Vamos lá! Poste recados com quaisquer tipos de assuntos, notícias globais, declarações de amor, e muito mais!
Neste espaço, o objetivo é proporcionar uma grande interatividade entre todos postadores e visitantes. Sempre que possível, estaremos postando comunicados com informações úteis.
Antes de postar, clique aqui para ler Nosso Regulamento.
Regulamento atualizado em: 30 de Janeiro de 2016.
Para ir direto ler as mensagens aperte a tecla Alt + 5 ou Clique Aqui!
Temos ao total: 41689 recados postados.
Para buscar um recado, preencha o campo abaixo:
Cegueta.com - © 2026 - Todos os direitos reservados.
Postado por nitrox
informo inclusão do link mural cegueta no muintobom.
desta forma , possibilitando tan bem vir aqui postar.
abraços e obrigado pela atenção.
0 curtiram
Postado por Thiago Augusto Florentino
Nenhuma Intenção de Ofender Ninguém! OK?
A MULHER CONFORME A IDADE
Dos 15 aos 20 anos é como a África:
Meio virgem, meio explorada.
Dos 20 aos 30 anos é como a Ásia:
Quente e misteriosa.
Dos 30 aos 40 anos é como a América:
Eficiente.
Dos 40 aos 50 anos é como a Europa:
Devastada, mas com muita história.
Dos 50 em diante é como a Austrália:
Todo mundo sabe, mas ninguém vai lá!
(Risos)
0 curtiram
Postado por douglas
1. abra uma nova mensagem de texto;
2. pressione a seta para baixo, para se posicionar no campo do corpo da mensagem;
3. pressione opções, e desça com a seta até opções de entrada;
4. seta a direita e vai ouvir desativar previsão.
está feito!
0 curtiram
Postado por Thiago Augusto Florentino
Planta & Raiz
Dentro de mim há uma voz que me fala
Segue em frente
O seu caminho é você quem faz
Não temos tempo para olhar pra trás
E o que virá, o que virá
Será bem vindo
A vida é boa pra quem faz o bem
Vai na fé que a hora vem
E o que virá, o que virá
Será bem vindo
Viva o agora
Ame agora
Perdoe agora
Reze agora
E respira
Eleve o pensamento
Acredite no amor
0 curtiram
Postado por Milton luiz Pereira
9.699 CARACTERES DE LITERATURA
O.M.N.I. [*"Objeto Matador Não-Identificado]
Um conto de Ferréz
O RÁDIO-RELÓGIO QUE FAZIA O papel de despertador foi implacável, os olhos abriram à força, e logo sua mãe completou o chamado.
- Filhão, já é hora de ir pró açougue.
Todos os dias da semana quando dormia, começava um esquecimento gradativo de onde trabalhava e onde morava, mas, quando o rádio-relógio despertava, era automaticamente atirado na realidade.
Abriu a janela e olhou para todos os barracos em volta - como era uma favela cheia de morros, apenas num pequeno canto esquerdo podia ver o céu. Abriu a janela na medida que o sol não batesse nos seus livros.
Sua pequena estante de madeira ficava ao lado da cama, presente de um pastor, que fez de tudo para que se batizasse na igreja batista do bairro de cima. Mas de jeito nenhum iria abandonar suas outras leituras.
Não sabe em que livro se deparou com os assuntos que tomou todo o seu tempo, mas tinha a impressão que foi com Philip K. Dick, um livro que pegou emprestado da biblioteca mais próxima, que ficava em Santo Amaro.
No dia de preencher a ficha, escondeu que era do Parque Santo Antônio, afinal era um dos três bairros mais violentos da zona sul, e foi dizendo que morava um pouco depois do terminal Capelinha.
Aquele menino chegava às vezes com um cheiro de carne muito forte, mas a bibliotecária ia calmamente na seção de ficção científica e procurava os autores pedidos por ele.
- O que vai ser dessa vez, meu jovem?
- Um brasileiro que me indicaram, Roberto de Sousa Causo.
- Ah! Sei, sim, esse já tem vários títulos, vamos até lá que te mostro.
Com o pouco que lhe sobrava do salário, ia ao único sebo que conhecia, que tinha uma pequena placa escrita Beco dos Livros, começou a aumentar os títulos, e logo foi adquirindo livros de misticismo e ufologia.
Estudou milhões de casos de OVNIs, desde as aparições escritas no Livro Vermelho dos Discos Voadores, até os últimos lançamentos americanos, que sinceramente já estavam ficando repetitivos.
Sentia os temas ficando maçantes. Então começou a comprar as revistas especiais sobre UFOs. Nelas os avistamentos mais comuns eram sempre parecidos, mas sempre levava para o serviço e, na hora do almoço, com o tempo que lhe sobrava, pegava as pastas de fotos e observava com sua lupa, para ver se achava alguma falha. O objeto voador era diferente em cada foto, mas isso não o incomodava, afinal existiam milhões de planetas e com certeza milhões de formas de vida.
Com a ufologia começou a se interessar por geografia, história, e logo estava estudando até mecânica quântica.
Um dia sua mãe chegou pelas suas costas e, acompanhando a leitura, lhe puxou a orelha.
- Um menino tão próximo de Deus, e agora esse negócio de cordas, que coisa mais estranha.
- Teoria das cordas mãe, teoria das cordas.
- Quié isso, minino?
- Mãe, é que eu tô no início ainda do artigo, eu te falo daqui a pouco, pois é meio complicado e...
- Isso, chama sua mãe de burra, sou burra mais te criei, seu uma página de nada disso.
- Ah! Mãe, não é isso...
- Já tô indo pra igreja, vou orar pela sua alma e pela minha, isso sim.
Sabia que não tinha conhecimento para ser um pesquisador ainda, mas se esforçava com as leituras de Johannes von Buttlar no seu livro O Fenômeno Ufo. Também passava os olhos no clássico de Henry Durrant, O Livro Negro dos Discos Voadores, e fora longínquo o tempo que lia Erick von Däniken, nos seus clássicos: O Grande Enigma, Somos Todos Filhos dos Deuses, Espaçonaves e Terra, e Eram os Deuses Astronautas.
Comia apressadamente, sempre era xingado pela mãe, que falava para comer com estilo, mas tinha que ser rápido, o tempo não esperava muito por ele.
Todo sábado na favela faltava luz, aí ele acendia a vela, comprava sempre da mesma marca, Marcelinos Freires Velas. E olhava com ternura a imagem do jovem com a cabeça grande que estava no maço, o que seria aquilo? Algum tipo de homenagem? Seria filho de alguém? Estaria vivo esse filho de Deus? As mesmas perguntas fazia para a moça na embalagem do palitos de dentes.
Da escola pra casa, da casa pró trabalho, todo dia igual, uma hora de cada vez, quando ia ao banheiro, sempre tirava uma revista, Thor, Aquaman, Gavião-Negro.
Uma vez tentou um romance, mas parou na página 20, ufologia e histórias em quadrinhos ainda iriam dominar sua leitura por alguns anos.
Deixava de acreditar em Deus durante uma semana, mas logo sentia falta da oração e começava a rezar baixinho antes de dormir, sabia que era um ateu temporário, mas também tinha o entendimento que ser ateu na periferia era mais difícil, tinha coisa ali que somente crendo em Deus para poder conviver.
Fazia uma semana, desde que leu Fernando C.N. Pereira em seu livro, A Bíblia e os Discos Voadores.
Tinha certeza que o enfoque do livro ia muito além das interpretações de simples passagens isoladas dos textos bíblicos.
Passava pela ponte de madeira para chegar ao campo de futebol e de lá ia pra escola, um caminho mais curto, mas que ele não gostava, o cheiro era forte, o mato ao redor com muito lixo, nada parecido com os campos ingleses que ele estava estudando, onde apareciam os Crop Circles, círculos feitos aparentemente por alienígenas, como um alienígena ia fazer algo num mato tão cheio de lixo e beirando um córrego? Ele começou a estudar fazia alguns meses, e colecionava fotos de plantações de vários países. Os desenhos e símbolos eram para ele um quebra-cabeça praticamente resolvido, eram palavras de outro planeta, um grande alfabeto que ninguém desvendou.
Tinha um outro sonho, além de ver um OVNI, queria ter uma moto. Todos os dias ia pedalando para o trabalho, e estava preferindo ir a pé para a escola, talvez desse a impressão de parecer mais adulto.
Escovava os dentes todas as noites, enquanto olhava seu rosto magro, onde o corte que descia do canto dos olhos só parava próximo ao queixo, falta de carne que um dia encheu aquelas bochechas, um motorista embriagado e uma cicatriz permanente.
Seu pai, que Jesus o tenha, bebeu enquanto viveu, e parecia que tinha uma sede sem fim, deu um certo alívio. Ele tinha vergonha de aceitar, mas quando não acordou aquele domingo, a casa ficou com um leve clima de paz.
Todo mundo já foi bebê, ele tinha saudade de algum carinho, fazia tempo que não era tocado por ninguém, não frequentava quermesses, sons de ruas, nem saía com amigos, quando eles passavam lá na sexta-feira ele logo dizia:
- Hoje é dia de Arquivo X, vocês acham que eu tiro o pé daqui?
E os amigos saíam rindo e dizendo que a vida rolava fora daquele barraco.
Sempre que estava de frente para o espelho, ficava mais nervoso, como a vida estava sendo ingrata. As pessoas vão ficando feias, vão perdendo o brilho, qual uma lâmpada vai ficando fraca. Ele nunca desperdiçou sequer uma madrugada em claro. Nunca havia fumado cigarro, muito menos maconha. Mas já tinha ficado bêbado de vinho algumas vezes.
Mesmo assim, quando se comparava a algum amigo, sua aparência era desgastada, como se a vida tivesse batido com força e lixado seu corpo durante alguns anos em algo áspero. Será que estudar causa isso? Bom, já lhe diziam que estudar muito deixa o cara doido, mas ele não conhecia mais ninguém ali que lia ou estudava muito, então não podia tirar a prova pra saber.
Naquela noite quente, resolveu dar uma volta, fechou o portão com a corrente, fingiu que apertou o cadeado, talvez para dar conforto a sua mãe, e começou a andar.
Subiu o morro, e quando chegou já cansado ao alto, sentou no único banco da pequena praça. De repente recebeu o baque, algo o acertou e uma luz forte quase o cegou. Ele não podia mais enxergar os barracos, tentou pôr a mão na frente, mas não adiantou.
Segundos depois viu os olhos. Os olhos daquela criatura reluziam algumas estrelas do céu, ou talvez a luz de algumas casas. Eram negros como o infinito, grandes. Bem maiores que os normais, pareciam até óculos de sol.
Abaixou a cabeça para ver se conseguia enxergar algo além do clarão e dos olhos negros, e viu que as criaturas eram cinza, sem dúvida a cor era cinza. Tanto o tronco como as pernas. Já as mãos não podia ver os detalhes, não sabia se tinham dedos, mas tinha algo de prateado nelas, algum material extraterrestre, brilhante.
Caído ali, ainda tonto pela pancada, podia ver a nave se aproximando, a luz era muito mais forte agora, e ainda não conseguia focar o olhar, nem ver através dela.
As janelas da nave pareciam comuns, embora na lateral houvesse uma grafia estranha, nada costumeira com o que ele já havia visto. Talvez fosse uma raça extraterrestre, totalmente desconhecida.
Apertando os olhos, pôde ler uma letra ou outra, mas era difícil saber o que simbolizavam. Seus olhos ardiam agora, e mais dois seres se aproximavam, enquanto tentava focar a visão pelo menos em um.
Torceu tanto por esse dia, uma experiência ufológica, e agora já não sabia se queria passar por isso.
Tentou usar a força do pensamento, talvez telepatia fosse a linguagem deles, mas não adiantou, foi nesse momento que conseguiu ver que um dos seres retirou algo do cinturão. Sim! Ele podia ver os cinturões, todos tinham um, e também algo que cobria a pele cinza.
Já tinha certeza que seria abduzido, leu centenas de relatos assim.
O ser finalmente se aproximou, tudo estava em câmera lenta, lhe veio à mente o rosto de sua mãe, o café quentinho pela manhã, o pão na chapa, o beijo que ela lhe dava na testa, e agora a imagem de seu pai, o sorriso honesto e os abraços fortes. O ser levantou o que trazia acoplado em sua mão, algo de metal, e bateu em sua cabeça, doeu muito e ao pôr a mão na cabeça sentiu o sangue escorrer, mesmo assim continuou tentando ver como era o rosto da criatura, foi quando começou a ficar tonto e, ao abaixar a cabeça, segundos antes de desmaiar, finalmente conseguiu ler a palavra que estava escrita na nave.
Rota.
Ferréz é escritor.
_________________________________________
0 curtiram
Postado por Luzia
Trata-se do aparelho E63.
Acabo de descobrir que existe um manual na net. Vou ver se encontro a resposta nele.
Todavia, se você tiver o caminho já de pronto, agradeço-lhe pela colaboração.
Um bom domingo a todos, e saudade dos amigos!
0 curtiram
Postado por luciano
0 curtiram
Postado por Thiago Augusto Florentino
Olá Amigos/Amigas! Bem é o Seguinte, dessa vez, quero ensinar Todos Vocês a como Subir ou Descer o Tom de uma Música no Sound Forge!
Muitas Vezes acontece o Seguinte, você tem um Determinado PlayBack de uma Música e sua Voz não Alcança o Tom do Mesmo devido a sua Altura ou Sua Classificação ser Diferente como Por Exemplo (Soprano, Contralto, Tenor e ETC...).
Bom é o Seguinte, é muito Fácil Resolver essa Questão, só Basta Subir o Descer o Tom da Música!
Para Isso, ao Abrir o Sound Forge, Procure o Arquivo Desejado no Seu Computador, ou se acaso já tiver com o Arquivo Aberto no Mesmo, basta dar Alt e ir com Setinha Direita até o Menu "Efects" e daí descer até "Pitchs SubMenu" e dar Setinha a Direita; Escolha a Opção "Pitchs Shift" e dê um Enter!
Daí, Escolha com as Setinhas Cima e Baixo os "Down" para Abaixar o Tom da Música ou "Up" para Subir o Tom da Música;
Daí dê 2 Tabs até Semitones e Digite a Numeração Correspondente aos Semitons, lembrando que um Número a Mais ou um Número a Menos é um Semitom que se Aumenta ou Abaixa, sendo assim, supondo que queremos descer 2 Tons, devemos escrever -4, ou o Contrário, caso quisermos Subir 1 Tom Digitamos +2!
Daí dê uns 5 Tabs até uma Caixinha Específica que temos que Marcar para a Preservação da Duração do Arquivo, daí só dar um Enter e mais 2 Tabs até "OK Botão"
Prontinho!
Só conferir o Resultado escutando o Arquivo! Caso não Gostou de Algo, dê Control+Z para Desfazer Tudo e fazer tudo Novamente até ficar do Jeitinho que Desejar!
Caso houveram mais Dúvidas, Favor Encaminhá-las para os Seguintes E-Mails:
thiago@cegueta.com
ou
thiagomusica4@gmail.com
Ou me Adicionar no Skype:
thiagoflorentino1
Que terei o Maior Prazer em Ajudá-los!
Forte Abraço a Todos e Todas Por aqui!
0 curtiram
Postado por douglas
com esta informação, fica mais fácil te ajudar.
0 curtiram
Postado por Luzia
Alguém sabe me informar, como faço para desligar o modo dicionário de um celular Nokia?
Não sei de que forma ativei esse modo dicionário, e ele atrapalha a digitação de mensagens e de contatos.
Abraços a todos!
0 curtiram