oliver Sacks, e foi descrita no livro Um Antropólogo em Marte
Ela é só uma das várias histórias que compõe o livro...

.
***
Oliver Sacks, em 2002. / TOMAS MUSCIONICO (CONTACTO)


Com um artigo simples, emotivo e direto, paradoxalmente cheio de otimismo, o escritor e neurologista Oliver Sacks anunciou na quarta-feira, no The New York Times, que sofre de um câncer terminal e que tem apenas mais algumas semanas de vida. "Acima de tudo, fui um ser com sentidos, um animal pensante, neste maravilhoso planeta, e isso, em si, foi um enorme privilégio e uma aventura", escreveu o autor, cujos livros sobre os subterfúgios da mente humana, como Tempo de Despertar e O Homem que Confundiu sua Mulher com um Chapéu, foram adaptados para o cinema e venderam milhões de exemplares no mundo inteiro.
Oliver Sacks, que tem 81 anos, recebeu a má notícia há algumas semanas, quando foi informando que sofre de metástase múltipla no fígado, procedente de um tumor original no olho detectado há oito anos. Ele afirmou que os médicos podem atrasar o avanço, mas não detê-lo.

Intitulada Minha Própria Vida, em homenagem à autobiografia escrita pelo filósofo David Hume quando também soube que sofria de uma doença sem cura, sua despedida é cheia de otimismo: "Estou intensamente vivo e quero e espero que o tempo que me resta por viver me permita aprofundar minhas amizades, me despedir daqueles que amo, escrever mais, viajar se tiver a força suficiente, alcançar novos níveis de conhecimento e compreensão. Isso incluirá audácia, clareza e falar com franqueza; vou tratar de acertar minhas contas com o mundo. Mas também terei tempo para me divertir (inclusive para fazer alguma estupidez)".
Sacks explica que publicará em abril suas memórias, e que tem vários outros livros a ponto de serem concluídos. O escritor confessa que não pensa em se dedicar a nada que não considere essencial, que não quer perder tempo. "Não posso dizer que não tenho medo. Mas meu sentimento predominante é a gratidão. Amei e fui amado; dei muito e me deram muitas coisas; li, viajei e escrevi".
Nascido em Londres em 1933, Sacks vive em Nova York desde os anos 1960. Ao longo dos anos, foi reunindo em seus livros as experiências pelas quais passou. Um Antropólogo em Marte, Enxaqueca, Com uma Perna Só, A Ilha dos Daltônicos, O Homem que Confundiu sua Mulher com um Chapéu, O Tio Tungstênio: Memórias de uma Infância Química, Vendo Vozes: Uma Viagem ao Mundo dos Surdos, Tempo de Despertar e Alucinações Musicais são suas obras mais conhecidas.
Em uma entrevista a este jornal em 1996, realizada por ocasião da publicação de Um Antropólogo em Marte, Sacks falou justamente sobre a relação dos pacientes com as doenças. "Para mim é fundamental a relação que se estabelece entre doença e identidade, e a forma como a pessoa reconstrói seu mundo e sua vida a partir dessa doença", disse. "Todos os casos que exponho neste livro descobriram uma vida positiva que surgia após uma doença. O pintor que depois de perder a visão da cor não deseja recuperá-la. O cego de nascimento que recupera a visão na metade de sua vida e não consegue suportá-la. A mulher autista que encontra no autismo uma parte de sua identidade... Mas não quero parecer sentimental perante a doença. Não estou recomendando que se tenha que ser cego, autista ou sofrer da síndrome de Tourette, de forma alguma, mas em cada caso surgiu uma identidade positiva após algo calamitoso. Algumas vezes a doença pode nos ensinar o que a vida tem de valioso e nos permitir a vivê-la mais intensamente".
Há alguns meses, Sacks publicou um artigo maravilhoso no The New York Review of Books sobre as memórias e a ficção intitulado Fala, memória. No texto, ele relatava como, enquanto envelhecia, iam surgindo relatos cada vez mais claros de sua infância; recordava, por exemplo, dois episódios em que bombas nazistas caíram perto de sua casa em Londres quando era criança durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, seu irmão mais velho disse a ele que o primeiro incidente ele havia vivido, mas que o segundo tinha sido contado para ele, porque naquele momento já não estava mais em Londres.
Este episódio serve para Sacks fazer uma longa dissertação sobre a importância da ficção na vida, porque, no fim, o que lemos e nos impressiona acaba sendo tão importante como o que vivemos. "Nós, como seres humanos, desenvolvemos sistemas de memória que têm falhas, fragilidades e imperfeições", escreveu. "A indiferença sobre as fontes nos permite assimilar o que lemos, o que nos contam, o que outros dizem, e pensam, escrevem e pintam, de uma forma tão rica e tão intensa como se fossem experiências primárias. Nos permite ver e escutar com os olhos e ouvidos dos outros, entrar na mente dos demais, assimilar a arte e a ciência e a religião de toda uma cultura".
Esse texto é uma mostra da forma de escrever e pensar de Sacks e, por sua vez, da imensa influência de seus escritos sobre a maneira como vemos o mundo em que vivemos. A tranquila lucidez com a qual enfrenta a notícia de seu câncer sem volta é mais uma prova de sua sabedoria.
***

Sou fã e profundo admirador deste cara!

Até mais gente!
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Recado 37324: Cidadania 19 de February de 2015, 21:40

Postado por Jailton Delogo

Agora é lei!!!
Porto Velho amplia direitos da pessoa com deficiência.
http://www.nnh.com.br/Brasil/audio/12/Agora-e-lei!
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Recado 37323: As aparencias enganam e não vamos nos enganar antes de conhecermos a verdade! 19 de February de 2015, 18:50

Postado por Ronaldo Pires

Olá pessoal todos estão bem?
Espero muito que sim!

Olha que o governador de São Paulo demitil da impresa Sabesp 20 pessoas da baixada santista e do Vale do Ribeira foram 11 pessoas de um salário de vinte mil reais pra cima e ainda serão demitidas da impresa Sabesp trezentas pessoas de cargos semelhantes, e será que alguém pode me explicar o que está acontessendo na Sabesp?

Agora vamos a um texto muito interessante que se levarmos a sério vamos viver bem com todos os nossos semelhantes:

Quando eu ainda trabalhava em fábrica de calçados trabalhei por muitos anos com uma moça que, na época, devia ter a idade que tenho hoje, em torno dos 40.
Ela era muito quieta, muito boa de serviço, boa companheira de trabalho, boa pessoa, muito reservada.
Um dia soubemos que o pai dela estava bem doente. Ele morava no asilo, e ela e a irmã moravam sozinhas na casa que fora da família.

Foi uma enxurrada de fofocas e de críticas: onde já se viu deixar o pai morrer no asilo? um pai cuida de 10 filhos, mas 10 filhos não cuidam de um pai, ela, com essa voz mansa, é muito ruim, internar o velhinho doente no asilo e ficar com a casa...
E por aí seguiu, por muito tempo. Até depois que ele morreu.

Ela sabia do que falavam, nunca se defendeu.
Um dia, antes do final do ano, ficamos as duas e mais 2 meninas trabalhando até bem tarde, era época de fechar pedido, era normal irmos até 10 da noite.
Então ela contou um pouco sobre o que foi a vida dela, e da mãe, e das irmãs.

Foi uma conversa breve, mas ela contou, em linhas gerais, coisas que ainda hoje me fazem pensar em como a gente julga as pessoas sem conhecer os fatos, sem saber o que aconteceu na vida da pessoa pra que ela aja assim ou assado...

O que ela nos contou é muito simples: durante a vida toda, dela e das 3 irmãs, o pai foi um carrasco.
Nenhuma das irmãs estudou, ele não permitia. Trabalhavam desde os 7 anos, primeiro na roça, depois como empregadas na cidade.
Surras? Elas nem sabiam que haviam crianças que não apanhavam.
Não foram poucas as vezes que ele tirou o prato de comida das mãos de uma delas, e nem foram poucas as vezes que ela e as irmãs ficaram fechadas em um quarto por 2, 3 dias, sem banho, sem comida, de castigo.

Quando ficaram mocinhas foi pior: as surras se multiplicaram, uma das irmãs fugiu de casa com 15 anos, com um homem de mais de 60 anos, porque não suportou os maus tratos, a violência, as humilhações e sabe Deus mais o que que a voz mansa dela não conseguia dizer.
As 3 irmãs que ficaram nenhuma se casou, a mais velha morreu antes dos pais.
A mãe morrera fazia tempo, uma daquelas mulheres que apanhavam caladas, que nascem e morrem oprimidas.

Quando ele adoeceu elas tentaram, as duas irmãs que sobraram. Tentaram cuidar dele, mas depois de muita comida jogada na cara, muitas cusparadas, muitos socos e muitos xingamentos elas decidiram que ele ia para o asilo.
Morreu lá.
E naquela noite, ela contou essas coisas com voz mansa, baixa, sem levantar a cabeça do serviço que fazia.
Falou sobre como foi duro, sobre como jamais ele deu um abraço sequer nas filhas. Falou muitas coisas, falou da vida dura que, mesmo eu, que tive vida dura, não imaginava que existia...
A gente julgava-a sem saber.

E esquecíamos que nem todo velhinho é uma pessoa boa, esquecia que gente má e intratável também tem filho, fica doente, envelhece.
E sobretudo esquecia que quem sabe da própria vida é quem a vive.
De fora é muito fácil julgar, falar, condenar.
Apontar o dedo é fácil, eu faço, talvez você também...
Por isso nunca vamos tomar uma pessoa como santo e corretinho antes de conhecê-lo perfeitamente, e nunca vamos condenar alguém por dizer ou agir de forma que no momento parece ser muito errado.

Espero que tenham gostado deste texto e logo volto com mais se Deus quiser.


Voei, voei voei!


Olá pessoal todos estão bem?
Espero muito que sim!

Olha que o governador de São Paulo demitil da impresa Sabesp 20 pessoas da baixada santista e do Vale do Ribeira foram 11 pessoas de um salário de vinte mil reais pra cima e ainda serão demitidas da impresa Sabesp trezentas pessoas de cargos semelhantes, e será que alguém pode me explicar o que está acontessendo na Sabesp?

Agora vamos a um texto muito interessante que se levarmos a sério vamos viver bem com todos os nossos semelhantes:

Quando eu ainda trabalhava em fábrica de calçados trabalhei por muitos anos com uma moça que, na época, devia ter a idade que tenho hoje, em torno dos 40.
Ela era muito quieta, muito boa de serviço, boa companheira de trabalho, boa pessoa, muito reservada.
Um dia soubemos que o pai dela estava bem doente. Ele morava no asilo, e ela e a irmã moravam sozinhas na casa que fora da família.

Foi uma enxurrada de fofocas e de críticas: onde já se viu deixar o pai morrer no asilo? um pai cuida de 10 filhos, mas 10 filhos não cuidam de um pai, ela, com essa voz mansa, é muito ruim, internar o velhinho doente no asilo e ficar com a casa...
E por aí seguiu, por muito tempo. Até depois que ele morreu.

Ela sabia do que falavam, nunca se defendeu.
Um dia, antes do final do ano, ficamos as duas e mais 2 meninas trabalhando até bem tarde, era época de fechar pedido, era normal irmos até 10 da noite.
Então ela contou um pouco sobre o que foi a vida dela, e da mãe, e das irmãs.

Foi uma conversa breve, mas ela contou, em linhas gerais, coisas que ainda hoje me fazem pensar em como a gente julga as pessoas sem conhecer os fatos, sem saber o que aconteceu na vida da pessoa pra que ela aja assim ou assado...

O que ela nos contou é muito simples: durante a vida toda, dela e das 3 irmãs, o pai foi um carrasco.
Nenhuma das irmãs estudou, ele não permitia. Trabalhavam desde os 7 anos, primeiro na roça, depois como empregadas na cidade.
Surras? Elas nem sabiam que haviam crianças que não apanhavam.
Não foram poucas as vezes que ele tirou o prato de comida das mãos de uma delas, e nem foram poucas as vezes que ela e as irmãs ficaram fechadas em um quarto por 2, 3 dias, sem banho, sem comida, de castigo.

Quando ficaram mocinhas foi pior: as surras se multiplicaram, uma das irmãs fugiu de casa com 15 anos, com um homem de mais de 60 anos, porque não suportou os maus tratos, a violência, as humilhações e sabe Deus mais o que que a voz mansa dela não conseguia dizer.
As 3 irmãs que ficaram nenhuma se casou, a mais velha morreu antes dos pais.
A mãe morrera fazia tempo, uma daquelas mulheres que apanhavam caladas, que nascem e morrem oprimidas.

Quando ele adoeceu elas tentaram, as duas irmãs que sobraram. Tentaram cuidar dele, mas depois de muita comida jogada na cara, muitas cusparadas, muitos socos e muitos xingamentos elas decidiram que ele ia para o asilo.
Morreu lá.
E naquela noite, ela contou essas coisas com voz mansa, baixa, sem levantar a cabeça do serviço que fazia.
Falou sobre como foi duro, sobre como jamais ele deu um abraço sequer nas filhas. Falou muitas coisas, falou da vida dura que, mesmo eu, que tive vida dura, não imaginava que existia...
A gente julgava-a sem saber.

E esquecíamos que nem todo velhinho é uma pessoa boa, esquecia que gente má e intratável também tem filho, fica doente, envelhece.
E sobretudo esquecia que quem sabe da própria vida é quem a vive.
De fora é muito fácil julgar, falar, condenar.
Apontar o dedo é fácil, eu faço, talvez você também...
Por isso nunca vamos tomar uma pessoa como santo e corretinho antes de conhecê-lo perfeitamente, e nunca vamos condenar alguém por dizer ou agir de forma que no momento parece ser muito errado.

Espero que tenham gostado deste texto e logo volto com mais se Deus quiser.


Voei, voei voei!
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Recado 37322: aa sei lá 19 de February de 2015, 16:35

Postado por vagner pereira

Letras, linhas, contemporâneos caracteres escritos sem objetividade, ao revés.
Tecnologia utilizada para o mau, ou simplesmente para sair do estrese.
Mas, oque é diversão? O dramaturgo cria pra si e pra outrem personagens, se diverte, sorri com as imagens, que a opinião publica e crítica faz de cada uma de suas criaturas.
Já diz a máxima que a arte imita a vida e a vida imita a arte, desta forma oque discriminar como realidade?
Se a moda muda, mude a moda. Se a vida é rude, rode a roda. Se o tempo voa, voamos também. Ou será que estamos cada vez mais estagnados. Proliferados de tendinites “LER” e outros entraves oriundos de nosso estilo moderno e ao mesmo tempo arcaico, sofisticado e frágil. Esse é o presságio desta sociedade.
Onde todos pensamos saber um pouco da verdade...
A! Mas, será que há maldade na novela?
Ignorantes não são enganados, pois ignoram toda essa nossa balela q nós por tutela. Chamamos de existência...
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Recado 37321: Voltei 19 de February de 2015, 14:33

Postado por Dorcival

Olá gente, todos em paz?
Lucas, frequentemente nos fins de semana e feriados fico off-line. Gosto de me mexer e de locais com pouco concreto.
Por exemplo: Domingo nós estávamos no parque estadual da Cantareira, fizemos uma trilha de 13 quilômetros por terreno muito íngreme e à noite eu estava acabado. Todavia, me sinto muito bem fazendo estas coisas. E por vezes encontro outras aparentemente impossíveis.
No final da tarde de Domingo nos deparamos com uma família de macacos Bugio em seu ambiente selvagem. Pois é! Parte do parque pertence a cidade de SP e foi nesta parte que encontramos a família de macacos. Acreditem, aqui ainda existem macacos selvagens.
Não foi a primeira vez que fizemos esta trilha, mas foi só desta vez que encontramos uma família inteira, ou , boa parte dela.
Antes que alguém pergunte se a trilha não é difícil para um cego? Já vou respondendo.
Esta trilha é fácil, sem dificuldade para quem não enxerga. Requer um pouco de preparo físico porque o terreno é íngreme, mas é só.
Ainda para exemplificar. A trilha da cachoeira do gato em Ilha Bela, é bem menor, entretanto não aconselho um cego fazê-la se não tiver alguma experiência prévia. Porém, tomar banho em uma queda d’agua de 60 metros é incrível.
Moçada, um texto para pensar!


***
“A Teoria de Tudo” e um debate sobre a realidade da condição humana
POR JAIRO MARQUES
09/02/15 09:30


Todos os recortes que tenho acesso sobre a vida do cientista Stephen Hawking me causam horas e horas de pensamento em relação ao tal “sentido da vida” e sobre as possibilidades infinitas de seguir adiante, seja do jeito que for.
“A Teoria de Tudo”, trama que está agora nos cinemas e que concorre a cinco Oscar, inclusive ao de melhor filme, de melhor ator e de melhor atriz, além de me trazer novos elementos a respeito da trajetória deste gênio, vítima de uma doença degenerativa grave, faz um debate de fundo sobre as possíveis “obrigações” que envolvem a deficiência e seu entorno.
Não vou discutir aqui os aspectos de qualidade cinematográficas, embora a atuação de Eddie Redmayne, que interpreta Stephen, seja impressionante e emocionante. Quero me ater à passagem do casamento e a vida íntima do físico retratada no filme.
Já com o diagnóstico perverso da doença degenerativa, aos 20 anos, Jane Wilde, então namorada de Hawking, decide seguir junto a ele e ter uma vida com ele, se propondo a enfrentar junto às novas condições de vida que ele teria.
Jane cuida atentamente do marido, incentiva a continuidade da carreira, entende suas limitações e tem três filhos com ele (em nada a enfermidade, tão perversa ao sistema motor, interfere na parte sexual). Há, no filme, um destaque importante para esse zelo, mas sem exageros, a meu ver.
Naturalmente, porém, igual a tudo na vida, igual ao que pode acontecer com qualquer pessoa, os sentimentos de Jane e de Hawking vão se modificando, vão deixando de ser uma relação de homem e mulher.
Achei muito corajoso e sensível por parte do diretor, James Marsh, entrar nessa discussão, mesmo que de uma forma sutil e um tanto delicada.


Para mim, a relação de um casal em que um dos dois se torna deficiente precisa se nutrir de amor, de cumplicidade, de atração, de tesão, de admiração, de afeto e de respeito. O componente da “obrigação” em estar junto não cabe nessa equação, por mais que haja uma certa pressão social, religiosa e íntima nesse sentido.
O amor entre uma pessoa com deficiência e outra sem deficiência só vai se sustentar como algo positivo e verdadeiro quando não há embutida na relação uma “responsabilidade” ou uma missão a ser cumprida. No caso do surgimento desses fatores, o fracasso é praticamente inevitável.
O aspecto de cuidar do outro pode, sim, se intensificar com o passar do tempo, se tornar mais custoso e até causar um desconforto momentâneo, mas, nesse caso, é muito necessário que se busque uma solução. Não há como resistir quando um dos lados se torna apenas um enfermeiro ou enfermeira do outro.
Em “A Teoria de Tudo”, as consequências de um amor que se sustenta por um caráter de “dever a ser cumprido” são mostradas sem mimimi, sem se preocupar com o sentimento de um espectador mais melindrado que pode avaliar como um “abuso” retratar um cidadão tão ferrado tendo de enfrentar uma situação amorosa adversa…
Nesse sentido que vibro com o cinema gringo e vaio as iniciativas nacionais de querer retratar as diversidades físicas e intelectuais, sempre protegidas por uma aura de caridade e sentimentalismo que cria seres humanos a parte, inverídicos.
Ficar preso em uma relação sem a presença de um sentimento realmente sólido, mútuo e com planos pode ser bem mais dramático que conviver com a própria deficiência. Um casal não pode ser visto apenas como “puxa, como é bonito o que ela faz por ele”, mas, sim, pela impressão de afeto, de admiração e de desejo que imprimem, em qualquer situação.
Há outros diversos aspectos interessantes sobre a realidade da condição humana em “A Teoria de Tudo”, além de debates curiosos sobre a origem do universo, sobre verdades absolutas, sobre comprometimentos. Vale demais o ingresso!

***
Agora eu.
O filme também discute, ao meu ver com ênfase demasiada, se Deus existe ou não. E é este ponto que a maioria dos comentaristas de filmes tem falado. Mas, ele vai bem além.
A vida conjugal entre uma pessoa com deficiência e outra que não tenha deficiência alguma, vez por outra tem embates que o amor de início de romance sequer sonha. E é à estes detalhes que o Jairo chama a atenção.
Abraços para todos!
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Recado 37320: COISAS DA VIDA 19 de February de 2015, 11:14

Postado por Gisele Cristina

Coisas da Vida

Que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando
e você precisa perdoá-la por isto.

Que levam anos para se construir confiança e apenas segundos para
destruí-la.

Aprendi que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos
mudam.

Que as circunstâncias e o ambiente têm influência sobre nós, mas nós somos
responsáveis por nós mesmos.

Que ou você controla seus atos, ou eles o controlarão. Aprendi que heróis
são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as
consequências.

Que paciência requer muita prática.

Que existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como
demonstrar isso.

Que algumas vezes a pessoa que você pensa que vai lhe dar o golpe mortal
quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Que só porque uma pessoa não o ama como você quer, não significa que ela
não o ame com tudo o que pode.

Que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens: seria uma
tragédia se ela acreditasse nisso. Que nem sempre é suficiente ser perdoado
por alguém. Na maioria das vezes você tem que perdoar a si mesmo. Que não
importa em quantos pedaços seu coração foi partido; o mundo não para,
esperando que você o conserte.
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Recado 37319: Bom dia! 19 de February de 2015, 08:43

Postado por Cida Silva

MENSAGEM DO DIA
”Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se vêem,
mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.” (
2 Coríntios 4:17,18)
É bom saber que há um limite para a aflição.
É só um momento – ela tem seu fim marcado.
Nem sempre a guerra continuará.
Nem sempre os mares serão tempestuosos.
Nem sempre as chuvas cairão e os ventos soprarão fortemente.
Deus pesa e mede, limita e ordena, minhas tristezas!Bom dia! Iluminada quinta-feira!
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Recado 37318: Vamos falar bem dos outros e cuidar de nós mesmos guardando nossas linguas de falar mau de alguém! 19 de February de 2015, 08:28

Postado por Ronaldo Pires

Olá pessoal hoje venho desejar tudo de bom para todos vocês que aceitam palavras positivas e as praticam assim como eu!
Quero ressaltar antes de deixar um texto de reflexão para nossa ajuda pessoal e de grande importancia para sermos pessoas melhores o seguinte comentario:
Acredito que pela escrita nós podemos fazer de nossas vidas o mesmo que nossas linguas acabam realisando por isso não vamos destruir ninguém mas, vamos sim nos ajudarmos para que tenhamos dias melhores.
Falando em dias melhores essa música dias melhores do Jota Quest é muito boa e gostosa de ouvir espero que vocês ouçam essa música ainda hoje.


Agora vamos ao texto que trouxe para nós pensarmos e agirmos positivamente:


A crítica destrutiva é como um veneno, que aos poucos mata a pessoa.
A íngua é um membro do corpo que tem peçonhas de um veneno.
Cada palavra pronunciada com o fim destrutivo, é como o veneno letal.
A palavra que sai da boca do homem perverso é como o veneno, que mata aos poucos.
A calúnia dita, com a intenção de futrica, é como o veneno que destrói aos poucos.
A língua é comparada a um fogo, que calunia e faz intriga, quando consome tudo em sua volta, o veneno é mortal, pois tudo destrói, assim como fogo destrói.
O veneno da serpente, em poucos minutos mata, assim é a palavra dita com mentiras, de fofocas e calúnias.
O veneno da palavra maldita, é comparada a um animal sem freios na boca, (cavalo) difícil de ser domada. E cada palavra dita com maldições, é como o veneno do escorpião que mata, e destrói a própria vida.
O veneno da língua é como uma espada afiada fere profundo e até mata.
Falar é algo agradável e em certo sentido, quando se diz alguma coisa boa a palavra é como um remédio para os ossos e saúde para o corpo,mas a palavra cheia de peçonha é como a morte.
A palavra doce é agradável ouvir, mas a palavra com veneno dói até os ouvidos.
O veneno da palavra de intriga e futrica reduz o ser humano à baixa mediocridade, porque, quem fala da vida geralmente não vê a sua própria vida, é como a velha estória, uma mulher todos os dia olhava pela janela de sua casa e dizia: esta vizinha é mesmo porca, veja como as roupas dela são sujas, ela não leva direito as roupas...até que certo dia lavando a janela de sua casa observou que a vidraça esta suja...
Assim é a palavra com veneno mata e destrói.
Quando uma pessoa esta com raiz de amargura em sua vida geralmente a palavra de amargura é que sai de seus lábios e toda palavra de amargura contamina outro.
A palavra de Deus a Bíblia Sagrada nos ensina que devemos abençoar e não maldiçoar, a língua geralmente inflamada pelo inferno, inflama todo tipo de palavras malditas.
A contenda é uma delas, quantas vezes em uma discussão e brigas quantas palavras ruis são ditas e quantas conseqüências destas palavras, até morte, e tantas outras coisas acontecem.
De dentro do coração humano se pronuncia de tudo e a boca fala do que está cheio o coração. Hoje em uma sociedade moderna e cheia de valores pervertidos quantas coisas ruins se têm falado na mídia. Palavras ditas não voltam mais, podemos até tentar concertar, mas quantos estragos podem causar uma palavra dita sem respeitar o ouvinte.
Cada palavra que lançamos é o que vamos colher, quando falamos bem de outro geralmente receberemos em troca aquilo que semeamos.
Devemos ter muito cuidado com a palavra que dizemos, por que ou ela abençoa, ou ela amaldiçoa.
Toda palavra dita com veneno, tem um endereço certo, a destruição da pessoa que se fala mal.
É muito difícil ver o rastro de uma serpente sobre a pedra, mas sobre a areia podemos notar o seu rastro.
Assim é a palavra que sai da boca do homem para prejudicar quem quer que seja.
A princípio não vemos o rastro dela, mas em algum lugar ela deixa rastro, o seu veneno é letal, prejudicial e fulminante.
Quantas famílias já foram destruídas pelas calúnias, quantos casais já se separam pela palavra de intriga, quantas empresas já faliram pela palavra de pessoas que desejavam o mal ao invés do bem, pela inveja e críticas destrutivas.
Quantas coisas acontecem na vida de pessoas, por não saberem usas a boa palavra, para auxiliar e trazer uma palavra de estímulo e ajuda.
O veneno que é transmitido pela da língua é conseqüência do que se tem dentro do coração, puro veneno.
Certa pessoa gostava muito de falar mal das pessoas, e ela teve um sonho. Neste sonho ela viu dois anjos de branco, um com uma linda bandeja de prata, e o outro anjo com uma linda espada na mão. No sonho ela viu que um anjo enfiou a mão pela sua boca puxando-lhe a sua língua, cortando-a e colocando na bandeja de prata, nisto a língua que estava na bandeja se transforma numa serpente que depois picou ela mesma. Esta aprendeu a lição nunca mais falou mal dos outros. E é isto mesmo quem critica ou fala mal dos outros recebe seu próprio veneno.
A língua possui um veneno terrível, e devemos ter cuidado com o nosso falar, devemos transmitir uma palavra que auxiliam outros, porque uma palavra boa é como um remédio para a vida. Jesus disse que toda palavra procede do coração do homem, e a boca fala do que o coração esta cheio. Se um coração tem Jesus fala do que é próprio. As coisas boas são ditas para o benefício de nosso semelhante, mas a palavra maldizente destrói toda vida. Toda palavra que falamos sem cabimento um dia daremos conta dela, por que a Bíblia ensina isso:

“Ou fazei a árvore boa, e o seu fruto bom; ou fazei a árvore má, e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore. Raça de víboras! como podeis vós falar coisas boas, sendo maus? pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca. O homem bom, do seu bom tesouro tira coisas boas, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más. Digo-vos, pois, que de toda palavra fútil que os homens disserem, hão de dar conta no dia do juízo. Porque pelas tuas palavras serás justificado, e pelas tuas palavras serás condenado.(Mateus 12:33-37)
Toda palavra que falamos ficamos cativos, somos responsáveis por elas, veja o texto bíblico: “Estás enredado pelos teus lábios; estás preso pelas palavras da tua boca”. Provérbios 6:2, “A boca do justo é manancial de vida, porém a boca dos ímpios esconde a violência”. Provérbios 10:11, “O que guarda a sua boca preserva a sua vida; mas o que muito abre os seus lábios traz sobre si a ruína” Provérbios 13.3
Então não joguemos palavras aos porcos, ou seja, não lancemos palavra no chiqueiro, porque a palavra dita com sabedoria é arvore de vida. “Uma língua suave é árvore de vida; mas a língua perversa quebranta o espírito” Prov 15:4

“Mas a língua, nenhum homem a pode domar. É um mal irrefreável; está cheia de peçonha mortal.
Com ela bendizemos ao Senhor e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.
Da mesma boca procede a bênção e maldição. Não convêm, meus irmãos, que se faça assim”. Tiago 3: 8-10 - A ansiedade no coração do homem o abate; mas uma boa palavra o alegra.Prov. 12. 25, A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. Prov. 15.1 O homem se fartará do fruto da sua boca; dos renovos dos seus lábios se fartará. A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto. Prov. 18:20-21

Que Deus em seu amor nos ensine a não jogarmos palavras ao vento, que Ele nos ensine a tomar cuidado com cada palavra que dissermos que tenhamos em mente a palavra dita com veneno esta cheia de peçonha mortal. Falemos então somente o que edifica para construir e levantar o ânimo de pessoas e até nossa própria vida.

“Palavras suaves são como favos de mel, doçura para a alma e saúde para o corpo”.

Pessoal espero que esse txto seja muito util para nós e vamos fazer um mundo melhor de hoje em diante.

Abraços fortíssimo a todos e até logo.


Voei, voei voei!
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Recado 37317: Boa noite! 18 de February de 2015, 21:21

Postado por Cida Silva

Oi muralistas, como passaram o dia? Bem, como já disse hoje retornei ao trabalho e foi marcado com muitas reuniões. Aproveito para agradecer ao Leandro pelo comentário ao meu respeito. Obrigado! Também tenho gostado muito de suas postagens; aliás tem enriquecido este espaço. Sou muito autêntica e verdadeira; além dos textos que publico, gosto sempre de falar um pouco sobre a minha pessoa. Assim vocês têm a oportunidade de me conhecerem melhor. Sou uma pessoa temente a Deus, prezo pelas amizades, procuro praticar o amor. Sei que sou pecadora. Mas reconheço que deus veio exatamente para nós pecadores. Ele nos ama do jeito que somos e nosso julgamentocabe somente a ele.
No mais, gente, desejo a todos uma ótima noite, que o espírito santo possa habitar em nós, e curar todas as nossas feridas interior.
No mais deixo um forte abraço a todos em especial ao Mauri Campos que está sempre me enviando abraço.
Deixo também este evangelho para meditação.
EVANGELHO DO DIA - QUARTA-FEIRA DE CINZAS - DIA 18/02/2015

Evangelho (Mt 6,1-6.16-18)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 1“Ficai atentos para não praticar a vossa justiça na frente dos homens, só para serdes vistos por eles. Caso contrário, não recebereis a recompensa do vosso Pai que está nos céus.

2Por isso, quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 3Ao contrário, quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita, 4de modo que a tua esmola fique oculta. E o teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa.

5Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar em pé, nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 6Ao contrário, quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu Pai que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa.

16Quando jejuardes, não fiqueis com o rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto, para que os homens vejam que estão jejuando. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 17Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, 18para que os homens não vejam que estás jejuando, mas somente teu Pai, que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
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