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Postado por Leandro
JÁ perdi alguém querido na morte.
passei por uma das mais dolorosas experiências da vida. porém o que aprendi na bíblia não tem preço. Nosso Criador entende essa tristeza. Mais do que isso, ele pode desfazer o que a morte causou. Ele fez com que fossem registrados na Bíblia relatos de ressurreições ocorridas no passado para mostrar que não só é o Dador da vida, mas também é o Restaurador dela. Consideremos uma das ressurreições que ele habilitou seu Filho, Jesus Cristo, a realizar. O relato desse milagre está registrado em Lucas 7:11-15.
Era o ano 31 EC. Jesus tinha viajado para a cidade galiléia de Naim. (Versículo 11) Provavelmente já era quase noite quando ele chegou perto da cidade. A Bíblia relata: “Ao se aproximar do portão da cidade, ora, eis que um morto estava sendo carregado para fora, o filho unigênito de sua mãe. Além disso, ela era viúva. Acompanhava-a também uma multidão considerável da cidade.” (Versículo 12) Consegue imaginar a dor daquela mãe viúva? Com a morte de seu único filho, era a segunda vez que ela passava pela experiência de perder alguém que lhe sustentava e protegia.
A atenção de Jesus se concentrou naquela mãe pesarosa, que provavelmente acompanhava de perto o esquife onde era carregado o corpo de seu filho. O relato diz: “Avistando-a o Senhor, teve pena dela e disse-lhe: ‘Pára de chorar.’” (Versículo 13) Jesus ficou muito comovido com a triste situação daquela viúva. Talvez ele estivesse pensando em sua própria mãe, provavelmente já viúva, e que logo sofreria pela morte dele.
Jesus se aproximou, mas não para acompanhar o cortejo fúnebre. Com um gesto de autoridade, “tocou no esquife”, e com isso a multidão parou. Daí, com a voz de quem tinha recebido poder sobre a morte, ele disse: “‘Jovem, eu te digo: Levanta-te!’ E o morto sentou-se e principiou a falar, e ele o entregou à sua mãe.” (Versículos 14, 15) Aquele jovem deixou de pertencer à sua mãe quando morreu. Assim, quando Jesus “o entregou à sua mãe”, eles se tornaram novamente uma família. Sem dúvida, as lágrimas de dor dessa mãe se transformaram em lágrimas de alegria.
Você também deseja sentir essa alegria — de reencontrar alguém querido que morreu? Tenha a certeza de que Deus entende seus sentimentos. A empatia de Jesus por aquela viúva pesarosa é um reflexo da própria compaixão de Deus, pois Jesus refletia perfeitamente a personalidade do Pai. (João 14:9) A Bíblia nos diz que Deus não vê a hora de trazer de volta à vida os mortos que estão na Sua memória. (Jó 14:14, 15) Sua Palavra, a Bíblia, nos dá uma esperança maravilhosa, a saber, a perspectiva de vivermos num paraíso na Terra e de vermos a ressurreição das pessoas queridas que perdemos na morte. (Lucas 23:43; João 5:28, 29) Portanto, isso nos incentiva a aprender mais sobre o Restaurador da vida e sobre como todos nós também podemos ter essa esperança.
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Postado por Ronaldo Pires
Espero que todos estejam muito bem!
Tenho que falar a respeito deste assunto que nosso colega Dorcival nos postou a respeito do luto e da perda e cumprimentá-lo por um assunto interessante,parabéns, e pude voltar a ver em mim como ainda dói muito, muitíssimo a dor da perda de minha querida mãe, é uma dor que nunca chega ao fim e já, hoje em dia sinto as reações desta perda que não consigo superar pois ela era muito importante para mim e ainda hoje eu me agarro em músicas pessoas e situações que ela gostava e fico pensando como ela estaria alegre em ouvir as músicas, ver as pessoas que gostava e estar vivendo o que eu ainda contemplo por causa dela.
Sim meus colegas eu também choro e choro muito por alguém e tenho aqui comigo pensamentos de que nunca nada vai ser igual toda a minha vida para frente e por fim acabo por sofrer pelas dores que essa dor me causa.
Então resolvi trazer para quem quiser fugir desta dor do luto ou de uma perda, trouxe um texto que pode dar-lhes uma ajuda em como fazer nesta situação que eu ainda não consegui uma saída mesmo que haja um auxilio de um proficional mas, se realmente alguns de vocês que estão lendo esta postagem, pensa que não vale apena sofrer por aquelas pessoas que já se foram para nunca mais voltar e assim ganharem a liberdade de não sofrer pelas pessoas que já partiram e viver sem pensar em alguma pessoa façam um bom proveito deste texto:
Luto: como superar a dor da perda?
Escrito por Thais Souza
A morte de alguém próximo é uma das dores emocionais mais fortes que uma pessoa pode sentir. Quando perdemos alguém muito importante para nós, a nossa resposta é o sofrimento. Toda perda dói. Não é fácil nos desfazermos de uma realidade que não volta mais. Portanto, o sofrimento nestas ocasiões é algo natural e até mesmo saudável para nós porque é a forma de expressarmos aquilo que estamos sentindo.
Viver a dor faz parte da recuperação emocional. Se fingirmos não sofrer ou se lutamos muito contra o sofrimento, os sentimentos são guardados e podemos adoecer física, emocional e/ou espiritualmente. Desta forma, o sofrimento acaba sendo maior ainda: a pessoa sofre pela perda da pessoa amada e ainda sofre as consequências de esconder esta dor.
No processo de luto, cada pessoa tem uma reação ou uma atitude peculiar, que depende da sensibilidade de cada um, do suporte que a pessoa recebe, e da forma como aconteceu a morte. Porém, todos nós passamos por fases do luto:
1. Fase de choque: geralmente acompanha a notícia da morte. É um momento de profunda dor. Algumas pessoas conseguem expressar o sofrimento através de um choro desesperado, outras pessoas podem ter reações físicas de mal-estar diante da notícia. Outras podem permanecer meio “entorpecidas”, como se não estivessem acreditando no acontecido.
2. Fase de raiva: acontecem momentos de revolta, de indignação, de grande ansiedade por causa da perda. Nesta fase, a pessoa pode questionar Deus por ter permitido isto, não conseguir relaxar ou se concentrar por causa de pensamentos constantes de raiva com relação à morte da pessoa querida, e pode se tornar agressiva consigo mesma, se culpando da morte, ou com médicos, enfermeiros e cuidadores por não terem salvo a vida da pessoa, ou com familiares por outros motivos.
3. Fase da barganha: é quando a pessoa enlutada tenta fazer negociações consigo mesma, com Deus ou com outras pessoas diante da dor da perda como: “se ele (a) voltar, eu vou mudar”, “há outros médicos que podem salvá-lo (a)”, “há outro hospital que pode ressuscitá-lo (a)”.
4. Fase da depressão: quando a pessoa realmente percebe que não consegue fazer com que a pessoa volte e que ela não tenha que lidar com a perda, geralmente há um sentimento muito grande de angústia, de tristeza. Algumas pessoas podem se isolar, preferir ficar em silêncio e realmente “curtir a dor”, expressando todo o seu sofrimento através do choro. A mudança súbita da fase da barganha (na qual a pessoa acha que “pode tudo”) para a fase da depressão pode assustar pessoas próximas, mas é importante permitir que a pessoa enlutada sinta a dor da perda para que a resolução do luto possa acontecer. Nesta fase, a pessoa tende a fazer uma análise de tudo o que ocorreu e decidir enfrentar o fato para dar continuidade à vida.
5. Fase de aceitação: é quando a pessoa realmente aceita que a perda aconteceu, e começa, aos poucos, a caminhar com a própria vida, se permitindo novamente ter bons momentos. Isto não significa esquecer a pessoa queria que faleceu, mas sim que a dor agora pode ser administrada até que permaneça uma lembrança carinhosa, mas sem o peso da dor.
O processo do luto e da tristeza pela morte de alguém é um processo que “cuida de si mesmo”, ou seja, com o tempo a tristeza vai passando e abrindo caminho para a recuperação emocional. Não que este processo seja fácil de ser vivido; é bastante difícil! Mas, não será para sempre.
Há, porém, algumas coisas que a pessoa enlutada pode fazer para que, enquanto esteja passando por esta fase, o sofrimento não seja tão perturbador:
1. Tenha seus momentos para chorar ou ficar em silêncio, mas procure não ficar muito tempo sem ninguém ao seu redor. Por mais que você não tenha vontade de conversar, fique perto de alguém, permita que alguém o abrace, sem precisar falar nada.
2. Aceite os seus sentimentos e não tenha medo ou vergonha de expressá-los. Você não precisa falar quando não quiser falar sobre o que está sentindo, mas quando expressamos nossos sentimentos – falando, chorando, ... – nos sentimos mais leves e isto faz com que a recuperação aconteça mais facilmente.
3. Caso sinta necessidade de falar sobre a morte, sobre como foi o acidente, sobre a pessoa que morreu, o que ela fazia, como ela era, quais eram os seus desejos para com ela e seus planos, não se sinta mal em fazer isto. Algumas pessoas têm a idéia de que devemos evitar qualquer assunto sobre aquele que morreu ou sobre o acidente, mas falar sobre estas coisas também faz parte do processo de recuperação do luto.
4. Pode acontecer de você, logo após a morte de um querido, ter dificuldade em se concentrar nas suas atividades diárias e tomar decisões. Isto acontece porque a nossa mente fica sobrecarregada quando estamos profundamente tristes. Peça ajuda a alguém se você precisa tomar decisões num momento desses; isto será mais prudente. Você também pode precisar de ajuda no trabalho para realizar alguma tarefa, na escola, em atividades do lar, etc. Não tenha vergonha de pedir ajuda.
5. Por fim, não se sinta culpado em se sentir bem e feliz quando estes sentimentos vierem. Vivencie esta situação. Procure se lembrar do quanto a pessoa querida que faleceu ficaria feliz ao ver você feliz. Voltar a ter momentos de felicidade não significa diminuir o valor que você dava a esta pessoa. Isto faz parte da recuperação e da finalização do luto.
Caso esteja tendo muita dificuldade em vivenciar o luto, é importante buscar uma ajuda de um profissional psicólogo que possa ajudá-lo nisto. A recuperação é possível, assim como é possível voltar a ter uma vida com significado e felicidade.
Thais Souza.
Espero meus amigos que cada um de vocês consigam viver bem e superar as perdas que a vida nos tráz.
Voei, voei voei!
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Postado por André Nascimento
Tentei baixar do youtube o filme góspel: A prova de fogo, mas só vem cortado, ou seja, só o início do filme. Peço, por favor, alguém que o tem em arquivo único ou participa da lista arquivossonoros, faz este pedido lá pra mim, por favor.
Já a música, é de Noemi Nonato - um certo galileu. Música góspel. Se alguém a estiver ou podendo consegui através da arquivos sonoros, fico bastante grato.
Qualquer coisa, acompanharei as respostas aqui no mural e segue meu email para qualquer contato:
andresoteropolitano10@gmail.com
Um abraço.
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Postado por Dorcival
Gente, vou deixar dois textos abaixo.
O primeiro fala sobre o luto. É! Aquele assunto desagradável, mas em algum momento da vida todos passamos por ele uma ou mais vezes.
Depois, um para refletirmos sobre a falácia do imposto sobre grandes fortunas!
***
drauzio varella
Luto
21/03/2015 02h00
A perda de um ente querido é das experiências mais dolorosas. Nossa identidade e senso de pertencer a um grupo são inseparáveis daqueles que nos cercam. Quando um deles se vai, deixa um espaço vazio na rede social que nos dá suporte e cria sensação de isolamento.
Estar de luto abala a integridade do psiquismo e provoca sintomas fisiológicos que evoluem com o passar do tempo. Finalmente, nos últimos anos, a medicina e a psicologia têm procurado estudá-los. O "New England Journal of Medicine" traz uma revisão sobre o tema.
O luto tem uma fase aguda que envolve respostas à separação e ao estresse. É caracterizada por saudades, sentimentos de perda, tristeza, pensamentos e imagens da pessoa falecida.
Ouvir sua voz, ver e sentir sua presença podem representar formas de alucinações benignas, sem significado psicopatológico.
Nessa fase, costuma haver confusão a respeito da própria identidade e de seu papel no ambiente social, tendência a se afastar das atividades habituais, desesperança e diferentes graus de apatia.
Os sintomas incluem ansiedade, disforia, raiva e depressão, associados a alterações fisiológicas: taquicardia, aumento da pressão arterial, da produção dos hormônios envolvidos no estresse, distúrbios de sono e deficiência imunológica.
No período que se segue ao falecimento, aumenta o risco de infarto do miocárdio, das cardiopatias de estresse, de distúrbios de humor e ansiedade e também do abuso de drogas, lícitas ou não.
Vem, em seguida, a fase de adaptação, caracterizada por alternâncias imprevisíveis entre a aceitação e as emoções negativas. A intensidade do luto diminui gradativamente com o passar dos meses, embora os sintomas possam retornar em momentos de dificuldade ou em ocasiões especiais –aniversários, Natal.
Pensamentos e comportamentos característicos da falta de adaptação e desgostos da vida cotidiana podem interromper os mecanismos adaptativos e provocar uma regressão à fase aguda.
Quando surgem as complicações classificadas como "distúrbio de luto prolongado", o quadro persiste por períodos mais longos do que as normas sociais consideram aceitáveis e comprometem as atividades diárias.
A prevalência dessa condição na população mundial é de 2% a 3%.
Essas porcentagens aumentam para 10% a 20% na perda de uma parceria romântica e atinge os valores mais elevados entre pais que perderam seus filhos.
A probabilidade também aumenta no caso de mortes súbitas e diminui quando a perda é de um dos pais, avós ou de amigos próximos. O grupo mais sujeito ao luto prolongado é o das mulheres acima de 60 anos.
Estudos neuropsicológicos realizados nesses casos revelam anormalidades nos neurônios conectados ao sistema de recompensa, à memória autobiográfica e nas redes que regulam as emoções e as funções neurocognitivas.
As complicações do luto estão associadas a distúrbios do sono, abuso de drogas, ideações suicidas, depressão da imunidade, doenças cardiovasculares e dificuldade para dar continuidade a tratamentos de outros problemas de saúde, como hipertensão ou diabetes.
A característica principal é a tristeza profunda e prolongada, acompanhada de pensamentos insistentes sobre a pessoa falecida ou imagens dela, raiva, sentimento de culpa, descrédito e inadequação para aceitar a realidade.
Enquanto alguns procuram evitar situações que lhes tragam a lembrança da perda, há aqueles que se apegam às roupas e objetos da pessoa que se foi.
Frustrados por não conseguirem ajudar, amigos e parentes se afastam, aumentando a sensação de isolamento e a crença de que a felicidade só era possível na companhia do ente querido que não está mais neste mundo.
O tratamento de escolha é a psicoterapia, de preferência conduzida por especialistas em lidar com situações de luto, profissionais difíceis de encontrar.
O objetivo é restaurar a autoconfiança do paciente, o entusiasmo para planejar o futuro e ajudar a pensar na morte sem evocar culpa, revolta ou ansiedade.
O papel dos antidepressivos é controverso, porque faltam estudos bem conduzidos. A maioria dos psiquiatras, no entanto, procura prescrevê-los em conjunto com a psicoterapia. Embora limitada, a experiência sugere que os resultados são melhores com a associação.
***
hélio schwartsman
Imposto e escravidão
21/03/2015 02h00
- Para todo problema complexo existe uma solução clara, simples e errada." A frase do jornalista americano HL Mencken me veio à cabeça por causa da ideia de criar um imposto sobre fortunas para resolver nosso problema fiscal.
À primeira vista, a proposta parece perfeita, já que serviria, de uma só vez, para nos tirar da lama e produzir mais justiça social. À segunda vista, porém, as coisas não são tão simples. A literatura sugere que esse tipo de tributação pode ser um tiro pela culatra, já que estimula a fuga de capitais, inibe investimentos externos e, de quebra, arrecada pouco. Estudo de 2008 de Éric Pichet estimou que o imposto sobre fortunas da França custa ao Estado o dobro do que arrecada. Não é uma coincidência que, no último par de décadas, Suécia, Dinamarca, Alemanha, Áustria, Finlândia e Luxemburgo tenham desistido de cobrar esse imposto.
Como o Brasil é bem diferente das social-democracias europeias, é possível que as coisas funcionassem melhor por aqui. Mas a resposta a essas questões econômicas deve ser empírica –funciona ou não funciona?– e não moral, ou faremos bobagem.
E, já que mencionei a moral, não resisto a reproduzir muito sumariamente o argumento do filósofo Robert Nozick contra a distribuição de renda. Para Nozick, cada um de nós tem autoridade soberana sobre si mesmo, seu corpo, habilidades e os frutos de seu trabalho. Só um argumento desse tipo possibilita rejeitar moralmente a escravidão. De outra forma, ela seria aceitável, desde que os escravos fossem bem tratados.
Tal soberania implica que qualquer taxação é indistinguível do roubo. A única forma moral de justificar o Estado são contribuições voluntárias em troca de serviços prestados. Para Nozick, o que restaria é um Estado mínimo que promova itens básicos como segurança e Judiciário. O resto, diz ele, equivale a escravidão. Mesmo que não concordemos com a tese, ela dá o que pensar.
***
Esta frase é muito realista. :Quer concordem com ela ou não.
“Para todo problema complexo existe uma solução clara, simples e errada."
Puts, como já vi pessoas se ferrarem tentando contrariar esta frase.
Abraços para todos e bom Domingo!
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Postado por NORBERTO DE ARRUDA SILVA
Desde ontem, não consigo acessar a caixa de entrada, faço uso do gmail; quando tento aparece uma mensagem dizendo: “erro do servidor”. Alguém saberia me dizer, se há algo que eu mesmo possa fazer?
Antecipadamente agradeço. Bom final de semana a todos.
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Postado por Gisele Cristina
Conte Comigo....
Conte comigo, mesmo sem contar a mim tanta coisa que lhe pesa no coração, que lhe amargura e resseca o fundo d'alma.
Conte, nas horas mais abandonadas da vida, quando o olhar, vagando em derredor, só divisar deserto.
Conte comigo, mesmo sem vontade de contar com ninguém ou certo de que não vale a pena contar com mais ninguém, nesta vida.
Conte comigo, devagarinho, deixando que a boa vontade vá dizendo, sem nada forçar, à medida em que acreditar.
Conte, durante as agonias, que, de um tempo para cá, não deixam em paz seu cansado coração, pois o bom da vida consiste em encontrar um amigo.
Conte, nas horas inesperadas, quando as tempestades despregam repentinas e tombam por cima da sua cabeça triste.
Conte comigo, para re-aprender a cantar, durante a vida, e a viver de serenas e pequeninas felicidades.
Conte comigo, para eu ajudá-lo a ter rosto bom e quieto, ao menos na presença dos filhinhos menores, que vivem dos rostos abertos.
Conte, para auxiliá-lo no amargo carregamento da cruz.
Conte comigo, para ficar sabendo, de experiência, que há na vida muita coisa linda, coisa escondida, prêmio de quem se venceu na dor.
Conte, para triunfar, no ritmo vagaroso do dever, na cadência da paz diária, aprendendo a teimar com as teimas da vida madrasta.
Conte, que são largos os caminhos da vida, esperando os passos duplos de dois amigos que vão, na direção da conversa.
Conte comigo, para saber olhar ao alto, buscando a face de um Pai.
Conte, mesmo para não se entregar aos desânimos e desencantos, de quem anda cheia da vida, do começo ao fim.
Conte comigo, que venceremos juntos, anjo da guarda com seu pupilo.
Conte, que a vida tem ser bela, criando nós as belezas, de dentro para fora, obrigação do coração, missão da Fé.
Conte comigo, conte sempre, teimando com você mesmo, que não quer saber de mais nada, ofendido que foi, descrente que anda.
Conte quando, olhando para a frente, não sente vontade de andar; olhando para trás, tem medo do caminho que andou.
Conte comigo, para que tenha valor e beleza cada passo seu, cada dia da vida, cada hora dentro de cada dia.
Conte, conte mesmo, sabendo que Deus me deu a missão de fazer companhia aos desacompanhados corações dos homens.
André Luiz
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Postado por Leandro
Mas sabe como essa flor simpática tornou-se tão popular? Será que ela realmente se vira na direção do Sol? E é mesmo útil?
Uma viagem ao redor do mundo
Cultivado pelos índios, o girassol originalmente crescia desde a América Central até ao que hoje é o sul do Canadá. Em 1510 EC ela atravessou o Atlântico levada pelos exploradores espanhóis e logo se espalhou pela Europa Ocidental. No início, o girassol era apenas uma planta ornamental em jardins particulares e botânicos. Mas por volta de meados do século 18, suas sementes passaram a ser consideradas uma iguaria. Fazia-se também um chá de suas folhas e flores para combater a febre.
Em 1716, um inglês obteve autorização para extrair óleo de girassol para uso na indústria têxtil e nos cortumes. Mas o óleo de girassol continuou desconhecido do resto da Europa até os anos 1800. É verdade que em 1698 o czar russo Pedro, o Grande, levou sementes de girassol da Holanda para a Rússia, mas foi só na década de 1830 que ele passou a ser produzido comercialmente lá. Poucos anos depois, milhares de toneladas de óleo de girassol eram produzidas na região russa de Voronej. O cultivo de girassol logo se espalhou por países vizinhos como Bulgária, Hungria, ex-Iugoslávia, Romênia e Ucrânia.
Ironicamente, no fim do século 19, imigrantes russos reintroduziram o girassol na América do Norte. Diferentemente dos índios, os primeiros colonizadores do continente não deram continuidade ao cultivo do girassol. Hoje em dia, enormes campos de girassol pontilham a paisagem em países do mundo todo.
Ele segue o Sol
É verdade que ele se vira na direção do Sol? Sim! Suas folhas e flores são heliotrópicas, isto é, orientadas pela luz do Sol. A planta armazena auxina, um hormônio vegetal que controla o crescimento. As quantidades maiores de auxina no lado contrário ao da luz, fazem o caule crescer em direção a ela. Quando as flores alcançam a maturidade, porém, deixam de ser heliotrópicas, mas geralmente ficam viradas para o leste.
O nome, em latim, do girassol, Helianthus annuus, deriva-se das palavras gregas que significam “Sol” e “flor”, e da palavra em latim que significa “anual”. Em geral ele atinge uns 2 metros de altura, mas alguns espécimes gigantes atingem mais do que o dobro dessa altura. Seu caule firme e suas folhas verdes e ásperas são coroados com uma grande flor redonda, com pétalas de um amarelo bem vivo, que circundam o miolo escuro, composto de flores tubulares menores. Quando os insetos polinizam essas flores menores, desenvolvem-se as sementes, que são comestíveis. O miolo do girassol pode ter entre 5 e 50 centímetros de diâmetro e pode produzir de 100 a 8.000 sementes.
Há dezenas de espécies de Helianthus e novas variedades híbridas sempre estão sendo desenvolvidas. Em geral, apenas duas espécies são cultivadas para agricultura. Uma é a Helianthus annuus, ideal principalmente para a produção de óleo. A outra, Helianthus tuberosus, mais conhecida como alcachofra-de-jerusalém, possui tubérculos semelhantes a batatas que são usados na produção de ração animal, açúcar e álcool.
Vantagens econômicas
A maioria dos girassóis atualmente é cultivada por causa de suas sementes que produzem um óleo excelente, que é usado para cozinhar, em molhos para salada e em margarinas. As sementes têm um alto valor nutricional, sendo constituídas de 18% a 22% de proteínas e outros nutrientes.
Muitas pessoas gostam de comer sementes de girassol levemente torradas e salgadas. A farinha produzida das sementes é usada também para pães e bolos. Além disso, o óleo de girassol entra na composição de xampus, protetores labiais, produtos para bebês, cremes para as mãos e para o corpo. É até mesmo usado na fabricação de óleo para motores industriais. As sementes de girassol também são usadas como alimento para pássaros e animais pequenos.
O campo de girassóis é um paraíso para as abelhas melíferas — 1 hectare de girassóis pode render de 25 a 50 quilos de mel. Depois de colhidas as flores, os caules, que têm entre 43% e 48% de celulose, são úteis para fabricação de papel e outros produtos. E as sobras podem servir de forragem ou fertilizante.
O girassol certamente tem-se mostrado um presente valioso para a humanidade. Sua beleza tem inspirado obras de arte como o quadro “Os Girassóis”, de Vincent van Gogh. Onde quer que cresça, essa planta parece trazer o Sol para dentro de nossos lares e jardins. Sua aparência alegre e seus vários usos podem muito bem vir à nossa mente quando lemos as palavras do salmista: “Tu mesmo fizeste muitas coisas, Ó Jeová, meu Deus, sim, as tuas obras maravilhosas e os teus pensamentos para conosco . . . Tornaram-se mais numerosos do que poderia narrar.” — Salmo 40:5.
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Postado por Cida Silva
A Felicidade está tão perto da gente
Mas tão perto que não a percebemos.
Está no olhar de uma criança,
Num simples abraço,
Numa palavra de Carinho,
Na luz do Sol,
No vento que anuncia a chuva,
Nas flores, nos pássaros,
No Céu, na lua e nas estrelas!
A Felicidade está em todo o lugar
Mas somos cegos, surdos e mudos para podermos percebê-la!
Queremos tocar a "Dona Felicidade" mas ela é intocável, Só é sentida lá
dentro do coração!
Vamos abrir todos os nossos sentidos
E deixá-los livres para perceberem os mínimos detalhes do dia-a-dia!
Tente, passe só um dia percebendo e sentindo os seus "Pedacinhos de
Felicidade"!
No final do dia você irá descobrir que não precisa muito para ser feliz.
Basta juntar os pequenos momentos para que se tornem grandes!
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Postado por Ronaldo Pires
Quero afirmar que o texto feito por Marta medeiros e postado pela nossa amiga Gisele Cristina disse tudo e um pouco mais que apenas complemento com a esperança de que cada um de nós sejamos honestos em nosso dia a dia para com tudo o que fizermos pois só assim vamos ter um país melhor e vivermos em um mundo que vale a pena ser vivido!
Quero muito deixar um convite a todos vocês leitores deste mural que ouçam meu programa Hote Night que vai ao ar todos os sábados na rádio Festa Legal **** (rádiofestalegal.com) ****.
Espero por vocês e até lá.
Voei, voei voei!
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Postado por Maury Campos.
alendo mais quando temos excelentes amigos como cida, lusia, lucimara, alice dordenoni, gisele cristina, edinalva costa, silvia carneiro, joão batista
alexandre magno, lucas, seja bem vinda rose a fazer parte aqui, dos grandes amigos! abraços a todos.
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