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Postado por Dayane Kelly Gonçalves Costa
No momento estou desempregada e preciso urgentemente de um emprego.
Caso alguém saiba de algo na área administrativa, favor contactar o e-mail acima.
Obrigada!
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Postado por alexandre
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Postado por vagner pereira
O dito pelo não dito, quem conta é seu Benedito e se não participamos do fato, só conheceremos versões...
Construções de ideias, referenciadas por ideais. Com a preocupação de não ferir os pobres locutores mortais...
Todos nós temos a verdade do que somos, do que sonhamos e de que queremos, mas apenas cremos que podemos...
Ou será que não?
Que a imaginação não tem limitação é fácil afirmar, mas quem já ousou testar os limites físicos próprios?
Quem lê este texto pode pensar em motivos óbvios, entretanto o único conotativo. É a
reflexão...
Vagner Pereira...
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Postado por Danilo Loques
Conforme assunto, esta novidade facilitará a comunicação por voz, unificando tudo em um único aplicativo.
Creio que muitos não curtem minhas notícias postadas aqui, mas tudo bem. kkk
Aos usuários do iPhone, só lamento. Por isto que mudei para o Android.
Enfim, vamos a notícia:
WhatsApp libera chamadas de voz para todos os usuários Android
Agora não é mais preciso receber um convite, bastando ter a versão mais recente do aplicativo de mensagens do Facebook.
O WhatsApp acaba de “virar a chave” e liberou as chamadas de voz para todos os usuários Android.
Só é preciso ter certeza que você possui a versão mais recente do aplicativo.
É possível conseguir o update pelo site do WhatsApp ou esperar que a versão 2.12.19 apareça na própria Google Play.
Uma vez que tiver o novo recurso habilitado, você verá três novas abas na interface:
uma para ligações, outra para chats, e uma para contatos.
O serviço é bastante simples de ser usado, e é possível mudar para o viva-voz e deixar seu microfone “mudo” se necessário, durante a ligação.
Vale notar que o Facebook e o Google Hangouts já ofereciam essa funcionalidade.
Fonte: PC World
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Postado por Antenor Gomes de Castro Filho
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Postado por WILSON MARTINS
escrevo para perguntar se alguma pessoa sabe fazer vinhetas e pretende ter programa.
Tenho uma rádio não 24 horas por dia ainda, mas preciso de programas e locuções.
Alguém se enteressa?
Não quero só passar músicas para o pessoal. Tem de ter programas. É só mandar por e-mail para mim as gravaçções. wilson.martinsvascaino@gmail.com
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Postado por Leandro
Primeiro de tudo, precisamos ter critérios verdadeiramente confiáveis. Existem critérios assim? Muitas pessoas acham que não. Segundo uma pesquisa feita nos Estados Unidos, 75% dos alunos que estão no último ano de faculdade acreditam que não existe o certo e o errado e que os conceitos sobre o bem e o mal variam segundo “as diferenças culturais e os valores pessoais”.
Será que é realmente razoável pensar que os padrões de moral são apenas uma questão de opinião pessoal ou popular? Não, não é. Se as pessoas fossem livres para fazer o que quisessem, o resultado seria o caos. Quem gostaria de viver num lugar onde não existissem leis, tribunais nem policiais? Além disso, a opinião pessoal nem sempre é um guia seguro. Talvez escolhamos fazer algo que cremos ser certo, só para depois descobrirmos que estávamos errados. De fato, a inteira história da humanidade comprova a veracidade da seguinte norma bíblica: “Não é do homem que anda o dirigir o seu passo.” (Jeremias 10:23) Onde, então, podemos procurar orientação quando temos de tomar decisões importantes na vida?
Um jovem governante agiu sabiamente ao procurar a Jesus. Como vimos, em resposta à pergunta dele, Jesus fez referência à lei de Deus. Jesus reconheceu que Jeová Deus é a maior Fonte de conhecimento e sabedoria, e Ele sabe o que é melhor para suas criaturas. Por isso, Jesus disse: “O que eu ensino não é meu, mas pertence àquele que me enviou.” (João 7:16) Com certeza, a Palavra de Deus é uma fonte confiável de orientação que vai nos ajudar a fazer escolhas sábias na vida. Vamos agora considerar alguns princípios encontrados na Bíblia que, se aplicados, contribuirão para nossa felicidade.
A Regra Áurea.
No seu famoso Sermão do Monte, Jesus ensinou um princípio básico que pode ajudar-nos a tomar decisões sábias quanto a nossos relacionamentos com outros. Ele disse o seguinte: “Todas as coisas, portanto, que quereis que os homens vos façam, vós também tendes de fazer do mesmo modo a eles.” (Mateus capítulo 7, verso 12,) Esse princípio de conduta é muitas vezes chamado de Regra Áurea, ou Regra de Ouro.
Algumas pessoas têm usado uma expressão similar na forma negativa: “Não faça aos outros aquilo que você não quer que os outros lhe façam.” Para mostrar a diferença entre a Regra Áurea e sua forma negativa, considere a parábola de Jesus sobre o bom samaritano. Um judeu tinha sido espancado e deixado semimorto à beira da estrada. Um sacerdote e um levita o viram, mas passaram direto. Visto que não fizeram nada para piorar o sofrimento do homem, pode-se dizer que agiram segundo a forma negativa da Regra Áurea. Por outro lado, um samaritano passando pela estrada parou para ajudar o homem, fez curativos nos ferimentos dele e o levou a uma hospedaria. Ele fez ao judeu aquilo que gostaria que lhe fosse feito. Aplicou a Regra Áurea — e fez a escolha certa. — Lucas 10:30-37.
Há muitas maneiras de aplicarmos essa regra de conduta com bons resultados. Suponhamos que uma nova família se mude para o seu bairro. Que tal tomar a iniciativa e fazer uma visita de boas-vindas? Talvez possa ajudar essa família a conhecer melhor a região, a tirar algumas dúvidas que tenha, além de outras coisas. Por tomar a iniciativa e mostrar-se um bom vizinho, promoverá boas relações entre você e eles. Terá também a satisfação de saber que fez o que agrada a Deus. Não é essa uma decisão sábia?
Escolhas baseadas no amor aos outros.
Além da Regra Áurea, Jesus deu outras orientações que vão ajudá-lo a fazer escolhas sábias. Em resposta à pergunta sobre qual seria o maior mandamento da Lei mosaica, Jesus respondeu: “‘Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua mente.’ Este é o maior e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: ‘Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.’ Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.” — Mateus 22:36-40.
Na noite antes de sua morte, Jesus deu aos discípulos “um novo mandamento”: que amassem uns aos outros. (João 13:34) Por que descreveu esse mandamento como novo? Afinal, ele já não havia dito que o amor ao próximo é um dos dois mandamentos dos quais depende toda a Lei? Sob a Lei mosaica, os israelitas foram ordenados: “Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.” (Levítico 19:18) Agora, porém, Jesus mandou seus discípulos fazer mais do que isso. Nessa mesma noite, Jesus disse que estava prestes a dar sua vida por eles. Daí lhes disse: “Este é o meu mandamento, que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este, que alguém entregue a sua alma a favor de seus amigos.” (João 15:12, 13) De fato, esse mandamento era novo no sentido de que exigia colocar os interesses dos outros acima dos seus próprios.
Podemos demonstrar amor altruísta de muitas maneiras, indo além de cuidar de nossos próprios interesses. Suponhamos, por exemplo, que você mora num apartamento e deseja ouvir música num volume que lhe agrade, mas que incomoda seu vizinho. Estaria disposto a diminuir o seu prazer para dar a seu vizinho um pouco de tranqüilidade? Em outras palavras, colocaria o bem-estar do seu vizinho acima do seu?
Escolhas baseadas no amor a Deus
Outro fator que devemos levar em consideração ao fazer escolhas é o descrito por Jesus como o maior mandamento: amar a Deus. As palavras de Jesus foram dirigidas aos judeus que como nação já estavam numa relação dedicada com Jeová. Mesmo assim, cada israelita tinha de decidir se iria servir a seu Deus com amor, de todo o coração e de toda a alma. — Deuteronômio 30:15, 16.
Do mesmo modo, as escolhas que você faz refletem seus sentimentos para com Deus. Por exemplo, à medida que aumenta o seu apreço pelo valor prático da Bíblia, você também se depara com uma escolha. Estaria disposto a iniciar um estudo regular da Bíblia com o objetivo de se tornar um seguidor de Jesus? Isso certamente lhe trará felicidade, pois Jesus disse: “Felizes os cônscios de sua necessidade espiritual.” — Mateus 5:3.
Não sabemos se o jovem governante lamentou sua decisão. Sabemos, porém, como o apóstolo Pedro se sentia depois de seguir a Jesus Cristo por muitos anos. Por volta do ano 64 EC, perto do fim da sua vida, Pedro incentivou seus concrentes: “Fazei o máximo para serdes finalmente achados por [Deus] sem mancha nem mácula, e em paz.” (2 Pedro 1:14; 3:14) Evidentemente, Pedro não se arrependeu da escolha que havia feito mais de 30 anos antes e incentivou outros a não desistirem de suas escolhas.
Seguir o conselho de Pedro significa escolher aceitar as responsabilidades de ser discípulo de Jesus e observar os mandamentos de Deus. (Lucas 9:23; 1 João 5:3) Isso pode parece desafiador, mas temos a promessa animadora de Jesus: “Vinde a mim, todos os que estais labutando e que estais sobrecarregados, e eu vos reanimarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, pois sou de temperamento brando e humilde de coração, e achareis revigoramento para as vossas almas. Pois o meu jugo é benévolo e minha carga é leve.” — Mateus 11:28-30.
A sua decisão pode fazer diferença na vida de outras pessoas.
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Postado por José Marcos
Sou professor de informática da ABRACES:
Associação Brasileira de Apoio à Cegos e Surdos.
Fico feliz em informar à todos da região e vizinhas, que há um espaço aberto agora, bem mais perto dos que moram nas proximidades.
Você poderá encontrar cursos para inclusão de informática, para ajuda nos uso de computadores, notebooks, tablets, smartfones, auxílio no uso do talks dos Nokia, e o talkback do android.
Ainda vou estar ensinando à usar o NVDA para acesso à internet, navegação em facebook, youtube, sites de downloads, entre outros.
Você ainda vai encontrar aulas e instruções de orientação e mobilidade, (o. m.), braile, artesanato, pintura para baixa visão, aula de violão, dança de salão, e para terceira idade, aleém de massoterapia e yoga.
Em breve estaremos inplantando outras novas atividades.
Os cursos são gratuitos, e o ambiente bem amigável e discontraído.
para encontrar maiores informações, e saber como chegar, visite nossa página no facebook:
https://m.facebook.com/abracesrj/timeline/story?ut=2&wstart=0&wend=1427871599&hash=1753208792812447927&pagefilter=1&ustart=1&_rdr
Caso não saiba usar o facebook, e queira informação por outra forma, pode estar enviando um e-mail diretamente para mim, e ficarei feliz em poder ajudar.
Espero vocês lá!
Abraços, Graça e paz.
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Postado por maxwuel
hoje estou procurando por uma pessoa que tenho acompanhado suas postagens, e gostaria muito de fazer parte de sua lista de amigos.
admiro muito essa mulher que considero especial e muito inteligente, estou falando da cida silva.
por aonde você anda? eu gostaria muito de desfrutar da sua amizade, se me permitir adiciona-la no meu skype manda teu endereço pro meu e-mail que esta
acima. ficarei muito feliz em fazer parte da sua lista de amigos
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Postado por Dorcival
Gente, onde estão Vanessa, Carine, Roseane, Luzia, Celso, Lucas, Paulo Bueno???
Meu povo e minha pova, ressurjam!
Moçada, um texto que achei bom, interessante e que pode auxiliar alguém.
***
PSICOLOGIA »
A vida é mais que uma lista de tarefas
Vivemos submersos na sociedade de rendimento e hiperatividade. Resultado? Ansiedade.
GABRIEL GARCÍA DE ORO 30 MAR 2015 - 20:09 BRT
Vamos começar com um conto de fadas. O da Cinderela. Mas não nos importa tanto o sapato de cristal, nem a abóbora que se transforma em carruagem, nem o príncipe azul. Vamos prestar a atenção na quantidade de tarefas que Cinderela deve fazer antes ir ao baile. Esfregar, limpar, passar roupa, organizar, cozinhar e, de novo, esfregar, limpar, organizar... Logicamente, quando chega a hora de ir ao baile, que é o que ela realmente quer e o que vai mudar sua vida, está tão cansada que precisa da ajuda mágica da Fada Madrinha para conseguir. Sem isso, Cinderela teria ficado em casa, cansada e pensando com ansiedade em tudo que ainda precisa fazer e em tudo aquilo que não terá tempo de terminar.
Pois bem, nós não somos muito diferentes dela. Antes de poder ir aos nossos bailes, quer dizer, fazer aquilo que realmente queremos, que nos motiva e quem sabe até pode mudar nossas vidas, estamos submersos em uma quantidade infinita de tarefas: a casa perfeitamente organizada, a máquina de lavar trabalhando, a criança matriculada em quatro atividades extracurriculares; é preciso ser, claro, muito produtivo em nossos empregos, amantes excelentes e criativos com uma vida social rica, ativa e variada... e ter o Facebook atualizado. Ah, e seria bom comer cinco frutas por dia e correr 10 quilômetros e não ter olheiras e,... fazer, fazer e fazer. No final de nosso conto de fadas, o que acontece é que o baile sempre fica relegado para o dia seguinte, “quando isso acabar...”. E assim passam os dias.
Primeiro, o primeiro”
Stephen Covey
No mínimo, Cinderela tem uma ou duas desculpas. As malvadas meias-irmãs a obrigam e maltratam. Uma força externa a pressiona, submete e explora. Mas hoje nós mesmos somos as meias-irmãs. Byung-Chul Han, em seu famoso livro La sociedad del cansancio (A Sociedade do Cansaço), adverte que vivemos em uma sociedade de academias, torres de escritórios, bancos, aviões e laboratórios genéticos. Quer dizer, na sociedade do alto rendimento, do multitasking (multitarefa). E uma das características desta sociedade é que o indivíduo se autoexplora com o álibi da obrigação. As meias-irmãs estão dentro de nós, dizendo tudo aquilo que devemos fazer em uma contínua e excêntrica corrida em espiral. Porque hoje o único pecado é não fazer nada. Até os momentos de ócio ou os períodos de férias se transformaram em uma conjunção inesgotável de tarefas que nos deixam mais cansados do que quando começamos.
Além disso, como afirma o filósofo sul-coreano, ao não ter um explorador externo que possamos enfrentar com um forte “não!”, a luta termina sendo ainda mais complicada. No entanto, também é verdade que basta querer para vencer as duas meias-irmãs que nos tiranizam e desatar a magia da Fada Madrinha que temos dentro de nós.
Para se conectar
Livros
La sociedad del cansancio (A Sociedade do Cansaço)
Byung-Chul Han (Herder Editorial)
O filósofo reflete sobre como o excesso de positividade está nos levando a uma sociedade do cansaço, que produz pessoas esgotadas, fracassadas e depressivas. Também apresenta as chaves para combater isso.
Contos de Fadas – Edição Comentada
Maria Tatar (Zahar)
Podemos repassar aqueles contos com os quais crescemos e que, agora, podem nos ajudar a continuar crescendo.
Manual de limpieza de un monje budista (Manual de Limpeza de um Monge Budista)
Keisuke Matsumoto (Duomo Ediciones)
Podemos transformar as tarefas do lar em um exercício espiritual.
Devemos admitir então que estamos rodeados pelo afã de produtividade, que todos acabamos seduzidos por esses insuportáveis apps que nos alertam de tudo aquilo que ainda devemos fazer. Ou pelas cadernetas preparadas para fazermos listas de tarefas. Ou por livros que nos explicam como fazer tudo, como chegar a todas as partes e que o tempo renda mais. Mas chega o momento de abandonar essa loucura, porque no fundo, e paradoxalmente, não há nada menos produtivo do que o afã de produtividade. Byung-Chul Han assegura que o multitasking pode nos levar a um estado de atenção superficial e devemos levar em conta que as conquistas da humanidade aconteceram por causa da atenção profunda e contemplativa. Assim, também nossas conquistas dependem de saber colocar o foco e a atenção nas coisas importantes, nos bailes que valem a pena. E para isso vamos atacar o inimigo com as suas próprias armas e criar uma lista, só que inteligente, que sirva para nós e não que acabemos servindo a ela. Como?
O baile, em primeiro lugar. É preciso virar a lista de cabeça para baixo. Não deixar o baile para “quando acabar de fazer tudo isso”. Ocupar-se primeiro do fundamental, de nós mesmos. Começar o dia dedicando-se àquilo que sabemos que nos fará bem. Vamos imaginar que alguém precisa escrever um artigo e, antes de começar, no entanto, lê os e-mails pendentes, entra nas redes sociais e responde umas mensagens de Whatsapps. Resultado? Cansaço antes de começar. Cinderela pode ir ao baile e deixar essas outras coisas que exigem menos brilhantismo para depois.
Bem, e o que fazemos com todo o resto? Porque está claro que há coisas que simplesmente não podemos deixar de lado. Como fazer, então? Dividir o registro de tarefas em três grandes grupos pode ajudar.
Coisas que devemos realizar. Fazer o que precisamos fazer. Depois de ir ao baile, não devemos deixar que essas outras coisas, que voltarão a aparecer cedo ou tarde, fiquem dando voltas por nossa cabeça. Por exemplo, uma ligação incômoda que vamos postergando. São três minutos! Mas se continuamos postergando, em lugar de 180 segundos, chegará a durar seis meses na nossa cabeça.
Coisas que devemos organizar. Não é preciso carregar tudo. Podemos delegar, pedir ajuda, dividir tarefas, conseguir que certas coisas aconteçam sem cair sobre nós.
Coisas que não devemos fazer. Com certeza, nesta lista há muitos elementos que realmente não são necessários. Que podem ser eliminados diretamente e, desta maneira, liberar espaço. Cada um deve decidir quais são. Mas é importante perceber que neste ponto encontra-se a primeira grande vitória pessoal para esquecer a voragem da hiperatividade sem sentido. Renunciar a tudo aquilo que nem contribui nem é estritamente necessário. Saber o que não é preciso realizar é tão importante quanto começar a fazer aquilo que é.
Os grandes dançarinos não são geniais por sua técnica. São geniais por sua paixão
Martha Graham
Depois que conseguimos parar de correr nessa espiral do dia a dia, fruto desta sociedade da multitarefa, é o momento de começar a dançar. E o mais importante é descobrir qual é a nossa música. O que nos faz felizes. O que realmente importa. Sir Ken Robinson chama isso de elemento, e assegura que “descobrir o elemento é recuperar capacidades surpreendentes em nosso interior, e desenvolvê-las dará um giro radical não apenas no ambiente de trabalho, mas também nas relações e, no final, na vida”. A boa notícia é que todos estamos convidados a um baile no qual seremos protagonistas. Alguns já o conhecem e só devem manter na linha as duas meias-irmãs. Outros, ao contrário, ainda não descobriram seu elemento e deverão olhar dentro de si mesmos, pois ele está ali, esperando ser convidado a dançar. Se a resposta a estas três perguntas for afirmativa, é porque já a encontramos:
Temos vontade de dançar? Se não temos preguiça, se sempre que pensamos nisso ficamos animados, se quando estamos fazendo essa atividade, embora não seja tantas vezes quanto gostaríamos, fazemos com vontade e dedicação. Se a resposta é sim, atenção, pois pode ser nosso elemento. O baile que está nos esperando.
O tempo para? Apesar das advertências da Fada Madrinha, Cinderela está tão encantada no baile que perde a percepção do tempo. Chega a meia-noite e ela nem se dá conta. Só as badaladas do relógio podem sacá-la do estado de flow no qual caiu, o verdadeiro feitiço cotidiano, que tem como característica a concentração de nossa energia e uma implicação total na tarefa, tal como foi definido por Mihaly Csikszentmihalyi em 1975. Se aqui a resposta é sim, com certeza esse é o baile que estamos procurando.
Vai se ativar a magia? A magia não é nada mais que a paixão. E a paixão é o motor da grandeza, da autorrealização e da capacidade. Se descobrimos aquilo que nos apaixona, seremos capazes de concentrar nossa energia nisso e descobrir que Platão estava certo quando afirmava que “todas as coisas serão produzidas em quantidade e qualidade superior, e com maior facilidade, quando cada homem trabalhar em uma única ocupação, de acordo com seus dons naturais, e no momento adequado, sem imiscuir-se em nada mais”.
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Abraços e até mais!
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