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Recado 39706: Será que este autor está correto ou é mais um fanático? 26 de January de 2016, 16:32

Postado por Ronaldo Pires

Olá pessoal, espero que todos se encontrem muito bem!

Deixo-lhes um texto e depois tirem suas próprias conclusões:

A verdade bíblica sobre Maria
Airton Evangelista da Costa

Nove verdades sobre Maria!

Serão verdades bíblicas?



Maria foi concebida sem Pecado !

Maria permaneceu sempre Virgem !

Maria é Medianeira e Advogada !

Maria é a Mãe de Deus !

Maria é nossa Intercessora !

Maria é a Mãe dos Vivos !

Maria é nossa Senhora e Padroeira !

Maria é Co-Redentora nossa !

Maria foi Assunta ao Céu !


O que diz a Palavra de Deus?

DEVEMOS HONRAR A MARIA

O fanatismo pode levar muitos a não prestarem honras aos que
honras merecem. Honrar significa considerar a virtude, o talento, a
coragem, a santidade ou as boas qualidades de alguém. A mulher escolhida
por Deus para dar à luz a Luz do mundo - a Santa Maria - nos deixou
exemplos de fé, obediência, coragem, humildade, de amor e temor a Deus.
Então, honremos a Maria porque Deus a honrou primeiro.
Maria foi agraciada mais do que todas as outras mulheres. Foi
escolhida para tão nobre missão porque era justa e reta aos olhos do Senhor.
"Eis aqui a serva do Senhor. cumpra-se em mim segundo a tua
palavra." Este foi um exemplo de fé, obediência e humildade que nos
deixou Maria. Com estas palavras ela acatou a missão que lhe acabara de
ser anunciada pelo anjo Gabriel, ou seja, a missão de ser a mãe de Jesus, de
servir de veículo para que o Verbo se fizesse carne e habitasse entre nós.
Foi exemplo também de coragem. Ela não ficou a meditar se o seu
casamento com José seria desfeito ou se José gostaria ou não, se iria
compreender ou não a sua gravidez. Ela confiou no Senhor e na Sua
Palavra. Seguindo seu exemplo, sejamos submissos à Palavra de Deus e à
Sua vontade, ainda que isso nos cause algumas dificuldades no meio em que
vivemos. Que bom seria se todos dissessem: "Cumpra-se em mim, Senhor,
segundo a tua palavra".
Também Maria não se envaideceu diante das declarações de sua
prima Isabel, que lhe disse: "Bendita és tu entre as mulheres, e é bendito o
fruto do seu ventre". Tão logo ouviu estas palavras, dirigiu-se ao Senhor em
oração: "A minha alma engrandece ao Senhor e o meu espírito se alegra em
Deus, meu Salvador, porque atentou na humildade de sua serva, pois eis
que, desde agora, todas as gerações me chamarão bem-aventurada" (Lucas
1.39-55). Maria também não se abalou quando um certo homem chamado
Simeão, cheio do Espírito Santo, profetizou a respeito do Menino: "Eis que
é posto para queda e elevação de muitos... e uma espada traspassará também
a tua própria alma" (Lucas 2.34-35). A missão seria difícil tanto para Maria
quanto para Jesus. Maria foi uma mãe sofredora. Sofredora, porém
resignada. Sofreu na apressada fuga para o Egito, livrando Jesus das mãos
de Herodes; sofreu diante das perseguições e das ameaças com vistas a tirar
a vida de seu filho; e, finalmente, sofreu muitíssimo ao ver seu filho traído,
condenado sem justa causa e morto numa cruz.
Muitos outros santos bíblicos são merecedores, também, de nossa
admiração e honra por haverem cumprido fielmente, com fé, obediência e
humildade, os encargos que Deus lhes confiou. Exemplo do Santo Noé,
homem reto e justo, que recebeu de Deus a incumbência de anunciar o
Dilúvio a uma geração depravada, e de construir uma enorme barca.
Exemplo do Santo Abraão, que deixou sua cidade natal, seus parentes, e
seguiu em busca de uma terra desconhecida. Exemplo de Moisés, ao qual
Deus confiou a espinhosa missão de livrar seu povo da escravidão do Egito.
Exemplo de Josué que, atendendo ao Senhor, passou o Jordão e conquistou
a Canaã prometida. Exemplos de tantos profetas que não vacilaram em
transmitir as mensagens do Altíssimo ainda que colocando em risco a
própria vida. Exemplos como os do Santo João Batista, que pagou com sua
vida por haver falado a verdade. Exemplos dos discípulos de Jesus, que não
recuaram diante das dificuldades e das perseguições no cumprimento da
elevada missão de "pregar o Evangelho a toda criatura". E muitos foram
perseguidos, torturados e mortos.
Maria faz parte, portanto, dessa galeria de santos que souberam
cumprir com firmeza, determinação, coragem e fé os encargos que Deus
lhes confiou. Que nós, os santos vivos, nós os santos de nossa geração,
saibamos cumprir a nossa missão como filhos de Deus, tendo como
exemplo os santos do passado, tudo para honra e glória do nosso Senhor e
Salvador Jesus Cristo.

ADOREMOS O FILHO

Como vimos honrar a Maria significa reconhecer que sua missão
aqui na terra foi uma das mais nobres e importantes, qual seja, a missão de
carregar em seu ventre, alimentar com seu sangue, amamentar e criar nosso
redentor.
Todavia não se deve dispensar à Santa Maria, honrarias superiores
às que ela merece. Nada podemos fazer para aumentar a posição de Maria
diante de Deus. Como justo juiz, Deus não dará à Maria nada mais e nada
menos do que ela merece, do que aquilo que ela conquistou com sua fé,
humildade e obediência.
E o que ela mais desejou foi a sua salvação, ou seja, viver com
Cristo na eternidade. Maria dedicou toda a sua vida ao cumprimento da
honrosa missão que lhe confiara o Pai. Ela nunca teve a intenção de ofuscar
o ministério de Jesus. E não poderia fazê-lo. Ela sabia que a missão de Jesus
era muitíssimo superior à sua. A missão de Jesus era a do Verbo que se fez
carne para trazer aos homens, na linguagem dos homens, a mensagem
redentora do Pai.
Em momento algum Maria avocou a qualidade de mãe de Jesus
para usufruir regalias. Ela nunca demonstrou qualquer intenção de ser alvo
das atenções, de roubar a cena, de ofuscar o Filho de Deus. Ademais, as
atenções dos discípulos estavam voltadas para o Mestre, porque dEle
emanava a verdade, e nEle se via o resplendor da glória do Pai. Não há
registro na Bíblia de qualquer adoração a Maria - ou recomendações nesse
sentido, enquanto viva ou após a sua morte. Maria manteve uma posição
discreta com relação ao trabalho de Jesus. Vemo-la interferindo uma única
vez nas bodas em Caná da Galiléia. Vejamos o diálogo:
"E, no terceiro dia, fizeram-se uma bodas em Caná da Galiléia; e
estava ali a mãe de Jesus. E foram também convidados Jesus e os seus
discípulos para as bodas. E, faltando o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não
têm vinho. Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é
chegada a minha hora. Sua mãe disse aos empregados: "Fazei tudo quanto
ele vos disser" (João 2.1-5).
Ao informar a Jesus que acabara o vinho, Maria deixa implícito
que seu filho teria condições de resolver aquele problema. A resposta de
Jesus - "que tenho eu contigo, mulher" - não desrespeita sua mãe, não
significando uma repreensão, mas é uma recusa. Não era dos planos de
Jesus iniciar a manifestação da sua glória naquela oportunidade. Ele disse
que a hora dele não havia chegado. Porém, tudo indica que Maria continuou
esperançosa de que algo poderia acontecer. Certamente, ela voltou a falar a
Jesus sobre os vexames por que passariam os anfitriões em não havendo
mais vinho para servir. Percebeu no seu coração que Jesus estava inclinado
a reavaliar sua posição. Então, segura de si, chamou os empregados e disse:
"Fazei tudo quanto ele vos disser". E o milagre aconteceu.
Embora a mensagem de Maria tenha sido específica para aquela
ocasião, quando ela orienta os empregados para obedecerem a Jesus, nada
impede de estendermos esse apelo aos dias atuais, ou seja, fazermos tudo de
acordo com os mandamentos e ensinos de Jesus: "Se me amarem guardarão
os meus mandamentos, e eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Consolador,
para que fique convosco para sempre" (João 14.15-16).
Então, para que tenhamos o Espírito Santo, ou seja, o outro
Consolador, é necessário que guardemos os mandamentos de Jesus. E o
grande mandamento de Jesus foi este: "Amarás o Senhor teu Deus de todo o
teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. este é o
primeiro e grande mandamento. o segundo, semelhante a este é: amarás o
teu próximo com a ti mesmo" (Mateus 22.37-39).
Ora, se você cumpre esse grande mandamento não haverá em seu
coração espaço para adorar a outros deuses, a ídolos, a santos falecidos, a
santos vivos, a anjos, a homens, a mulheres, a imagens. Jesus, respondendo
a Satanás, afirmou: "Vai-te, Satanás, pois está escrito: ao Senhor teu Deus
adorarás, e só a ele prestarás culto" (Mateus 4.10; Deuteronômio 6.13).
Se de alguma forma quisermos, nos dias de hoje, atendermos aos
apelos de Maria - "fazei tudo quanto Ele vos disser" - estaremos na
obrigação de adorar somente a Deus e só a Ele servir. Assim, Maria está
excluída de nossa adoração. Ela própria se excluiu. Nenhum santo vivo ou
falecido aceita adoração. Nem os anjos aceitam-na. Maria ficou excluída,
também, quando Jesus revelou que "ninguém vem ao Pai se não for através
de Mim" (João 14.6). Portanto, através da mãe de Jesus ninguém chegará a
Deus. Os santos falecidos ficaram de fora quando Jesus disse que todos
deveriam buscar nEle a solução para seus problemas: "Vinde a mim todos
vós que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei" (Mateus 11.28).
Aqui, Ele não dá oportunidade para irmos a outra pessoa viva ou falecida, a
outro espírito, a outro santo que não seja a Ele, o Santo dos santos.
Conclui-se, portanto, que a Santa Maria deve ser honrada, e o seu
exemplo - exemplo de fé, obediência, amor e humildade - deve ser seguido.
Ela cumpriu sua missão aqui na Terra com bastante zelo, dedicação e
confiança no Senhor. Deve ser adorada por isso? Não. As Escrituras
Sagradas não apontam nessa direção. Jesus nos ensinou a orar ao Pai ("Pai
nosso que estás nos céus"), e a adorar ao Pai ("Ao Senhor teu Deus
adorarás, e só a ele prestarás culto"). Convidou todos os homens a irem a
Ele, diretamente a Ele: "Vinde a mim todos vós..." Aqui Ele não deixa
qualquer dúvida de que somente Ele pode resolver nossos problemas,
porque somente Ele, e não a Santa Maria, recebeu autoridade e poder.
Vejamos:
"Tudo me foi entregue por meu Pai" (Lucas 10.22). "Ora, para que
saibas que o filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados,
levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa" (Mateus 9.6). "É-me dado
todo o poder no céu e na terra" (Mateus 28.18).
A santa Maria, quando viva, recebeu os mesmos poderes
outorgados por Jesus aos seus discípulos: "Tendo convocado os doze
discípulos, Jesus deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demônios, e
para curarem enfermos" (Lucas 9.1); "Estes sinais hão de seguir os que
crerem: em meu nome expulsarão demônios... imporão as mãos sobre
enfermos, e os curarão"(Marcos 16.17-18). Observem que esses poderes
foram outorgados aos que crerem. Logo, Maria estava incluída. Ela era,
obviamente, crente em Jesus. Ela poderia ter exercido o ministério de
pregação do Evangelho, ou de libertação. O Espírito Santo estava sobre ela.
Se não o fez é porque já cumprira sua missão. A dura batalha de divulgar as
boas novas ficaria para os homens, fisicamente mais fortes. Os afazeres
domésticos, a criação dos filhos, o desgaste decorrente da crucificação de
Jesus não lhe permitiriam correr mundo, viajar, enfrentar tribulações.
É óbvio que ela passou o resto de sua vida atenta aos
acontecimentos; acompanhando à distância o movimento dos discípulos;
sofrendo com as más notícias de prisões, perseguições e torturas por que
passaram os discípulos; e alegrando-se com as boas notícias de muitas
conversões, e com o crescimento do cristianismo.
Como vimos, só Jesus salva, perdoa pecados, cura e liberta. Jesus
veio salvar a humanidade; colocou-se em nosso lugar na cruz; pagou o
preço da remissão de nossos pecados com Seu sangue. Foi Ele quem morreu
em nosso lugar. Quem derramou sangue foi Ele. Somente Jesus e mais
ninguém. Não foi José, Benedito, Paulo, João ou Maria. A Ele toda a honra
e glória. Portanto, honremos a Maria, mas adoremos o nosso Salvador;
honremos a Maria, mas adoremos a Jesus; honremos a mãe, adoremos o
filho de Deus.

COMO SURGIU A ADORAÇÃO A MARIA

A falsa adoração (ou também chamada de veneração) a uma
virgem, deusa-mãe, rainha dos céus, senhora, madona etc., teve início na
antiga Babilônia e se espalhou pelas nações até chegar a Roma. Os
babilônicos adoravam Semíramis, os gregos Afrodite, em Éfeso a deusa era
Diana, Isis era o nome da deusa no Egito.
Milhares desse tipo de adoradores "aderiram" ao catolicismo em
Roma para ficarem mais próximos do poder, haja vista que o Império
Romano no século III adotou o cristianismo como religião oficial. Então,
esses "cristãos" nominais levaram suas práticas idólatras e pagãs para a
Igreja de Roma. Em vez de coibir o abuso e conduzir os fiéis pelos
caminhos da fé exclusiva em Deus, os líderes do catolicismo romano
contemporizou a situação: aos poucos as imagens pagãs foram substituídas
por imagens cristãs; os deuses pagãos, substituídos pelos deuses cristãos (os
santos bíblicos) e, na esteira desse sincretismo religioso, a Santa Maria
surgiu como "Mãe de Deus", "Senhora", "Sempre Virgem", "Concebida
sem Pecado", "Assunta aos céus", "Mediadora e Advogada", "Co-
Redentora". Na seqüência de atos tendentes à cristianização do paganismo,
foram dogmatizadas as seguintes crendices pela Igreja Católica Romana:

ANO
ACONTECIMENTO NO CATOLICISMO
370
Culto aos Santos por Basílio de Cesária e Gregório de Nazianzo
400
Iniciam-se na Igreja as orações em favor dos mortos
431
Maria é proclamada "Mãe de Deus" , pela primeira vez
789
Inicia-se o culto às Imagens e Relíquias dos Santos
819
Pela primeira vez menciona-se a "Assunção de Maria ao Céu"
880
Tem início a canonização dos Santos mortos
1220
Leigos são proibidos de ler a Bíblia (ela é só para os Padres)
1311
Procissões com o Santíssimo Sacramento e a reza da Ave Maria
1546
A Tradição Católica passa a ter o mesmo valor da Bíblia
1950
A "Assunção de Maria ao Céu" passa a ser dogma de fé católica

Além desses atos, as rezas da ''Ave-Maria'' chamam-na de "Sempre
Virgem", "Rainha", "Advogada", ''Mãe de Deus'' e ''Concebida Sem
Pecado''. Então, iremos examinar um por um esses títulos à luz da verdade
contida na Palavra de Deus, lembrando que a Bíblia é a única regra de fé e
prática do verdadeiro cristão.

A TRADIÇÃO CATÓLICA

Segundo o entendimento do Vaticano, a tradição católica tem valor
igual à Palavra de Deus. Vejamos o que diz essa Igreja no "Catecismo da
Igreja Católica" (CIC):
"Fica, portanto, claro que segundo o sapientíssimo plano divino, a
Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja estão de tal
modo entrelaçados e unidos que um não tem consistência sem os outros, e
que juntos, cada qual a seu modo, sob a ação do mesmo Espírito Santo,
contribuem eficazmente para a salvação das almas" (CIC pg. 38, item 95).
"O que Cristo confiou aos apóstolos, estes o transmitiram por sua
pregação e por escrito, sob a inspiração do Espírito Santo, a todas as
gerações, até a volta gloriosa de Cristo. A Sagrada Tradição e a Sagrada
Escritura constituem um só sagrado depósito da Palavra de Deus." (CIC
pg.38, itens 96, 97).
A Tradição do Catolicismo é uma fábrica de "(in)verdades." Como
a Tradição é sagrada e tem autoridade igual à Palavra de Deus, ela dá-se ao
luxo de criar dogmas, inventar coisas e até ir contra a Bíblia Sagrada.
Exemplo: A Tradição diz que Maria é nossa advogada, auxiliadora,
protetora e medianeira (CIC pg. 274, item 969). A Bíblia diz que "só há um
Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem"
(1 Timóteo 2.5). A Tradição diz que Maria é mãe de Deus. A Bíblia diz que
Deus é eterno (1Tm 1:17), imutável, onipotente, onisciente, onipresente, e
como tal, é um ser incriado, não foi gerado, não tem mãe, nem Pai
(Hebreus 7:3). A Tradição do Catolicismo é um poço sem fundo onde
cabem todos os absurdos, crendices, idolatrias e fantasias. Considero um
absurdo a declaração de que a Palavra de Deus só pode contribuir
eficazmente para a salvação das almas se atuar junto com a Sagrada
Tradição (Catecismo pg. 38, item 95). Vejamos mais:
"O encargo de interpretar autenticamente a Palavra de Deus foi
confiado exclusivamente ao Magistério da Igreja, ao Papa e aos bispos em
comunhão com ele" (CIC pg. 38, item 100).
Seria o caso de se perguntar quem foi que confiou à Igreja Católica
a exclusiva missão de bem interpretar as Escrituras! Eis aí a razão por que
essa denominação não incentiva a leitura da Bíblia entre seus fiéis. Se os
católicos não sabem, não podem e não devem interpretar a Palavra de Deus
- ainda que formados em Teologia - para que usariam a Bíblia? Vejamos o
que diz a Palavra:
"Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar,
para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de
Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra" (1 Timóteo
3.16).
"Sabendo primeiramente, isto, que nenhuma profecia da Escritura
provém de particular interpretação" (2 Pedro 1.20).
Paulo nos ensina a estudar a Bíblia: "Procura apresentar-te a Deus
aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar, que maneja
bem a palavra da verdade" (2 Timóteo 2.15).
Jesus recomendou: "Examinai as Escrituras..." (João 5.39).
Analisemos os vários títulos atribuídos a Maria, não à luz da
Tradição, mas da santa e verdadeira Palavra de Deus.

ASSUNÇÃO DE MARIA

O que diz a Tradição:

"Finalmente, a Imaculada Virgem, preservada imune de toda
mancha da culpa original, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta
em corpo e alma à glória celeste. E para que mais plenamente estivesse
conforme a seu Filho, Senhor dos senhores e vencedor do pecado e da
morte, foi exaltada pelo Senhor como Rainha do universo. A Assunção da
Virgem Maria é uma participação singular na Ressurreição de seu Filho e
uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos" (CIC pg. 273, item
966)
Esta expressão - Assunção de Maria - significa que Maria subiu ao
céu em corpo e alma, levada por seu Filho. Tal ensino não encontra amparo
nas Sagradas Escrituras. É claro que a santa Maria está no céu (ou Paraíso),
lugar para onde vão todos os que morrem em Cristo. Como diz o ex-padre
José Barbosa de Sena Neto, em suas "confissões", "a coisa mais espantosa
dessa doutrina é que não tem nenhuma prova bíblica". Aliás, Jesus refutou
essa idéia quando declarou que "ninguém subiu ao céu, senão o que desceu
do céu - o Filho do homem [que está no céu]" (João 3.13). E o ex-padre
conclui: "O Papa Pio XII (que promulgou essa doutrina) disse que qualquer
um que doravante duvide ou negue esta doutrina apostatou totalmente da
divina fé católica; isto - continua o ex-padre - significa que é pecado mortal
para qualquer católico romano recusar-se a crer nessa fantasiosa doutrina!"
A Tradição diz que Maria foi assunta ao céu de corpo e alma, e o Senhor a
elegeu Rainha do universo. É o caso de se perguntar: Quem viu? Quem
escreveu? Onde está escrito isto na Bíblia?
Jesus Cristo, sim, foi assunto ao céu (At 1:11), isto é claro por todo
o Novo Testamento. Este sim é Rei dos reis e Senhor dos senhores, e reinará
com a sua igreja. Que Maria está na glória não há dúvida. São incontáveis
os santos que se encontram no Paraíso, aguardando a plenitude dos tempos
para ressuscitarem num corpo espiritual (1 Tessalonicenses 4.16-17).
Você acha plausível que se tivesse acontecido a assunção de Maria,
João, que morava com ela (Jo 19: 26-27), não tivesse falado uma só palavra
sobre este acontecimento formidável em nenhum de seus cinco livros?

CONCEBIDA SEM PECADO

O que diz a Tradição:

"Desde o primeiro instante de sua concepção, foi totalmente
preservada da mancha do pecado original e permaneceu pura de todo
pecado pessoal ao longo de toda a sua vida" (CIC pg. 143, item 508). "Pela
graça de Deus, Maria permaneceu pura de todo pecado pessoal ao longo de
toda a sua vida" (CIC pg. 139, item 493).
As expressões "concebida sem pecado" e "imaculada" são comuns
nas rezas e escritos romanos. O dogma da Imaculada Conceição de Maria
foi definido no ano de 1854.
A única forma de Maria ter sido gerada sem pecado seria mediante
a intervenção direta do Espirito Santo no ventre de sua mãe, tal como
aconteceu com Jesus. E essa exceção teria registro prioritário na Bíblia.
Contrariando a Tradição, a Palavra de Deus declara de modo
enfático, sem rodeios: "Pois todos pecaram e destituídos estão da glória de
Deus, e são justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há
em Cristo Jesus" (Romanos 3.23). Como resultado da desobediência de
Adão e Eva, todos somos pecadores; todos trouxemos ou herdamos a
natureza pecaminosa do primeiro casal; todos fomos atingidos pelo "pecado
original". A Bíblia fala em todos. Todos, sem exceção. Dos santos do
Antigo Testamento (Noé, Abraão, Moisés, Josué, Davi, Elias, Isaías, dentre
outros) aos do Novo Testamento (Mateus, João, João Batista, Paulo, Pedro,
José, Maria e outros), todos pecaram e necessitaram da graça de Deus para
serem justificados.
E ainda: "Pelo que, como por um homem entrou o pecado no
mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os
homens, porque todos pecaram" (Rm 5.12). Ora, "semente gera semente da
mesma espécie". Uma semente de manga vai gerar manga. Assim acontece
com a laranja, com o abacate e com as demais frutas. Assim aconteceu com
os homens. Somos da semente de Adão. Jesus foi o único que não herdou a
maldição do pecado porque Ele foi gerado pelo Espírito Santo.
"Todos estão debaixo do pecado. Não há um justo. Nem um
sequer" (Rm 3.9c, 10). Em lugar nenhum da Bíblia está escrito que a Santa
Maria foi uma exceção. Maria está incluída no "todos pecaram". A própria
Maria, mãe de Jesus, reconheceu ser pecadora, quando disse: "A minha
alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus meu
Salvador" (Lc 1.46-47). Ora, uma pessoa sem mácula, sem mancha, sem
pecado não precisa de Salvador. O anjo Gabriel quando deu a Maria e José,
o nome para colocarem em seu filho, lhes disse claramente: "Ela dará à luz
um filho, e lhe porá o nome de Jesus, porque Ele salvará seu povo dos seus
pecados" (Mt 1:21). Ela declarou que sua alma necessitava ser salva. Ela se
reconhecia pecadora quando exaltou a Deus como seu salvador. Ela clamou
pela graça salvadora de Deus, pois "pela graça somos salvos, mediante a
nossa fé" (Efésios 2.8).
De Jesus, porém, a Bíblia diz que "Ele não cometeu pecado, nem
na sua boca se achou engano" (1 Pedro 2.22). A mesma afirmação não se
pode dizer com respeito a Maria, porquanto ela está inclusa no "Todos
pecaram". Assim diz a Palavra de Deus.
Em oposição a essa verdade, dizem os romanistas que para gerar
um ser puro - Jesus - Maria teria que ser de igual modo pura, porque um ser
impuro não poderia acolher um ser puro. Ora, se admitido como verdadeiro
e correto tal raciocínio, teríamos de admitir que a mãe da Santa Maria
deveria ser, também, pura para carregar no seu ventre uma pessoa
imaculada. A avó de Maria, por sua vez, teria que ser pura. E, nesse passo,
chegaríamos ao primeiro casal Adão e Eva. E estaríamos dizendo que a
Palavra de Deus é mentirosa, quando afirma: Todos pecaram e destituídos
estão da glória de deus" (Romanos 3.23; 5.12).
Vejamos mais alguns versículos que confirmam a extensão do
pecado de Adão e Eva a todos, com exclusão de Jesus:
"Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para
que nele fôssemos feitos justiça de Deus" (2 Coríntios 5.21). "Não há justo,
nem sequer um." (Romanos 3.10). "Mas a Escritura encerrou tudo sob o
pecado." (Gálatas 3.22). "Não há homem justo sobre a terra que faça o bem
e que não peque." (Eclesiastes 7.20).

A SEMPRE VIRGEM MARIA

"Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria,
e seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas? Não estão entre nós todas as suas
irmãs?" (Mateus 13.55-56).
Corroborando essa afirmação, lemos no mesmo livro de São
Mateus:
"Estando Maria, sua mãe (mãe de Jesus), desposada com José,
antes que coabitassem, achou-se grávida pelo Espírito Santo. José, seu
marido, sendo justo e não querendo difamá-la, resolveu deixá-la
secretamente. Projetando ele isso, em sonho lhe apareceu um anjo do
Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria tua mulher,
porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo. José, despertando do
sonho, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher.
Mas não a conheceu até que ela deu à luz um filho. e ele lhe pôs o nome de
Jesus" ( Mt 1.18-20, 24-25 ) .
A expressão "até que" - "não a conheceu até que ela deu à luz um
filho" - indica um limite de tempo, no espaço ou nas ações. Poderíamos
traduzir assim: José não manteve relações íntimas com Maria enquanto ela
estava grávida de Jesus, aliás, em cumprimento à profecia: "a virgem
conceberá e dará à luz um filho ..." (Is 7.14). Isto é, até o nascimento de
Jesus ela manteve-se virgem. O anjo do Senhor falou a José, em sonhos,
declarando o seguinte: "Não temas receber a Maria tua mulher". Isto
significa dizer que José deveria continuar casado com Maria, apesar da
gravidez inusitada; que o seu projeto de vida a dois não deveria sofrer
qualquer retrocesso; que o casal não deveria partir para o desenlace; enfim,
eles, José e Maria, deveriam continuar casados. No meu entendimento, se a
vontade de Deus fosse perpetuar a virgindade de Maria, a fala do anjo a
José seria restritiva e mais objetiva. No entanto, o anjo deixou aberta a
possibilidade de os dois viverem uma vida normal de marido e mulher:
"Não temas receber a Maria por tua mulher" (Mateus 1.20). É bom
observar a expressão "a tua mulher". Maria foi a mulher de José.
Vejamos outras passagens da Bíblia sobre a família de Jesus. "Tua
mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar-te" (Mateus 12.47). "Não
temos o direito de levar conosco...os demais apóstolos, e os irmãos do
Senhor, e Cefas? (1Coríntios 9.5). "Depois disto desceu para Carfanaum,
com sua mãe, seus irmãos e seus discípulos" (João 2.12) . "Depois, passados
três anos, fui a Jerusalém para ver a Pedro e fiquei com ele quinze dias. E
não vi a nenhum outro dos apóstolos, senão a Tiago, irmão do Senhor"
(Gl 1.18-19). Contra o argumento de que era costume naquela época o
tratamento de "irmãos" para todos os parentes e discípulos, lembramos que
nas passagens acima vê-se nítida diferença entre ser apóstolo/discípulo e ser
irmão do Senhor. E mais: "E foram ter com Ele sua mãe e seus irmãos, e
não podiam aproximar-se dEle, por causa da multidão. E foi-Lhe dito: Estão
lá fora tua mãe e teus irmãos, que querem ver-Te" (Lucas 8.19-20). Uma
parenta de Maria Chamada Izabel é chamada na Bíblia de Prima e não de
irmã (Lc 1:36).
Ademais, não consta que Maria fizera voto de castidade. José, seu
marido, também não cogitou disso. O sexo não é pecado quando praticado
entre casados. O anjo Gabriel ao anunciar a Maria o plano de Deus, de gerar
no seu ventre o Salvador, e ao explicar o fato a José, não exigiu dela a
manutenção da virgindade, nem de José o sacrifício da abstinência. As mães
do mundo inteiro podem gerar muitos filhos e, paralelamente, levarem uma
vida de santidade. Maternidade e santidade podem caminhar juntos. O sexo
no casamento não é impureza. José e Maria foram abençoados com uma
prole de pelo menos seis filhos, afora Jesus, sendo quatro homens e, no
mínimo, duas mulheres. Assim diz a Bíblia Sagrada, contrariando a
Tradição. Lembremo-nos, finalmente, de que Maria "deu à luz a seu filho
primogênito..." (Lucas 2.7a). Primogênito, segundo o Dicionário Aurélio,
diz-se "daquele que foi gerado antes dos outros, que é o filho mais velho".
Jesus foi, portanto, o filho mais velho de José e Maria. Já na relação Deus
Pai e Deus Filho, Jesus é chamado de unigênito, ou seja, único gerado por
Seu Pai, tal como definido em João 3.16: "Porque Deus amou o mundo de
tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê
não pereça, mas tenha a vida eterna".

Diante do contraditório, a Tradição declara:

"A isto objeta-se por vezes que a Escritura menciona irmãos e
irmãs de Jesus. A Igreja sempre entendeu que essas passagens não designam
outros filhos da Virgem Maria: Com efeito, Tiago e José, "irmãos de Jesus"
(Mateus 13.55), são os filhos de uma Maria discípula de Cristo" que
significativamente é designada como "a outra Maria" (Mateus 28.1). Trata-
se de parentes próximos de Jesus, consoante uma expressão conhecida do
Antigo Testamento" (CIC pg. 141, item 500).
Convém indagar: Por qual razão Maria andava sempre com esses
filhos da outra Maria, discípula de Jesus? Eles não tinham pais? Foram
entregues aos cuidados de Maria e José? Se eram filhos de outra Maria, por
que eram chamados irmãos de Jesus? Diante do que vimos torna-se
insustentável continuar afirmando que Maria manteve-se virgem durante o
seu casamento.

MEDIANEIRA, INTERCESSORA, ADVOGADA

Como diz Raimundo F. de Oliveira, "a essência da adoração na
Igreja Católica Romana não gira em torno do Pai, do Filho e do Espírito
Santo, mas da pessoa da Virgem Maria. No decorrer dos séculos tem sido as
mais diferentes e absurdas crendices, as criadas em torno da humilde mãe
do Salvador." A esse respeito vejamos o que diz a Tradição no Catecismo
da Igreja Católica:
"Por isso, a bem-aventurada Virgem Maria é invocada na Igreja
sob os títulos de advogada, auxiliadora, protetora, medianeira" (CIC pg.
274, item 969).
Nosso raciocínio deve ser norteado não pelo que os homens
afirmam, declaram, proclamam ou decidem. Em assuntos tais, a Bíblia é a
nossa bússola, nosso guia, nossa regra. "Toda Escritura divinamente
inspirada é proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para
instruir em justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e
perfeitamente preparado para toda boa obra" (2 Timóteo 3.16-17).
A Bíblia declara que só Jesus é Mediador, Intercessor e Advogado
nosso junto ao Pai . Vejamos:
"Porque há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os
homens, Cristo Jesus, homem" (1 Timóteo 2.5).
"Se, porém, alguém pecar, temos um advogado para com o Pai,
Jesus cristo, o justo" (1 João 2.1).
"Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se
chegam a deus, vivendo sempre para interceder por eles" (Hebreus 7.25).
Além dessas afirmações inequívocas, o próprio Jesus disse:
"Eu sou o caminho, a verdade e a vida. ninguém vem ao Pai, senão
por mim" (João 14.6).
Não podemos passar por cima da Escritura. Devemos ser
submissos à vontade soberana de Deus. Se Ele declara na Sua Palavra que
Jesus é o único Advogado, Intercessor e Mediador, não há razão para
acreditarmos que exista outro exercendo as mesmas funções. E se o
fizermos, estaremos chamando Deus de mentiroso, dizendo que a Sua
Palavra não é a expressão da verdade, e que o próprio Jesus mentiu quando
revelou que ninguém iria a Deus Pai se não fosse através dEle, isto é, por
Seu intermédio. Logo, não há outros intermediários entre Deus e os homens.
Jesus declarou que somente através dEle os homens teriam
comunhão com Deus Pai. Logo, não chegaremos a Deus através da Santa
Maria, nem por meio de qualquer outro santo. Em Hebreus 7.25, vimos que
Jesus salva os que por Ele se chegam a Deus, confirmando que Cristo é
verdadeiramente o caminho. Não há outro caminho. A Santa Maria não é o
caminho, nem um dos caminhos. Jesus declara que Ele é o caminho. Note-
se o artigo definido - "o" - definindo a existência de um único caminho.
Jesus convidou todos a irem a Ele, sem intermediários:
"Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu
vos aliviarei" (Mateus 11.28). Aqui, Jesus faz um convite e uma promessa.
Ele não deixa chance para irmos a outros intercessores ou mediadores, ainda
que seja a Santa Maria. Jesus é categórico: venham a mim, me procurem,
peçam-me, busquem-me e eu resolverei seus problemas. Não há na Bíblia
qualquer indicação para procurarmos os santos para o atendimento de
nossas necessidades.
Ademais, Maria não ouve os pedidos a ela dirigidos. Por que ela é
surda? Não. Porque ela não possui os atributos de Onipresença e
Onisciência. Não só ela. Os santos falecidos não são dotados da capacidade
de estarem em todos os lugares ao mesmo tempo e de conhecerem todas as
coisas. Os atributos da onipresença e da onisciência pertencem a Deus Pai,
Deus Filho, Deus Espírito Santo. São atributos intransferíveis, exclusivos da
Trindade. Em meu estudo "Jesus Cristo, o Santo dos Santos", apresento dez
razões para não adorarmos os santos e não dirigirmos a eles nossas súplicas.
Logo, se a Santa Maria não se encontra em todos os lugares, inútil é
falarmos a ela. Se porventura ela ouvisse nossas súplicas, não as poderia
levar a Deus. E qual a razão? Ela estaria contrariando a palavra de Deus,
que diz claramente:
"Porque há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os
homens, Cristo Jesus, homem" (1 Timóteo 2.5).
De maneira nenhum a Santa Maria iria tomar a posição de Jesus.
Contrariar a palavra de Deus é contrariar o próprio Deus. Vejamos: "Eu
velo sobre a minha palavra, para a cumprir" (Jeremias 1.12).
Nossas ações devem ser dirigidas pelo que diz a palavra de Deus, e
não pelo que os homens afirmam ou a Tradição nos ensina. Vejamos:
"Assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus"
(Mateus 15.6).
"Deixando o mandamento de Deus, guardais a tradição dos
homens..." (Marcos 7.8).
"Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de
filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os
rudimentos do mundo, e não segundo Cristo" (Colossenses 2.8).
Sei o quanto é difícil apagar de nossa mente anos e anos de ensino
contrário à palavra do Senhor. Mas não existe outra saída para o cristão que
deseja realmente reconciliar-se com o Pai, arrepender-se de seus pecados e
deixá-los, e permanecer firme na fé em Cristo Jesus. Convém que
apaguemos de nossa memória todos os ensinos, dogmas e doutrinas
contrários ao que ensina e recomenda a Bíblia. Reflita:
"Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar
e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então eu
ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra" (2
Crônicas 7.14).
Vejam bem que Deus estabelece uma condição para atender aos
pedidos. Ele requer humildade. Humildade significa reconhecermos que
somos pó, somos pecadores e precisamos da Sua graça para sermos salvos. Ele
requer oração. Orar significa falar com Deus, não apenas na hora do aperto,
da aflição, da angústia, do sufoco. Falar com Ele, também, quando tudo vai
bem: "Em tudo daí graças. Ele requer que busquemos a Sua face, ou seja,
devemos clamar somente a Ele. Ele requer conversão dos maus caminhos.
Impõe que deixemos os pecados, a idolatria, os intermediários. Conversão
implica arrependimento. Sem arrependimento não há perdão; sem perdão
não há salvação.
Jesus, e não Maria, é o nosso advogado, intercessor, auxiliador,
ajudador:
"Assim, com confiança, ousemos dizer: O Senhor é o meu auxílio;
não temerei" (Hebreus 13.6). "Certamente Deus é o meu ajudador" (Salmos
54.4). "O Senhor é o meu auxílio..." (Hebreus 13.6).
"Jesus, o Mediador de uma nova aliança..." (Hebreus 12.24).
"Meus Filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis.
Se, porém, alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo,
o justo" (1 João 2.1). Aqui a confirmação de que dentre os homens só
existiu um justo, Jesus.
Nada devemos pedir à Santa Maria, nem a qualquer outro santo. Os
santos falecidos nada podem fazer por nós. As suas imagens, as imagens de
escultura que os representam, também nada podem fazer em nosso
benefício. Elas não falam, não andam, não vêem, não ouvem. São surdas,
mudas e cegas. São barro, pedra, madeira, gesso, borracha, porcelana, ouro,
ferro, bronze, papel. Não podemos esquecer: somente JESUS pode mediar
no céu em nosso favor. Não há outro. Se houvesse, Deus nos teria revelado.
O primeiro mandamento de Deus é direto, taxativo, claro, objetivo, sem
circunlóquio:
"Não terás outros Deuses diante de mim" (Êxodo 20.3)
E o segundo mandamento ainda é mais preciso, categórico,
cristalino, direto, sem rodeio ou meias palavras:
"Não farás para ti imagens de escultura, nem semelhança nenhuma
do que há em cima nos céus... não te encurvarás a elas nem as
servirás..."(Êxodo 20.4).
Embora o assunto esteja fora do escopo deste trabalho, abro este
espaço para uma rápida análise. Deus proíbe o uso de imagens com
semelhança do que há nos céus. Quem está nos céus? Deus Pai, Deus Filho,
Deus Espírito Santo, os anjos e os santos (todos os santos, bíblicos ou não).
Logo, não se deve usar imagens de Jesus, nem de qualquer pessoa falecida
que, por sua fé em Deus, esteja na glória. A associação espírito-imagem é
tal que por vezes não se distingue a quem as súplicas e a adoração estão
sendo dirigidas: se ao santo falecido, se à sua imagem. O certo é que nem
aquele, nem esta, deve ser objeto de nossa adoração.
A Tradição pensa diferente: "Na trilha da doutrina divinamente
inspirada de nossos santos Padres e da tradição da Igreja católica, que
sabemos ser a tradição do Espírito Santo que habita nela, definimos com
toda certeza e acerto que as veneráveis e santas imagens, bem como as
representações da cruz preciosa e vivificante, sejam elas pintadas, de
mosaico ou de qualquer outra matéria apropriada, devem ser colocadas nas
paredes e em quadros, nas casas e nos caminhos, tanto a imagem de Nosso
Senhor, Deus e Salvador, Jesus Cristo, como a de Nossa Senhora, a
puríssima e santíssima mãe de Deus, dos santos anjos, de todos os santos e
dos justos." (CIC pg.326/327, item 1161). "A beleza e a cor das imagens
estimulam minha oração. É uma festa para os meus olhos, tanto quanto o
espetáculo do campo estimula meu coração a dar glória a Deus" (CIC
pg.327, item 1162).
Como se vê, o catolicismo incentiva o uso de ícones e diz que são
necessários à verdadeira adoração a Deus. Tudo contra a Palavra. Ainda
bem que reconhecem que essas coisas são decorrentes da Tradição. Mas
falam de doutrina divinamente inspirada, soprada pelo Espírito Santo. Por
que o mesmo Espírito que em nós habita, nos evangélicos, também não nos
conduz ao uso de imagens? Jesus disse que "Deus é Espírito, e importa que
os que o adoram o adorem em espírito e em verdade" (João 4.24).
Outra proibição é para não nos encurvarmos diante das imagens.
Isto compreende: baixar a cabeça, inclinar o corpo, tirar o chapéu, ajoelhar-
se, ou qualquer outro gesto de submissão, reverência ou respeito. A
proibição "não as servirás", compreende: não servir as imagens com
lágrimas, com toques, com beijos, com pedidos, com velas, procissão,
flores, cânticos, saudações, ofertas em dinheiro ou em alimentos; com
promessas e sacrifícios; com cuidados especiais, com jejuns e rezas. É bom
não esquecermos que Jesus, na qualidade do Verbo que se fez carne e
habitou entre nós, estava presente no Monte Sinai, e escreveu o Segundo
Mandamento em tábuas de pedra, e as entregou a Moisés. "Fazei tudo o que
Ele vos disser", disse Maria aos serventes nas bodas de Caná da Galiléia
(João 2.1-5) Devemos, portanto, atender ao pedido de Maria, de
satisfazermos a Sua vontade, que é a vontade de Deus.

MÃE DE DEUS

Imaginei de início que o titulo "Mãe de Deus" atribuído à humilde
mãe de Jesus fosse apenas uma demonstração de carinho. Com o passar dos
anos, notei que se tratava de algo mais sério. Muitas crianças, jovens e
adultos estão convictos de que Maria é mãe do Altíssimo. Sei que estas
palavras escritas não alcançarão a massa de 30 milhões de analfabetos, 30
milhões de alfabetizados, 30 milhões que têm medo de confrontar suas
tradições e crenças com a verdade.
Nas páginas seguintes apresentaremos alguns argumentos com
vistas a deixar bem claro que Deus não tem mãe, e que por haver sido mãe
de Jesus, homem, Maria não é mãe de Deus.

Ouçamos a voz da Tradição:

"Maria é verdadeiramente a "Mãe de Deus", visto ser a mãe do
Filho Eterno de Deus feito homem, que é ele mesmo Deus" (CIC pg.143,
item 509).
"Por isso o Concílio de Éfeso proclamou, em 431, que Maria se
tornou de verdade Mãe de Deus pela concepção humana do Filho de Deus
em seu seio" (CIC pg.131, item 466).
"Denominada nos Evangelhos "a Mãe de Jesus" (Jo 2.1; 19.25).
Maria é aclamada, sob o impulso do Espírito, desde antes do nascimento de
seu Filho, como "a Mãe de meu Senhor" (Lc 1.43). Com efeito, Aquele que
ela concebeu do Espírito Santo como homem e que se tornou
verdadeiramente seu Filho segundo a carne não é outro que o Filho eterno
do Pai, a segunda Pessoa da Santíssima Trindade. A Igreja confessa que
Maria é verdadeiramente Mãe de Deus" (CIC pg. 140. item 495).
A Palavra de Deus incomoda. A Bíblia causa uma certa inquietação
e até temor. O temor do confronto. A Palavra é como um espelho: quando
nos miramos nele percebemos nossas imperfeições, nossas rugas, nossos
pecados. E, em face disso, somos movidos a tomar uma decisão.
Desprogramar de nossa mente o que foi armazenado durante cinco séculos é
tarefa árdua. Bom, para muitos, é deixar rolar, na onda do "me engana que
eu gosto".
A Bíblia nos revela, de Gênesis a Apocalipse, que Deus é o nosso
Pai, o Criador de todas as coisas. A oração-modelo ensinada por Jesus
começa assim: "Pai nosso que estás nos céus".
Todos os que aceitam a Jesus como Senhor e Salvador passam a
ser filhos de Deus: "Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo
Jesus" (Gálatas 3.26). "Vós sois filhos do Deus vivo" (Oséias 1.10c).
Maria sempre foi temente a Deus; era justa aos olhos de Deus; creu
em Jesus, nas suas palavras, na Sua morte e ressurreição. E, assim, ela foi
constituída filha de Deus. Quando Jesus disse a Nicodemos que era
necessário nascer de novo para ver o reino de Deus, Ele não excluiu sua
mãe do processo (Jo 3.3). Também, a declaração de Jesus, a seguir,
confirma que sua família - mãe, pai e irmãos - necessitava de submissão a
Deus e obediência à Sua Palavra para ser salva:
"Chegaram então seus irmãos e sua mãe e, estando de fora,
mandaram-no chamar". A multidão estava assentada ao redor dele, e lhe
disseram: "Tua mãe e teus irmãos te procuram, e estão lá fora". Jesus lhes
perguntou: "Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?" Então, olhando
em redor para os que estavam assentados junto dele, disse: "Aqui estão
minha mãe e meus irmãos. Portanto, "Qualquer que fizer a vontade de Deus,
este é meu irmão, irmã e mãe (Marcos 3.31-35).
Doutra feita, Jesus não permitiu que tivesse prosseguimento a
tentativa de exaltar sua mãe. Vejamos:
"Dizendo Ele estas coisas, uma mulher dentre a multidão levantou
a voz, e lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que
mamaste! Mas Jesus respondeu: Antes bem-aventurados são os que ouvem
a palavra de Deus e a guardam." (Lucas 11.27-28).
Muito mais bem-aventurados são os que obedecem a Deus, disse
Jesus. Para defender sua Tradição, os líderes romanistas agarram-se à
seguinte fala de Isabel a Maria: "De onde me provém que me venha visitar a
mãe do meu Senhor?" (Lucas 1.43). Ora, está claro e evidente que a parenta
de Maria não estava se referindo ao Deus de Abraão, Isaque e Jacó; ao Deus
de Israel, ao nosso Deus, nosso Pai celestial, nosso Senhor. Seria até
hilariante, se não fosse assunto tão sério, imaginar que Isabel estivesse ali
saudando Maria como mãe de Deus. Isabel reconheceu Maria como a mãe
do Messias tão esperado. As palavras de Simeão e de Ana, no templo,
também tiveram este mesmo significado (Lucas 2.25-38).
A Bíblia diz que os que morreram em Cristo ressuscitarão, na Sua
volta, num corpo celestial e incorruptível (1 Tessalonicenses 4.16-17).
Logo, de acordo com esta Palavra, a Santa Maria aguarda, como todos, esse
dia glorioso. Como, nesse estágio, poderia ser mãe de Deus? Por outro lado,
para ser mãe de Deus a Santa Maria, por óbvias razões, deveria possuir os
mesmos atributos do Altíssimo, ou seja, ser onipresente, onisciente e
onipotente, eterna e imutável. Sabemos que estes atributos são exclusivos de
Deus. São absolutos e incomunicáveis. Em resumo, para ser mãe de Deus
ela teria que ser igual a Deus. E mais: se admitirmos a hipótese da
existência de uma mãe para Deus, seria válido esquecermos a tese da
Santíssima Trindade e, em seu lugar, ensinarmos a do Santíssimo Quarteto,
assim compreendido: Deus Pai, Deus Mãe, Deus Filho e Deus Espírito
Santo, o que seria um absurdo, além de se contrapor ao que ensina a Bíblia.
Deus é eterno, não teve começo, não foi gerado, e não terá fim.
Deus não tem mãe, nem pai. Maria não pode ser mãe do seu Criador, do seu
Salvador. Maria não pode ser mãe do seu próprio Pai. A criatura não pode
ser mãe do Criador. A Santa Maria foi mãe de Jesus, homem, escolhida que
foi por Deus para que em seu ventre o Verbo se fizesse carne. Mas o Verbo,
o Deus Filho, este sempre existiu porque é eterno. O Verbo não foi gerado
por Maria. Leia-se:
"No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo
era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas
por Ele... e o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vemos a sua glória,
como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade" (João 1.1-
3, 14). Esta é uma afirmação da eternidade de Jesus: Ele estava no princípio,
esteve presente na Criação, estava com Deus, era Deus. Logo, um ser
humano, finito e limitado (Maria) não poderia gerar um ser eterno, divino,
infinito e ilimitado. A Tradição confirma a eternidade de Jesus, quando diz
que Maria é a Mãe do Filho Eterno de Deus. Ora, o eterno não é gerado e
não cabe na vida finita de um ser que precisou ser gerado.

Vejamos as palavras de Maria:

"Eu sou a serva do Senhor. cumpra-se em mim segundo a tua
palavra" (Lucas 1.38). Jesus disse que "o servo não é mais do que o seu
senhor" (Mt 10.24). Maria não desejava outra coisa senão ser serva de Deus.
Jamais passou por sua cabeça ser mãe do Altíssimo. Seria completamente
impossível uma mulher ser mãe de Deus. Mais adiante ela declara, dando
ênfase à sua condição de serva:
"A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra
em Deus meu Salvador, pois olhou para a humildade da sua serva. Desde
agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada" (Lucas 1.46-48).
Vê-se que a Santa Maria não almejou nada mais nada menos do que
colocar-se na posição de serva do Senhor. E assim ela fez por toda a sua
vida.
Por qual razão Jesus não exaltou as qualidades espirituais de sua
mãe, sabendo Ele, de antemão, que ela seria aclamada pela Igreja Católica
como Mãe do Universo, Mãe de Deus, Rainha do Céu, a Mãe dos Vivos,
Intercessora, Advogada, Medianeira, Co-Redentora? Por que Jesus não
dividiu Sua glória com sua mãe? Por que Jesus, durante todo o seu
ministério, não nos deixou uma única revelação, uma única palavra
conduzindo-nos a exaltar a sua mãe? Por que a Mãe de Deus não é exaltada
ou glorificada nas cartas paulinas, nas mensagens inspiradas do apóstolo
Paulo? Por que a Bíblia só registra o nome de Maria no que é estritamente
necessário?

SENHORA, PADROEIRA E CO-REDENTORA

A santa e humilde Maria nunca desejou tomar o lugar do Salvador,
do Filho de Deus. A sua posição foi de serva ciente de sua missão: a missão
de trazer à luz a Luz do mundo, o Pão da vida, o Verbo de Deus. Até nas
suas palavras a mãe de Jesus foi discreta. O registro mais extenso sobre
palavras por ela pronunciadas está em Lucas 1.46-55, sob o título "O
cântico de Maria." Nessa oração, como já vimos atrás, Maria se mostra
muito feliz e agradecida a Deus por haver sido agraciada com tão nobre
missão: "Pois olhou para a humildade da sua serva. Desde agora todas as
gerações me chamarão bem-aventurada". Nos versículos 46 e 47, Maria se
declara necessitada de salvação: "A minha alma engrandece ao Senhor, e o
meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador".
Não se encontra nas Escrituras qualquer tipo de adoração a Maria,
ou qualquer ensino nesse sentido. Muitas pessoas interpretam mal o título
"Bem-aventurada". Uma pessoa bem-aventurada quer dizer uma pessoa
feliz, ditosa e bendita. É o estado "daqueles que, por seu relacionamento
com Cristo e com a sua Palavra, receberam de Deus o amor, o cuidado, a
salvação e sua presença diária. O arcanjo Gabriel disse: "Bendita és tu entre
as mulheres". A mesma declaração foi feita por Isabel a Maria
acrescentando: "... e bendito o fruto do teu ventre" (Lucas 1.42). E a própria
Maria afirmou que "desde agora todas as gerações me chamarão bem-
aventurada" (Lucas 1.48b).
Jesus, no "Sermão da Montanha", chamou de "Bem- aventurados"
os pobres de espírito, os que choram, os mansos, os que têm fome e sede de
justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os pacificadores, os que
sofrem perseguição por causa da justiça e os perseguidos por causa dele
(Mateus 5.3-11). E bem-aventurada é Maria em razão da missão a ela
confiada. Então, os salvos somos bem-aventurados, isto é, somos felizes
porque agraciados com bênçãos de Deus. Não há a menor possibilidade de,
após a nossa morte - a morte dos bem-aventurados - chegarmos à condição
elevada de Senhor ou Senhora, Pai ou Mãe de todos. Vejamos o que diz a
Bíblia:
"Ouve, ó Israel: o Senhor nosso Deus é o único Senhor"
(Deuteronômio 6.4). "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de
toda a tua alma, e de toda a tua força. Estas palavras que hoje te ordeno
estarão no teu coração." (Deuteronômio 6.5-6). Este mandamento foi
confirmado por Jesus, quando afirmou que não existia outro mandamento
maior do que este (Marcos 12.30-31), porque quem ama cumpre a Lei
Moral. Ora, um coração completamente cheio do amor a Deus não possui
espaço para amar outro "Senhor" ou "Senhora".
"Eu e a minha casa serviremos ao Senhor... nunca nos aconteça que
deixemos ao Senhor para servirmos a outros deuses" (Josué 24.14-16). Em
nenhuma parte da Bíblia a Santa Maria é elevada à posição de Senhora,
Padroeira, Protetora ou Co-Redentora, Nenhum homem ou mulher pode,
depois da morte física, receber tal sublimação. Quem morreu em nosso
lugar foi Jesus, e Ele não divide sua obra redentora com mais ninguém:
"E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não
existe nenhum outro nome, dado entre os homens , pelo qual importa que
sejamos salvos" (Atos 4.12).
"Eu sou o Senhor; este é o meu nome! A minha glória a outrem não
a darei, nem o meu louvor às imagens de escultura" (Isaías 42.8).
Mas pela palavra da Tradição, Maria cooperou na obra do Salvador
e hoje, no céu, é instrumento de salvação:
"Mas seu papel em relação à Igreja e a toda a humanidade vai mais
longe. De modo inteiramente singular, pela obediência, fé, esperança e
ardente caridade, ela cooperou na obra do Salvador para restauração da vida
sobrenatural das almas" (CIC pg. 273, item 968). "Assunta aos céus, não
abandonou este múnus salvífico, mas, por sua múltipla intercessão, continua
a alcançar-nos os dons da salvação eterna" (CIC pg. 274, item 969).
Entenda-se como "múnus salvífico": a função de salvar, a função
de Co-Redentora.
"Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo que ele
escolheu para sua herança" (Salmos 33.12). Daí porque não foi feliz a idéia
de, por decreto, eleger Maria à posição de "Padroeira do Brasil", isto é,
defensora e protetora de nosso País. Mais coerente com a nossa fé cristã,
seria declararmos o que está na Bíblia, ou seja, que Deus é o nosso Senhor,
Salvador, Protetor e Pai:
"Adorarás ao Senhor teu Deus, e só a ele prestarás culto" (Lucas
4.8).
Vamos repetir. Jesus, respondendo a Satanás, citou o versículo 13
de Deuteronômio 6. Jesus foi categórico, direto, claro, objetivo. Ele disse
que a nossa adoração deve ser dirigida exclusivamente a Deus, e só a Ele
devemos servir, servir com o nosso louvor, com o nosso exemplo, com a
nossa fé, com nossas orações, nossas lágrimas, nossos jejuns, e obediência à
Sua Palavra. Se as nossas lágrimas, súplicas e louvores forem dirigidos à
Santa Maria, logo estaremos em oposição à palavra do Senhor Jesus.
Oposição significa desobediência. Desobediência significa rebeldia.
Rebeldia significa pecado. Pecado é morte.
"Há um só Deus e pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e
em todos" (Hebreus 4.6). Se até aqui o leitor ainda estava em dúvida, creio
que este versículo colocou as coisas no devido lugar. Como já disse, a
Bíblia não fala na existência de uma "Senhora"" ou de um outro "Senhor".
O Deus da Bíblia é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó; o Deus que tirou seu
povo da escravidão do Egito; que abriu o Mar Vermelho e o seu povo fez
passar; que lhe entregou a Terra da promessa; que não está de braços
cruzados, impassível, assistindo à rebeldia da humanidade. Ele é por todos.
Como vimos, a eleição da humilde serva Maria, mãe de Jesus, à
posição de Senhora ou de Padroeira não encontra respaldo nas Escrituras. A
nossa adoração não pode ficar dividida entre o Senhor Deus e a Senhora
Maria. Não se pode "coxear entre dois pensamentos", seguir dois caminhos,
ter dois senhores. Devemos aprender com Maria e declararmos que a "nossa
alma exalta e engrandece ao Senhor, e que o nosso espirito se alegra porque
estamos em comunhão com Jesus nosso Salvador".
A Tradição fica longe da Bíblia quando diz que em Maria há
salvação. Vimos que em nenhum outro nome há salvação. (Atos 4.12). E
mais: "Eu, eu Sou o Senhor, e fora de mim não há salvação (Isaías 43.11).
"Eu sou o caminho e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão
por mim"(João 14.6).
"Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele
salvará o povo dos seus pecados " (Mateus 1.21).
"...E sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo"
(João 4.42).
Mas, apesar de se encontrar na contramão, a Tradição insiste em
afirmar:
"...Maria, por um vínculo indissolúvel está unida à obra salvífica de
seu Filho: em Maria a Igreja admira e exalta o mais excelente fruto de
redenção..." (CIC pg. 300, item 1172).

MÃE DOS VIVOS

O que diz a Tradição:

"A Virgem Maria cooperou para a salvação humana com livre fé e
obediência. Pronunciou seu "fiat" (faça-se) em representação de toda a
natureza humana. Por sua obediência, tornou-se a nova Eva, Mãe dos
viventes" (CIC pg. 143, item 511).
Somente Jesus recebeu o título de "o último Adão" na Palavra de
Deus: "O primeiro homem, Adão, foi eleito alma vivente; o último Adão,
espírito vivificante" (`1 Coríntios 15.45). Nenhum registro há dando a
Maria o título de segunda Eva e mãe da humanidade. Na citação acima a
Tradição chegou bem perto de dizer que Maria é Deus.

TRONO DE SABEDORIA

A palavra da Tradição:

"É neste sentido que a Tradição da Igreja muitas vezes leu, com
relação a Maria, os mais belos textos sobre Sabedoria. Maria é decantada e
representada na Liturgia como o "trono da Sabedoria" (CIC pg.209,item
721)
A Bíblia diz que a sede da Sabedoria é Deus: "Ora, se algum de
vós tem falta de sabedoria, peça a Deus, que a todos dá liberalmente, e não
censura, e ser-lhe-á dada." (Tiago 1.5). "A sabedoria que vem do alto é,
primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de
misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia" (Tiago
3.17). "Com Deus está a sabedoria e a força" (Jó 12.13).
Nenhum espírito humano pode se igualar a Deus em sabedoria,
poder, graça e amor.

DEPOSITÁRIA DE PRECES

A palavra da Tradição:

"Porque nos dá Jesus, seu Filho, Maria e Mãe de Deus e nossa
Mãe; podemos lhe confiar todos os nossos cuidados e pedidos: ela reza por
nós como rezou por si mesma: "Faça-se em mim segundo a tua
palavra"(Lucas 1.38). Confiando-nos à sua oração, abandonamo-nos com
ela à vontade de Deus: "Seja feita a vossa vontade" (CIC pg.687,item 2677).
Maria rezou na sua existência humana, terrena, e sua oração não foi
diferente das orações dos santos de ontem e de hoje: dando graças a Deus
pela vida, pela salvação, pelos dons, pela missão. No céu as coisas são
diferentes. Ela não pode ser intermediária ou mediadora de nossas preces
porque a Palavra diz claramente que o único Mediador é Jesus (1 Timóteo
2.5). Maria, a "humilde serva", desejaria ser igual a Jesus em poder e glória
e com Ele sentar-se à destra do Pai? A orientação para a ela confiarmos
nossos cuidados e pedidos - o que sugere uma entrega total - está totalmente
em desacordo com o padrão da Palavra de Deus. Vejamos:
"Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu
vos aliviarei" (Mateus 11.28). "Lança o teu cuidado sobre o Senhor, e ele te
susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado" (Salmos 55.22). "Invoca-
me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás" (Salmos 50.15).
"Orareis assim: Pai nosso que estás nos céus..." (Mateus 6.9).

ORANDO DE ACORDO COM A PALAVRA

Deus não atende a orações mentirosas. Mentirosas são as orações
que não estão em consonância com a Sua Palavra. Vamos ver como ocorre
este desencontro:

1. Se apresentamos a Maria nossas petições - ou a qualquer santo
- estamos dizendo que a oração do "Pai nosso" ensinada por
Jesus não é correta. E, então, nossa posição é de rebeldia, de
desobediência. Todas as orações registradas na Bíblia, de
Gênesis a Apocalipse, são dirigidas a Deus. Não há uma só
oração dirigida por exemplo, a Santo Noé, Santo Moisés,
Santo Isaías, São João Batista, ou a qualquer outro;
2. Quando chamamos a Santa Maria de Medianeira ou
Advogada, também estamos mentindo e declarando que a
Palavra de Deus é mentirosa. A Bíblia declara que só há um
Advogado, Mediador e Intercessor entre Deus e os homens:
Jesus Cristo (1 Timóteo 2.5, 1João 2.1,Hebreus 7.25).
3. Se em nossas orações dissermos que Maria foi "concebida sem
pecado", também estaremos duvidando da Palavra de Deus.
Em Romanos 3.23 está dito que "todos pecaram e destituídos
estão da glória de Deus". A única pessoa não gerada em
pecado, porque gerada pelo Espírito Santo, foi Jesus Cristo. As
demais - Pedro, Paulo, José, Maria - herdaram a natureza
pecaminosa da semente de Adão e Eva. A Palavra é cristalina,
objetiva e direta: Todos pecaram. Todos.É por isso que
existem muitos fracos e doentes - doentes da carne e do
espírito - porque não oram de acordo com a Palavra, conforme
a Palavra, em consonância com a Palavra de Deus.

OS ARGUMENTOS CONTRÁRIOS

A seguir, os argumentos dos que defendem a adoração à Santa
Maria, sua atuação como Mediadora e Padroeira, sua qualidade de Mãe de
Deus, e outros títulos e missões a ela atribuídos.

"Todas as gerações me chamarão bem-aventurada" (Lucas
1.48). Esta declaração de Maria é apresentada como justificativa do culto
a ela prestado.

Contestação: Segundo o Dicionário Aurélio, "bem-aventurado"
quer dizer muito feliz. É também a situação "daquele que, depois da morte,
desfruta da felicidade celestial e eterna". É sinônimo de santo.
Jesus chamou de bem-aventurados os pobres de espírito, os que
choram, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos,
os puros de coração, os pacificadores, e os que sofrem perseguição por
causa da justiça (Mateus 5.3-10). Em Salmos 112.1, lê-se: "Bem-aventurado
o homem que teme ao Senhor, que em seus mandamentos tem grande
prazer". Apocalipse 20.6: "Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na
primeira ressurreição". Jesus disse: "Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas,
pois não foi carne e sangue quem to revelou, mas meu Pai que está nos
céus" (Mateus 16.17).Outras referências: Salmos 1.1; 2.12; 32.1; 106.3;
119.1; 146.5; Mateus 24.46; Apocalipse 22.7. Como se vê, bem-
aventurados somos todos nós que seguimos a Jesus. Porém, tal felicidade
não nos confere o direito de sermos adorados, quer em vida, quer na morte.
A bem-aventurança que nós asseguramos em vida, pela aceitação do
senhorio de Jesus, se estende por toda a eternidade.
O fato de a Santa Maria ter sido chamada de Bem-aventurada, não
significa uma doutrina, mandamento ou ensino no sentido de a ela
prestarmos culto. Note-se que Isabel, sua prima, declarou ser a santa Maria
"Bendita entre as mulheres" (Lucas 1.48), e não "Bendita acima das
mulheres".

Numa festa de casamento, em Caná da Galiléia, a Santa Maria
disse aos empregados:"Fazei tudo o que ele vos disser". (Jo 2.5)

Contestação: Essa passagem bíblica é muitíssimo citada pelos que
prestam culto a Maria. Sinceramente, não vejo aí nenhum motivo para
justificar tal cu
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Recado 39705: para cida. 26 de January de 2016, 12:18

Postado por vagner pereira

Olá amigos do mural.
estava passando por aqui, não iria postar nada por falta de assunto e uma certa correria, mas não posso deixar de registrar os parabens pela mensagem da cida falando sobre as sutis delicadezas do amor. ótima mensagem amiga!
contrasta com os dias de hoje
!
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Recado 39704: Não é preciso. 26 de January de 2016, 12:04

Postado por Roseane Rosália

NÃO É PRECISO
- Fátima Irene Pinto -



Não é preciso que você tenha todas as virtudes.
Importa que boa parte delas estejam na sua
pauta diária, como metas a serem
alcançadas gradativamente.

Não é preciso que você seja perfeito.
Importa que você manifeste generosamente aquela
parcela do seu Ser que já é pura luz e perfeição.

Não é preciso que você seja santo
- somos todos pecadores.
Importa o veredicto da sua própria consciência
quando a sós consigo mesmo e o firme propósito
de não incorrer nas mesmas transgressões,
por você reconhecidas.

Não é preciso que você ame seus inimigos.
Importa que suas atitudes de legítima bondade
e retidão desfaçam os liames de ódio que
os mantêm atrelados a sua pessoa.

Não é preciso que você seja
um pilar de forças e sabedoria.

Importa compreender que neste mundo
somos todos frágeis e carentes aprendizes,
passando pelas muitas provas que
a vida nos oferece a cada dia.

Não é preciso que você seja um vencedor
aos olhos do mundo.
Importa sim a paz advinda daquelas
pequenas vitórias diárias que só você
e tão somente você conhece.

Não é preciso que você seja popular,
famoso, amado ou benquisto.
Importa primeiro que você se ame e se respeite,
pelo sincero reconhecimento daquela Divina Centelha
que habita seu Ser, de forma singular e inigualável.

Sorria sempre!
Diga "muito obrigado" em todas as situações
e que em seus lábios sempre haja uma
palavra de louvor!
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Recado 39703: meu contato no whatsapp para o amigo wilson 26 de January de 2016, 11:54

Postado por orlando

ai vai meu contato fiquem avontade para adicionar 85 989 31 06 89
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Recado 39702: Boa tarde! 26 de January de 2016, 10:51

Postado por Cida Silva

Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender

Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender

Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para
pensar: aprenda a fazer bonito o seu amor. Ou fazer o seu  amor  ser  ou
ficar bonito. Aprenda, apenas, a tão difícil arte de amar bonito. Gostar
é tão fácil que ninguém aceita aprender.

Tenho visto muitos amores por aí. Amores  mesmo,  bravios,  gigantescos,
descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega,  doação  e  dádiva,
mas esbarram  na  dificuldade  de  se  tornarem  bonitos.  Apenas  isso:
bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e  atenção.
Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.

Aí esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais de repente se
percebem ameaçados apenas e tão somente porque não  sabem  ser  bonitos:
cobram; exigem; rotinizam; descuidam; reclamam; deixam  de  compreender;
necessitam mais do que oferecem; precisam mais do que atendem; enchem-se
de razões. Sim, de razões. Ter razão é o maior perigo no amor. Quem  tem
razão sempre se sente no direito (e o tem) de  reivindicar,  de  exigir
justiça, equidade, equiparação, sem atinar que  o  que  está  sem  razão
talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem
queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeia o amor, pois  é  invocado
com justiça, mas na hora errada. Amar bonito é saber a hora de ter razão.

Ponha a mão na consciência. Você tem certeza que está fazendo o seu amor
bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do  olhar,  da
saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro, a  maior  beleza
possível? Talvez não. Cheio ou cheia de  razões,  você  espera  do  amor
apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando  talvez
dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez
em quando ele pode trazer.  Quem  espera  mais  do  que  isso  sofre,  e
sofrendo deixa de amar bonito. Sofrendo,  deixa  de  ser  alegre,  igual
criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.

Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia. Faça  coroas
de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama. Saia cantando e  olhe
alegre. Recomendam-se: encabulamentos; ser pego em  flagrante  gostando;
não se cansar de olhar,  e  olhar;  não  atrapalhar  a  convivência  com
teorizações; adiar sempre, se  possível  com  beijos,  aquela  conversa
importante que precisamos ter, arquivar  se  possível,  as  reclamações
pela pouca atenção recebida. Para quem ama toda atenção é sempre  pouca.
Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda atenção possível.
Quem ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de
ter.

Não teorize sobre o amor (deixe isso para  nós,  pobres  escritores  que
vemos a vida como criança  de  nariz  encostado  na  vitrine,  cheia  de
brinquedos dos nossos sonhos): não teorize sobre o  amor,  ame.  Siga  o
destino dos sentimentos aqui e agora.

Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a  sinceridade;
não dar certo; depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito); abrir  o
coração; contar a verdade do tamanho do amor que sente.

Jogue pro alto  todas  as  jogadas,  estratagemas,  golpes,  espertezas,
atitudes sabidamente eficazes (não é sábio ser sabido): seja apenas você
no auge de sua emoção e carência, exatamente aquela pessoa  que  a  vida
impede de ser. Seja você  cantando  desafinado,  mas  todas  as  manhãs.
Falando besteiras, mas criando sempre.  Gaguejando  flores.  Sentindo  o
coração bater como no tempo do Natal infantil. Revivendo os carinhos que
instruiu em criança. Sem medo de dizer, eu quero, eu gosto, eu estou com
vontade.

Talvez aí você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer  bonito  o  seu
amor, ou bonitar fazendo seu amor, ou amar fazendo o seu amor bonito  (a
ordem das frases não altera o produto),  sempre  que  ele  seja  a  mais
verdadeira expressão de tudo o que você é e nunca, deixaram,  conseguiu,
soube, pôde, foi possível, ser.

Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais  com
ele e suas definições. Cuide agora da forma.  Cuide  da  voz.  Cuide  da
fala. Cuide do cuidado. Cuide  do  carinho.  Cuide  de  você.  Ame-se  o
suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim poder  começar a   fazer o outro feliz.
Forte abraço a todos, em especial ao João Batista e o Flávio que mencionaram meu nome em suas postagens.
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Recado 39701: resposta a o Wilsondias 26 de January de 2016, 09:27

Postado por joão batista oliveira marques

fala aí Wilson! só na paz meu amigo. amizade é muito importante, por isso conte com a minha. eu também gosto de fazer novos amigo. quando quiser falar comigo, meu WhatsApp é 61-8272-5399. e no mais, abraços a todos. Tiago, luzia, Gisele, Cida, Lucas, Flavio, rosiane, lumara, e também os demais. fique todos com deus. ótima terça feira.
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Recado 39700: HORAS ESCURAS 26 de January de 2016, 08:02

Postado por Gisele Cristina

Horas escuras

Às vezes ficamos meio perdidos. Somem nossas forças. Acaba-se nosso ânimo. Parece não haver mais saída.

Se isto lhe acontecer, não perca a esperança!
Você não está sozinho. Peça luz ao Espírito Santo.
Peça a força de Deus. Ele ama você e quer vê-lo feliz.

As pessoas mais famosas passaram também por esses
momentos, e se apoiaram na graça de Deus. São Paulo foi muito provado pelo sofrimento e disse:
"Tudo posso naquele que me dá forças"

Padre Luiz Cechinato
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Recado 39699: ótimo dia a todos. 26 de January de 2016, 06:59

Postado por flávio

olá galéra desse maravilhoso mural, tudo bem com todos? espero que sim! passando pra desejar um ótimo dia a todos, e um forte abraço nos amigos: lucas, gisele cristina, cida silva, rosane rosália, e thiago algusto, gosto muito das postagens de vocês! falei de mais.... fuifuifuifuifuifuifui!
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Recado 39698: Agradecimentos 25 de January de 2016, 18:27

Postado por Luzia

Boa noite, colegas!
Passo para agradecer o carinho dos amigos João Batista, Dorcival e Edinalva.
Grande abraço a vocês!
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Recado 39697: procuro uma amigo 25 de January de 2016, 18:18

Postado por wilsondias

procuro uma amigo ou pode ser uma amiga
alguém que, apenas goste de fazer amizade, goste de paterpapo, sem se preocupar com idade.
preciso de amigo, alguém pra preencher minha solidão. não me importa se homem ou mulher. quero amigo, amigo de coração.
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