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Postado por Gisele Cristina
Não despreze o valor do sorriso.
O sorriso agrada a quem sorri e a quem é endereçado.
Sorria com sinceridade.
O sorriso franco e espontâneo contagia e
cria as condições para o diálogo amigo.
Desperta a atenção.
Faz brotar amizades sinceras.
Se não puder sorrir, mantenha o semblante calmo.
Sorrir falso gera antipatias e perturba os outros.
Rebaixa você.
Os olhos também sorriem.
Um sorriso aberto e sincero vale mais do que mil palavras.
Lourival Lopes
Extraído de "Sementes de
felicidade"
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Postado por Leandro
Neste segundo artigo vejamos o seguinte tópico:
Qual era o conceito de Deus sobre a guerra nos tempos antigos.
O povo estava sendo oprimido. Eles oraram a Deus muitas vezes pedindo ajuda, mas essa ajuda não veio imediatamente. Esse povo era Israel, o povo de Deus no passado. O opressor era a poderosa nação do Egito. (Êxodo 1:13, 14) Durante anos, os israelitas esperaram Deus acabar com a tirania do Egito. Finalmente, chegou o tempo de Deus agir. (Êxodo 3:7 a 10) A Bíblia relata que ele guerreou pessoalmente contra os egípcios. Deus trouxe contra eles uma série de pragas devastadoras e, por fim, eliminou o rei do Egito e seu exército no mar Vermelho. (Salmo 136:15) Jeová Deus mostrou ser “um poderoso guerreiro” em favor do seu povo. — Êxodo 15:3, 4.
O fato de Deus guerrear contra os egípcios mostra que ele não se opõe a todo tipo de guerra. Em algumas situações, ele autorizou seu povo Israel a travar guerras. Por exemplo, ele ordenou que os israelitas guerreassem contra os cananeus, que eram extremamente perversos. (Deuteronômio 9:5; 20:17, 18) Também mandou Davi, o rei de Israel, guerrear contra os opressivos filisteus. Deus até mesmo deu a Davi uma estratégia de guerra que garantiria a vitória. — 2 Samuel 5:17 a 25.
Esses relatos bíblicos revelam que, dependendo da maldade e da opressão que ameaçavam os israelitas, Deus autorizava a guerra para proteger seu povo e preservar a adoração verdadeira. Mas observe três pontos importantes sobre essas guerras ordenadas por Deus.
1. Apenas Deus determinava quem participaria na guerra. Em certa ocasião, Deus disse aos israelitas: “Vocês não terão de lutar nesta batalha.” Por quê? O próprio Deus guerrearia em favor deles. (2 Crônicas 20:17; 32:7, 8) Ele fez isso muitas vezes, como no caso mencionado no início deste artigo. Em outros casos, Deus ordenou que seu povo no Israel antigo travasse guerras que ele aprovava, isto é, guerras que envolviam conquistar e defender a Terra Prometida. — Deuteronômio 7:1, 2; Josué 10:40.
2. Apenas Deus determinava quando uma guerra aconteceria. Os servos de Deus deviam esperar pacientemente o tempo determinado por Deus para lutar contra a opressão e a maldade em volta deles. Até que esse tempo chegasse, não deviam decidir por conta própria começar uma guerra. Quando faziam isso, eles perdiam a aprovação de Deus. Na verdade, a Bíblia mostra que, quando os israelitas decidiam lutar numa guerra que não tinha sido autorizada por Deus, os resultados eram desastrosos.*
[Nota] *Por exemplo, certa vez, os israelitas foram derrotados quando desobedeceram à ordem de Deus e lutaram contra os amalequitas e os cananeus. (Números 14:41 a 45) Muitos anos depois, o fiel rei Josias travou uma guerra sem aprovação divina, e essa ação precipitada custou a sua vida. — 2 Crônicas 35:20 a 24. [Fim da Nota]
3. Deus não tem prazer na morte dos humanos, incluindo dos maus. Jeová Deus é a Fonte da vida e o Criador da humanidade. (Salmo 36:9) Por isso, ele não deseja que ninguém morra. Mas infelizmente existem pessoas perversas que oprimem e até mesmo matam outras pessoas. (Salmo 37:12, 14) Para impedir o avanço desse tipo de maldade, Deus às vezes autorizava guerras contra os perversos. Mesmo assim, durante o tempo em que ordenou que os israelitas travassem batalhas, ele foi “misericordioso” e “paciente” com os opressores de seu povo. (Salmo 86:15) Por exemplo, ele decretou que, antes de atacarem uma cidade, os israelitas deviam “anunciar termos de paz” para dar aos habitantes uma oportunidade de mudar de atitude e evitar a guerra. (Deuteronômio 20:10 a 13) Dessa forma, Deus mostrou que ‘não tem prazer na morte de quem é mau, mas sim em que a pessoa má mude seu caminho e continue viva’. — Ezequiel 33:11, 14 a 16.*
[Nota] *Os israelitas não anunciaram termos de paz aos cananeus antes de guerrear contra eles. Por que não? Porque os cananeus tinham tido 400 anos para corrigir seu comportamento perverso. Quando os israelitas chegaram para guerrear, os cananeus, como grupo, eram tão maus que não havia mais possibilidade de mudarem de atitude. (Gênesis 15:13 a 16) Por isso, Deus decretou que fossem destruídos. Mas os cananeus que mudaram de comportamento foram poupados. — Josué 6:25; 9:3 a 27. [Fim da Nota]
Conforme vimos, nos tempos antigos Deus encarava a guerra como um meio legítimo para acabar com várias formas de opressão e maldade. Mas era Deus — não os humanos — que, com razão, decidia quando uma guerra aconteceria e quem estaria envolvido nela. E será que Deus sentia prazer nessas guerras? Pelo contrário! Ele odeia a violência. (Salmo 11:5) Será que o ponto de vista de Deus sobre a guerra mudou quando seu Filho, Jesus Cristo, começou seu ministério no primeiro século?
Nota. / . . .
Embora tenha guerreado contra os cananeus, Deus poupou alguns, como Raabe e sua família
OBSERVAÇÃO!
Será muito proveitoso se ao ler estes artigos você pesquisasse os textos bíblicos que foram citados em sua própria bíblia.
mais se você não tem uma bíblia, terei prazer em lhe enviar uma no formato eletrônico RTF. Caso deseje pode me enviar um e-mail pelo endereço que se encontra no início do artigo ou pelo skype. leandro.f38
Grande abraço, e até o próximo artigo.
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Postado por diego
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Postado por Dante
deixa o zararadio mais assessível, apendtest, etc. Este nvda vem com a famosa voz Eloquence da Nuance, tendo então 8 vozes, podendo trocar variantes,
Vozes, tons, velocidade e etc, assim como o Speak. Tem também o sintetizador vocalizer 5.5 da Nuance comunications, com a famosa voz da Raquel. Tem o
Nuance Vocalizer exprecive 1.1.1, também da Nuance, com vozes Felipe e Luciana. E muito mais vozes e addons!
Você ficou curioso pra ver? Em breve disponibiliso um link para download! Lembrando que o NVDA é portátio!
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Postado por diego
diegogodoy94@hotmail.com
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Postado por Gisele Cristina
por diante: "eu sou, eu quero, eu gosto, eu faço...",nunca inclui os outros e suas necessidades. Não se comporte assim, vendo-se isoladamente. Os outros também existem. Eles
fazem parte de sua vida. Sem eles, é impossível a você alcançar a verdadeira paz. Levando o "nós", às nossas preocupações, quebramosalgemas do egoísmo e partimos
para a libertação.Lourival Lopes Extraído de "Gotas de esperança"
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Postado por Thiago Augusto Florentino
Quem já utiliza o 4SHARED como Postador de Arquivos e não só apenas como Usuário Comum, como é que Fazemos para a Criação de uma Pas`tà Pública ou até Mesmo como Deixar a Nossa Própria Pasta de Usuário de Forma Visível e Acessável a Todos?
Podem me Responder por E-Mail!
thiagomusica4@gmail.com
Ou me Adicionar no Skype:
thiagoflorentino1
Abraços e Beijos!
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Postado por vagner pereira
Disse Krishna: "Veja, Arjuna, os exércitos dos
kurus, reunidos aqui neste campo de batalha."
Então, Arjuna viu, em ambos os exércitos, pais,
avôs, filhos, netos, pais de viúvas, tios, mestres,
irmãos, companheiros e amigos. Quando Arjunaviu seus parentes face a face em ambos os ladosda batalha, ficou tomado por dor e desespero, efalou com o coração pesado: "Quando vejo todosestes meus parentes, Krishna, que vieram paraeste campo de batalha, a vida foge dos meusmembros e eles caem, minha boca fica aberta e
seca, um tremor percorre o meu corpo e meucabelo se arrepia pelo horror. Vejo um
pressentimento do mal, Krishna."
À primeira vista, a situação refletida é a social.
Arjuna observou o inimigo, e vê que somos nós.
Ele viu a face do inimigo, viu que as pessoas àsquais estava pronto para enfrentar não eram ummal abstrato que ele ficaria feliz em destruir;
eram seus amigos e sua família. Temos aqui
alguém prestes a ir para uma batalha — para ir
ao Vietnã, digamos, e lutar na "guerra santa"
pelos Estados Unidos. Então, ele olha bem paraos rapazes contra os quais supostamente terá delutar, e, então, de repente, vê que não são eles,
mas nós. Em um átimo, toda a identificação com
os interesses nacionais entra em conflito com
uma identificação diferente — uma identificação
com um sentido moral de irmandade do homem.
Esse foi realmente o problema com o qual nosconfrontamos na Guerra do Vietnã: a lei moral
contra o dever social. Em que ponto as pessoasse tornam "nós" no lugar "deles"?
Quem são "eles"? Já contei essa história antes,
mas vale repetir porque ela explica com detalhes
o assunto de modo belíssimo. E sobre uma
discussão que tive uma vez com meu pai (anosatrás, no início dos anos 1970) sobre um grupode gravações que produzi chamado Love, Serve,
Remember.
Meu pai me disse:
— Vi o trabalho que você fez. Parece ótimo. Mas
não compreendi: por que o está vendendo tão
barato? Você está vendendo seis fitas por quatro
dólares e meio? Provavelmente, conseguiria 15
dólares, nove no mínimo!
Eu disse:
— Sim, pai, eu sei, mas só me custou quatro
dólares e meio para produzi-los.
Ele perguntou:
— Quantos você vendeu?
Respondi:
— Cerca de dez mil.
Ele retrucou:
— Essas mesmas pessoas teriam pago nove
dólares por eles?
— Sim, provavelmente elas teriam pago nove.
— Você poderia ter pedido nove, respondeu ele —
e pediu somente quatro e cinqüenta? Você écontra o capitalismo ou algo parecido?
Tentei pensar como poderia explicar a ele. Meupai era advogado, por isso eu disse:
— Pai, o senhor não acabou de defender um caso
para o tio Henry?
Ele respondeu:
— Sim.
— Foi um caso difícil?
— Oh, pode apostar que sim. Muito difícil — disseele.
— O senhor ganhou?
— Sim, mas vou lhe dizer. Tive que dedicar muito
tempo para isso. Fui à biblioteca jurídica todas as
noites, tive que falar com o juiz... um caso muito
difícil.
Eu disse:
— Bem, o senhor poderia pedir um caminhão de
dinheiro a ele! (Meu pai costumava cobrar alto
pelos seus honorários.)
Ele olhou para mim como se eu tivesse ficado
louco. Disse:
— O quê? Perdeu o juízo? Lógico que não cobrei
nada a ele... o tio Henry é da família.
Então eu disse:
— Bem, pai, esta é a minha situação. Se me
mostrar alguém que não seja o tio Henry, eu
cobrarei e ficarei feliz.
Quando somos todos "nós", isso muda
imediatamente a maneira de lidarmos com as
outras pessoas. Como não podemos? E no caso
de Arjuna, tudo é realmente família. As pessoas
que ele deveria encarar na batalha eram todasparentes e professores e amigos. Arjuna podia
ser um kshatria, mas não queria sair matando aspessoas que conhecia e amava.
Existe um outro lado na relutância de Arjuna emlutar contra os membros da família. Além dos
seus sentimentos de afinidade e amor por todosnos dois lados da batalha, ele vê também um
contexto social na situação: ele encara o conflito
como uma ruptura em potencial das lealdades
familiares. Ele é ligado à família não somente
pelos elos do afeto, mas por ligações sociais.
Para realizar o seu dharma, foi-lhe pedido paracolocar de lado não somente o amor, mas a
lealdade familiar, e isso agridia alguns dos
valores muito poderosos na cultura de Arjuna,
coisas que formavam uma parte profunda de
quem ele se imaginava ser. Foi-lhe pedido quevirasse as costas a tudo isso e agisse por umconjunto de motivos completamente diferente.
Em outras palavras, estavam lhe pedindo que
jogasse fora os livros das regras e confiasse
naquilo que Krishna lhe dissesse para fazer.
A única coisa que torna possível esse nível detransformação em nosso comportamento é umaprofunda mudança interior — uma mudança tão
profunda que nos faz desejar lutar contra o que
nunca tínhamos sonhado questionar ou fazer
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Postado por Leandro
invista dos acontecimentos, gostaria de compartilhar com todos 4 artigos que nos ajuda a entender e meditar em qual é o conceito de Deus em relação as guerras.
Qual seria a sua resposta? Muitos acham que Deus aprova a guerra. Argumentam que no passado ele mandou alguns de seus adoradores travarem guerras, algo que a Bíblia registra. Mas outros dizem que Jesus, o Filho de Deus, ensinou seus seguidores a amar os inimigos. (Mateus 5:43, 44) Por isso, concluem que em algum momento Deus mudou seu conceito e que hoje ele não aprova a guerra.
O que você acha? Será que Deus aprova a guerra? Em caso afirmativo, que lado ele toma nos conflitos em nossos dias? Encontrar as respostas a essas perguntas pode influenciar seu conceito sobre a guerra. Por exemplo, se você soubesse que Deus aprova a guerra e ainda apoia o mesmo lado que você, provavelmente você ficaria feliz com sua escolha, confiante de que seu lado venceria. Mas como se sentiria se soubesse que Deus apoia o outro lado do conflito? Possivelmente, você pensaria em mudar de lado.
Além disso, algo mais importante está em jogo. Saber qual é o conceito de Deus sobre a guerra pode influenciar o seu conceito sobre Deus. Se você está entre os milhões que foram profundamente afetados pela guerra, sem dúvida precisa saber a resposta às perguntas: Será que Deus, como alguns acreditam, é um sanguinário que aprova ou até mesmo incentiva guerras, que causam tanto sofrimento? Ou será que ele é indiferente em relação aos oprimidos?
Talvez você se surpreenda ao descobrir que a resposta da Bíblia é totalmente diferente dessas opiniões. Além disso, no decorrer da história até nossos dias, o conceito de Deus sobre a guerra tem sido o mesmo. Vamos ver o que a Bíblia diz sobre como Deus encarava as guerras nos tempos antigos, e também no primeiro século, quando Jesus esteve na Terra. Isso nos ajudará a ver como Deus encara a guerra hoje e a saber se a guerra fará parte do futuro da humanidade.
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Postado por Maury Campos.
Silvia Carneiro, Gisele Cristina, Alice Dordenoni, João Batista, Lucas, Cidinei Camargo,
forte abraços aos outros grandes amigos, que passam por aqui também!
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