Seja bem vindo ao mais novo mural de recados da Internet!

Mural Cegueta, o mais acessível da Internet!

Vamos lá! Poste recados com quaisquer tipos de assuntos, notícias globais, declarações de amor, e muito mais!

Neste espaço, o objetivo é proporcionar uma grande interatividade entre todos postadores e visitantes. Sempre que possível, estaremos postando comunicados com informações úteis.

Informações

Antes de postar, clique aqui para ler Nosso Regulamento.

Regulamento atualizado em: 30 de Janeiro de 2016.

Dicas de Navegação:

Para ir direto ler as mensagens aperte a tecla Alt + 5 ou Clique Aqui!

Temos ao total: 41689 recados postados.

Para postar seu recado, preencha corretamente todos os campos, logo abaixo

Mensagens do Mural Cegueta.com

Para buscar um recado, preencha o campo abaixo:

Imagem do Usuário
Recado 37376: profissionalismo!isso é seu redicap. 24 de February de 2015, 12:05

Postado por alexandre

olá muralistas!ser profissional nos dias atuais não é para qualquer um,para ser um bom profissional é necessário muito estudo na sua área,claro!também
o fator preponderante na minha opinião é:amar muito o quê se propõe a fazer,seja!qual for a profissão!da mesma forma que existem bons profissionais na
psicologia!existem maus profissionais também,eu por exemplo amo muito minha profissão,contudo,as vezes me estresso muito!pois trabalho com o material
chamado:ser humano!ufá!é muito difícil,pois todos os dias tenho que explicar como,onde,por quê,quando fiquei cego!é um saco!mais vida que segue!abraço
aos meus amigos!meus contatos são:vivo 015 61 96 08 80 76;claro 021 61 95 61 61 43.
Imagem do Usuário
Recado 37375: Voltei 24 de February de 2015, 11:26

Postado por Dorcival

Olá gente, todos em paz?
Moçada, é legal ver um auto-diagnóstico, ainda que inconsciente...

Por enquanto vou me abster de debater crenças, o assunto vai muito além do que as questões de autoafirmação e e "eu sei !" e "sou o cara"...

Mas, vamos em frente!
Abaixo vem dois textos, o primeiro mais comum questionando algumas coisas do nosso dia-a-dia. E depois, um outro mais denso, em vários momentos parece está falando do Brasil, entretanto ele refere-se aos Estados Unidos.
Lá eles tem alguns problemas semelhantes aos nossos, guardadas as devidas proporções, e as causas e soluções também tem suas semelhanças.
Ah! Estava esquecendo, o autor do texto é só o Nobel de economia de 2008.


***
luiz felipe pondé
Pais chatos
23/02/2015 03h15


Vivemos num mundo das modas de comportamento. Por exemplo: pais chatos. Você me pergunta o que é um pai chato? Pode ser uma mãe chata também, mas quando é pai, é pior ainda. Explico logo o porquê.
Antes, um reparo: evidente que os pais devem se ocupar da educação dos filhos. Ponto. Mas tem limite. Quer ver?
Há anos, quando meus filhos estavam em idade escolar, fomos, minha mulher e eu, a algumas reuniões. Poucas, porque sempre achamos que pais deveriam ser educados e não frequentar muito essas reuniões porque os professores, no final do dia, já estão cansados de correr atrás de nossos pestinhas. Ah! Esqueci: hoje não se pode mais falar assim. Nossos "hiperativos".
Meus filhos estudaram numa dessas típicas escolas da zona oeste paulistana que custam R$ 3.000 por mês, ainda que professores preguem voto no PSOL e levem os meninos para acampamentos do tipo MST.
Lembro-me de uma reunião em especial em que uma mãe, sentada atrás de mim, enchia o saco da professora de história, conhecida por ser amada pelos alunos, porque ela achava que o programa de história deveria contemplar mitos (o assunto era história antiga) nos quais as mulheres fossem guerreiras "empoderadas" (a palavra já dá vontade de vomitar...). E, também, que deveriam dar menos espaço para gregos, romanos, hebreus e mais para outros povos.
A professora, coitada, educadamente, depois de uma dia inteiro de trabalho, tentava explicar à mãe chata que, em se tratando de história antiga ocidental, não se podia negar a importância dos gregos, romanos e hebreus. Os demais povos seriam contemplados (lembre-se: estamos falando de Antiguidade!), mas esses três eram essenciais (na Antiguidade!) para a matriz ocidental.
Outro tipo chato é aquele que acha que a escola deve ensinar os alunos a mexer em computadores e afins. Normalmente, o cara é engenheiro ou algo assim, mas acha que, porque tem um carro coreano grande e branco, pode ensinar padre-nosso ao vigário. Só gente mal informada acha que criança de classe média precisa de escola pra aprender a mexer em computadores e afins.
Mais um tipo é aquele participativo em todas as atividades da escola e que leva a sério quando, educadamente, a instituição convida os pais a serem mais "presentes no dia a dia da escola".
Esse é aquele tipo que se senta na primeira fila nas reuniões e fala o tempo todo. Quando acaba a reunião, lá pelas 22h, ele quer conversar com a professora enquanto ela pega a bolsa e se dirige para o seu carro.
Tipo muito interessado em saber como seu filho vai na escola, mas que na realidade quer falar de algo que ouviu falar numa dessas reuniões com gurus que falam sobre motivação em empresas, e acha que a professora deveria ler esse tal guru que ganha milhões ensinando bobagens sobre liderança. O mundo corporativo gasta milhões com gente fajuta.
Ou, quem sabe, pior ainda, aquele tipo que, em escolas de crianças muito pequenas, quer demonstrar sua condição de pai contemporâneo, disputando com as mães quem sabe mais sobre alimentação infantil.
Tem mais um hilário (entre tantos outros): os pentelhos que querem dizer para a coordenação que a escola deveria colocar disciplinas novas, como "biking". Eita mundinho chato, esse.
Estou devendo a você uma explicação de por que, normalmente, os pais assim acabam sendo mais chatos do que as mães.
Uma das novas modas de comportamento é a mania de homens quererem o tempo todo provar que entendem melhor de bebês do que as mães. Essas, coitadas, acabam cedendo à moda porque, além de quererem ou precisarem trabalhar, não podem negar ao marido a ilusão de ser um "pai contemporâneo". Outras, infelizmente, creem de verdade que o fato de os homens não poderem amamentar é uma injustiça social ou de gênero (o "gender gap").
Óbvio que existem pais que sabem lidar com filhos pequenos. E mães que não são lá tão obcecadas pelos filhos. Pena. Mas, na maioria esmagadora dos casos, devemos deixar que as mulheres cuidem dessa área, porque elas sabem há milênios o que significa carregar uma criança nesse mundo.
luiz felipe pondé
Luiz Felipe Pondé, pernambucano, filósofo, escritor e ensaísta, doutor pela USP, pós-doutorado em epistemologia pela Universidade de Tel Aviv, professor da PUC-SP e da Faap, discute temas como comportamento contemporâneo, religião, niilismo, ciência. Autor de vários títulos, entre eles, 'Contra um mundo melhor' (Ed. LeYa).
***

Conhecimento não quer dizer poder
PAUL KRUGMAN
DO "NEW YORK TIMES"
23/02/2015 18h02


Os leitores habituais de minha coluna sabem que às vezes zombo das "pessoas muito sérias" - políticos e sabichões que repetem solenemente verdades convencionais vistas como objetivas e realistas. O problema é que parecer sério e ser sério de modo algum são a mesma coisa, e algumas dessas posições aparentemente firmes na verdade são maneiras de evitar as questões realmente difíceis.
Um exemplo recente e importante é a "síndrome de Bowles-Simpson", que envolve desviar o discurso da elite de uma tragédia em curso, o alto desemprego no país, para a supostamente crucial questão de como exatamente custearemos nossos programas de previdência social dentro de duas décadas. Essa obsessão específica, fico feliz por dizer, parece estar desaparecendo.
Mas minha sensação é a de que existe uma nova forma de falsa seriedade em ascensão, com o objetivo de evitar as questões importantes. Desta vez, a evasão envolve tentar mudar o curso de nosso debate sobre a desigualdade e transformá-lo em uma discussão sobre os supostos problemas da educação.
E o motivo para que isso seja uma evasão é que, não importa o que as pessoas sérias desejem acreditar, a desigualdade que não para de crescer não se relaciona à educação; ela gira em torno de poder.
Para deixar claro: favoreço uma melhora na educação. A educação é minha amiga. E deveria estar disponível para todos, e a preço acessível.
Mas o que continuo a ver são pessoas insistindo em que problemas na educação são a raiz de nossa criação de empregos ainda fraca, dos salários estagnados e da crescente desigualdade. Isso parece sério e ponderado. Mas na verdade é uma posição contrariada por boa parte das provas disponíveis, bem como uma maneira de tentar escapar a um debate real, que inevitavelmente tornaria necessário tomar partido.
A história que confere à educação posição central nos nossos problemas se desenrola assim: vivemos em um período de mudanças tecnológicas sem precedentes, e número excessivo de norte-americanos não dispõem da capacitação que seria necessária para lidar com essas mudanças. Essa "lacuna de capacitação" é que segura o crescimento, porque as empresas não conseguem encontrar os trabalhadores de que precisam. E isso também alimenta a desigualdade, porque os salários dos trabalhadores com a capacitação requerida disparam, e os dos menos educados ficam estagnados ou declinam. Assim, o que precisamos é de mais e melhor educação.
Meu palpite é que essa história parece familiar - é exatamente aquilo que ouvimos dos apresentadores de programas matutinos aos domingos, nos artigos de opinião de líderes de negócios como Jamie Dimon, presidente-executivo do JPMorgan Chase, e nos "estudos de orientação" do Hamilton Project, um esforço de pesquisa centrista da Brookings Institution. É algo repetido com tanta frequência que muita gente provavelmente presume que seja verdade. Mas não é.
Para começar, o ritmo da mudança tecnológica é realmente tão rápido assim? "Queríamos carros voadores, e o que conseguimos foram 140 caracteres", resmungou o ranzinza Peter Thiel, veterano do setor de capital para empreendimentos. O crescimento da produtividade, que passou por um breve surto de alta forte depois de 1995, parece ter se desacelerado acentuadamente.
Além disso, não existem provas de que o emprego não vem crescendo por conta de uma lacuna na capacitação. Afinal, se as empresas estivessem desesperadas por obter trabalhadores dotados de determinadas capacitações, estariam oferecendo salários generosos para atrai-los. Mas onde estão essas profissões afortunadas? Pode-se encontrar exemplos isolados aqui e ali. Interessantemente, alguns dos maiores avanços de salários aconteceram entre os operários capacitados - operadores de máquina de costura, soldadores de caldeiras -, agora que alguns empregos industriais estão retornando aos Estados Unidos. Mas a ideia de que os trabalhadores de alta capacitação estão em forte demanda no mercado em geral é falsa.
Por fim, embora a história que correlaciona educação e desigualdade possa um dia ter parecido plausível, ela se afastou da realidade há muito tempo. "Os salários das pessoas mais capacitadas e mais bem pagas continuaram a crescer firmemente", segundo o Projeto Hamilton. Na verdade, considerada a inflação, os salários dos norte-americanos com nível mais elevado de educação não avançaram em nada do final dos anos 90 para cá.
O que está acontecendo de verdade, então? Os lucros das empresas dispararam como proporção da renda nacional, mas não existe sinal de alta no retorno sobre o investimento. Como isso é possível? Bem, é o que se deve esperar se a alta no lucro reflete poder de monopólio e não retorno sobre o capital.
Quanto aos salários, os diplomas universitários não importam - todos os grandes ganhos beneficiam alguns poucos indivíduos que ocupam posições estratégicas em grandes empresas ou nas encruzilhadas das finanças. A desigualdade crescente não se relaciona a quem tem e não tem conhecimento, mas a quem detém o poder.
Bem, há muito que podemos fazer para corrigir esse desequilíbrio de poder. Podemos impor tributos mais altos às grandes empresas e aos ricos, e investir os proventos em programas que ajudem as famílias de classe trabalhadora. Podemos elevar o salário mínimo e facilitar a sindicalização dos trabalhadores. Não é difícil imaginar um esforço realmente sério para tornar os Estados Unidos menos desiguais.
Mas dada a determinação de um dos grandes partidos quanto a adotar políticas diametralmente opostas, advogar um esforço como esse faz com que o proponente pareça parcial. E daí deriva o desejo de fazer com que a coisa toda seja vista como um problema na educação. Mas é preciso que reconheçamos essa evasão tão comum pelo que realmente é: uma fantasia sem nada de sério.
***

Abraços para todos!
Imagem do Usuário
Recado 37374: Bom dia com comentário! 24 de February de 2015, 10:01

Postado por Cida Silva

Olá! Passo para desejar a todos uma ótima e iluminada terça-feira! Aproveito para responder o muralista Ronaldo Pires. Penso que em todas as profissões exista o bom e mau profissional. Isso não seria diferente na psicologia. Podendo destacar alguns fatores: A falta de perfil para a profissão, o despreparo do profissional, e o principal, a falta de transferência ou empatia entre psicólogo e paciente. Não ocorrendo essa transferência, o tratamento não terá sucesso. Por isso é muito relativo dizer que um psicólogo seja bom ou mau profissional.
Quero também ressaltar que todos nós somos neuróticos. Quando essa neurose ultrapassa um certo limite, aí faz necessário procurar um psicólogo ou talvez um psiquiatra.
No mais fiquem na paz! Abraço fraternal a todos!
Imagem do Usuário
Recado 37373: Reflitam 24 de February de 2015, 09:15

Postado por Lucas

Tal vez lendo o texto bíblico abaixo, fazendo do mesmo uma interpretação calma e inteligente se possa entender o que Deus diz a respeito dos pecadores.

»JEREMIAS [6]
Fugi para segurança vossa, filhos de Benjamim, do meio de Jerusalém! Tocai a buzina em Tecoa, e levantai o sinal sobre Bete-
Haquerem; porque do norte vem surgindo um grande mal, sim, uma grande destruição.
A formosa e delicada, a filha de Sião, eu a exterminarei.
Contra ela virão pastores com os seus rebanhos; levantarão contra ela as suas tendas em redor e apascentarão, cada um no seu lugar.
Preparai a guerra contra ela; levantai-vos, e subamos ao meio-dia. Ai de nós! que já declina o dia, que já se vão estendendo as
sombras da tarde.
Levantai-vos, e subamos de noite, e destruamos os seus palácios.
Porque assim diz o Senhor dos exércitos: Cortai as suas árvores, e levantai uma tranqueira contra Jerusalém. Esta é a cidade que há
de ser castigada; só opressão há no meio dela.
Como o poço conserva frescas as suas águas, assim ela conserva fresca a sua maldade; violência e estrago se ouvem nela;
enfermidade e feridas há diante de mim continuadamente.
Sê avisada, ó Jerusalém, para que não me aparte de ti; para que eu não te faça uma assolação, uma terra não habitada.
Assim diz o Senhor dos exércitos: Na verdade respigarão o resto de Israel como uma vinha; torna a tua mão, como o vindimador,
aos ramos.
A quem falarei e testemunharei, para que ouçam? eis que os seus ouvidos estão incircuncisos, e eles não podem ouvir; eis que a
palavra do Senhor se lhes tornou em opróbrio; nela não têm prazer.
Pelo que estou cheio de furor do Senhor; estou cansado de o conter; derrama-o sobre os meninos pelas ruas, e sobre a assembléia
dos jovens também; porque até o marido com a mulher serão presos, e o velho com o que está cheio de dias.
As suas casas passarão a outros, como também os seus campos e as suas mulheres; porque estenderei a minha mão contra os
habitantes da terra, diz o Senhor.
Porque desde o menor deles até o maior, cada um se dá à avareza; e desde o profeta até o sacerdote, cada um procede
perfidamente.
Também se ocupam em curar superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: Paz, paz; quando não há paz.
Porventura se envergonharam por terem cometido abominação? Não, de maneira alguma; nem tampouco sabem que coisa é
envergonhar-se. Portanto cairão entre os que caem; quando eu os visitar serão derribados, diz o Senhor.
Assim diz o Senhor: Ponde-vos nos caminhos, e vede, e perguntai pelas veredas antigas, qual é o bom caminho, e andai por ele; e
achareis descanso para as vossas almas. Mas eles disseram: Não andaremos nele.
Também pus atalaias sobre vós dizendo: Estai atentos à voz da buzina. Mas disseram: Não escutaremos.
Portanto ouvi, vós, nações, e informa-te tu, ó congregação, do que se faz entre eles!
Ouve tu, ó terra! Eis que eu trarei o mal sobre este povo, o próprio fruto dos seus pensamentos; porque não estão atentos às minhas
palavras; e quanto à minha lei, rejeitaram-na.
Para que, pois, me vem o incenso de Sabá, ou a melhor cana aromática de terras remotas? Vossos holocaustos não são aceitáveis,
nem me agradam os vossos sacrifícios.
Portanto assim diz o Senhor: Eis que armarei tropeços a este povo, e tropeçarão neles pais e filhos juntamente; o vizinho e o seu
amigo perecerão.
Assim diz o Senhor: Eis que um povo vem da terra do norte, e uma grande nação se levanta das extremidades da terra.
Arco e lança trarão; são cruéis, e não usam de misericórdia; a sua voz ruge como o mar, e em cavalos vêm montados, dispostos
como homens para a batalha, contra ti, ó filha de Sião.
Ao ouvirmos a notícia disso, afrouxam-se as nossas mãos; apoderam-se de nós angústia e dores, como as de parturiente.
Não saiais ao campo, nem andeis pelo caminho; porque espada do inimigo e espanto há por todos os lados.
ç filha do meu povo, cingi-te de saco, e revolve-te na cinza; pranteia como por um filho único, em pranto de grande amargura;
porque de repente virá o destruidor sobre nós.
Por acrisolador e examinador te pus entre o meu povo, para que proves e examines o seu caminho.
Todos eles são os mais rebeldes, e andam espalhando calúnias; são bronze e ferro; todos eles andam corruptamente.
Já o fole se queimou; o chumbo se consumiu com o fogo; debalde continuam a fundição, pois os maus não são arrancados.
Prata rejeitada lhes chamam, porque o Senhor os rejeitou.


Para resumir a mensagem, reflita sobre esta linha do capítulo:

Prata rejeitada lhes chamam, porque o Senhor os rejeitou.

E então, será que de fato Deus ama o pecador contumaz?
Cabe a cada qual fazer uma reflexão e responder a si próprio.
Imagem do Usuário
Recado 37372: parabens 24 de February de 2015, 07:01

Postado por gilson modesto

ola galera do mural.
quero parabensar o texto que o muralista ronaldo pires colocou sobre o
transtorno de personalidade boderlin
desde ja abraços a todos
gilson de jundiai sp
Imagem do Usuário
Recado 37371: Psicologia. 23 de February de 2015, 23:06

Postado por Ronaldo Pires

Olá pessoal espero que tudo esteja bem com todos vocês.

Comigo tudo está de acordo com o que Deus me proporcionou e isso pra mim é bom demais.

Gostaria de deixar aqui uma pergunta e se quiserem responder fiquem avontade para tal:

Será que existem bons e maus psicólogos? Por quê?

Agora trago uma matéria para sabermos se nós estamos precisando ir até um consultório psicológico:

Transtorno de Personalidade Borderline
Personalidade é forma de comportamento de um indivíduo. É o “jeitão” de ser da pessoa.
O Transtorno de Personalidade aparece quando o comportamento é pouco ajustado e prejudica o indivíduo nas relações sociais, causando a ele próprio e aos outros, sofrimento e incômodo.
Borderline = estado limite entre o neurótico e o quase psicótico.
Características da personalidade borderline, extraídas dos livros especializados e da nossa experiência no consultório
Instabilidade de humor repentinas: depressão, ansiedade, irritabilidade, ciúmes, alternância entre amor e ódio, idealização e desapontamento, sedução, impulsividade.
Pequenas rejeições ou frustrações causam grandes tempestades emocionais.
Auto-estima baixa. Esforços grandes para evitar o abandono.
Comportamentos auto-destrutivos (machucar, cortar, queimar, bater a cabeça).
Tentativas de suicídio.
Hiper-reatividade afetiva: situações boas são excelentes e as ruins são catastróficas. “8 ou 80”; totalmente bom ou totalmente mau.
Bordrelines desenvolvem admiração e desencanto por alguém muito rápido. Eles passam facilmente do “eu te amo” para o “eu te odeio”. Podem dizer com convicção “sim”, para em seguida, dizer “não”.
Os borderlines idealizam afetos fortes sem que a outra pessoa objeto do afeto tenha idéia da intensidade. As pessoas são consideradas ótimas, mas diante de recusas tornam-se péssimas rapidamente. Relacionamentos conturbados e instáveis.
Raiva extrema. Expressam raiva inadequada.
São vistos como rebeldes e problemáticos.
Tem grandes prejuízos pessoais e com os outros à sua volta.
Padrão de comportamento intenso e extremamente confuso e desorganizado.
Se afastam daqueles de quem mais precisam de forma cruel.
Muito exigentes de atenção, excessivamente manipuladores.
São cruéis. Masoquistas: gostam de sofrer. Sádicas: gostam de fazer os outros sofrerem.
Impacientes, são como crianças, querem tudo na hora e do jeito delas.
Colocam a culpa sempre em outros por suas próprias falhas.
Cresceram fisicamente, mas emocionalmente continuam sendo crianças egoístas e problemáticas.
Cresceram com um grande sentimento de não ter recebido atenção suficiente.
Como crianças revoltadas buscam meios imaturos para suprir essa falta de atenção.
Os traumas infantis causaram um sentimento crônico de vazio e rejeição, o que gera uma grande dor emocional.
Revoltados, rancorosos, com instinto vingativo.
Dificuldade para perdoar, revivem coisas do passado e um sofrimento desproporcional aos fatos.
Passam rapidamente do papel de vítimas injustiçadas para o de verdadeiros vilões cruéis vingativos.
Insaciáveis. Por mais que lhe dêem atenção eles exigirão mais ainda. Tendem a ser “paranóicos” (desconfiados) sempre que não recebem importância. Quando discutem vêem o lado negativo das pessoas com que se defrontam fazendo-as merecer punições e vinganças.
Pequenas mudanças ou esquecimentos da pessoa amada é um enorme motivo para acreditar que a pessoa não gosta mais dele.
É excessivamente possessivo. Acreditando que a pessoa conquistada pertence apenas a ele e a mais ninguém.
Baixa capacidade de julgamento, tornam-se os causadores de brigas freqüentes.
Acredita que o parceiro tem de estar todo o tempo com ele, têm a obrigação de não deixá-lo sozinho. Quando o parceiro tem de ir viajar ou quando cancela um encontro, facilmente o borderline se irrita, partindo para manipulações e ameaças.
Não têm controle de si mesmos, por isso demonstram irritabilidade e raiva em variadas situações triviais.
Reações desproporcionais: amargura, maus tratos ao próximo como xingamentos e violência.
Tentam controlar as emoções, mas não conseguem.
Oscilam entre um comportamento adulto e um infantil; entre uma conduta boa e uma má.
Árduos manipuladores: lançam mão de estratégias como agressividade, brigas, chantagens, para ver se as pessoas o abandonarão por tais razões.
Costumam “ver coisas” onde não existem. Convidam uma pessoa para um passeio e a se pessoa alvo não aceitar, basta para que os borderlines entrem em conflito, mudando rapidamente de humor e comportamento. Sentem-se profundamente feridos e desprezados.
Fazem tempestade em copo d’água.
A forma como demonstram o medo é através da agressividade e raiva, rebeldia, depressão, chantagens, manipulações, maus tratos, discussões e diversos comportamentos.
Sentem um vazio irreparável, uma frustração contínua. São pessoas que nunca estão satisfeitas. Exigem demais dos outros, mas nunca se satisfazem, não retribuem, demonstrando uma grande ingratidão.
O borderline é a eterna”vítima”.
Não têm uma identidade bem formada, precisa do apoio de outra identidade, causando assim um grande medo à perda e rejeição de tal identidade.
Seu gosto é inconstante, pode gostar de uma coisa, em seguida enjoar da mesma.
Os borderlines são indivíduos que são escravos das suas próprias emoções.
Muito possessivos, não se dão conta que todo esse comportamento prejudica e assusta as pessoas.
As decepções amorosas são muito intensas, dolorosas e insuportáveis.
Eles têm dificuldade em conviver em grupo, arranjam conflitos com amigos, namorados e familiares com grande demonstração de ciúmes, possessividade e medo de serem abandonados.
São superficialmente adoráveis e simpáticos no meio não familiar. Com pessoas de sua intimidade eles são tidos como irritantes, agressivos, mal-humorados e rebeldes.
Familiares e amigos vêem os borderlines como pessoas “de lua”.
De manhã estão de um jeito, à tarde de outro, e à noite de outro jeito.
Relacionamentos íntimos são muito caóticos e terminam de forma explosiva.
Mudam em relação ao o que irão exercer profissionalmente.
Não têm persistência para continuarem um projeto ou objetivo.
Borderlines têm visão extremista até mesmo de seus objetivos e futuro. Quando conseguem iniciar um projeto (estudos, emprego), eles são freqüentemente presunçosos: sua meta é ser reconhecido ou nada valerá.
A inconstância é a palavra chave da vida de um borderline.
Estão sempre à beira entre o amor e o ódio.
A vida do borderline é dividida sempre entre boa e má. Dividem as outras pessoas como “totalmente boas” ou “totalmente más”.
Pouco se importam com as necessidades alheias, porque tendem a priorizar as suas.
O borderline se aborrece com qualquer assunto que não lhe diga a respeito, necessitando sempre ser o centro de tudo.
Não tem paciência, se estressa ou irrita-se facilmente, até por coisas banais.
Sua percepção sobre outros é distorcida sempre para desconfianças.
Acredita que as outras pessoas não são nada confiáveis e são maldosas.
Tem dificuldade em relação a limites.
Nas relações íntimas se mostra carente de afeto, com grande necessidade de apoio; se mostrar muito manipulador e irritante.
Tende a mudar de amizades, grupos, cidades, etc. que considera “ameaçadoras”.
Pode tomar atitudes pouco recomendáveis como trair, mentir, criticar, pôr a culpa em outros, colocá-los em situação financeira difícil, esconder, querer destruir o que o outro possui, querer se vingar e outras coisas do gênero.
A automutilação é uma das principais características do borderline: cortar, queimar, arranhar, bater-se, cutucar-se, roer unhas e pele, abusar de medicamentos, expor-se a situações perigosas ou doenças, não se importar com sua saúde.
Gosta de excessos: medicamentos, energéticos, café, doces, comer, dirigir imprudentemente, dormir, praticar sexo inseguro. Pode jogar patologicamente, fazer gastos irresponsáveis, furtar/roubar, abusar de drogas e/ou bebidas, usar algum tipo de lazer de forma excessiva e patológica (televisão, computador, exercícios físicos).
Engaja-se em tais comportamentos impulsivos para se libertar de sentimentos de vazio.
O borderline tem uma visão infantil do mundo: tem problemas constantes de objetivo, de abandono, de impaciência, de identidade, de exigências narcisistas.
O transtorno de personalidade borderline é tido como um dos transtornos mentais mais devastadores, sobretudo na área de relacionamentos interpessoais.
Tratamento para o transtorno de personalidade borderline: tratamento medicamentoso com psiquiatra + psicoterapia cognitivo-comportamental com psicólogo.
Consultas com Psic. Flávio Pereira:

Abraços a todos e até mais.


Voei, voei voei!
Imagem do Usuário
Recado 37370: grapiuna reporter 23 de February de 2015, 20:22

Postado por Matheus

toda sesta feira a partir das vinte e duas horas, o grapiúna repórter entra no ar com entrevistas de pessoas cegas que são enceridas no na sociedade ou entrevistas de pessoas ligadas a instituição para cegos que são muito importantes para nós como pessoa cega.
Imagem do Usuário
Recado 37369: Boa noite! 23 de February de 2015, 18:38

Postado por Cida Silva

Boa noite! bem Leandro valeo pela reportagem;muito interessante; inclusive, eu e um colega de trabalho, que é dv que também tem muita insônia, comentávamos, a necessidade de maiores pesquisas a respeito deste fato. Bem, como minha especialidade é a da psicologia e do comportamento humano, prefiro focar na minha área. Postei aqui, a respeito dos hormônios da felicidade; quando há deficiência dos mesmos, faz necessário o uso de medicamentos, evitando uma depressão.
Por isso na medida do possível quero partilhar com vocês algumas patologias psíquicas., Em fim desejo a vocês uma ótima noite. deixo um forte abraço a todos e esse texto para reflexão.
ESQUIZOFRENIA
A esquizofrenia é um dos principais transtornos mentais e acomete 1% da população em idade jovem, entre os 15 e os 35 anos de idade. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a terceira causa de perda da qualidade de vida entre os 15 e 44 anos, considerando-se todas as doenças.
Apesar do impacto social, a esquizofrenia ainda é uma doença pouco conhecida pela sociedade, sempre cercada de muitos tabus e preconceitos. Crenças como “as pessoas com esquizofrenia são violentas e imprevisíveis”, “elas são culpadas pela doença”, “elas têm dupla personalidade”, “elas precisam permanecer internadas” são fruto do desconhecimento e do preconceito.
A esquizofrenia caracteriza-se por uma grave desestruturação psíquica, em que a pessoa perde a capacidade de integrar suas emoções e sentimentos com seus pensamentos, podendo apresentar crenças irreais (delírios), percepções falsas do ambiente (alucinações) e comportamentos que revelam a perda do juízo crítico.
A doença produz também dificuldades sociais, como as relacionadas ao trabalho e relacionamento, com a interrupção das atividades produtivas da pessoa. O tratamento envolve medicamentos, psicoterapia, terapias ocupacionais e conscientização da família, que absorve a maior parte das tensões geradas pela doença.
A esquizofrenia não tem cura, mas com o tratamento adequado a pessoa pode se recuperar e voltar a viver uma vida normal.
A esquizofrenia foi inicialmente descrita como doença no final do século XIX pelo psiquiatra alemão Emil Kraepelin. Na época, ele chamou-a de Demência Precoce, pois as pessoas acometidas por ela, na sua maioria jovens, exibiam um comportamento regredido e desorganizado, que lembrava os idosos portadores de demência, como a Doença de Alzheimer.
No início do século XX, Eugen Bleuler, psiquiatra suíço, cunhou o termo esquizofrenia (esquizo=cindida; frenia=mente), por achar o termo anterior inadequado. Para ele, a principal característica da doença era a cisão entre pensamento e emoção, dando a impressão de uma personalidade fragmentada e desestruturada. Os pacientes não tinham necessariamente uma evolução deteriorante como na demência e muitos se recuperavam.
Contudo, a alcunha de doença degenerativa acompanhou a esquizofrenia por muitas décadas. Com um arsenal terapêutico limitado, a doença encheu vários hospitais em todo o mundo, a ponto de ter o maior índice de hospitalização.
A dificuldade de reintegração à sociedade, motivada por internações muito prolongadas e pelos poucos recursos de tratamento, aumentou o estigma e o preconceito que cercam a doença até hoje.
Nos últimos 25 anos assistimos a uma revolução na maneira de tratar os doentes mentais: medicamentos modernos capazes de controlar a doença e de permitir a reintegração dos pacientes à família e à comunidade, dispositivos alternativos aos hospitais, que acolhem a pessoa dentro de sua singularidade e que trabalham pela sua reabilitação psíquica e social, mais informação para vencer os tabus e preconceitos da sociedade, participação colaborativa da família e de redes sociais imbuídas do objetivo comum de apoiar e lutar pela recuperação dos pacientes.
Tudo isso parece não bastar para derrotar o preconceito e o estigma. O rótulo “degenerativo” continua perseguindo a esquizofrenia, apesar dos inúmeros exemplos contrários.
A pessoa acometida pela esquizofrenia tem grande potencial à sua frente. Precisa lutar contra as dificuldades do transtorno, é verdade. Mas pode se recuperar, vencer os obstáculos e seguir seus sonhos. Nesta batalha, precisa ter ao seu lado sua família, seus amigos, pessoas que a amem e apóiem e que, sobretudo, saibam compreendê-la. Tem a seu favor medicamentos eficazes, suporte psicológico e terapias de reabilitação capazes de ajudá-la nessa superação. Certamente contará com uma sociedade mais justa e que possa recebê-la um dia como igual.
Imagem do Usuário
Recado 37368: o olho e o sono 23 de February de 2015, 16:57

Postado por Leandro

Oi pessoal tudo bem com todos? espero que estejam bem.
opa, já estava sentindo a falta de vocês!
Danilo Loques e Gisele Cristina. abraços!
Para a Cida Silva.
procurei até encontrar. O que eu quis dizer na correlação da cegueira com a insônia, é o que se segue nesta nota de 1995. um grande abraço!
O olho humano tem mais de uma função, dizem os pesquisadores. Uma delas, naturalmente, é a visão consciente. A outra, recentemente descoberta e descrita no The New England Journal of Medicine, é registrar impulsos luminosos que regulam o relógio biológico. Visto que esta última função opera à parte da visão, mesmo pessoas totalmente cegas, sem nenhuma percepção da luz, podem ter o relógio biológico funcionando normalmente. A descoberta pode mudar o modo como a medicina trata os cegos. Por exemplo, é comum a remoção dos olhos de pessoas totalmente cegas e a substituição por olhos artificiais, mais atraentes. Em geral, não se fazem certos exames em pessoas totalmente cegas, como, por exemplo, o de glaucoma, que bloqueia a capacidade de a retina registrar a luz. Por isso, diz o Dr. Charles A. Czeisler, chefe da equipe que realizou a pesquisa, a maioria dessas pessoas não conseguem mais regular o relógio interno para o ciclo dia-e-noite de 24 horas, o que ocasiona um distúrbio de sono permanente, semelhante ao jet lag.
Imagem do Usuário
Recado 37367: livros de massoterapia 23 de February de 2015, 16:02

Postado por vagner pereira

Olá amigo Anderson.
Há vasto material sobre massagem e massoterapia no site www.visionvox.com.br
É só digitar massagem no campo de busca e escolher o livro que mais lhe agrada...
Ver postagens mais antigas