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Postado por Gisele Cristina
* O homem só encontrará a felicidade que tanto busca e deseja *
* no dia em que aprender que somente praticando o bem *
* e a caridade seremos verdadeiramente felizes. *
* Tudo o que fazemos de bom para os outros o benefício é nosso. *
* É a lei da vida. Tudo o que fazemos retorna a nós *
* de alguma maneira. Tudo é muito simples, ou seja, *
* nós é que temos a mania de querer criar dificuldades *
* e obstáculos para tudo. A vida é simples, nós a complicamos, *
* por querermos ser melhores do que os outros. *
* É o orgulho que ainda habita em nós. *
* Façamos o bem em qualquer circunstância, *
* não importa a quem, sem orgulho, usando da humildade *
* e nada exigindo em troca, nem mesmo gratidão. *
* Creiam que a felicidade nos chegará no dia *
* em que nos despojarmos do orgulho, do egoísmo *
* e da vaidade, praticando e vivendo pelo bem, *
* por simples prazer!*
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Postado por mariana
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Postado por Jaqueline melo
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Postado por renato raposo
ESCRITO POR OLAVO DE CARVALHO | 23 DEZEMBRO 2014
ARTIGOS - CULTURA
Que poderia ser o melhor Natal da sua vida? Aquele em que você percebesse claramente a Presença de Deus. Que é a Presença de Deus? Ela é tantas coisas
que todos os livros do mundo não bastariam para descrevê-la. De todas essas coisas, sei somente uma, uminha. Ela pode ser muito modesta no conjunto, mas
para mim é a mais importante, justamente porque é a única que conheço com a certeza absoluta de quem viveu a experiência e sabe do que está falando.
Vou tentar resumi-la. Espero que você goste deste presente de Natal.
É o seguinte. Quando você fala com alguém, não joga simplesmente palavras para todo lado, mas as dirige a uma pessoa determinada, da qual você sabe alguma
coisa. Falar com Deus não é diferente disso. Você tem de se dirigir a Ele como a uma pessoa determinada, não um anônimo desconhecido que não está em parte
alguma.
Você tem de se apegar a algo que você sabe de Deus com certeza, e falar a esse algo como se fosse Deus inteiro. É claro que não é, mas Deus não liga para
isso. Quando falamos com seres humanos, é a mesma coisa. Você fala com esta pessoa, neste lugar, num momento determinado do tempo, como se o que estivesse
diante de você fosse a pessoa inteira, do nascimento à morte, sabendo que não é, mas que de algum modo o que você diz a esse recorte de pessoa chega à
pessoa inteira.
Pois bem, de Deus há uma coisa que sei com certeza, e é por esse canal que falo com Ele.
Na verdade são duas coisas.
A primeira é que Ele me conhece mais do que eu mesmo, e que nada que eu diga de mim para Ele será novidade. Ao contrário: conto um pedacinho da história
e Ele me mostra o resto.
Só há um problema: Você quer mesmo saber tanta coisa a seu respeito? Se você não tem a firme disposição de aceitar o seu retrato tal como Deus o mostra,
com todas as surpresas agradáveis e desagradáveis que Ele tem para lhe mostrar, Ele não lhe mostrará nada.
Às vezes queremos contar a Deus os nossos pecados, mas como podemos fazê-lo, se é o próprio Espírito Santo quem nos ensina quais são esses pecados? Às
vezes pensamos que é um, e na verdade é outro. Uma boa coisa é pedir a Deus que lhe revele seus verdadeiros pecados, para que você os confesse. Nos dias
seguintes você vai se lembrar de vários deles, que já tinham se perdido na memória ou que nunca estiveram lá.
Mas é claro que o que estou dizendo não se refere só a pecados. Você pode pedir que Deus lhe mostre quem você é. Só que, se Ele mostrar tudo de uma vez,
não caberá no seu círculo de atenção. Portanto, peça que Ele lhe revele, de tudo quanto você é, só aquilo que Ele acha verdadeiramente importante que você
saiba na presente etapa da sua vida.
A segunda coisa é essencial para que isso funcione.
Todos nós falamos de nós mesmos usando a palavra “eu”. O eu é o centro agente e consciente que tenta dirigir os nossos atos e pensamentos no meio de uma
gigantesca confusão que vem do nosso inconsciente, do meio social, de fragmentos de conversas entreouvidas, da TV, do diabo. Ora, toda essa confusão está
em nós, ela é nós de algum modo, mas não é o nosso “eu”. Isso quer dizer que cada um de nós só é um “eu” de maneira parcial e imperfeita. Somos muito imperfeitamente
personalizados. Há muitos pedaços em nós que nos são estranhos, que são anônimos. Pedaços de nós que são coisa, e não pessoa.
Os bichos e coisas ao nosso redor não têm um eu. Não podem falar consigo mesmos, viver a vida interior de alguém que se conhece como centro agente, responsável,
consciente, ao menos em parte, da sua história e co-autor consciente, espera-se, dos capítulos restantes.
De todos os seres e coisas, só o ser humano tem um “eu”, ainda que incompleto e imperfeito.
Deus, no entanto, tem um Eu completo e perfeito. Ele mesmo, por meio de Moisés, nos ensinou o Seu Nome, e esse nome é “Eu Sou”. Nele não há elementos estranhos,
que Ele próprio desconheça. Em Deus não existe alteridade.
Mas se o Eu de Deus é completo e perfeito, e o nosso é parcial, fragmentário e imperfeito, isso quer dizer que só temos um eu por Graça de Deus, porque
Ele nos conferiu, na medida das nossas possibilidades, uma capacidade que, a rigor, só Ele possui.
Foi nesse sentido que Paul Claudel, o poeta, disse: “Deus é Aquele que, em mim, é mais eu do que eu mesmo.”
Deus, portanto, não só sabe tudo a seu respeito, mas é d’Ele que vem a capacidade que você tem de falar consigo mesmo (e com Ele), a capacidade de possuir
uma “intimidade” que nenhuma coisa ou bicho jamais terá.
Foi por isso que outro poeta, Antonio Machado, disse: “Quem fala consigo espera falar a Deus um dia.”
Um dia? Quando? Você salta da conversa solitária para a conversa com Deus no instante em que toma consciência de que: (a) está falando com Alguém que conhece
você melhor que você mesmo; (b) está falando com Alguém que é a própria raiz, a fonte mais íntima da sua capacidade de conhecer-se e de falar consigo mesmo.
Alguém que é mais você do que você mesmo. Então você descobre que Ele sempre esteve aí e que a única coisa que separava você d’Ele era o que o separava
de você mesmo.
A partir desse instante, o falar consigo mesmo, na oração, é uma abertura para descobertas sem fim e para uma intensificação do seu eu, da sua consciência
de si, da sua presença diante de si mesmo, dos outros eus, do mundo e do próprio Deus.
Descubra isto neste Natal e seja feliz.
Publicado no Diário do Comércio.
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Postado por Cida Silva
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e
necessário “recomeçar”.
(Carlos Drummond de Andrade)
!
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Postado por Paulo Henrique
Gente como eu acredito que todos saibam estamos passando por um momento difícil devido a crise política e econômica e isso encadeia uma série de outros problemas. Como diz a minha avó: "uma coisa nunca vem sozinha".
A lama da Samarco em Minas, as greves em todos os setores públicos, a briguinha de comadres lá em Brasilha que paralisa o país, e pra piorar, o surto de Zica Virus que assola principalmente o nordeste e o descaso do governo.
Falando nisso, encontrei essa matéria no G1 e achei intereçante compartilhar, devido a quantidade de informações falças relacionadas ao assunto que vem circulando nas redes sociais principalmente no WhatsApp e que não possuem nenhum fundamento científico. Eu próprio já recebi só essa semana dezenas de videos compartilhados por essas correntes, que repassam as informações sem nem antes procurar saber de onde vem a fonte das notícias ou se elas são mesmo verídicas.
A internet é um imenso oceano, e se você não sabe navegar em suas águas você pode nalfragar ou ficar a deriva.
Não digo que sou um bom marujo, mas estou aprendendo a navegar nesse mar de informações.
Abração pessoal e abaixo a matéria.
Boatos sobre zika vírus e microcefalia estão circulando no país.
Mensagem falsa diz que zika causa lesão neurológica em idosos e crianças.
Do G1, em São Paulo
Boatos que circulam nas redes sociais e no WhatsApp têm espalhado informações equivocadas sobre o zika vírus e sobre a microcefalia no Brasil. No final de novembro, o Ministério da Saúde confirmou a existência de uma relação entre infecções pelo recém-chegado zika vírus e o aumento de casos de microcefalia no país.
Um dos boatos mais difundidos na internet sobre microcefalia é o de que a doença estaria sendo causada por um lote vencido de vacina contra rubéola que teria sido aplicado em gestantes no Nordeste.
Em primeiro lugar, a vacina contra rubéola é contraindicada a gestantes. “A vacina de rubéola nunca é usada na gravidez, por isso não tem como ter uma associação como essa”, diz o médico Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).
A indicação da vacina contra rubéola – que aparece na forma de tríplice viral (que também protege contra caxumba e sarampo) ou quádrupla viral (que, além dessas doenças, protege contra catapora) – é para crianças, que tomam a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses. Adolescentes e adultos não-vacinados também devem tomar duas doses.
Em segundo lugar, as vacinas oferecidas pelos serviços públicos de saúde são seguras. “A utilização de vacinas ou medicamentos vencidos é crime. Qualquer serviço de saúde que acondicione produtos vencidos recebe autuações muito graves. Não faz nenhum sentido que órgãos públicos utilizem vacinas vencidas, isso não existe”, esclarece Kfouri.
Não existe nenhuma evidência científica que possa correlacionar o vírus zika com o comprometimento nervoso em crianças menores de 7 anos e em idosos"
Rodrigo Stabeli, pesquisador da Fiocruz
Por último, mesmo o uso de uma vacina vencida não teria a capacidade de provocar danos neurológicos. “Teoricamente, o que acontece com o passar do tempo, tanto com vacinas malconservadas quanto com vacinas vencidas é que elas perdem a capacidade de desenvolver proteção contra doenças”, diz o especialista.
A difusão do boato fez o Ministério da Saúde divulgar uma nota de esclarecimento sobre o assunto: “O Ministério da Saúde esclarece que todas as vacinas ofertadas pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) são seguras e não há nenhuma evidência de que possam causar microcefalia. As vacinas são fundamentais para proteger o bebê contra doenças graves. Nenhuma das vacinas administradas durante a gestação contém vírus ou outros agentes vivos.”
Danos neurológicos a crianças e idosos
Outro boato, este divulgado principalmente por mensagens de WhatsApp, diz que o zika provoca danos neurológicos em crianças de até 7 anos e em idosos. A informação também é falsa foi desmentida por especialistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Ministério da Saúde.
“Não existe nenhuma evidência científica que possa correlacionar o vírus zika com o comprometimento nervoso em crianças menores de 7 anos e em idosos”, afirmou o vice-presidente de Pesquisa e Laboratórios de Referência da Fiocruz, Rodrigo Stabeli.
Mosquitos transgênicos
Há também o boato que afirma que o zika vírus se espalhou no Brasil depois da soltura de mosquitos transgênicos no país, que teriam passado a transmitir zika e chikungunya. Assim como os outros boatos, essa história também não faz sentido.
Mosquitos Aedes aegypti geneticamente modificados ou com bactéria que previne a transmissão de doenças têm sido soltos em vários pontos do Brasil dentro de projetos de pesquisa. Mas, ao contrário de espalhar novas doenças, eles atuam justamente para combater os vírus transmitidos pelos mosquitos.
No caso dos mosquitos transgênicos, eles são modificados geneticamente para morrerem antes da fase adulta, reduzindo a população total de mosquitos na região onde são soltos. Já os mosquitos com a bactéria Wolbachia tornam-se incapazes de transmitir a dengue e outros vírus.
Fonte: G1
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Postado por Lucas
Eis-me aqui, mais uma vez intentando tratar sobre algo polêmico, mas de grande importância para nós, que gostamos falar sobre as doenças e curas de nosso país.
Primeiramente, abraço a todos que do mural participam, fazendo dele um espaço interativo, democrático, de ética e respeito.
Aos que não simpatizam comigo peço calma. Ainda que hoje seu santo não esteja batendo com o meu, um dia eles poderão dar as mãos.
Rsrs
Não posso esquecer-me de cumprimentar a equipe Cegueta na ilustre figura do nosso nobre Danilo. Parabéns Danilo, pelo brilhante mural que você tem, e por nos proporcionar tão importante oportunidade de interagir, trocar opiniões.
É fato que, com o introito de um assunto polêmico, navegando nas águas túrbidas de nossas peculiaridades nem sempre concordamos uns com os outros, mas democracia é isso. Opinar sem o dever de concordar. E é isso, caro Danilo e demais colegas, o que torna uma democracia interessante.
Temos pensares diferentes, mas somos todos iguais. Ninguém é maior ou menor que ninguém.
Não somente eu, mas nossa própria Constituição Federal de 1988 assim revela em seu Art. 5º:
“Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer
natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no
País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, [...]”
Significa que, branco ou negro, gordo ou magro, com maior ou menor nível financeiro, de escolaridade, e/ou na profissão exercida, todos somos iguais.
Sim, somos iguais, com pontos de vista diferentes. E por vivermos em uma democracia temos resguardado na lei, o direito de expor nossas opiniões.
Vejamos o que reza o IV, Art. 5º, (CRFB/88):
“IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
Vimos agora que somos iguais, com opiniões diferentes.
Frisa-se: pudemos e devemos opinar, e com maior observância, devemos também respeitar a opinião alheia. Porque não nos é obrigatório concordar com ela.
Pois bem. Dirijo-me agora, ao tema central desse post.
Impeachment ou golpe de Estado?
Caríssimos. Conforme presumi, se aberto fosse, processo de impeachment ganharia grande repercussão. Nos jornais, na tv, no rádio, nas ruas, na padaria, no boteco de seu Joaquim, da barraquinha de dona Maria, o papo da hora é impeachment da Dilma. E não podia, de maneira nem uma um assunto polêmico como esse não ser objeto de comentários.
Sucede que, com o temporal que cai sobre a cabeça dos brasileiros, surgiu ou, surgem comentários dizendo que impeachment é o velho e tão conhecido golpe de Estado.
Tal afirmação saiu, inclusive, da boca de sujeitos que se conjecturava serem conhecedores da lei.
Fato é que nós, brasileiros, como cego em tiroteio ficamos perdidos. Sem saber o que pensar, em que acreditar, em quem acreditar.
E você, caro leitor, pode conceituar impeachment e golpe de Estado? Sabe o que é um, o que é outro?
Para que consigamos diferenciar, vamos analisar o conceito de ambos.
Vejamos.
Golpe de Estado:
“Golpe de Estado é derrubar ilegalmente um governo constitucionalmente legítimo. Os golpes de estado podem ser violentos ou não, e podem corresponder aos interesses da maioria ou de uma minoria, embora este tipo de ações normalmente só triunfa quando tem apoio popular.”
Disponível em: http://www.significados.com.br/golpe-de-estado/ acesso em: quarta-feira, 09 de dezembro de 2015
Agora, impeachment:
“[...] pode ocorrer quando o chefe do Poder Executivo comete um crime comum ou de responsabilidade, desrespeita a Constituição, viola os direitos pátrios e abusa de seu poder. Em todos esses casos, o seu mandato pode ser cassado e ele perde o cargo e o direito de exercê-lo novamente. Essa modalidade pode ocorrer tanto para presidentes como para governadores ou prefeitos, sendo que cada um deles será julgado dentro de sua instância (o Congresso Nacional, as Assembleias dos estados ou as Câmaras de Vereadores, respectivamente).
A história recente do Brasil conheceu um episódio de impeachment presidencial: em 30 de dezembro de 1992, Fernando Collor de Mello foi retirado de seu cargo por envolvimento em crimes ligados à corrupção.”
Disponível em: http://clickeaprenda.uol.com.br/portal/mostrarConteudo.php?idPagina=35551 acesso em: quarta-feira, 09 de dezembro de 2015
Existem outras diferenças, mas a principal diferença entre impeachment e golpe de Estado consiste no seguinte:
Impeachment é um processo montado para retirar o poder de um governante que cometeu crime.
Golpe de Estado é tomar à força o poder de um governo constitucionalmente legítimo.
No impeachment o governante perde o poder porque cometeu crimes. No golpe de Estado não perde o poder, o poder lhe é tomado, ilegalmente.
Conforme relatei, alguns comentários apontam que o impeachment é ilegal, que é inconstitucional. Ledo engano.
O impeachment não é inconstitucional. Pelo contrário. Tanto é que consta em nossa Constituição Federal de 1988 em seus Arts. 85 e 86.
Vejamos o que reza o Art. 85 de nossa Constituição Federal de 1988, munido dos I, II, III, IV, V, VI e VII que indicam as causas para processo de impeachment.
“Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da
República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:
I - a existência da União;
II - o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do
Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da
Federação;
III - o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;
IV - a segurança interna do País;
V - a probidade na administração;
VI - a lei orçamentária;
VII - o cumprimento das leis e das decisões judiciais.”
Vale recordar que Dilma Rousseff, além de outros motivos, é acusada pelo V do artigo supracitado, que é atentar contra a probidade (integridade) na administração.
Analisemos agora o conteúdo do Art. 86 (CRFB/88), que prega:
“Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o
Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.”
Terminantemente, processo de impeachment é constitucional. Está em nossa Constituição.
E vejamos o que nos dizem os Arts. 14 e 16 da Lei Nº 1.079, de 10 de abril de 1950.
“Art. 14. É permitido a qualquer cidadão denunciar o Presidente da República ou Ministro de Estado, por crime de responsabilidade, perante a Câmara dos Deputados.
Art. 16. A denúncia assinada pelo denunciante e com a firma reconhecida, deve ser acompanhada dos documentos que a comprovem, ou da declaração de impossibilidade de apresentá-los, com a indicação do local onde possam ser encontrados, nos crimes de que haja prova testemunhal, a denúncia deverá conter o rol das testemunhas, em número de cinco no mínimo.”
Como vimos, está previsto na legislação. Isso reforça que o processo de impeachment é legal, o que descaracteriza completamente se tratar de golpe de Estado.
Sabendo que é legal, que está na Constituição e que impeachment não é o mesmo que golpe de Estado, alguns poderão perguntar-me:
Como pode, afinal, terminar um processo de impeachment?
Quais as consequências previstas?
Muito simples.
Pode terminar de duas maneiras.
Sobre isso, vejamos o que revelam os Arts. 32 e 33 (Lei 1.079/50).
“Art. 32. Se o julgamento for absolutório produzirá desde logo, todos os efeitos a favor do acusado.
Art. 33. No caso de condenação, o Senado por iniciativa do presidente fixará o prazo de inabilitação do condenado para o exercício de qualquer função pública; e no caso de haver crime comum deliberará ainda sobre se o Presidente o deverá submeter à justiça ordinária, independentemente da ação de qualquer interessado.”
Grosso modo, significa que, não havendo irregularidades, nada de prejudicial há de recair sobre o acusado. Se, porém, for constatado crimes/irregularidades em seu mandato, a coisa degringolará. E degringolando, confira o que determina o Art. 34 (Lei 1.079/50):
“Art. 34. Proferida a sentença condenatória, o acusado estará, ipso facto destituído do cargo.”
Resumindo
O acusado somente será condenado se tiver percorrido caminhos irregulares em seu mandato.
Se condenado for, como consequência, será destituído do cargo, ficará inabilitado para ocupar cargos públicos, creio que, dependendo dos crimes perpetrados, demais consequências hão de vir.
Prezados.
O Brasil passa por um momento bastante delicado. Além da crise já agravada, o processo de impeachment promovido contra a presidente Dilma vem ganhando desdobramentos, o que freia os investimentos, paralisando o desenvolvimento econômico em nosso país.
Como é natural de uma democracia, alguns torcem pela saída da presidente, outros, por sua permanência. Eu, porém, torço pela justiça.
Verifiquemos a pouco que um governante acusado só perde o poder se irregularidades forem encontradas. Por isso, vamos manter a calma.
Embora seja o momento problemático ratifico, devemos manter a calma.
Lembremo-nos das palavras de Dilma Rousseff:
"Devemos ter tranquilidade e confiar nas nossas instituições e no estado democrático de direito."
Não percamos, caro leitor, a tão preciosa paz de espírito.
Confiemos na justiça. Com fundamento em provas, e respeitando o direito de defesa, o que é turvo logo será definido.
Já disse que torço por ela, pela justiça, e finalizo parabenizando o juiz Sérgio Moro.
É este, o verdadeiro papel da justiça.
Investigar, analisar indícios, colher provas, garantir o direito de defesa e, ao final, na ausência de certeza absolver, mas, na certeza de irregularidades punir, com máxima severidade permitida em lei.
É o que penso. E você, caro leitor, o que pensa?
Temos opiniões diferentes, convicções políticas que podem se repelir, mas superior a isso, estamos do mesmo lado. Formamos o elemento essencial do Estado moderno denominado povo.
Receba um grande abraço, E até a próxima.
Lucas Barfknecht
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Postado por Gisele Cristina
precisa.
Na hora da dificuldade, ela é arrimo, sustentação;
na hora do desassossego, da inquietação, ela é
pacificação;
na hora da luta, ela é estímulo, é ação;
na hora da dor, ela é bálsamo;
na hora da incerteza, ela é esperança;
no dia a dia, ela é otimismo e paz.
Tenha carinho pela sua força interior, pois ela vem de
Deus.
A força interior, reconhecida e amada, é sua bênção de
toda hora.
Tenha bons pensamentos, que a força interior aparece.
A vida é muito melhor quando você bem usa a sua força
interior.
Lourival Lopes
Extraído de
"Sabedoria todo dia".
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Postado por Valdir Lustossa
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Postado por josué dos santos
preciso da música tarimba, a qual esteve por muito tempo disponível neste site para download.
Agradeço a quem tiver a música ou o link.
Josué
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