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Postado por Rafaela da Silva
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Postado por Gisele Cristina
*Esta mensagem é para te alegrar e te dar forças para enfrentar esta fase,
que está sendo tão difícil de encarar.*
* Faça de seus pensamentos a força de que está precisando.*
* Esqueça as coisas ruins e limpe a mente cultivando somente bons
pensamentos.*
* Acredite no sucesso total, não imagine obstáculos na sua mente. Tudo que
uma pessoa é capaz de planejar, ela é capaz de realizar.*
* Tenha fé, otimismo e ação. Sua vida só você a vive.*
* Portanto goste mais, acredite mais, e seja mais feliz.*
* Procure plantar sementes de amor e otimismo na sua vida e você colhera
sempre maravilhosos frutos.*
* Eu acredito em você.*
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Postado por flávio
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Postado por Mariana
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Postado por Lucimara
Eu preciso falar sério com você Eu preciso lhe entregar a minha vida Eu
preciso ter um jeito de te ver na minha frente Eu preciso ter mais tempo
com você O meu corpo necessita desse amor Quero ter essa emoção, sentir
o teu calor Fazer de você minha vida, meu gostoso sentimento Ah! Eu
quero conhecer você por dentro Me dê por favor uma chance Quem sabe com
jeito eu alcance A sua emoção Quem sabe eu até seja o dono Do seu
coração Se entregue de vez, vem comigo Esquece esse jeito bandido de
sentir prazer Preciso fazer do meu jeito amor com você Amor com você,
amor com você Preciso fazer do meu jeito amor com você Amor com você,
amor com você
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Postado por Gisele Cristina
o luxo supérfluo.
Tudo o que sobrecarrega o ambiente atrapalha a
vida.
Seja sóbrio e natural.
O artificialismo distorce e causa fadigas
inúteis.
A sobriedade repousa o espírito e o corpo.
Seja sóbrio e natural em tudo, desde a sua
pessoa, até o
mobiliário de sua casa.
Quem pouco tem é que procura mostrar mais do que
possui.
Extraído de 'Minutos de
Sabedoria', de Lourival Lopes
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Postado por renato raposo
Informando que tenho uma mãe, sete irmãs, seis sobrinhas e três sobrinhas netas, além de umas dezenas de primas e várias boas amigas... tenho ainda um pai, dois irmãos, vinte sobrinhos e vários bons amigos.
Gostaria de passar esse texto de olavo de carvalho, tratando do ponto de vista geralmente de feministas e oportunistas que suprimem dados concretos a fim de faturar com a confusão e briga entre os sexos masculino e feminino, ignorando suas mais sagradas missões, independentemente das condições sociais.
Aqui a ironia latente é o veículo para nos lembrar do óbvio, é muito bem humorado e bem verdadeiro tudo isso.
Breve história do machismo
Olavo de Carvalho
Jornal da Tarde, 16 de agosto de 2001
As mulheres sempre foram exploradas pelos homens. Se há uma verdade que ninguém põe em dúvida, é essa. Dos solenes auditórios de Oxford ao programa do
Faustão, do Collège de France à Banda de Ipanema, o mundo reafirma essa certeza, talvez a mais inquestionada que já passou pelo cérebro humano, se é que
realmente passou por lá e não saiu direto dos úteros para as teses acadêmicas.
Não desejando me opor a tão augusta unanimidade, proponho-me aqui arrolar alguns fatos que podem reforçar, nos crentes de todos os sexos existentes e por
inventar, seu sentimento de ódio ao macho heterossexual adulto, esse tipo execrável que nenhum sujeito a quem tenha acontecido a desventura de nascer no
sexo masculino quer ser quando crescer.
Nosso relato começa na aurora dos tempos, em algum momento impreciso entre Neanderthal e Cro-Magnon. Nessas eras sombrias, começou a exploração da mulher.
Eram tempos duros. Vivendo em tocas, as comunidades humanas eram constantemente assoladas pelos ataques das feras. Os machos, aproveitando-se de suas prerrogativas
de classe dominante, logo trataram de assegurar para si os lugares mais confortáveis e seguros da ordem social: ficavam no interior das cavernas, os safados,
fazendo comida para os bebês e penteando os cabelos, enquanto as pobres fêmeas, armadas tão-somente de porretes, saíam para enfrentar leões e ursos.
Quando a economia de coleta foi substituída pela agricultura e pela pecuária, novamente os homens deram uma de espertinhos, atribuindo às mulheres as tarefas
mais pesadas, como a de carregar as pedras, domar os cavalos, abrir sulcos na terra com o arado, enquanto eles, os folgadinhos, ficavam em casa pintando
potes e brincando de tecelagem. Coisa revoltante.
Quando os grandes impérios da antiguidade se dissolveram, cedendo lugar aos feudos perpetuamente em guerra uns com os outros, estes logo constituíram seus
exércitos particulares, formados inteiramente de mulheres, enquanto os homens se abrigavam nos castelos e ali ficavam no bem-bom, curtindo os poemas que
as guerreiras, nos intervalos dos combates, compunham em louvor de seus encantos varonis.
Quando alguém teve a extravagante idéia de cristianizar o mundo, tornando-se necessário para tanto enviar missionários a toda parte, onde arriscavam ser
empalados pelos infiéis, esfaqueados pelos salteadores de estradas ou trucidados pelo auditório entediado com os seus sermões, foi novamente sobre as mulheres
que recaiu o pesado encargo, enquanto os machos ficavam maquiavelicamente fazendo novenas ante os altares domésticos.
Idêntica exploração sofreram as infelizes por ocasião das cruzadas, onde, armadas de pesadíssimas armaduras, atravessaram os desertos para ser passadas
a fio d'espada pelos mouros (ou antes, pelas mouras, já que o machismo dos sequazes de Maomé não era menor que o nosso). E as grandes navegações, então!
Em demanda de ouro e diamantes para adornar os ociosos machos, bravas navegantes atravessavam os sete mares e davam combate a ferozes indígenas que, quando
as comiam, – era porca miséria! – no sentido estritamente gastronômico da palavra.
Finalmente, quando o Estado moderno instituiu o recrutamento militar obrigatório, foi de mulheres que se formaram os exércitos estatais, com pena de guilhotina
para as fujonas e recalcitrantes, tudo para que os homens pudessem ficar em casa lendo A Princesa de Clèves.
Há milênios, em suma, as mulheres morrem nos campos de batalha, carregam pedras, erguem edifícios, lutam com as feras, atravessam desertos, mares e florestas,
sacrificando tudo por nós, os ociosos machos, aos quais não sobra nenhum desafio mais perigoso que o de sujar nossas mãozinhas nas fraldas dos nossos bebês.
Em troca do sacrifício de suas vidas, nossas heróicas defensoras não têm exigido de nós senão o direito de falar grosso em casa, de furar umas toalhas
de mesa com pontas de cigarros e, eventualmente, de largar um par de meias no meio da sala para a gente catar.
www.midiasemmascara.org
este texto evidencia a paranóia de muitos e muitas oportunistas que não vêem a missão sagrada de cada um, além de ignorar o peso da cruz alheia, requerendo para si apenas os eventuais benefícios (da condição masculina por exemplo). Estas últimas e as primeiras palavras de esclarecimento do texto de Olavo de Carvalho são pontos de vista meus, Renato Raposo.
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Postado por rebeca
@reb_carpanezi
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Postado por João Batista
Eu assisti uma apresentação da Marcia Flores e conheci sua história de superação contada por sua Mãe. É imperdível!
Pianista cega realiza sonho no palco do Hora do Faro deste domingo (25)
Você não pode perder o Hora do Faro deste domingo (25)! O apresentador Rodrigo Faro conta a história emocionante da deficiente visual Marcia Flores, de
56 anos.
O programa Hora do Faro vai ao ar aos domingos, às 15h30 na Rede Record.
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Postado por Paulinho
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