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Postado por boletim osotogari
Jornada dupla diária, Treinar e ainda trabalhar fora da cidade. A rotina é difícil, desgastante e para muitos, até mesmo inimaginável. Mas para o judoca piracicabano Vinicius Nascimento, 29 anos, deficiente visual. é uma realidade.
Morador de Piracicaba, Vinicius acorda todos os dias antes do sol nascer às 04:00hs, no bairro Noiva da Colina onde reside, para poucos minutos depois pegar um ônibus rodoviário de Piracicaba até a cidade de Campinas e depois outro ônibus fretado até a cidade de Amparo. Vinícius trabalha em uma indústria de produtos de limpeza e higiene pessoal através do programa GENTE EFICIENTE que é o programa de inclusão, contratação e desenvolvimento de pessoas com deficiência da Química Amparo Ype, A partir das 18:00hs o judoca deixa o trabalho e segue até o clube Regatas na cidade de Campinas, onde faz treinos técnicos de judô. Os treinamentos acontecem das 20:00hs às 21:30hs e só então, retorna para Piracicaba, somente após 23:00hs. Ao todo, percorre mais de 6.500 quilômetros por mês sem contar as viagens para competições.
Ainda assim, engana-se quem acha que o judoca reclama do duro dia a dia ou da vida. Ele espera um reconhecimento a curto, médio e longo prazo, não somente no judô mas também profissionalmente.
Ele sabe bem onde quer chegar. “Meu sonho é representar o país na Seleção Brasileira e, quem sabe, conquistar uma medalha”, projeta.
Entretanto, ele garante que o esporte não é suficiente para se manter financeiramente devido a falta de patrocínio. Acostumado com a rotina de treinos e trabalhos, também faz planos de desenvolver uma carreira sólida em Recursos Humanos.
Não quero apenas trabalhar ou apenas lutar. Vou batalhar para conseguir fazer os dois, Seria importante conseguir um patrocínio para ajudar a me manter”. ressaltou o atleta. Neste ano tem como meta principal um bom resultado no Grand Prix Infraero de Judô para deficientes visuais, que acontecerá no sul do pais na cidade de Porto Alegre no mês de novembro.
Vinicius já foi Campeão do Circuito Paulista de Judô para deficientes visuais em 2014,
E iniciou bem o ano de 2015 conquistando a prata no Grand Prix Internacional Infraero de Judô, no último dia 14 na capital. E não parou ai. Foi campeão da I Etapa do Circuito Paulista, em duas categorias pesado e absoluto, no último sábado dia 21, na cidade de Taubaté.
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Postado por WILSON MARTINS
venho por meio deste convidar aos programadores em html,
a desenvolver uma rede social acessível para nós deficiêntes visuais.
Sei, não vai ser fácil, mas também não vai ser difícil.
Uma equipe de programadores em html vai dá para desenvolvermos.
O nome já criei,
é :
Social Friends.
Os interessados por favor mandar um e-mail para:
wilson.martinsvascaino@gmail.com
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Postado por Gisele Cristina
****
*Há atraso, atrapalho, impedimento,*
*cerceamento, obstáculos.*****
* *
*Nada marcha como você quer.*****
****
*Você tem impulso de fazer as*
*coisas caminharem à força.*****
* *
*Gritar, exigir, reclamar.*****
****
*Tenha calma.*****
****
*Refreie os impulsos.*****
****
*Só a ponderação, o exame, a paciência,*
*resolvem os problemas difíceis.*****
* *
*Aguarde.*****
****
*Tudo ficará bem.*****
****
*Não se exasperar frente às dificuldades é*
*começar a vencê-los antes que tomem vulto.*****
****
*Lourival Lopes*****
*Extraído de "Sementes de felicidade"*
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Postado por nitrox
desejo a todos um otimo descanço e
os convido a visitar meu site para conhecer os diversos conteudos
como shoppeng,audiotecca,revistas,radios e outros mais
de maneira simples,organisada e bem acessivel.
www.muintobom.com
entre e não deixe de curtir,obrigado.
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Postado por flávio
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Postado por dayana
esses dias falaram que ser corinthiano é um defeito.
êpa êpa.ser corinthiano é qualidade .
defeito é ser preconceituoso.orgulhoso.invejoso.mentiroso.
e muitas outras coisas que o tempo não me permite falar agora.
abraço para.
cida.luzia.lucimara.sabrine.cadu.aline.giovani.vilmar.carla.vanessa.déia. e pra caçulinha isabela rocha.
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Postado por Maury Campos.
meus amigos. Cida, Lusia, Edinalva Costa, Lucimara, Silvia Carneiro, Bianca Nascimento, Alice Dordenoni, Gisele Cristina, Alexandre Magno,
Cidinei Camargo, João Batista, Lucas, abraços a todos.
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Postado por Gisele Cristina
Estreou recentemente a nova novela das 18h, Sete Vidas, que conta a história de um homem que, quando jovem, doava sêmen para se sustentar, e depois, adulto, descobre que tem sete filhos que não conhece. Não estou assistindo, mas confio muito no taco da autora, a ótima Licia Manzo. Comecei a coluna usando esse gancho a fim de promover outro tipo de doação que também pode gerar seis, sete, várias outras vidas: a doação de órgãos. Faço questão de apoiar a campanha lançada pela Santa Casa.
Quando alguém morre, é uma vida a menos. É assim que analisamos a morte: como uma perda. Porém, a gente se esquece de que essa vida a menos pode gerar muitas vidas a mais. Basta que se doem o coração, as córneas, o pâncreas, o fígado, os rins e o que mais puder ser aproveitado.
Quem de nós não gostaria de ter serenidade e tolerância diante da morte? Pois é, porém nenhuma religião conseguiu até hoje confortar plenamente os parentes e amigos que enfrentam o desaparecimento súbito de uma pessoa querida. A ausência definitiva de alguém próximo é de uma brutalidade que encarcera a todos num luto sofrido. O tempo não cura, apenas ajuda a administrar a saudade.
Mas há paliativos. No momento em que é preciso superar uma dor extrema, a doação de órgãos pode tornar-se mais eficiente do que as missas encomendadas. É o verdadeiro ato de fé que manterá viva aquela pessoa entre nós. Pense: o coração de alguém que morreu por causa de um aneurisma pode continuar batendo no peito de um estudante de Medicina, as córneas de quem viajou por lugares paradisíacos pode servir para um fotógrafo. É uma ressurreição possível, que sai das páginas da Bíblia para virar realidade entre nós.
Ninguém quer morrer, ninguém quer perder ninguém, ninguém quer nem mesmo tocar neste assunto, ainda mais estando tão atazanado com o trabalho e outros compromissos cotidianos. Temos tanta coisa a realizar, que necessitamos urgentemente da garantia de que viveremos por no mínimo cem anos. Mas, caso o destino resolva ser mais rápido no gatilho, é muito importante que tenhamos verbalizado para nossos familiares que somos favoráveis à ideia de sobreviver através do corpo de outra pessoa. Anunciemos em alto e bom som: sou doador de órgãos. Deixemos a declaração por escrito, se preciso for. Não é um tema mórbido. Estamos falando de esperança, de renovação, de generosidade. De uma multiplicação milagrosa de fato: uma pessoa valendo por duas, três, sete.
Zero Hora - 25/03/2015
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Postado por Dorcival
Turminha, hoje resolvi incomodar alguns dentre vocês.
Bom, acho que pode incomodar alguém. Mas, antes de me crucificar reflita bem! Se ainda assim quiser fazê-lo sinta-se a vontade. Eu concordo com o ponto de vista do autor.
***
contardo calligaris
Italiano, é psicanalista, doutor em psicologia clínica e escritor. Reflete sobre cultura, modernidade e as aventuras do espírito contemporâneo (patológicas e ordinárias).
Fundamentalistas
26/03/2015 02h00 - Atualizado às 09h00
Defender os direitos humanos significa, por exemplo, cuidar para que indivíduos e grupos não esbarrem em nenhum limite além dos que são impostos pelo Código Penal.
Devemos desfrutar do direito de fazer tudo o que não for contra a lei, mesmo que nossas crenças e práticas sejam excêntricas, diferentes ou minoritárias.
Parece uma obviedade: o que não é proibido é permitido. Mas há mil jeitos de proibir o que a lei permite –basta discriminar, hostilizar, zoar.
Trabalhar numa Comissão de Direitos Humanos não é necessariamente coisa para libertário. Imagine que você seja rigoroso e intransigente no respeito às prescrições de sua fé: defender os direitos humanos será um jeito de defender seu direito ao culto, à dieta, às vestimentas que suas crenças lhe impõem.
Agora, se sua intransigência se aplicar aos outros, ou seja, se quiser que o mundo inteiro se comporte e pense como você, você não tem nada para fazer numa Comissão de Direitos Humanos.
E não vale alegar que suas razões são generosas (você quer que todos cheguem ao paraíso): o trabalho dessa comissão é o de garantir que cada um possa escolher a versão do paraíso que preferir.
Por que, então, há parlamentares evangélicos que querem fazer parte da Comissão de Direitos Humanos da Presidência da República? Ou pior, que almejam encabeçar essa comissão?
Como não parece que a liberdade de culto dos evangélicos esteja ameaçada, só resta concluir que eles querem trabalhar nela para se opor à liberdade dos que pensam diferente –o que é contrário ao propósito pelo qual a comissão foi instituída e existe.
Mas por que, em plena modernidade ocidental, alguém precisa impor suas práticas e crenças?
É uma pergunta urgente: 3.000 jovens ocidentais viajaram até a Síria e o Iraque para se juntar ao Exército Islâmico –alguns, muçulmanos de criação, outros, convertidos.
John Horgan, da Universidade de Massachussetts em Lowell, se coloca essa pergunta (seu livro, "The Psychology of Terrorism", Routledge, teve uma segunda edição revisada em 2014).
Em entrevistas mais recentes (por exemplo, http://migre.me/p9G4i), o autor descreve os jovens que procuram o Exército Islâmico, e algumas das suas explicações talvez valham para todos os fundamentalistas, ou seja, para todos os que querem que os outros obedeçam às normas que eles escolheram se dar.
De fato, a paixão é uma só: a de forçar o mundo a agir segundo suas crenças pessoais.
1) O ocidental candidato ao EI é incapaz de seguir a regra da modernidade, pela qual cada um produz sozinho um sentido para sua vida. Para que ela faça sentido, nosso candidato precisa fazer parte de um coletivo ou de uma "ordem do mundo".
Detalhe: para que uma crença consiga garantir que existe uma ordem do mundo, é preciso que o mundo confirme essa crença, mesmo que seja à força. Quer que Cristo seja o sentido do mundo? Não reze, saia numa nova cruzada e imponha Cristo a ferro e fogo.
2) Facilmente, quem precisa procurar um sentido para a sua vida acaba erotizando a morte (o sacrifício, o martírio). Uma morte que tenha sentido é o desafio supremo contra a falta de sentido da vida.
3) Lutar contra quem pensa diferente e matá-lo (ou forçá-lo a obedecer à minha crença) é um jeito de ganhar minha luta interna contra tentações e fraquezas. Por exemplo, impedir a prática de sexualidades divergentes é um jeito (fictício) de controlar minha própria sexualidade divergente.
Além disso, uma causa pretensamente "generosa" me autoriza a cometer atrocidades que, sem isso, eu nunca me permitiria (embora elas me tentem) –estupros, assassinatos etc.
4) O ingresso em uma causa inimiga de nossa cultura (temida pelos adultos e pelo suposto establishment) realiza o sonho adolescente em toda sua contradição: o máximo de transgressão, junto com o máximo de obediência servil e conformidade.
Exatamente como o ingresso numa gangue ou, talvez, numa igreja.
5) Os combatentes estrangeiros do EI gravam vídeos e mostram camaradagem e heroísmo iminente. Encontram, assim, um jeito de serem invejados por (alguns de) seus pares.
Nossa cultura é responsável pela miséria desses candidatos fundamentalistas? Talvez sim: por nossa maneira envergonhada de sermos modernos, como se viver num mundo sem absolutos e com pouco sentido garantido fosse uma falha.
Na verdade, deveria aparecer como nossa maior conquista.
***
Ah! A palavra (crucificação) que usei foi no sentido figurado e de certo modo, no sentido aplicado na época de Cristo.
A crucificação era reservada para quem fosse condenado por crime de sedição. E nunca, jamais, por crime religioso.
Abraços para todos!
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Postado por Maury Campos.
todos vocês, vou falar alguns, mas, todos são também amigos. cida, lusia, lucimara, edinalva costa, gisele cristina, silvia carneiro, alice dordenoni,
alexandre magno, joão batista, lucas, bianca nascimento, cidinei camargo, abraços a todos.
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