Vamos lá! Poste recados com quaisquer tipos de assuntos, notícias globais, declarações de amor, e muito mais!
Neste espaço, o objetivo é proporcionar uma grande interatividade entre todos postadores e visitantes. Sempre que possível, estaremos postando comunicados com informações úteis.
Antes de postar, clique aqui para ler Nosso Regulamento.
Regulamento atualizado em: 30 de Janeiro de 2016.
Para ir direto ler as mensagens aperte a tecla Alt + 5 ou Clique Aqui!
Temos ao total: 41689 recados postados.
Para buscar um recado, preencha o campo abaixo:
Cegueta.com - © 2026 - Todos os direitos reservados.
Postado por thiago augusto olivier
0 curtiram
Postado por vagner pereira
0 curtiram
Postado por Gisele Cristina
Um homem mau, ao morrer, encontra um anjo na porta do inferno. O anjo diz:
- Basta você ter feito alguma coisa boa nesta vida, e esta coisa boa o ajudará.
O homem responde:
- Nunca fiz nada de bom nesta vida.
- Pense bem – insiste o anjo.
O homem então se lembra de que, certa vez, enquanto andava por uma floresta, viu uma aranha no seu caminho e deu a volta evitando pisá-la.
O anjo sorri e um fio de aranha desce dos céus, permitindo que o homem suba até o Paraíso. Outros condenados aproveitam para subir também, mas o homem se vira e começa a empurrá-los, pois tem medo que o fio se rompa. Neste momento o fio arrebenta, e o homem é de novo projetado ao inferno.
- Que pena – o homem escuta o anjo dizer.
- Seu egoísmo transformou em mal a única coisa boa que você havia feito.
(Autor desconhecido)
0 curtiram
Postado por Daniel
Quando paramos para refletir sobre o que estamos fazendo com a nossa vida, duas perguntas bastante comuns que fazemos são:
- E se não houver amanhã?
- Se eu não precisasse de dinheiro para viver, o que faria para ocupar a minha vida?
São perguntas simples, mas às vezes difíceis de responder, porque não conseguimos realmente acreditar que essas hipóteses são possíveis, porém, encontrar a resposta
para elas pode dizer muito sobre nós mesmos. É bom, de vez em quando, parar para fazer essas (e outras) perguntas a si mesmo.
Para incluir na lista de questionamentos que você deve se fazer, proponho mais uma pergunta, que provavelmente você nunca se fez: E se os finais de semana não existissem?
Se você prefere nem imaginar ou sente desespero só de pensar nisso, é hora de refletir sobre o que tem feito da sua vida e repensar sua rotina.
Tudo o que você faz de prazeroso acontece nos finais de semana? Você vê sua família e amigos apenas aos sábados ou domingos? Deixa para praticar seus hobbies, relaxar,
passear e se divertir apenas nos dias não úteis?
E se os finais de semana nao existissem
Como você viveria então se não existissem esses dois dias sagrados na semana? E se você tivesse que incluir coisas que gosta de fazer dentro dos dias úteis, como
seria? Pensando na sua rotina atual, isso seria possível? Você continuaria sendo feliz fazendo o que faz agora, mesmo sem direito a um ou dois dias de descanso?
Existem pessoas que sequer se abalaram ao pensar na hipótese de viver para sempre apenas com dias úteis. São aquelas que amam o que fazem e que sabem equilibrar
bem seu tempo entre prazer e obrigações. É o seu caso? Se não, talvez você ainda assim seja uma pessoa feliz, porém dependente do fim de semana. Pode ser que você
adore sua profissão, mas tenha uma rotina cansativa e precise dos dois dias para fugir dela. Ou talvez você seja mais um dos que, por se sentirem tão completamente
descontentes com o que fazem, jogaria tudo para o alto ou enlouqueceria se os finais de semana deixassem de existir. Com qual dos casos você se identifica?
Fugir da rotina
O objetivo dessa reflexão é fazer você enxergar que a felicidade deve estar presente todos os dias. Se você limitá-la aos finais de semana, será feliz durante menos
que a metade da sua vida. Não vale a pena! Portanto, além do já conhecido conselho “viva como se não houvesse amanhã”, coloque também entre os seus lemas: viva
como se o fim de semana não existisse. Não dependa do sábado e domingo, direcione a sua vida de maneira que não precise mudar nada e consiga ser feliz mesmo se
algum dia decretarem a extinção do final de semana.
Se você está esperando o próximo sábado para fazer algo, pare de esperar e faça hoje. Se o seu trabalho não te traz nenhuma alegria, comece a procurar outro ou
trabalhar em um projeto seu. Se a sua rotina te entedia, dê um jeito de incluir nela alguma atividade diferente que você goste de fazer. Se, quando o fim de semana
chega, você só pensa em descansar, desacelere sua vida nos outros dias. Se você só tem tempo para ver os amigos e a família no sábado ou domingo, escolha um dia
para substituir algo da sua rotina por estar com eles.
Não permita que sua vida seja uma proporção de cinco dias vazios para dois curtidos. Por mais que haja um ou outro em que seja necessário se dedicar totalmente
às obrigações e não reste tempo para mais nada, não deixe que isso se torne rotina
0 curtiram
Postado por Roseane Rosália
Um minuto serve para você sorrir:
Sorrir para o outro, para você e para a vida.
Um minuto serve para você ver o caminho,
olhar a flor, sentir o cheiro da flor,
sentir a grama molhada,
notar a transparência da água.
Basta um minuto para você avaliar a imensidão
do infinito, mesmo sem poder entendê lo.
Em um minuto apenas você ouve o som
dos pássaros que não voltam mais.
Um minuto serve para você ouvir o silêncio,
ou começar uma canção.
É num minuto que você dará o sim
que modificará sua vida... e basta.
Basta um minuto para você apertar a mão
de alguém e conquistar um novo amigo.
Em um minuto você pode sentir
a responsabilidade pesar em seus ombros:
a tristeza da derrota,
a amargura da incerteza,
o gelo da solidão,
a ansiedade da espera,
a marca da decepção
e a alegria da vitória...
Quanta vitória se decide num simples momento,
num simples minuto!
Num minuto você pode amar,
buscar, compartilhar, perdoar,
esperar, crer, vencer e ser...
Num simples minuto você pode salvar a sua vida...
Num pequeno minuto você pode incentivar
alguém ou desanimá lo!
Basta um minuto para você recomeçar
a reconstrução de um lar ou de uma vida.
Basta um minuto de atenção para
você fazer feliz um filho,
um aluno, um professor, um semelhante...
Basta um minuto para você entender
que a eternidade é feita de minutos.
Autor desconhecido.
0 curtiram
Postado por Cida Silva
Não, não é fácil, mas eu me venço todos os dias quando eu tenho que escolher entre amar ou odiar... Eu sempre escolho amar, porque o amor me leva ao perdão, mesmo que tenham ferido impiedosamente o nosso coração.
Cecilia Sfalsin
Fraternal abraço a todos.
0 curtiram
Postado por Paulo Henrique
Bom, como o assunto é mercado de trabalho, acho que não irei opinar muito. Tivemos essa discursão por aqui ano passado e foi justamente o assunto BPC que gerou uma polemicazinha. Não que eu não goste, é que fiz uma promessa na virada de que não ia me meter em polêmicas na rede. Como veem, estou me esforçando. Sem falar na preguiça desgramada que estou de escrever! Kkkkk.
O fato é que a maioria de nós sempre preferiu manter o benefício a encarar o trabalho formal, por medo de ao deixar o emprego não conseguir reavê-lo, ou pelo fato de que o salário na maioria das vezes é igual ao mínimo, valor que lhe é abonado para ficar em casa, sem precisar gastar com locomoção, contribuição a previdência, sem falar que o custo de vida para que o deficiente consiga viver com autonomia é bem mais caro do que pra uma pessoa sem deficiência, mesmo estando isento do pagamento de muitos serviços.
Todos nós sabemos que a partir do dia 1º
De janeiro está valendo a LBI (lei brasileira de inclusão), de autoria do deputado Paulo Paim (PT), que teve como relatora a deputada cadeirante Mara Gabrilli (PSDB) e sancionada, não sem alguns vetos a itens importantíssimos pela presidente Dilma.
A lei tem como objetivo assegurar, de maneira abrangente o direito as pessoas com deficiência o acesso a saúde, educação e ao mercado de trabalho; e como é esse o assunto por aqui, trago um artigo da deputada Mara Gabrilli que fala a respeito de um dos itens da LBI que já está valendo, e que ajudará na inserção de pessoas com deficiências no mercado de trabalho; o Auxílio Inclusão.
Abraços a todos, e agora, control+c, control+v.
Mara Gabrilli
Auxílio Inclusão.
Publicada em 30 de dezembro de 2015
Você sabia que, no último Censo do IBGE, quase 20 milhões de brasileiros com deficiência declararam possuir alguma ocupação? No entanto, somente 330 mil estão trabalhando com carteira assinada. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, o cumprimento da Lei de Cotas no Brasil é de apenas 26%. Na prática, isso significa que apenas uma de quatro vagas é preenchida. Se a lei fosse integralmente cumprida, haveria cerca de 1,2 milhão de funcionários contratados.
Mas o que explica números tão desanimadores?
Além da barreira de acesso à educação, que há tempos impede esse público de ter uma formação básica, hoje, se uma pessoa com deficiência resolve ingressar no mercado de trabalho formal, ela perde o auxílio que recebe do Estado para viver. Por insegurança e inúmeras dificuldades de acesso para sair de casa e encarar o mercado, muitas optam por viver na informalidade.
Para mudar tal realidade, a Lei Brasileira da Inclusão, texto relatado por mim na Câmara, que entrará em vigor em 2016, propõe a criação do Auxílio Inclusão, um benefício que será concedido à pessoa com deficiência que ingressar no mercado de trabalho formal. Essa renda complementar será conferida ao cidadão com deficiência, de natureza moderada ou grave, e que seja beneficiário do BPC - ou o tenha recebido nos últimos cinco anos.
Com mais de 33 mil beneficiários, o BPC (Benefício de Prestação Continuada) é o menor benefício oferecido em todo o Brasil. Trata-se de um salário mínimo pago àqueles que não possuem meios para prover sua subsistência. Contudo, este apoio, que, na prática, deveria funcionar como um subsídio para melhorar a realidade destas pessoas, acabava por inibi-las a procurar uma oportunidade de trabalho.
Com a oferta do Auxílio Inclusão, os beneficiários do BPC poderão fazer uso do benefício do Governo sem abrir mão de oportunidades. A ideia é que o auxílio ajude a pessoa a arcar com os custos de sua deficiência sem deixar de produzir. Uma pessoa tetraplégica, por exemplo, chega a gastar em média R$ 6 mil para manter uma vida tão produtiva quanto antes. Isso levando em conta os gastos em várias fases de sua vida, como a compra de um carro adaptado, a contratação de cuidadores, medicamentos e a troca de cadeira de rodas.
Diferente de apenas receber benefícios de subsistência do Estado, a pessoa com deficiência passará de beneficiada a contribuinte, como todo trabalhador. A Previdência, por sua vez, deixará de apenas pagar benefícios integrais para milhões de pessoas e passará a receber a contribuição desses trabalhadores. O resultado é a ampliação de empregos e benefícios, alavancando a economia e reduzindo a desigualdade social.
Além de garantir dignidade, poder de consumo e bem-estar, o trabalho é uma das principais fontes de integração social. Para mim, a felicidade está ligada a minha capacidade de produzir. E o trabalho é um dos maiores combustíveis para me manter preenchida de sonhos e perspectivas para o País. E para seguir minha trajetória.
Ah! Já ia me esquecendo:
Nem ponto nem vírgula; gosto das aspas, das interrogações e das exclamações no final! E das reticências é claro, quando elas deixam um mistério no ar.
0 curtiram
Postado por edson
Não custa repetir que vírgula nada tem a ver com “indicação de pausa para respirar.” Quando você se comunica oralmente, sem indicações de pausa, você morre asfixiado? Claro que não. Alguém realmente precisa ser lembrado de respirar ao ler um texto? Bem esdrúxula essa ideia. A vírgula, na verdade, existe para evitar ambiguidades, para evitar que o leitor agrupe palavras de um modo que contrarie as intenções de quem escreveu. Por exemplo:
*Se você cozinhar Tatiana lava os pratos.
*Enquanto estávamos comendo uma barata se aproximou de nossa mesa.
Essas duas frases acima causam um estranhamento, nos forçam a reler (atrasando a leitura) na tentativa de apreender o sentido. Porém, se acrescentarmos vírgulas nos locais apropriados (*Se você cozinhar, Tatiana lava os pratos. *Enquanto estávamos comendo, uma barata se aproximou de nossa mesa.), já numa primeira leitura ninguém vai achar que cozinhamos Tatiana ou comemos uma barata. Portanto, o uso da vírgula impede esse agrupamento errado de palavras, acelera a leitura e melhora a compreensão do texto.
Quando e onde usar vírgulas?
USA-SE A VÍRGULA:
1) Para isolar o vocativo:
“Vamos, tesouro, não se misture com essa gentalha!”
2) Para isolar o aposto:
“Escritores ajudando outros escritores”, um grupo de que participo no Facebook, me trouxe algumas amizades.
3) Para isolar o adjunto adverbial e a oração adverbial quando há inversão (vírgula optativa com adjuntos de até duas palavras):
Na capital do Brasil, eu fiz ótimos passeios.
Na Itália come-se bem.
4) No lugar da palavra omitida (elipse):
Eu lavei as panelas; João, os pratos.
5) Para separar os elementos de uma enumeração:
Lá estavam gatos, cachorros, camundongos, aves e outras espécies de animais.
6) ANTES de conjunções adversativas (este é um erro clássico: deparo-me mais frequentemente do que gostaria com vírgulas pospostas à conjunção!!!).
Ele vem sempre aqui, mas nunca o vejo. (E não “Ele vem sempre aqui mas, nunca o vejo”.)
Ele é um bom aluno, porém precisa estudar mais gramática. (E não “Ele é um bom aluno porém, precisa estudar mais gramática”.)
7) Para separar orações intercaladas:
Aqueles alunos, confirmou o professor, eram dedicados e responsáveis.
Obs.: Travessões e parênteses também podem cumprir essa função:
Aqueles alunos – confirmou o professor – eram dedicados e responsáveis.
8) Para separar a oração adjetiva explicativa.
Os alunos, que eram dedicados, tornaram-se indolentes.
Veja que a mesma oração sem as vírgulas é possível, mas adquire outro sentido, tornando-se adjetiva restritiva:
Os alunos que eram dedicados tornaram-se indolentes.
9) Para separar as repetições:
Ele é chato, chato!
10) Para separar as orações coordenadas assindéticas:
Vim, vi e venci.
11) Para separar expressões explicativas ou de correção (aliás, a saber, isto é, por exemplo...):
Estuda na Europa, isto é, estudava, porque o curso já terminou.
É ACONSELHÁVEL USAR A VÍRGULA:
12) Quando a conjunção “e”:
a) Aparece repetida no período:
Passaram aqui para perguntar, e questionar, e amolar, e comprometer.
b) Aparece entre orações de sujeitos diferentes:
O tempo estava nublado, e o piloto desistiu do voo.
c) Não tem sentido de adição:
A senhora apertou a campainha, e ninguém veio atender (o “e” tem valor de conjunção adversativa).
NÃO SE USA VÍRGULA:
13) Para separar termos que, do ponto de vista sintático, estabelecem diretamente uma ligação entre si:
a) Entre sujeito e predicado:
Os alunos estão todos eufóricos à espera dos resultados.
b) Entre o verbo e seus complementos (objeto direto e indireto), mesmo que o objeto indireto se anteponha ao objeto direto:
Entreguei aos clientes os pedidos.
c) Entre o nome e o adjunto adnominal ou o complemento nominal:
Seu relógio de pulso foi apreciado por todos.
Você tem amor à profissão.
d) Entre a oração subordinada substantiva e a principal.
Seu desejo era que todos o visitassem.
14) Para separar orações adjetivas restritivas:
As mangas que estavam maduras caíram do pé.
15) Após conjunção adversativa:
Passou a manhã no ambulatório, contudo não foi atendida (E NÃO “Passou a manhã no ambulatório contudo, não foi atendida).
0 curtiram
Postado por juliana necchi casadio
quanto tempo que não escrevo aqui.
eu demoro para escrever, mas leio todos os recados aqui.
vi bastante aqui a discussão sobre estudos e mercado de trabalho.
na minha opinião, as empresas ainda não estão preparadas para receber pessoas com deficiência.
existe a falta de qualidade sim dos profissionais mas também há pessoas pré-preparadas para esse fim.
as autoridades precisam abrir os olhos para ver nossas capacidades e competências e fazer as adaptações necessárias no ambiente de trabalho.
a lei de inclusão está no papel mas ainda falta muito para acontecer.
no meu caso, sou pedagoga e locutora, frequento a adevirp, associação dos deficientes visuais de ribeirão preto e região, lá faço coral, biodança e rádio, lá na adevirp tem uma rádio on line, tem laboratório de locução com programas feitos em grupo, tem voluntários que fazem programas individuais.
como sou formada em radialista setor locução, já tenho registro profissional na área, tenho um programa individual chamado ju e você.
como a rádio web adevirp está lutando para ser uma rádio aberta educativa tem conteúdo.
no meu programa tem música, noticia de ribeirão preto e região, previsão do tempo, recita de culinária e a tradução do dia, ah, tem mensagem de reflexão também.
atualmente estou de férias da associação mas quando voltar, divulgo o horádio do meu programa que estou apresentando, comecei ele o ano passado, nunca trabalhei em rádio nenhuma estou tendo experiência agora no ramo da comunicação e estou adorando.
para conhecer o trabalho que a adevirp faz acessem www.adevirp.com.br
deixo um abraço para todos muralistas e um bom início de ano!
0 curtiram
Postado por Cida Silva
Mas como não poderia ser diferente, estou passando, para desejar a vocês uma ótima noite e maravilhosos sonhos!
E vamos torcer para que o dia de amanhã possa ser melhor.
Beijinho em cada coração.
"Você é feliz? Não espalhe, já que tanta gente se sente agredida com isso. Mas também não se culpe, porque felicidade é bem diferente do que ser linda, rica, simpática e aquela coisa toda. Felicidade, se eu não estiver muito enganada, é ter noção da precariedade da vida, é estar consciente de que nada é fácil, é tirar algum proveito do sofrimento, é não se exigir de forma desumana e, apesar disso tudo, conseguir ter um prazer quase indecente em estar vivo."
Martha Medeiros
0 curtiram