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Recado 42448: TENDÊNCIA & INOVAÇÃO. Versão genérica da inteligência artificial pode pôr máquina contra o homem? 21 de novembro de 2019, 14:19

Postado por João Batista Oliveira Marques

A Microsoft anunciou, no fim de julho, um investimento de US$ 1 bilhão em um laboratório cujo objetivo principal pode nunca se concretizar. Mas, com esse dinheiro todo, já dá para imaginar que o produto em questão deve ser bem valioso. Trata-se da inteligência artificial genérica.
O OpenAI, criado por Sam Altman e Elonk Musk (que já saiu da sociedade para se dedicar aos seus outros projetos, como a Tesla), é um dos laboratórios à frente da corrida por esse tipo de inteligência artificial, mais conhecida pela sigla em inglês AGI (artificial general intelligence). A ideia é criar um sistema capaz de realizar qualquer tarefa cognitiva que um ser humano realiza. O próprio laboratório reconhece que essa possibilidade ainda é incerta, mas se propõe a pensar no futuro de maneira que a AGI, se concretizada, seja "benéfica para todos". Por enquanto, a inteligência artificial que rege os algoritmos que dirigem um carro autônomo ou sugerem um vídeo extremista no YouTube, por exemplo, ainda é bastante limitada a uma única tarefa. Em poucas palavras, ela não é inteligente para tudo, só para aquilo que foi programada para fazer. Onde está, então, essa diferença entre os humanos e os computadores, essencial para desenvolver o que propõe a AGI? Em 1986, o matemático Giancarlo Rota se questionou "se um dia a inteligência artificial vai cruzar a barreira do significado (ou do sentido)". Em inglês, ele usa a palavra meaning.
Diferentes pesquisadores usam termos variados para descrever essa linha ainda intransponível entre um computador e um ser humano. Rogério Figurelli, professor de cursos online do Massachusetts Institute of Technology (MIT), prefere usar, em português, a palavra consciência.
"Eu propus uma equação: sabedoria é inteligência elevada à consciência", diz ele, que pesquisa IA desde a década de 1980 e fundou a Trajecta, empresa de inteligência artificial e robótica. "Não adianta ter uma máquina extremamente inteligente, mas na hora de tomar uma decisão ela não tem a consciência daquilo. Talvez isso nunca aconteça."
E nem é uma questão apenas de tecnologia. Hoje, a ciência ainda não é capaz de explicar como é formado um pensamento, qual é o neurônio ou o estímulo inicial para surgir uma ideia na nossa cabeça. Como é então que seríamos capazes de transferir essa capacidade para uma máquina?
"Inteligência geral é um termo muito abstrato, mas sabemos que, da forma que é nos seres humanos, as máquinas ainda não têm. O que houve nos últimos anos foi um progresso muito grande na inteligência específica", observa Figurelli. Hoje, um software consegue reconhecer com muito mais velocidade do que um ser humano a autenticidade de uma pintura de Jackson Pollock, por exemplo.
Autora de "A Inteligência Artificial irá Suplantar a Inteligência Humana?", Dora Kaufman também desconfia da possibilidade de a IA conseguir chegar ao mesmo nível do cérebro humano. Ela soma à discussão, ainda, um passo além: o conceito de singularidade. Considerada pelo diretor do MediaLab do MIT, Joichi Ito, como "a religião" de alguns dos tecnólogos do Vale do Silício, seria o ponto de virada dos computadores, o momento a partir do qual a inteligência das máquinas vai ultrapassar a humana.
"Não existe consenso nem sobre o presente nem sobre o futuro da IA. Como também não existe uma definição de \'inteligência\' universal", afirma Dora, que é pesquisadora do grupo Atopos, da ECA (Escola de Comunicação e Artes da USP). "Por enquanto, vamos nos concentrar no que podemos entender e chamar o restante de aleatório, divino ou simplesmente de especulação mais apropriada ao arbítrio da ficção científica do que ao da ciência."
Aposta de mercado. Como aponta o New York Times, nos últimos anos, "uma comunidade pequena, mas fervorosa" de pesquisadores de IA começou a apostar na possibilidade de criar a AGI. E mesmo que esses planos ainda apresentem ares de ficção científica, há muito dinheiro investido. Além da Microsoft, há também o exemplo da Alphabet (dona do Google), que comprou o laboratório DeepMind em 2014.
Ainda que os investimentos não estejam gerando retorno -- o DeepMind perdeu US$ 572 milhões apenas no ano passado --, as pesquisas só aumentam. Em artigo na Wired, o cientista e professor da New York University Gary Marcus argumenta que as perdas financeiras são consideráveis, mas elas não devem servir para desanimar as pesquisas na área, mas refletir se o foco está certo.
"Pesquisadores de aprendizado de máquina costumam perguntar: \'Como as máquinas podem otimizar problemas complexos usando quantidades enormes de dados?\'. Mas podemos também perguntar: \'Como as crianças adquirem linguagem e compreendem o mundo, usando menos energia e dados que os atuais sistemas de IA?\'. Se nós gastarmos mais tempo, dinheiro e energia nessa última pergunta do que na primeira, talvez a gente chegue à AGI bem mais cedo", escreve Marcus.
Mesmo sem estar nem perto de alcançar o objetivo de criar uma inteligência artificial genérica que seja segura, o DeepMind e o OpenAI já conseguiram avanços. Em 2016, o sistema AlphaGo, do DeepMind, venceu o melhor jogador do mundo, o coreano Lee Se-Dol, em um torneio de cinco partidas do jogo milenar Go. "Do ponto de vista técnico, naquele momento, essa era a próxima fronteira em jogos", explica Rodrigo Nemmen, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP. "E jogos costumam ser laboratórios para testar a inteligência."
O feito assustou inclusive pesquisadores da área, que previam que a inteligência artificial só conseguiria ganhar nesse jogo pelo menos uma década mais tarde. Isso porque o Go demanda, além de estratégia, intuição. "O número de possibilidades de posicionamento no tabuleiro em determinado momento excede o número de partículas no universo", dimensiona o astrofísico.
Exterminador do Futuro
Se já fomos surpreendidos com a capacidade da IA no Go, será que é mesmo prudente deixar as preocupações em relação à AGI de lado só porque ela ainda não é uma realidade possível?
Depende para quem você pergunta. Elon Musk e Mark Zuckerberg chegaram a protagonizar uma discussão sobre o tema. Enquanto o CEO do Facebook é otimista em relação aos benefícios da IA no futuro, o fundador da Tesla e da Neuralink -- empresa que se propõe a criar uma interface entre cérebros humanos e computadores -- chegou a tuitar em 2014 que a IA é "potencialmente mais perigosa que armas nucleares". Por outro lado, quem trabalha com o desenvolvimento dos sistemas no dia a dia costuma achar esse medo de uma máquina à Exterminador do Futuro irrelevante, ou até mesmo alarmista, pela ideia de que a "propaganda negativa" poderia frear os avanços da inteligência artificial.
"É como se preocupar com superpopulação em Marte", compara Figurelli, do MIT. "Pode sim acontecer, mas é algo muito distante. Dentro do que se conhece hoje, propor que alguma IA vai ter a capacidade do que propõem os filmes de ficção científica ainda é bastante utópico."
Grady Booch, cientista-chefe de engenharia de software na IBM Research e filósofo, é um dos grandes defensores de deixar os receios de lado. Em um TED visto mais de 3 milhões de vezes, ele chama esse medo de "distração perigosa", contesta e chega a dizer: "em último caso, é só tirar (os computadores) da tomada." O argumento central de Booch é que, criada por humano, a IA adquire valores e o conjunto de regras e leis humanas.
O filósofo vê isso de maneira bastante positiva, mas cabe se perguntar: e quando os valores humanos não são lá tão bons assim? É só observar os casos em que a IA reproduziu preconceitos humanos. E o problema não está apenas nas máquinas desenvolverem identidade e se voltarem contra nós. "As alterações podem ser infligidas, inclusive, por hackers alterando imagens ou trechos de textos, ou ainda introduzindo ondas sonoras", lembra Dora Kaufman. Já se fala, por exemplo, na possibilidade de os sistemas de carros autônomos serem hackeados com o objetivo de travar uma cidade.
Se você assiste a muita ficção científica e não consegue tirar esse receio da cabeça, quem sabe fique mais tranquilo ao saber que a OpenAI tem como principal objetivo criar IA colocando os seres humanos em primeiro lugar. Demis Hassabis, fundador da DeepMind, também demonstra cautela. "Nós precisamos usar esse tempo para nos prepararmos para quando as coisas ficarem sérias nas próximas décadas", defendeu ele em uma entrevista.
Por enquanto, há maior consenso em se preocupar com o que já está nos atingindo: não o Exterminador do Futuro, mas coisas mais corriqueiras, como os empregos que podem se tornar obsoletos pela IA.
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Recado 42447: Progresso da humanidade ‘Em 2045 o ser humano será imortal’, diz cientista 21 de novembro de 2019, 13:54

Postado por João Batista Oliveira Marques

José Luis Cordeiro, professor e assessor da Singularity Universirty, instituição acadêmica do Vale do Silício, EUA, criada em 2009 pela Nasa e financiada pelo Google, afirmou que no ano de 2045 a espécie humana será imortal. A declaração foi dada durante o encontro “Inteligência artificial e o futuro da espécie humana”, da Universidad Internacional Menéndez Pelayo, localizada em Santander, Espanha.
Segundo Cordeiro, nem a AIDS, nem o câncer e nem a fome poderão acabar com a espécie humana, porque “o envelhecimento é uma doença curável”.
Para fazer tais afirmações, Cordeiro se baseou em uma corrente cada vez mais difundida – e que fez eco na revista Time -, chamada “singularidade tecnológica”. Essa corrente ideológica aponta que o progresso tecnológico e inteligência artificial são as ferramentas que acabarão com a “idade humana” e originarão a “idade pós-humana”.
Com tais declarações, Cordeiro reafirma o que havia dito o inventor americano Ray Kurzweil, diretor de engenharia da Google e fundador da Singularity University. Kurzweil previu várias vezes que, em um determinado momento na história da humanidade, as máquinas seriam dotadas de consciência.
Segundo Kurzweil, em 2029, teremos dispositivos do tamanho de um computador, capazes de superar o nível de inteligência de um ser humano e, em 2045, algum software será capaz de assumir a inteligência combinada de todos os homens, bem como a complexidade de seus pensamento. Nesse ponto, um software poderá exceder a sofisticação do cérebro humano e provocar “a morte das mortes”.
“Entre 2029 e 2045, o número de transistores nos computadores superará o de neurônios em nosso cérebro. Esse será o início da singularidade tecnológica, quando a inteligência artificial alcançará a inteligência humana” afirma Cordeiro.
José Luis Cordeiro prevê ainda que nos próximos 10 anos, qualquer homem poderá ter acesso ao sequenciamento de seu genoma, por US$ 10. Dessa forma, prevenirá doenças como o câncer e o Alzheimer e “moldará” seus próprios descendentes evitando tais condições.
A veracidade de suas alegações dependerá do progresso da ciência e da tecnologia. Um exemplo dado pelo pesquisador de que “a vida nasceu para viver e não para morrer” vem de uma das realizações da Methuselah Foundation, instituição que, na última década, conseguiu prolongar a vida saudável dos ratos até cinco anos.
“O cérebro é a estrutura mais complexa do universo e também o único órgão que ainda não foi criado artificialmente. Entretanto, os cientistas estão começando a estudá-lo sistematicamente. Teremos uma explosão de inteligência artificial”, prevê Cordeiro.
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Recado 42446: Progresso da humanidade ‘Em 2045 o ser humano será imortal’, diz cientista 21 de novembro de 2019, 13:50

Postado por joão batista

José Luis Cordeiro, professor e assessor da Singularity Universirty, instituição acadêmica do Vale do Silício, EUA, criada em 2009 pela Nasa e financiada pelo Google, afirmou que no ano de 2045 a espécie humana será imortal. A declaração foi dada durante o encontro “Inteligência artificial e o futuro da espécie humana”, da Universidad Internacional Menéndez Pelayo, localizada em Santander, Espanha.
Segundo Cordeiro, nem a AIDS, nem o câncer e nem a fome poderão acabar com a espécie humana, porque “o envelhecimento é uma doença curável”.
Para fazer tais afirmações, Cordeiro se baseou em uma corrente cada vez mais difundida – e que fez eco na revista Time -, chamada “singularidade tecnológica”. Essa corrente ideológica aponta que o progresso tecnológico e inteligência artificial são as ferramentas que acabarão com a “idade humana” e originarão a “idade pós-humana”.
Com tais declarações, Cordeiro reafirma o que havia dito o inventor americano Ray Kurzweil, diretor de engenharia da Google e fundador da Singularity University. Kurzweil previu várias vezes que, em um determinado momento na história da humanidade, as máquinas seriam dotadas de consciência.
Segundo Kurzweil, em 2029, teremos dispositivos do tamanho de um computador, capazes de superar o nível de inteligência de um ser humano e, em 2045, algum software será capaz de assumir a inteligência combinada de todos os homens, bem como a complexidade de seus pensamento. Nesse ponto, um software poderá exceder a sofisticação do cérebro humano e provocar “a morte das mortes”.
“Entre 2029 e 2045, o número de transistores nos computadores superará o de neurônios em nosso cérebro. Esse será o início da singularidade tecnológica, quando a inteligência artificial alcançará a inteligência humana” afirma Cordeiro.
José Luis Cordeiro prevê ainda que nos próximos 10 anos, qualquer homem poderá ter acesso ao sequenciamento de seu genoma, por US$ 10. Dessa forma, prevenirá doenças como o câncer e o Alzheimer e “moldará” seus próprios descendentes evitando tais condições.
A veracidade de suas alegações dependerá do progresso da ciência e da tecnologia. Um exemplo dado pelo pesquisador de que “a vida nasceu para viver e não para morrer” vem de uma das realizações da Methuselah Foundation, instituição que, na última década, conseguiu prolongar a vida saudável dos ratos até cinco anos.
“O cérebro é a estrutura mais complexa do universo e também o único órgão que ainda não foi criado artificialmente. Entretanto, os cientistas estão começando a estudá-lo sistematicamente. Teremos uma explosão de inteligência artificial”, prevê Cordeiro.
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Recado 42445: NARRAÇÃO E EDIÇÃO DE ÁUDIO 17 de novembro de 2019, 15:45

Postado por Lucas Cristiano BarfknechtLucas Cristiano Barfknec

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Recado 42435: grupo de whatzapp 05 de novembro de 2019, 11:34

Postado por daniel veiga

bom dia gente estejam todos bem
passo puraqui para oferecer um grupo de whatzapp para busca de relacionamentos palto essa ferramenta devido a dificuldade das pessoas deficientes visuais de emcontrar sua alma gemía
só para homems e mulheres. não tenho nada contra outros generos que embora contam com mais oportunidades de grupos
aguardo os 5 primeiros contatos que mandar uma mensagem de texto ou aldio para o numero 69 999-4545-26 e comfirmarei o nósso grupo deis de ja agradecido
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Recado 42421: Twitvox 26 de setembro de 2019, 19:20

Postado por Bruna Dias

Olá pessoal!
Alguém saberia me dizer se está prevista alguma atualização para o programa Twitvox? Faz tempo que não consigo mais utilizá-lo e penso que é porque se desatualizou!
abraço!
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