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Postado por Cida Silva
vida! - Jo 6,41-51
Então, os judeus começaram a murmurar contra Jesus, porque ele dissera: “Eu sou o pão que desceu do céu”. Diziam: “Este não é Jesus, o filho de José? Não
conhecemos nós o seu pai e sua mãe? Como pode, então, dizer que desceu do céu?”. Jesus respondeu: “Não murmureis entre vós. Ninguém pode vir a mim, se
o Pai que me enviou não o atrair. E eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos Profetas: ‘Todos serão discípulos de Deus’. Ora, todo aquele que
escutou o ensinamento do Pai e o aprendeu vem a mim. Ninguém jamais viu o Pai, a não ser aquele que vem de junto de Deus: este viu o Pai. Em verdade, em
verdade, vos digo: quem crê, tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Os vossos pais comeram o maná no deserto e, no entanto, morreram. Aqui está o pão
que desce do céu, para que não morra quem dele comer. Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem come deste pão viverá eternamente. E o pão que eu dare é a minha carne, entregue pela vida do mundo.
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Postado por Marcos Braga
Meu telefone celular é: (051) 93271404 operadora claro! Um abraço pros amigos e um beijo para as amigas
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Postado por Gisele Cristina
Hoje eu saí batendo a porta com força.
Não era a primeira vez que eu reagia dessa maneira depois de uma
discussão contigo. Mas algo no seu olhar cansado, um apelo mudo atirado
em minha direção, pouco
antes de eu sair tão afoitamente, me fez raciocinar melhor. Descobri,
nesse momento, o quanto sou intolerante com os seus pontos de vista. Eu,
que poderia me orientar
pelo seu exemplo, de homem ponderado, bondoso, às vezes até tímido, que
nunca ergueu a mão para mim nem abusou da sua posição de pai. Eu o
estava submetendo a muitas
humilhações. Quero confessar o quanto fui injusto contigo. Quantas vezes
eu o chamei de quadrado perante os meus amigos... E tu, com uma
paciência infinita, mal
tentava se justificar, submetendo-se aos risos de outros rapazes que
também poderiam ser seus filhos. Lembra-se de quando eu insisti em
comprar algo ou sair
à noite?
Bati o pé, ameacei largar os estudos que tu estavas pagando, disse que
ia embora de casa e quando a coisa chegou a esse ponto, que remorso a
recordação disso me
causa!
Neste momento, tu quiseste ceder. E para quê? Para me ter a seu lado,
para satisfazer um capricho meu, uma teimosia injustificada.
Quando eu entrava em casa encontraria
tu dormindo no sofá, diante da televisão fora do ar. E tu, com receio de
despertar em mim um riso irônico ou uma palavra de recriminação, jamais
confessaria estar
à minha espera.
- Eu estava assistindo a um filme e adormeci - um pouco envergonhado por
demonstrar a fraqueza de me amar. Fico pensando, agora, que tu não teve
vez. Quando moço,
quando criança, que é o melhor tempo da nossa vida, você sofreu a
tirania de um pai rude, homem de poucas palavras e de muitas palmadas,
como tu mesmo me contou
muitas vezes. Quando chegou o seu momento de ser pai, nasci eu. A quem
tu nunca tratou como foi tratado. Eu sei que pedir desculpas não adianta
muito. Mas talvez
seja um começo. Pensando bem, eu me orgulho de ti. Então, por quê não
dizer isso? Por
quê não agir de acordo com esse sentimento?
Acho que alguma coisa está errada entre nós e receio muito que seja eu.
Penso que não vai ser fácil para eu mudar de repente, mas, prometo fazer
de tudo para agir como uma filha que tem um pai bom, honesto e
maravilhoso como tu. Tenho que ser o teu espelho e agir com educação e
ponderação, não querendo te decepcionar, me vendo da onde estiveres.
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Postado por Cida Silva
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Postado por Lucas
Ainda que o país esteja enfrentando tal momento, ainda que tantos estejam agora lamentando, entendo que é necessário.
A reflexão vem após o equívoco, é depois do temporal que se espera pelo sol.
Vivendo e aprendendo.
Meu amigo Mauri Campos, fico-lhe grato pela constante lembrança.
A você Mauri e aos nobres, Celso, Lucimara, Vanessa, Roseane, Jeová, Alexandre Magno, Dorcival, recebam um abraço.
Não farei uma lista completa dos nomes, mas sintam-se todos abraçados.
Sem mais, finalizo aqui minha participação.
Bom final de semana.
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Postado por naldo
SÃO 38 VAGAS.
http://buscatrabalho.blogspot.com.br/
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Postado por Jancarlos
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Postado por Maury Campos.
meio de comunicar não iríamos, poder fazer amizades com pessoas tão importante, como. cida, lusia, edinalva costa, silvia carneiro, alice dordenoni,
gisele cristina, lucimara, bianca nascimento, lucas, alexandre magno, cidinei camargo,
um feliz e maravilhoso dia dos pais que está, a porta que neste domingo os filhos abracem seus pais, enquanto estão vivos, depois que morrer, ficará
só saudade, pai, e mãe devem ser respeitados, âma seu pai, e sua querida mãe respeiti os, na velhisces.
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Postado por Gisele Cristina
Não são poucas as pessoas que, para viverem um amor, abrem mão da sua dignidade.
O estado de carência é tão grande que começam a relação já fazendo concessões das quais vão se arrepender muito. É bastante comum esse arrependimento acontecer quando, depois de algum tempo e muitas concessões, a pessoa percebe que o parceiro perdeu o respeito que mostrava ter no começo.
O seu espaço pessoal foi invadido, depois devastado e depois... ignorado.
Em nome do amor (na verdade em nome da carência) a pessoa abriu mão de coisas que são referências preciosas para a sua individualidade e por isso foi perdendo a identidade. Já não se reconhece mais na vida e muito menos na relação. O parceiro já não a respeita mais porque não há mais o que respeitar. A pessoa não está mais ali. O que está ali é uma sombra mal desenhada de alguém que se dispôs a fazer qualquer coisa para estar junto de outro alguém. Qualquer coisa!!! Inclusive deixar de ser ela mesma.
Isso fabrica um ódio e uma raiva absurdos em quem faz as concessões. É precisamente aí que nasce esse ódio, equivocadamente chamado de “a outra do amor”.
“PARA TE TER, ME PERCO E SE VOCÊ NÃO ME ACEITAR, TE MATO”.
A pessoa nem percebe, mas vai ficando com ódio e com raiva de si mesma, mas projeta esses sentimentos NO OUTRO.
Afinal ela “fez uma permuta” e não recebeu a sua parte. Deixou de ser ela mesma e sequer foi reconhecida. O parceiro tomou conta do seu espaço pessoal, afinal já estava desocupado mesmo, invadiu e controlou a sua vida, afinal já estava fora de controle mesmo, e nem reconheceu o sacrifício que ela fez por ele. POR ELE?
Nada disso. A pessoa fez isso porque se acha um lixo, tem certeza de que não vai ser amada nunca. Daí joga no esgoto a única coisa que poderia fazê-la viver um amor de forma saudável: a dignidade.
Tudo é negociável, menos a dignidade.
Sem ela a pessoa passa a não existir mais. Vira um zumbi, um autômato.
Se há uma crise de autoestima a pessoa tem que procurar ajuda rapidinho.
NINGUÉM É UM LIXO.
Nem sempre é fácil perceber isso. Toda vez que alguém cogita em conceder a própria dignidade em troca de qualquer coisa, está se matando em vida.
TODO MUNDO É INTERESSANTE.
Nem sempre é fácil perceber isso. Toda vez que alguém recebe uma proposta que fira a sua dignidade e a RECUSA, está se tornando uma pessoa MAIS interessante.
Todo mundo sente, admira e respeita.
Foco no afeto!
Arly Cravo
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Postado por Jaison
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