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Recado 38596: dica de leitura 27 de August de 2015, 12:31

Postado por vagner pereira

caro amigo leandro. aqui temos uma instituição mantida pela prefeitura que se chama espaço braille. até o 1° semestre havia outra denominada AMU que era mantida pela unimed, mas esta já não funciona mais. skyp não tenho, mas podemos converçar pelo face. agora como fazia a algum tempo atraz segue dica de leitura..... .dica de leitura. Daniel goleman foco
baixe em
www.visionvox.com.br
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Recado 38595: TENHAMOS VIDA 27 de August de 2015, 11:01

Postado por Gisele Cristina

Tenhamos vida

Vida é Fé!

Fé que não se prova com belos rituais, que não precisa de compensações, mas
que simplesmente nos liga ao Alto e nos faz sentir que não estamos nessa
existência à mercê dos caprichos divinos, viemos para evoluir, para crescer
e viemos com talentos para nos ajudar a enfrentar a correnteza, diversas
vezes tão forte que surge em nossa vida.
E que nessa travessia nunca estamos sozinhos... os remos estão em nossas
mãos, mas à frente sempre haverá uma Luz a guiar o nosso barco...
O caminho a escolher é nosso...

Vida é Trabalho!

O que estamos aqui a fazer?
Trabalhamos pelo merecido conforto, por estudo, alegrias, conquistas,
lazer... tudo justo e que faz parte da nossa existência, porém, nossa vida se
resume apenas a isso?
E o que fazemos em prol da seara do Pai? O que cultivamos ao nosso redor?
Existem as sementes dos ensinamentos do Evangelho?
Vida também é estender a mão ao companheiro caído e juntos prosseguirmos na
estrada da salvação.

Vida é Renovação...

Há quanto tempo não modificamos algo na nossa vida? Não abandonamos
atitudes nocivas? Não ousamos?
A renovação só pode nascer, se o terreno for preparado... e o nosso está?
Rogativas pela renovação são bem vindas, mas se forem apenas rogativas, sem
o esforço, sem a determinação, também se perderão e continuaremos no vazio
que nos corrói ou nas dores que tanto nos fragilizam.
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Recado 38594: vaguiner 27 de August de 2015, 10:32

Postado por leandro pereira

olá vaguiner sou de Uberaba eu gostaria de saber se são carlos tem instituição me adiciona no iscaipe o meu é Leandro.pereira910
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Recado 38593: Eu, tra vez! 27 de August de 2015, 07:56

Postado por Dorcival

Olá gente, todos em paz?
Resolvi cansar vocês! Dois dias seguidos! kkk!

É que ontem um amigo reclamou que na minha postagem não havia besteirol. OK brother, hoje tem!

Primeiro um questionamento, ao meu ver bem pertinente sobre o álcool.
Depois, KKK...


***
mariliz pereira jorge
É jornalista e roteirista. Apresenta o programa "Sem Mimimi com Mariliz", no YouTube.

Álcool nos deixa mais sinceros
27/08/2015 02h00


O que foi dito bêbado, foi pensado sóbrio, dizem por aí. Essa não é uma conclusão minha, mas de um estudo feito pela Universidade do Missouri, nos Estados Unidos, pelo médico Bruce Bartholow. Digo mais: o que foi feito bêbado, foi planejado de cara limpa.
Bartholow contesta algumas pesquisas, como uma feita no começo dos anos 2000, na Holanda, que concluiu que a intoxicação causada pelo álcool reduz a capacidade do cérebro de detectar quando a gente está prestes a fazer algo de que vamos nos arrepender. Em bom português, uma cagada.
Amigos, vamos ser sinceros. Aquele dia que você mandou uma mensagem cheia de saudade para a ex, na madrugada, a culpa foi do álcool ou do seu coração? E aquele outro dia em que você sensualizou com cadeira na festa de formatura, a culpa foi do álcool ou do fato de você estar se achando a gostosa do baile? E aquele happy hour em que você contou que a chefe está de caso com o rapaz do almoxarifado, a culpa foi do álcool ou da sua boca de matraca que não aguenta uma fofoca?
Eu mesma numa viagem, lembro que mandei uma mensagem num grupo de amigos dizendo que estava tomando um drinque para me encher de coragem e comprar uma bolsa carésima, que eu tinha amado. Eu sabia o que estava fazendo, só precisava de coragem. Uma coragem que o álcool dá artificialmente.
Foi isso que dr. Bartholow descobriu, que parece meio óbvio e no fundo muita gente já sabia. Ao contrário do que gostaríamos de acreditar, a gente sabe direitinho o que faz quando bebe demais. O estudo concluiu que o álcool muda a forma como o cérebro processa as besteiras que a gente, depois de beber e fazer, chama de besteira.
É como se ele desativasse o alarme que nos mantem alertas e diminui naquele momento sentimentos de culpa, vergonha e remorso. Então a gente vai lá, liga, manda mensagem, faz a fofoca, sensualiza com a cadeira, compra a bolsa cara, e só, então, depois que passou a pileque, morre de vergonha, remorso, culpa. E põe a culpa na bebida.
Eu brinco que fico rica quando bebo. Tem gente que fica corajoso. Tem gente que fica cara de pau. Tem gente que fica agressivo. Tem gente que fica facinho. Usar o álcool como álibi é confortável. A gente pode até enganar os outros, mas não engana a si próprio.
No fundo, você sabe que mandaria a mensagem, faria a fofoca, dançaria em cima da mesa, com a cara limpa mesmo, se não tivesse medo de ser julgado por quem quer que fosse ou que sua atitude tivesse consequências diferentes das esperadas. Mas não é assim.
Eu encaro o álcool como o soro da verdade para muita gente que é meio travada e precisa de um empurrão parar falar, agir e ser como gostaria.
Infelizmente usar a desculpa do álcool não cola no meu caso faz tempo. Mesmo sóbria, sempre fui mais sincera e impulsiva do que deveria. Doa a quem doer. Às vezes dói em mim. Às vezes nos outros. Tem um preço, mas ainda acho que mais vale a ressaca de ser verdadeiro do que se valer de álcool para ser de verdade.

***

Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República!
Tormento Econômico! O que é TUM?! É a Bolsa caindo! E TUM! TUM! TUM: três acionistas desmaiando! Ops, três presidentes desmaiando: o chinês, o grego e a Dilma. Rarará!
Globalização é assim: cai uma bolsa na Ásia e a Dilma fica com azia! As Bolsas da Ásia dão azia!
E tuiteiro polemizando disse que as bolsas da China caem porque a costura é malfeita. Galantia de 1 dia! Rarará! Caiu da Bolsa da Azia!
A Bolsa da China despencou! Tudo bolsa pilata. As Plada caíram! Pode cair tudo contanto que não caia a minha Vuitton!
E olha o que uma amiga escreveu numa bolsa de lona bem bagaça: "a minha outra bolsa é uma Vuitton".
E vai cair! Rarará!
E os ministérios da Dilma? A Granda Chefa Toura Sentada vai cortar dez ministérios. Dos 800!
Primeiro ela vai cortar os ministros que ela não conhece. Depois ela vai cortar os que ela não lembra.
"Hoje vou cortar o ministério... que ministério mesmo?". Qualquer um! Tanto faz! Ninguém vai sentir falta! Rarará!
Tem tanto ministro que ela chama os ministros pelo número. "Ministro 601, pode falar!" "Presidenta!". "Chega, acabou o tempo!" "Ministro 804, pode falar." "Ahn." "Fala rápido, porra, acabou o tempo." Rarará!
Reunião ministerial é no estádio Mané Garrincha. Viu pra que serve arena multiuso? Ela vai cortar todos os ministérios, menos os do PMDBomba. PMDB quer dizer Pegamos Ministérios de Baciada! PMDB quer dizer Putarias e Ministérios do Brasil! Rarará!
É mole? É mole mas sobe!
O Brasil é Lúdico! Olha este estabelecimento em Santo Antônio do Descoberto: "Espetinho Matei Hoje". Rarará!
Então não é friboi! E o que deve tá faltando de gato na vizinhança!
E em Carrancas, Minas, tem uma cachoeira chamada Racha da Zilda.
E em Manaus tem uma igreja chamada Igreja do Pobre Diabo. Rarará!

Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República!
Festival de Piadas Prontas!
Primeira piada pronta: "Não existe corrupção no futebol, diz Joseph Blatter". Rarará!
Sem comentários!
Segunda piada pronta: "PF investiga elo de Dirceu com auxílio funerário". É o Defuntão!
Propina do além!
A chapa tá quente. Já temos o mensalão, o petrolão, o dizimão, o cachação e agora o defuntão!
Terceira piada pronta: o deputado pau-mandado do Cunha que intimida o doleiro tem um restaurante chamado Barganha.
Em Caxias.
Nome perfeito para restaurante de deputado: Barganha!
Quarta piada pronta: o deputado petista que perguntou pro doleiro sobre o Aécio ter recebido propina de Furnas se chama Jorge Sola.
Entrou de sola! Rarará!
E é claro que os petistas já estão dizendo que o Aécio trocou as urnas por Furnas. Rarará!
E atenção! Granda Chefa Toura Sentada! Corte de Ministérios!
Manchete do "Piauí Herald": "Dilma corta dez ministros, dez frases desconexas, dez meses do mandato, dez rodadas do Brasileirão e dez metas que estavam dobradas!". Rarará! E dez quilos e dez mandiocas!
Eu já disse que primeiro ela vai cortar os ministros que ela não conhece. Depois vai cortar os ministros que ela não lembra.
Então só vai sobrar o Mercadante e o Edinho! Rarará. E em terceiro, ela vai cortar os que não tem função. Então não vai sobrar nenhum! Rarará!
E a sabatina do Janot?
A tuiteira Renata Garani acha que essa seria a melhor pergunta de um senador para o Janot: "Você pretende me denunciar?".
Pretendemos! Rarará!
E o dólar? O dólar tá parecendo cachorro bravo: anti-social.
Daqui a pouco ele vai sair mordendo a gente!
Quem se aproximar de um dólar leva uma dentada! Rarará!
É mole? É mole, mas sobe!
A brasileira é Cordial! Olha esse outdoor: "Silvia, vou arrancar esse seu cabelo platinado, queridinha".
E a dentadas, pelo jeito!
Rarará.
Nóis sofre, mas nóis goza!
O Brasil é a Venezuêra!
***
Abraços para todos!
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Recado 38592: Texto sobre programa Fantástico e cegos 26 de August de 2015, 19:08

Postado por Rafaela da Silva

Olá pessoal!
Particularmente não acompanho o Fantástico da Rede Globo, porém li esse
texto que foi postado no twitter e resolvi compartilhar com vocês.

****

Fantástico presta desserviço aos cegos | Outros Olhares

Outros Olhares

um pequeno espaço para a deficiência visual

Fantástico presta desserviço aos cegos
Publicado por Lucia Maria em 25 de agosto de 2015

Do Movimento Cidade para Todos

O programa Fantástico, da TV Globo, nunca foi de propor e aprofundar
reflexões sobre coisa nenhuma. Sua principal característica sempre foi
entreter, geralmente com matérias que impactam o telespectador pela
emoção # que é o que dá audiência mesmo.

Já as grandes instituições assistencialistas para pessoas com
deficiência costumam usar sua influência e o quase total desconhecimento
dos jornalistas sobre o tema para pautar a imprensa naquilo que fazem de
melhor: conseguir doações depois de arrancar lágrimas de piedade de
leitores e telespectadores.

A união da fome com a vontade de comer só poderia ter dado (mais uma
vez) na reportagem exibida pela emissora na noite do último domingo, 23
de agosto, que apresentou o encontro de cegos com seus ídolos: os atores
Ailton Graça, Alexandre Borges, Christiane Torloni e Nicette Bruno
(Nicette, aliás, é uma espécie de #madrinha# da nefasta fundação
paulistana para cegos que participou da matéria com seus funcionários).

Vale destacar aqui que nós mesmos estamos cansados de criticar em São
Paulo esta fundação e as secretarias municipal, estadual e nacional da
pessoa com deficiência # que até hoje não disseram a que vieram -, mas
suas frequentes pisadas na bola costumam ser uma excelente oportunidade
para falar de inclusão como se deve e com bom alcance.

Então, vamos lá: durante esta matéria, alguém mencionou um recursozinho
chamado audiodescrição? Alguém explicou que a audiodescrição é a
narração de imagens para o cego em novelas, filmes, peças de teatro,
livros, museus e até partos e casamentos? Que, com ela, quem não enxerga
fica sabendo como são os rostos, cabelos, roupas, cenários e toda a ação
da cena? E que os silêncios na telinha são finalmente compreendidos sem
a ajuda de familiares e amigos? Enfim, alguém informou que, por lei, a
audiodescrição já está disponível na televisão brasileira durante seis
horas semanais e, com o controle remoto, pode ser acionada pelo segundo
canal de áudio, como a tecla SAP?

Claro que não. O que interessava ali era apenas a comoção provocada
pelos coitadinhos dos cegos que jamais puderam ver seus atores favoritos
e tiveram, finalmente, uma chance de tocá-los, abraçá-los, conversar com
eles. Nada contra: cego ou não, quem não gostaria de encontrar seu
ídolo? A questão é que matérias como essa são um enorme desserviço aos
cegos porque apenas reforçam o estigma de pessoas dignas de pena. O que
seria completamente diferente se o encontro fosse apenas um gancho para
apresentar e divulgar ao público a audiodescrição, um recurso de extrema
importância para quem não enxerga, o recurso de acessibilidade que
realmente garante inclusão e autonomia e que, infelizmente, ainda
precisa crescer muito, mas muito mais neste país.

É preciso chegar mais perto deste segmento da população que não tem
acesso a direitos básicos e essa é sua grande, árdua e praticamente
desconhecida luta diária: faltam pisos táteis, semáforos sonoros,
transporte acessível, livros em braile nas escolas (que chegam com
atraso e incompletos), livros digitais acessíveis vendidos pelas
editoras e scanners de voz nas bibliotecas públicas, para que possam
ouvir e digitalizar as obras de que precisam # e, sim, não custa
ressaltar que cegos utilizam largamente celulares, tablets e
computadores como todo mundo (e muito mais do que o braile) graças aos
programas que leem em voz alta todo o conteúdo da tela.

Passou da hora de a grande imprensa parar de recorrer a instituições
assistencialistas quando precisa de informações e #personagens# para
suas reportagens. Chega de cegos chorões, pidunchos, despolitizados e
eternamente atrelados a essas fundações da vida, ultrapassados guetos,
na contramão da história porque apenas segregam e estigmatizam pessoas.
Quisessem mesmo utilizar dinheiro e influência para incluir quem tem
deficiência, governos e filantrópicas já teriam conseguido enormes
avanços na área&

Aproveitamos para parabenizar o doutor Drauzio Varella, que, também no
Fantástico, apresenta a excelente série sobre Síndrome de Down, que
realmente promove inclusão # e inclusão, sempre é bom lembrar, nada mais
é do que garantia de direitos: direito à educação nas escolas
convencionais, direito à saúde, ao trabalho, à cultura e ao lazer.
Direito à cidadania. E caridade nada tem a ver com isso. A caridade
institucional precisa da exclusão porque sobrevive e lucra com ela. Pena
que a maior parte da imprensa brasileira ainda não saiba disso.

twitter: @OutrosOlharesAD
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Recado 38591: Qual é o conceito de Deus sobre bebidas alcoólicas? 26 de August de 2015, 17:28

Postado por Leandro

NOSSO Criador, que deseja o melhor para nós, não proíbe o uso moderado de álcool. Na verdade, ele deu “o vinho, que alegra o coração do homem; o azeite, que lhe faz brilhar o rosto, e o pão que sustenta o seu vigor”. (Salmo 104:15, Nova Versão Internacional) Certa vez, Jesus Cristo contribuiu para aumentar a alegria de uma festa de casamento por transformar água no “melhor vinho”. — João 2:3-10, Bíblia na Linguagem de Hoje.
É de se esperar que nosso Criador saiba exatamente como o álcool afeta as funções do corpo e do cérebro. Por meio das páginas da Bíblia, nosso Pai celestial ‘nos ensina a tirar proveito’, e ele nos alerta fortemente contra o uso impróprio de bebidas alcoólicas. (Isaías 48:17) Veja estes avisos diretos:
“Não fiqueis embriagados de vinho, em que há devassidão.” (Efésios 5:18) “Os bêbados . . . não terão parte no Reino de Deus.” (1 Coríntios 6:9-11, BLH) A Palavra de Deus condena “as bebedeiras, as farras e outras coisas parecidas com essas”. — Gálatas 5:19-21, Nova Tradução na Linguagem de Hoje.
Vejamos agora alguns dos perigos de beber demais.
Os perigos de beber em excesso
Embora o álcool possa fazer bem à saúde, ele contém fortes ingredientes que alteram as funções do corpo e da mente. Beber em excesso pode causar alguns dos seguintes problemas:
Beber demais prejudica o critério da pessoa, fazendo com que ‘sua mente imagine coisas distorcidas’. (Provérbios 23:33, NVI) Carlos, mencionado no artigo anterior, diz: “O alcoolismo não é só uma doença do corpo; é uma doença que afeta os pensamentos e as atitudes. Você não pensa na dor que isso causa a outras pessoas.”
Beber demais também pode diminuir as inibições. As Escrituras avisam: “O vinho e o licor tiram a razão.” (Oseias 4:11, Pastoral) Como assim? Sob a influência sutil das bebidas alcoólicas, os pensamentos e os desejos que normalmente controlamos podem começar a se tornar aceitáveis — até mesmo convidativos. Nossa determinação de nos apegar ao que é certo pode enfraquecer. O álcool compromete nossas defesas morais, resultando em desastre espiritual.
João, por exemplo, brigou com sua esposa e foi direto para um bar. Ele bebeu um pouco para se acalmar, e daí uma mulher se aproximou. Depois de mais algumas doses, João saiu dali com ela e cometeu adultério. Mais tarde, ele se arrependeu profundamente de ter feito algo que nunca teria pensado em fazer caso a bebida não tivesse diminuído suas inibições.
Beber demais pode resultar em conversas e ações descontroladas. “Quem sempre tem problemas? Quem sempre discute e briga?”, pergunta a Bíblia. “Os que ficam acordados até tarde, tomando só mais um gole.” (Provérbios 23:29, 30, Contemporary English Version) Beber em excesso pode fazer você ‘se sentir como se estivesse no meio do mar, enjoado, balançando no alto do mastro de um navio’. (Provérbios 23:34, NTLH) Quem exagera na bebida pode acordar dolorido como se tivesse levado ‘uma surra e não percebeu’. — Provérbios 23:35, Pastoral.
Beber demais pode prejudicar a saúde. “No fim [o álcool] morderá como cobra e picará como a víbora.” (Provérbios 23:32, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) A medicina confirma a sabedoria desse provérbio antigo. O álcool em grandes quantidades é uma toxina potencialmente mortal que pode levar a vários tipos de câncer, hepatite alcoólica, cirrose, pancreatite, baixo teor de açúcar no sangue de pessoas diabéticas, síndrome alcoólica fetal, derrame ou insuficiência cardíaca — apenas para mencionar algumas das consequências. E beber demais até mesmo numa só ocasião pode resultar em coma ou morte. No entanto, os problemas mais sérios de beber muito não estão descritos nos livros de medicina.
O maior perigo. Embora a pessoa talvez não fique bêbada, beber sem moderação apresenta perigos espirituais. A Bíblia diz claramente: “Ai dos que se levantam de manhã cedo somente à procura de bebida inebriante, que ficam até tarde no crepúsculo vespertino, de modo que o próprio vinho os inflama!” Por quê? Isaías fala sobre os danos espirituais de beber demais: “Não olham para a atividade de Jeová e não viram o trabalho das suas mãos.” — Isaías 5:11, 12.
A Palavra de Deus nos alerta a não “ficar entre os beberrões de vinho”. (Provérbios 23:20) As mulheres idosas são avisadas a não se ‘escravizarem a muito vinho’. (Tito 2:3) Por quê? Aos poucos — muitas vezes sem perceber — as pessoas começam a aumentar o consumo de bebida com mais frequência. Com o tempo, elas podem “ficar acordadas, se perguntando: ‘Quando vai amanhecer para que eu possa beber mais um pouco?’”. (Provérbios 23:35, CEV) Se uma pessoa passa a ansiar uma bebida logo de manhã para se recuperar dos excessos da noite anterior, ela está cruzando uma linha perigosa.
A Bíblia alerta que aqueles que se envolvem “em excessos com vinho, em festanças, em competições no beber . . . prestarão contas àquele que está pronto para julgar os viventes e os mortos”. (1 Pedro 4:3, 5) E sobre os tempos decisivos em que vivemos, Jesus deu o seguinte aviso: ‘Prestai atenção a vós mesmos, para que os vossos corações nunca fiquem sobrecarregados com o excesso no comer, e com a imoderação no beber, e com as ansiedades da vida, e o dia de Jeová venha sobre vós instantaneamente como um laço.’ — Lucas 21:34, 35.
No entanto, o que as pessoas que têm algum tipo de problema com bebida podem fazer para não ficarem ‘sobrecarregadas com a imoderação no beber’?
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Recado 38590: blaise pascal 26 de August de 2015, 17:21

Postado por renato raposo

oi galera, trago um pouco do excelente livro que acabo de ler do matemático e pensador Blaise Pascal.
um livro estupendo para quem gosta de pensamentos profundos, serenos e íntimos, que pode nos aproximar de Deus, isso no meu entender.

pascal_pensamentos.pdf
O exemplo da castidade de Alexandre não faz tantos continentes como o da sua embriaguez fez
intemperantes. Não é vergonhoso não ser tão virtuoso quanto ele, e parece escusável não ser mais
vicioso do que ele. Julgamos não ter todos os vícios do comum dos homens quando temos os vícios
desses grandes homens, e, todavia, não nos importamos que estes tenham os do comum dos homens.
Apegamo-nos a eles da mesma maneira por que eles se apegam ao povo; com efeito, por mais elevados
que estejam, unem-se aos menores dos homens por algum lugar. Não estão suspensos no ar,
inteiramente abstraídos da nossa sociedade. Não, não. Se são maiores do que nós, é que têm a cabeça
mais elevada; mas, têm os pés tão baixo quanto os nossos. Estão todos no mesmo nível e se apoiam na
mesma terra; e, por essa extremidade, estão tão baixo quanto nós, quanto os pequenos, quanto as
crianças, quanto os animais.

isso é válido para os dias de nanismo moral aceito pelos brasileiros que elevam às alturas seus representantes políticos, seja na situação, seja na oposição.
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Recado 38589: será assim mesmo.... 26 de August de 2015, 15:51

Postado por vagner

Olá amiga Cida!
Felizmente não acompanhei a reportagem trazida por ti a este espaço.
Parabéns pela iniciativa. E porque não dizer pela atitude, agonia, e inquietação. Não que você seja agoniada, ou inquieta, mas é que não são todos os deficientes que se preocupam com inclusão, com um futuro melhor para os que virão após a nós. A grande parte do público cego nem quer saber de nada que seja fora de suas casas. É claro que temos que respeitar todos, afinal, democracia e liberdade sempre deverão vigorar. Toda via é só isso mesmo que a grande mídia conhece. O cego coitado, ou o cego herói. Todos aqui se lembram do personagem exposto em horário nobre que reconhecia cores pelo toque, e da personagem que era totalmente dependente. O extremo sempre do lucro, mas o que é normal. Real e muitas vezes útil para a sociedade fica a margem dos focos. Queremos e merecemos mesmo respeito, igualdade de condições e acessibilidade, mas qual é demanda? Quantos utilizam a pouca acessibilidade que já há?
Já foi o tempo do isolamento e do internato de deficientes. Agora é a hora de fazer a prova, mostrar antes de mais nada vontade, para que acreditem que temos a capacidade natural de vivermos normalmente em sociedade. Com todas nossas obrigações e disfrutando de direitos equiparados as nossas necessidades.
Na cidade onde moro “são Carlos” interior SP. Temos: sinal sonoro, piso tátil, uma biblioteca com scanner falado, mas o cara mesmo tendo aula de mobilidade não se solta de seus super. Medos e isso fica para a minoria dos cegos residentes aqui. Temos cadastrados 300 cegos aproximadamente, utilizam o serviço de forma autônima no máximo 15 indivíduos.

Até quando for assim, carregaremos ou a cruz de coitado ou a espada de cavaleiro real.

Abraços a todos!
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Recado 38588: Boa tarde com comentário! 26 de August de 2015, 14:32

Postado por Cida Silva

Olá gente, tudo bem com todos? Eu não gostaria de comentar a respeito do último fato
ocorrido no fantástico referentes aos deficientes visuais; Mas estou incomodada da forma que foi transmitida tal reportagem. E mais ainda, de como cegos sujeitam a esse comportamentos; demonstrando "coitadinhos. Ao meu ver, comportamentos como esses só aumenta mais a estigmatização em relação ao preconceito e a exclusão. Confesso a vocês que em um momento em que estamos lutando por inclusão, acessibilidade, audiodescrição, me aparece uma bobagem dessa! Francamente!. Tenham todos uma boa tarde e confiram essa matéria.
Fantástico presta desserviço aos cegos

Do Movimento Cidade para Todos

O programa Fantástico, da TV Globo, nunca foi de propor e aprofundar reflexões sobre coisa nenhuma. Sua principal característica sempre foi entreter, geralmente
com matérias que impactam o telespectador pela emoção - que é o que dá audiência mesmo.

Já as grandes instituições assistencialistas para pessoas com deficiência costumam usar sua influência e o quase total desconhecimento dos jornalistas
sobre o tema para pautar a imprensa naquilo que fazem de melhor: conseguir doações depois de arrancar lágrimas de piedade de leitores e telespectadores.
 
A união da fome com a vontade de comer só poderia ter dado (mais uma vez) na reportagem exibida pela emissora na noite do último domingo, 23 de agosto,
que apresentou o encontro de cegos com seus ídolos: os atores Ailton Graça, Alexandre Borges, Christiane Torloni e Nicette Bruno (Nicette, aliás, é uma
espécie de "madrinha" da nefasta fundação paulistana para cegos que participou da matéria com seus funcionários).

Vale destacar aqui que nós mesmos estamos cansados de criticar em São Paulo esta fundação e as secretarias municipal, estadual e nacional da pessoa com
deficiência - que até hoje não disseram a que vieram -, mas suas frequentes pisadas na bola costumam ser uma excelente oportunidade para falar de inclusão
como se deve e com bom alcance.

Então, vamos lá: durante esta matéria, alguém mencionou um recursozinho chamado audiodescrição? Alguém explicou que a audiodescrição é a narração de imagens
para o cego em novelas, filmes, peças de teatro, livros, museus e até partos e casamentos? Que, com ela, quem não enxerga fica sabendo como são os rostos,
cabelos, roupas, cenários e toda a ação da cena? E que os silêncios na telinha são finalmente compreendidos sem a ajuda de familiares e amigos? Enfim,
alguém informou que, por lei,  a audiodescrição já está disponível na televisão brasileira durante seis horas semanais e, com o controle remoto, pode ser
acionada pelo segundo canal de áudio, como a tecla SAP?

Claro que não. O que interessava ali era apenas a comoção provocada pelos coitadinhos dos cegos que jamais puderam ver seus atores favoritos e tiveram,
finalmente, uma chance de tocá-los, abraçá-los, conversar com eles. Nada contra: cego ou não, quem não gostaria de encontrar seu ídolo? A questão é que
matérias como essa são um enorme desserviço aos cegos porque apenas reforçam o estigma de pessoas dignas de pena. O que seria completamente diferente se
o encontro fosse apenas um gancho para apresentar e divulgar ao público a audiodescrição, um recurso de extrema importância para quem não enxerga, o recurso
de acessibilidade que realmente garante inclusão e autonomia e que, infelizmente, ainda precisa crescer muito, mas muito mais neste país.

É preciso chegar mais perto deste segmento da população que não tem acesso a direitos básicos e essa é sua grande, árdua e praticamente desconhecida luta
diária: faltam pisos táteis, semáforos sonoros, transporte acessível, livros em braile nas escolas (que chegam com atraso e incompletos),  livros digitais
acessíveis vendidos pelas editoras e scanners de voz nas bibliotecas públicas, para que possam ouvir e digitalizar as obras de que precisam - e, sim, não
custa ressaltar que cegos utilizam largamente celulares, tablets e computadores como todo mundo (e muito mais do que o braile) graças aos programas que
leem em voz alta todo o conteúdo da tela.
 
Passou da hora de a grande imprensa parar de recorrer a instituições assistencialistas quando precisa de informações e "personagens" para suas reportagens.
Chega de cegos chorões, pidunchos, despolitizados e eternamente atrelados a essas fundações da vida, ultrapassados guetos, na contramão da história porque
apenas segregam e estigmatizam pessoas. Quisessem mesmo utilizar dinheiro e influência para incluir quem tem deficiência, governos e filantrópicas já teriam
conseguido enormes avanços na área...

Aproveitamos para parabenizar o doutor Drauzio Varella, que, também no Fantástico, apresenta a excelente série sobre Síndrome de Down, que realmente promove
inclusão - e inclusão, sempre é bom lembrar, nada mais é do que garantia de direitos: direito à educação nas escolas convencionais, direito à saúde, ao
trabalho, à cultura e ao lazer. Direito à cidadania. E caridade nada tem a ver com isso. A caridade institucional precisa da exclusão porque sobrevive
e lucra com ela. Pena que a maior parte da imprensa brasileira ainda não saiba disso. 

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Recado 38587: Não é hora 26 de August de 2015, 14:15

Postado por Lucas

Também julgo não ser este o momento para bradar a frase "Fora Dilma".
Manifestar insatisfação é direito do povo, mas o atual e porco governo deve permanecer.
Não sei se estou certo, mas é lamentável para um partido ver sua própria imagem sendo consumida pelas chamas que resultaram de suas falácias.
Nesse momento a presidenta não faz questão de discursar, e, até os prosélitos fanáticos desaparecem, voam para longe.
Isto é Brasil, viva!
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