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Postado por Gisele Cristina
o seu coração vibrar.
O
coração, se desprezado, tende a deixar de vibrar positiva,
alegremente.
E muito sofre sob a pancadaria dos pensamentos negativos.
Socorra
o coração.
Dê
atenção especial a ele. Faça-o vibrar até mesmo nas pequenas coisas,
diante
de um encontro fortuito, de um simples olhar, de uma notícia corriqueira,
de
uma paisagem, de uma providência qualquer.
Pelo
seu querer, o coração vibra.
A
mente disposta às coisas boas injeta atividade e ânimo no coração.
Lourival
Lopes
Extraído
de "Sabedoria todo dia".
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Postado por Cida Silva
Você perdeu? Então recomece.
Você tem? Então cuide! Saiba, que essa vida tudo é muito passageiro e só o amor constrói!
Tenham todos um ótimo e abençoado dia! Que Deus esteja no controle de nossas vidas, nos dando, paz, saúde, amizade, esperança e muito amor! Beijinhos a todos!
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Postado por Thiago Augusto Florentino
Celular Operadora Claro: (+55) (011) 99223-5942
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Postado por paulo bueno
Venho mais uma vez em busca de socorro.
Estou precisando comprar um novo celular, mas gostaria de ouvir alguns dos senhores, pois estou inclinado a comprar um com o sistema andróide.
Hoje eu encontrei no Ponto Frio do Shop Tatuapé um Galaxy ACE 4 S, mas preciso saber mais sobre a acessibilidade.
Sim! Estou procurando um que tenha bom preço.
Aguardo informações aqui e também no meu e-mail.
Abraços a todos deste mural.
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Postado por Mariana madrileña
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Postado por Lucas
Entrevista com Marcola, líder do PCC.
Jornal: O GLOBO
Editoria: Segundo Caderno
Edição: 1, Página: 8
23/05/2006
Estamos todos no inferno. Não há solução, pois não conhecemos nem o problema
O GLOBO: Você é do PCC?
- Mais que isso, eu sou um sinal de novos tempos. Eu era pobre e invisível… vocês nunca me olharam durante décadas… E antigamente era mole resolver o problema da miséria… O diagnóstico era óbvio: migração rural, desnível de renda, poucas favelas, ralas periferias… A solução é que nunca vinha… Que fizeram? Nada. O governo federal alguma vez alocou uma verba para nós? Nós só aparecíamos nos desabamentos no morro ou nas músicas românticas sobre a “beleza dos morros ao amanhecer”, essas coisas… Agora, estamos ricos com a multinacional do pó. E vocês estão morrendo de medo… Nós somos o início tardio de vossa consciência social… Viu? Sou culto… Leio Dante na prisão…
O GLOBO: – Mas… a solução seria…
- Solução? Não há mais solução, cara… A própria idéia de “solução” já é um erro. Já olhou o tamanho das 560 favelas do Rio? Já andou de helicóptero por cima da periferia de São Paulo? Solução como? Só viria com muitos bilhões de dólares gastos organizadamente, com um governante de alto nível, uma imensa vontade política, crescimento econômico, revolução na educação, urbanização geral; e tudo teria de ser sob a batuta quase que de uma “tirania esclarecida”, que pulasse por cima da paralisia burocrática secular, que passasse por cima do Legislativo cúmplice (Ou você acha que os 287 sanguessugas vão agir? Se bobear, vão roubar até o PCC…) e do Judiciário, que impede punições. Teria de haver uma reforma radical do processo penal do país, teria de haver comunicação e inteligência entre polícias municipais, estaduais e federais (nós fazemos até conference calls entre presídios…). E tudo isso custaria bilhões de dólares e implicaria numa mudança psicossocial profunda na estrutura política do país. Ou seja: é impossível. Não há solução.
O GLOBO: – Você não têm medo de morrer?
- Vocês é que têm medo de morrer, eu não. Aliás, aqui na cadeia vocês não podem entrar e me matar… mas eu posso mandar matar vocês lá fora…. Nós somos homens-bomba. Na favela tem cem mil homens-bomba… Estamos no centro do Insolúvel, mesmo… Vocês no bem e eu no mal e, no meio, a fronteira da morte, a única fronteira. Já somos uma outra espécie, já somos outros bichos, diferentes de vocês. A morte para vocês é um drama cristão numa cama, no ataque do coração… A morte para nós é o presunto diário, desovado numa vala… Vocês intelectuais não falavam em luta de classes, em “seja marginal, seja herói”? Pois é: chegamos, somos nós! Ha, ha… Vocês nunca esperavam esses guerreiros do pó, né? Eu sou inteligente. Eu leio, li 3.000 livros e leio Dante… mas meus soldados todos são estranhas anomalias do desenvolvimento torto desse país. Não há mais proletários, ou infelizes ou explorados. Há uma terceira coisa crescendo aí fora, cultivado na lama, se educando no absoluto analfabetismo, se diplomando nas cadeias, como um monstro Alien escondido nas brechas da cidade. Já surgiu uma nova linguagem.Vocês não ouvem as gravações feitas “com autorização da Justiça”? Pois é. É outra língua. Estamos diante de uma espécie de pós-miséria. Isso. A pós-miséria gera uma nova cultura assassina, ajudada pela tecnologia, satélites, celulares, internet, armas modernas. É a merda com chips, com megabytes. Meus comandados são uma mutação da espécie social, são fungos de um grande erro sujo.
O GLOBO: – O que mudou nas periferias?
- Grana. A gente hoje tem. Você acha que quem tem US$40 milhões como o Beira-Mar não manda? Com 40 milhões a prisão é um hotel, um escritório… Qual a polícia que vai queimar essa mina de ouro, tá ligado? Nós somos uma empresa moderna, rica. Se funcionário vacila, é despedido e jogado no “microondas”… ha, ha… Vocês são o Estado quebrado, dominado por incompetentes. Nós temos métodos ágeis de gestão. Vocês são lentos e burocráticos. Nós lutamos em terreno próprio. Vocês, em terra estranha. Nós não tememos a morte. Vocês morrem de medo. Nós somos bem armados. Vocês vão de três-oitão. Nós estamos no ataque. Vocês, na defesa. Vocês têm mania de humanismo. Nós somos cruéis, sem piedade. Vocês nos transformam em superstars do crime. Nós fazemos vocês de palhaços. Nós somos ajudados pela população das favelas, por medo ou por amor. Vocês são odiados. Vocês são regionais, provincianos. Nossas armas e produto vêm de fora, somos globais. Nós não esquecemos de vocês, são nossos fregueses. Vocês nos esquecem assim que passa o surto de violência.
O GLOBO: – Mas o que devemos fazer?
- Vou dar um toque, mesmo contra mim. Peguem os barões do pó! Tem deputado, senador, tem generais, tem até ex-presidentes do Paraguai nas paradas de cocaína e armas. Mas quem vai fazer isso? O Exército? Com que grana? Não tem dinheiro nem para o rancho dos recrutas… O país está quebrado, sustentando um Estado morto a juros de 20% ao ano, e o Lula ainda aumenta os gastos públicos, empregando 40 mil picaretas. O Exército vai lutar contra o PCC e o CV? Estou lendo o Klausewitz, “Sobre a guerra”. Não há perspectiva de êxito… Nós somos formigas devoradoras, escondidas nas brechas… A gente já tem até foguete anti-tanques… Se bobear, vão rolar uns Stingers aí… Pra acabar com a gente, só jogando bomba atômica nas favelas… Aliás, a gente acaba arranjando também “umazinha”, daquelas bombas sujas mesmo. Já pensou? Ipanema radioativa?
O GLOBO: – Mas… não haveria solução?
- Vocês só podem chegar a algum sucesso se desistirem de defender a “normalidade”. Não há mais normalidade alguma. Vocês precisam fazer uma autocrítica da própria incompetência. Mas vou ser franco…na boa… na moral… Estamos todos no centro do Insolúvel. Só que nós vivemos dele e vocês… não têm saída. Só a merda. E nós já trabalhamos dentro dela. Olha aqui, mano, não há solução. Sabem por quê? Porque vocês não entendem nem a extensão do problema. Como escreveu o divino Dante: “Lasciate ogna speranza voi cheentrate!” Percam todas as esperanças. Estamos todos no inferno.
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Postado por Leandro
Nesta última parte vejamos onde podemos encontrar ajuda. e se caso você queira saber mais fique a vontade para me contatar.
Imagine que você está visitando um país pela primeira vez. Você não está acostumado com as pessoas, os costumes, a comida e a moeda. É compreensível que você fique um pouco confuso.
Talvez você se sinta assim ao ler a Bíblia pela primeira vez. Você viaja para um mundo antigo que lhe parece estranho. Ali encontra um povo chamado filisteu, se depara com costumes esquisitos, como ‘rasgar as roupas’, ou ouve falar de um alimento chamado maná e uma moeda conhecida como dracma. (Êxodo 16:31; Josué 13:2; 2 Samuel 3:31; Lucas 15:9) Tudo isso pode deixá-lo confuso. Assim como no caso de visitar outro país, com certeza você apreciaria a ajuda de alguém que pudesse lhe explicar as coisas.
Ajuda dada no passado.
Desde que o texto sagrado começou a ser colocado por escrito no século 16 antes da era comum, as pessoas têm recebido ajuda para entendê-lo. Por exemplo, Moisés, o primeiro líder da nação de Israel, explicou o que estava escrito. — Deuteronômio 1:5.
Uns dez séculos depois, ainda havia instrutores qualificados das Escrituras. Em 455 antes da era comum, um grande grupo de judeus, incluindo muitas crianças, se reuniu numa praça na cidade de Jerusalém. Os instrutores ‘leram em voz alta’ o mesmo livro sagrado que Moisés havia explicado. Mas fizeram mais do que isso. Eles ‘ajudaram o povo a entender o que estava sendo lido’. — Neemias 8:1 a 8.
Cinco séculos depois, Jesus Cristo participou de uma obra educativa parecida. Ele era conhecido principalmente como instrutor. (João 13:13) Jesus ensinou grupos de pessoas, bem como pessoas em particular. Em certa ocasião, ele falou com uma multidão no seu famoso Sermão do Monte, e essas pessoas “ficaram maravilhadas com seu modo de ensinar”. (Mateus 5:1, 2; 7:28) Em 33 era comum, Jesus falou com dois discípulos enquanto andavam pela estrada a caminho de uma aldeia perto de Jerusalém. Ele ‘explicou claramente as Escrituras’ a eles. — Lucas 24:13 a 15, 27, 32, nota.
Os discípulos de Jesus também eram instrutores da Palavra de Deus. Certo dia, um oficial etíope estava lendo uma passagem das Escrituras. Um discípulo chamado Filipe se aproximou dele e perguntou: “O senhor entende o que está lendo?” O etíope respondeu: “Na verdade, como posso entender a menos que alguém me oriente?” Então Filipe lhe explicou o significado dessa passagem. — Atos 8:27 a 35.
Ajuda disponível hoje.
Assim como os instrutores da Bíblia no passado algumas pessoas hoje, realizam uma obra educativa bíblica, mundial, em 239 países. (Mateus 28:19, 20) Toda semana, elas ajudam mais de 9 milhões de pessoas a entender a Bíblia. Muitos dos que estão aprendendo não têm formação cristã. As sessões de estudo são gratuitas e podem ser feitas na casa da pessoa ou em outro local. Alguns fazem esse curso por telefone ou vídeo, com a ajuda de um computador ou dispositivo eletrônico.
Para saber como participar desse programa educativo, pode me enviar um email. Você vai descobrir que a Bíblia não é um livro impossível de entender, mas que é “proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça”, a fim de que você “seja plenamente competente, completamente equipado para toda boa obra”. — 2 Timóteo 3:16, 17.
Ajuda disponível na internet.
Seja seu próprio guia num tour pela Bíblia! Eu costumo visitar e fazer minhas pesquisas no site {{jw.org}}. Ali há informações gratuitas sobre a Bíblia em mais de 700 idiomas. Talvez você se interesse pelos seguintes assuntos:
Perguntas que as pessoas fazem
Qual é o sentido da vida?
Por que as pessoas morrem?
O que acontece quando morremos?
Espero que essas informações lhes sejam úteis. no mais grande abraço a todos e até o próximo artigo!
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Postado por renato raposo
Uma vez por semana, oferecia jantar ou ceia a amigos escolhidos e suas esposas, vendo com muito júbilo que Chica civilizava-se, não era só a carne incendiada, mas também um pouco de espírito.
Naquele tranqüilo serão antes da ceia, palestravam no Castelo os convidados, entre eles os portugueses. Dona Leonor, que se honrava com a amizade de Chica, estava na conversa.
- Doutor Contratador, ouço aqui falar tanto em diamantes que espero um dia conhecer suas lavras.
- Quando Francisca quiser iremos vê-las. A senhora conhecerá como se tiram as pedras.
- Tiram-se dos rios...
- Não é só dos rios. Estão no cascalho do leito, nas margens dos rios, mas também em terrenos secos, até em morros onde, a acreditar nos geólogos, em épocas remotas passaram os cursos d'água. Coisa de milhões de anos...
- Há tantas variedades de gemas...
- Os diamantes pequenos chamam-se aqui olhos-de-mosquito, finquete, avoão ou avoador. À pedra defeituosa chamam bisborna; estrela é a mais perfeita. Chamam jucá e urubus aos pontos escuros que afeiam as pedras.
A de peso considerável apelida-se catatau e, quanto à forma, podem ser bala, com a forma dela, e chapéu de padre, por ser chato. As pedras de alto quilate, as incomuns, chamam-se carocas. Essas pedras, classificadas em volume, peso e pureza, são de primeira, segunda e terceira classes.
- E as cores desses diamantes?
- As cores... Os daqui têm as cores mais variadas do mundo. Temos diamante amarelo-avermelhado pálido; cinzento claro; verde-oliva, amarelo-palha, branco de neve, branco-esverdeado; branco-avermelhado, branco-avermelhado cambiante, amarelo-pálido, branco-transparente, pardo-escuro, amarelo-enxôfre, cor de mel, amarelo-vinho, verde-maçã, pardo-amarelo, pardo-esverdeado, pardo-claro avermelhado, pardo-de-cravo,
cor de tijolo claro, amarelo-citrino, cor verde-aspargo, verde-marinho, côr-de-água, verde-aguado sujo, azul-pardo, vermelho-rosa, verde-escuro quase negro, brancoso, azul e vermelho sangue-de-boi.
- E quais os mais preciosos?
- Os mais puros, os que não contêm manchas, defeitos internos. Entre estes, são valiosos os azuis e os vermelhos-rubis, por serem raros. Têm cotação à parte nos mercados do mundo e os holandeses, que são os lapidários mais afamados, guardam em grande conta os diamantes dessas cores.
- Têm aparecido aqui grandes diamantes?
- Oh, sim. Não digo agora, mas desde que se descobriram as lavras apareceram grandes paragons que ainda assombram o mundo. Nossos diamantes são muito melhores que os dos Reino de Decão, Golconda e Bisnagar. Nossas grandes gemas não têm rival na terra. - Tossiu, de leve, no lenço de linho perfumado a orquídea inglesa.
- Em 1738, um forro aqui encontrou, ao banhar-se no ribeirão, um diamante de vinte e seis oitavas, vendendo-o por um mil-réis a certo capangueiro, que o negociou no Rio com Manuel Rodrigues Nunes. Tinha o tamanho de um ovo de galinha e por isso duvidaram que fosse mesmo diamante. Um certo Manuel Mota, primo da esposa do negociante, conhecia pedras, e, fascinado pelo altíssimo valor da gema, roubou-a da gaveta onde a guardara o proprietário. Este recorreu a El-Rei, que mandou averiguar o caso, prender o ladrão e apreender o roubo, para que ficasse no seu Real Tesouro. Mas a pedra até hoje não apareceu... Outro placer de inestimável valor foi descoberto aqui, no Caeté-Mirim, perto do arraial de Milho Verde. Pesava 1680 quilates e foi avaliado em sete bilhões e quinhentos milhões de francos. Todo o universo ficou estarrecido com tal achado. Muitos negociantes europeus de pedras
preciosas duvidaram do seu peso. Mas era exato, pesava 1680 quilates! Foi mal lapidado, diminuído de peso e hoje se chama Bragança e pertence à Coroa Portuguesa. Os diamantes de mais de vinte quilates pertencem ao Rei. O mais comum, dos grandes, na apuração anual, é o diamante de galerim, que pesa mais de dois quilates.
- É assombroso. E qual o rio que dá as melhores gemas?
- Todos os diamantes daqui são excelentes, porém os mais belos e puros, portanto mais valiosos, são os do Rio Pardo. Rio de águas escuras e diamantes magníficos. Aliás, todos os rios do Tijuco vertem para o Jequitinhonha, também rico de pedras finas.
- Sabe a quantidade de diamantes colhidos até agora aqui?
João Fernandes sorriu:
- É difícil dizer, assim, sem consultar livros. De um modo geral, sei que, na última viagem, foram pela Frota do Rei três mil e vinte oitavas e cinco quintais de diamantes.
(trecho de chica que manda)
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Postado por renato raposo
Só para corrigir minha mensagem anterior e esclarecer:
Agripa vasconcelos é a escritora e autora dos dois livros mencionados, que são romances históricos, com pesada carga de realidade palpável e testemunhada nas cidades históricas e belas de Minas Gerais.
Chico rei foi rei do Congo, depois trazido como escravo para o Brasil, depois trabalhou e se libertou, e libertou muitos outros...
Chica da silva nasceu no Brasil e foi esposa de um grande comerciante de diamantes, tornando-se uma senhora de autoridades em seu tempo e território... este ainda estou lendo e não sei o final, mas é muito legal e realista.
Hermes de paula, é um intelectual montes clarence com uma obra de grande referência que preciso ler, sem falta...
obrigado
um pouco de chico rei
Os salteadores apreendiam ou compravam na Ãfrica tribos e nações inteiras, gente em vários graus de sociabilidade, embora rudimentária; e além de muitos exemplos
para prová-lo, tivemos o que deu lugar à legenda tão bizarra quão verdadeiramente poética do Chico Rei, que dominou Vila Rica. Esta figura nobre de um preto, cuja
vida acidentada aqui finalizou, imensa luz derrama aos painéis daquela sombria época.
DIOGO DE VASCONCELOS, História Antiga das Minas Gerais,
Imp. Nac., Rio, 1948.
Francisco, rei africano, foi aprisionado e vendido para escravo com toda a sua tribo. A mulher e todos os filhos, menos um, morreram na travessia do Atlântico. Os
sobreviventes foram encaminhados às minas de Ouro Preto. Homem, inteligente e enérgico, Chico Rei trabalhou e forrou o filho; em seguida os dois trabalharam para
forrar um patrÃcio e assim sucessivamente se forrou toda a tribo, que passou a forrar outros vizinhos da mesma nação.
MANUEL BANDEIRA, Guia do Ouro Preto, Rio, 1952.
Oh. os santos pretos! seriam eles os intercessores pela nossa infeliz terra, que regaram com, seu sangue, mas abençoaram com seu amor!
JOAQUIM NABUCO, Minha Formação, 1900.
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Postado por renato raposo
já lí a obra "chico Rei", uma biografia romanceada de agripa vasconcelos, que trata de um escravo vindo do Kongo, e que trouxe o maravilhoso reisado da kongada e instituiu na região de Ouro Preto, nos idos do século XVIII, a partir de 1750; agora estou lendo a obra "chica da silva, chica que manda" da mesma autora, é impressionante a história da formação da região de Diamantina-MG.
as obras de romance nos ensinam tanto quanto as criações oficiais, sem desmerecer nenhuma delas...
espero encontrar o livro de hermes de paula que trata da formação sócio-cultural de Montes Claros.
cida silva, caso o tenha ou saiba como o acessar virtualmente, ajude-me, sou interessadíssimo em conhecer melhor nosas bases sociais.
até mais
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